Quarta-feira, 26 de Outubro de 2005

Janet Jackson é flagrada nua e fora de forma

Um vídeo de Janet Jackson está a circular por toda a internet e tem deixado a cantora sem dormir. Nas imagens, ela aparece tomando sol, quase nua, mas o comentário geral é a forma física da estrela, que está deplorável.



Nas cenas gravadas sem que ela tivesse percebido, Janet passa óleo de bronzear pelo corpo e brinca de tocar pandeiro com o próprio bumbum. As imagens mostram uma celebridade completamente fora de forma, muito acima do peso, diferente da cantora que é vista nos clipes com uma barriga tanquinho de dar inveja.


Janet já foi bem rechonchuda, mas conseguiu perder peso e, desde então, era considerada a celebridade americana com um dos corpos mais sarados.


Para tentar impedir a divulgação das imagens, advogados da pop star estão ameaçando com processos vários sites que exibem o vídeo.


Janet Jackson não tinha uma semana tão ruim desde que expôs um seio ao vivo na TV em um show durante o SuperBowl. A cantora estaria muito deprimida nos últimos dias por conta de dois assuntos: as fofocas de que tem uma filha secreta de 18 anos e agora o vídeo.

Rui Unas - Série Triângulo Jota




O apresentador de televisão Rui Unas, um dos principais rostos da SIC Radical, vai ter uma participação especial na série juvenil da RTP ‘Triângulo Jota’.


Os 13 episódios baseiam-se nos livros de Álvaro Magalhães, da Editora ASA. Ainda na representação, Rui Unas está a preparar a quinta incursão pelo cinema.

Quanto ao regresso à televisão, como apresentador, Rui Una diz ter alguns projectos em mente que espera ver concretizados até ao final do ano.</aux></texto>

Alexandra apoia Gamito




O casal Alexandra Lencastre e António Gamito marcou presença no concurso Novo Homem Rexona, que decorreu anteontem à noite no espaço Toyota Box, em Lisboa.

Gamito foi o fotógrafo que captou as imagens dos cinco finalistas, usadas na votação. “Os candidatos estiveram relativamente à vontade. Fizeram tudo o que lhes pedi até à exaustão. Foram óptimos modelos”.

Alexandra acompanhou o companheiro em mais esta ‘aventura’: “Tive oportunidade de assistir a todo o processo, desde a escolha do local à escolha das fotografias.” Em termos profissionais, a actriz está já a preparar um novo projecto. “Vou voltar a fazer teatro. Mais não posso dizer”, revela.

Drica Moraes quer voltar a fazer uma vilã em novela

Drica Moraes sempre teve vocação para o humor. Desde criança, sempre foi a mais engraçada da turma. Já adulta, esse lado ganhou força e, hoje, é considerada uma das melhores atrizes cômicas do país.


Tanto que ela até reclama por não ser chamada para interpretar personagens dramáticas. Uma das poucas que fez foi a malvada Violante de Xica da Silva, da extinta Manchete, atualmente reprisada pelo SBT. "Morro de vontade de fazer outra vilã. Só faltam convites", avisa.

Desde a estréia na tevê, em 1989, Drica coleciona tipos cômicos, como a Cida de Top Model e a Denise de Quatro por Quatro.

Agora, se destaca na pele da contraditória Olívia em Alma Gêmea. Em seu quarto trabalho com o autor Walcyr Carrasco - os outros foram Xica da Silva, O Cravo e A Rosa e Chocolate com Pimenta -, ela garante que este está sendo mais do que especial.

"Desde o começo, percebi que seria gostoso fazer a Olívia porque ela é múltipla. Ao mesmo tempo em que é amiga e confiável, tem um gênio difícil. Isso sem falar que já estava prevista a virada da personagem. Depois de ter perdido tudo, está dando a volta por cima. Enfim, não posso reclamar", constata.

"Sinto como se estivesse reestreando", diz Lavínia Vlasak

Lavínia Vlasak já não via a hora de interpretar uma protagonista. Apesar de ter vivido tipos interessantes em seus 10 anos de carreira na tevê - como a maquiavélica Alice, de Força de Um Desejo, e a tresloucada Estela, de Mulheres Apaixonadas -, a atriz de 29 anos ambicionava um papel de maior destaque na Globo. "Que ator não gostaria de protagonizar uma novela? Seria hipocrisia da minha parte dizer que não. Dez anos depois, sinto como se estivesse reestreando. É até cabalístico! Não poderia estar mais animada", disse.


"Mas, desde cedo, aprendi a não alimentar expectativas. Se não, corro o risco de me decepcionar", pondera.

Cansada de esperar por um convite da Globo, resolveu aceitar o da Record. Na próxima segunda, dia 24, ela estréia na nova emissora como Clarice, uma das personagens principais de Prova de Amor, de Tiago Santiago.

Na nova novela da Record, Lavínia interpreta Clarice, uma estudante de Biologia que tem uma vida quase perfeita ao lado de Daniel, de Marcelo Serrado. Apesar disso, os dois resolvem se casar. No dia da cerimônia, Lopo Jr., um velho pretendente de Clarice, vivido por Leonardo Vieira, decide estragar a alegria do casal. Para tanto, acusa o noivo de um crime que ele não cometeu. "A trama é das boas. E falo isso não só como atriz, mas como telespectadora. Fico esperando o roteiro chegar para ver o que acontece", empolga-se.

Das muitas personagens que interpretou na tevê, Lavínia classifica Clarice como a heroína mais romântica de todas. Por isso, está tomando cuidado redobrado para não transformá-la numa "chata de plantão" ou algo do gênero. "Não quero virar blog na Internet, do tipo 'Odeio a Clarice!'", avisa, bem-humorada.

Fazer com que Clarice caia nas graças do público é apenas uma das preocupações de Lavínia. A atriz se esforça também para não fazer feio em sua primeira empreitada como protagonista. "Bom, para mim, não é ótimo. Por isso, busco a perfeição! Na tevê, se você estraga a sua primeira oportunidade, dificilmente terá direito a uma segunda", radicaliza.

Por isso, garante estar mais perfeccionista do que nunca. Todos os dias, estuda minuciosamente as suas cenas antes de sair de casa, chega cedo às gravações e, principalmente, não se descuida da saúde. "Admito que o peso nos ombros está maior. Mas já esperava por isso. Ficar doente, por exemplo, nem pensar", ressalta.

Nem o fato de se tratar de uma emissora onde tudo é novo causa estranheza em Lavínia. Pelo contrário. Do cinegrafista ao iluminador, conhece todos da época de Globo. "É tudo gente com quem já trabalhei antes. Continuo me sentindo em casa na Record", derrama-se.

A todo momento, aliás, Lavínia faz questão de dizer que não saiu magoada ou ressentida da emissora onde estreou em 1996, como a rebelde Lia Mezenga, de O Rei do Gado. "De jeito nenhum. Foram nove anos de muitas alegrias", assegura.

Das muitas alegrias vividas na Globo, cita, inclusive, a pérfida Alice, de Força de Um Desejo, no ar em Vale a Pena Ver de Novo. "Tive a honra de fazer uma vilã do Gilberto Braga. E também de contracenar com a Natália Thimberg, o que considero um verdadeiro luxo!", enaltece.

O papel de maior destaque, porém, foi o da socialite Estela, de Mulheres Apaixonadas, que viveu uma conturbada história de amor com o Padre Pedro, de Nicola Siri. "Na época, cansei de ouvir gracinhas do tipo: 'Ei, não sou padre, mas já fui coroinha. Serve?'", sorri, encabulada.

Apesar das alegrias vividas na Globo, chegou a hora de Lavínia estabelecer novas metas para a sua carreira. Evoluir sempre e divertir-se idem são duas delas. "Você pode até demorar mais ou menos tempo, mas, se quiser mesmo, vai chegar onde quer. Agora, se não tiver uma meta, não chega a canto nenhum", ensina.

Em quase dez anos de carreira, a atriz nunca sentiu-se impedida de fazer esse ou aquele personagem por causa do tipo físico ou da plástica impecável. "Sei das minhas limitações, mas prefiro pensar em mim como uma profissional ilimitada. Tanto que já fiz a louca, a má, a alcoólatra. Quanto a isso, não tenho do que reclamar. Só a agradecer", conclui.

Primeiros passos
A carioca Lavínia Gutmann Vlasak só virou modelo por imposição do pai, o diretor financeiro Robert Vlasak. Ele ficou tão impressionado com umas fotos da própria filha, então com 15 anos, que praticamente a obrigou a fazer um "book" para uma agência de modelos.

Na ocasião, a menina bem que tentou demovê-lo da idéia. Disse que não se achava assim tão bonita, que já tinha optado pelo telejornalismo, etc e tal, mas não teve jeito. "Ele disse que aquilo era uma ordem e que não interessava a minha opinião. Depois disso, nunca mais parei de trabalhar", lembra, aos risos.

Modelo profissional aos 15 anos, Lavínia Vlasak resolveu se casar aos 16 com o seu primeiro namorado, o ator Jorge Pontual, 11 anos mais velho. Os pais da moça estranharam a decisão da filha, mas, mesmo assim, não se opuseram ao casamento. "Sabia que eles não concordavam, mas precisava viver aquela história de amor. Não me arrependo. Se preciso fosse, faria tudo novamente", jura.

Hoje, Lavínia é casada com o economista Celso Colombo Neto e os dois dividem um confortável apartamento no Leblon, Zona Sul do Rio, com Ataulfo, o "yorkshire" da atriz.

Na Globo, Lavínia estreou aos 19 anos, quando fez O Rei do Gado, de Benedito Ruy Barbosa. Até hoje, não se esquece da primeira cena que gravou no Pantanal ao lado do cantor Almir Satter. "Quando terminei, estava numa insegurança só. Achava que o Luiz Fernando Carvalho me trocaria quando chegasse ao Rio", brinca.

Mas, aos poucos, a insegurança foi passando quando ela começou a ser elogiada por outros integrantes do elenco, como Antônio Fagundes e Stênio Garcia. "Só aí é que eu relaxei um pouco. Puxa vida, ator é um bicho inseguro mesmo!", reconhece ela.

Instantâneas
# Lavínia Vlasak morou nos Estados Unidos dos quatro aos sete anos. De volta ao Brasil, estudou na Escola Britânica, no Rio de Janeiro. O currículo dava destaque à formação artística e, desde cedo, ouvia das professoras que seria uma excelente atriz.
# Modelo da agência Elite, Lavínia Vlasak fez curso de interpretação na Casa de Artes de Laranjeiras, na Zona Sul do Rio, dos 15 aos 19 anos. De lá, rumou para a Oficina de Atores da Globo.
# No início de carreira, Lavínia Vlasak teve a beleza e a elegância comparadas às da atriz Audrey Hepburn. Tanto que, quando atuou em As Filhas da Mãe, usava um figurino inspirado no da eterna Bonequinha de Luxo.
# Nesses dez anos de carreira, não faltaram convites para Lavínia posar nua. Principalmente quando colocou 215 ml de silicone em cada seio. O máximo que topou, porém, foi um ensaio sensual para a revista Trip, em 2003.

Ludmila Dayer comanda pré-estréia carioca de Vida de Menina


Daniela Escobar e Ludmila Dayer contracenam juntas em Vida de Menina
Daniela Escobar e Ludmila Dayer contracenam juntas em Vida de Menina

Ludmila Dayer comandou a pré-estréia do filme Vida de Menina, realizada na noite de terça (25) no cinema Unibanco Arteplex, no Rio. A atriz interpreta a protagonista Helena Morley no longa-metragem da cineasta Helena Solberg que conta, ainda, com Daniela Escobar e Dalton Vigh nos papéis principais da trama.

Os atores apresentaram pela primeira vez para o público carioca o filme que foi o grande ganhador do Festival de Gramado em 2004, faturando seis kikitos na premiação. A atriz Bárbara Borges, o dançarino Carlinhos de Jesus e o ator Antônio Pitanga prestigiaram a sessão.

Cicarelli se joga na inauguração da Calvin Klein Jeans em SP



 

Daniella Cicarelli dança com modelo na festa da Calvin Klein
Daniella Cicarelli dança com modelo na festa da Calvin Klein


Daniella Cicarelli mostrou que está em ótima forma e com pique total. A apresentadora fez uma performance - nesta terça-feira (25), em São Paulo - na festa de inauguração da loja Calvin Klein Jeans no shopping Iguatemi. Ao som das picapes do DJ Zé Pedro, a beldade dançou com modelos que participaram da apresentação da loja, dentro de uma vitrine.


 


 


Além de Cicarelli, a presença da atriz Gabriela Duarte também chamou atenção no evento. Com novela América em sua reta final, a intérprete da volutariosa Simone foi uma das mais assediadas. Vestida em uma sensual blusa branca de renda, Gabriela circulou com o fotógrafo Jairo Goldflus.


Prestigiaram ainda a inauguração da loja: Patrícia Cazé, Raí, Vanessa Menga, Fause Haten, Mariana Belém, Leo Shetman, Graça Borges, Anna Gelinskas, André Almada e Saulo Fonseca, entre outros vips.

Terça-feira, 25 de Outubro de 2005

Andreia Diniz - Brevemente Nua

Adiniz Nua

Andreia Diniz poderá posar nua

 
Andreia Diniz não coloca de lado a hipótese de posar nua. A actriz das séries "Maré-alta", "Inspector Max" e "Uma Aventura" revelou à revista do 24 horas que há em alguns trabalhos que exigem mais exposição ao nível do corpo ou cenas mais íntimas. Caso receba alguma proposta, para uma cena ou um trabalho de modelo, Andreia não ira rejeitar à partida. Será sempre uma questão a ponderar, mas avisa que nunca o fará só por fazer.
Segunda-feira, 24 de Outubro de 2005

Segunda edição será mais fraca






A 2.ª edição da ‘1.ª Companhia’, será, para Cinha Jardim, Lili Caneças e Ana Maria Lucas, menos mediática e as audiências baixarão.


Cinha Jardim considera que a 2ª edição “não terá as mesmas audiências que o programa de estreia”. A ‘socialite’ dá como exemplo os outros ‘reality shows’ da TVI: “A 2.ª edição do ‘Big Brother Famosos’ teve metade das audiências que a primeira e na ‘Quinta das Celebridades’ passou-se a mesma coisa. É natural. O formato torna-se repetitivo”.

Talvez para evitar um impacto maior, “dois concorrentes fortíssimos deixaram a primeira edição prematuramente, o Nuno Homem de Sá e o Frota. Assim, atenua-se a diferença de valores entre os concorrentes de uma e outra edições. O público não notará tanto, já que dois dos mais fortes foram expulsos”, admite um ex-participante de ‘reality shows’, que preferiu manter o anonimato.

Para Ana Maria Lucas, o pouco mediatismo dos nomes avançados para integrarem o futuro elenco da ‘1.ª Companhia’ pode ser prejudicial para as audiências. No entanto, defende que “o peso dos concorrentes constrói-se lá dentro. O José Castelo Branco era conhecido por contrabando de jóias e por ter sido preso. Ninguém o conhecia e ele criou aquela personagem”. Lili Caneças considera, por seu lado, que “os ‘reality shows’ são jogos sem regras, mas o Piet Hein e a Endemol sabem o que fazem”.

Cristina Areia, Jorge Monte Real e Sá Leão são dados como certos para a 2.ª edição. Em dúvida estão: Marco Borges, Ruth Marlene, Catarina Salgueiro Maia e Paulo César. E agora fala-se, também, na hipótese Adriane Galisteu.</aux></texto>

Domingo, 23 de Outubro de 2005

Ana Padrão








Não a esquece quem tenha visto a sua figura leve e esguia, a cara talhada na expressão dos grandes olhos azuis, o remate da boca, desenhada em voz.
Num percurso que vale a pena conhecer, Ana Padrão afirma-se como actriz em O Milagre Segundo Salomé.




 



Actriz, casada, mãe de duas filhas, filha de militar, Ana Padrão pertence à geração de viragem entre dois tempos da história portuguesa, vividos em itinerâncias de família. Depois de trabalhos variados em cinema, no início da carreira, o seu nome tem ganho prestígio pelos papéis que ao longo dos anos 90 e até hoje tem desempenhado por escolha e convite dos grandes realizadores portugueses. Fernando Lopes, Jorge Silva Melo, José Fonseca e Costa, António-Pedro Vasconcelos consagram o talento de Ana Padrão. Em fase plena de carreira, teve agora uma participação em O Milagre Segundo Salomé, no primeiro filme de Mário Barroso.

Quer contar a sua história?

Nasci em Lisboa em 1967, o meu pai é militar, somos duas irmãs, andávamos um bocado de um lado para o outro. Aos nove meses fui para Angola, onde vivi até aos seis anos. Esse tempo que passei em Luanda marcou-me imenso. Em 1973 voltei de férias. Depois, começaram os problemas. Fomos para Trás-os-Montes, para uma casa que os meus pais compraram. Uma experiência traumatizante para mim. Não percebia o que as pessoas diziam, estranhei o clima, tenho a imagem de tudo cinzento e esverdeado. Posteriormente, viemos para uma base aérea, mudei várias vezes de escola, não tive amigos de infância. Fui a consequência de uma vida sem raízes. Nunca me adaptei até hoje. Tinha oito, nove anos, vivíamos em Alenquer, e os meus pais perguntaram-me se queria ir para um colégio interno. Quis e passei sete anos no Instituto de Odivelas. Tive professores fantásticos, uma boa formação, cultura geral. Quando entrei para a Faculdade, em Antropologia, a maturidade das raparigas da minha idade era menor do que a minha. Achava limitada a maneira como elas apresentavam as ideias. Fiquei desiludida com o curso na Universidade Nova, considerado um dos melhores na altura. Não fazia ideia do futuro, quis fazer pintura ou investigação, escolhi Antropologia.

Lembra-se do 25 de Abril?
A base militar era uma coisa estranha, ninguém me explicava nada, parecia que o mundo estava a desabar. Como fui para um colégio interno que era uma realidade à parte, uma redoma onde não podíamos ver televisão, passávamos ao lado dos acontecimentos.

Como se tornou actriz?

Tive sempre teatro no colégio, havia aulas desde os nove anos. Era uma das disciplinas de que eu mais gostava. Quando saí, senti falta daquelas aulas. Fui fazer um workshop sobre poetas açorianos na Casa dos Açores. Li no jornal sobre esse workshop, andava à procura do teatro como complemento pessoal. Entrei na Faculdade nesse ano de 1984-85, entretanto encontrei por acaso o grupo do workshop no Bairro Alto. Iam inscrever-se no Conservatório, resolvi ir com eles, fui fazer o teste, fiquei. Era uma prova de voz, um monólogo, uma prova de movimento de corpo, tudo muito simples. Nessa altura, não havia muitos candidatos, ninguém pensava em ser actor, pensava-se na euforia de ser modelo. Comecei o Conservatório e a Faculdade ao mesmo tempo, desisti da Faculdade.



Ana Padrão tem sabido gerir a sua imagem e brilha com luz própria no panorama artístico nacional.

Em O Milagre segundo Salomé.

Na série Só Gosto de Ti
Os seus pais aceitaram a decisão?
A família reagiu mal. Na altura, ter uma filha actriz, para um pai militar… Saí de casa aos 17 anos. Hoje estão mais resignados, mas preocupam-se imenso comigo. Tenho duas filhas, de cinco e dois anos. Para uma mãe, é complicado conseguir manter o casamento, com esta profissão, o meio também não ajuda. Levei a pequenina com um mês para as filmagens de Os Imortais. Quando vou para fora não posso fazer novelas, são oito meses sem ver a família, eu com duas crianças não posso perder um ano da vida delas. Não tenho os pais perto, estão em Alenquer, nem todos os filmes têm dinheiro para alugar uma casa, levei a mais velha um mês para os Açores, foi uma experiência difícil. É preciso fazer muitas escolhas, há coisas que não posso fazer, projectos que não posso aceitar, o ganho não compensa a despesa de ter alguém a tomar conta.

Foi importante ter feito um curso académico?
Durante anos eu disse que não, e agora, ao fim de 20 anos de carreira, acho que sim. Gostei muito do primeiro ano, é extraordinário, o trabalho criativo, a improvisação, a procura de coisas novas, de conhecimentos. Numa escola normal os alunos têm a mesma idade, no Conservatório o curso tinha um grupo de pessoas interessantes e muito diferentes umas das outras. A maneira como se chega a um resultado na fase seguinte é muito arcaica, muito antiga. O programa não tinha um método, havia vários professores, cada um fazia o seu trabalho. Nas aulas teóricas, não havia coordenação e, nas práticas, tudo acontecia conforme o professor. Tínhamos dois professores de interpretação, um às segundas, quartas e sextas e outro às terças e quintas, cada um trabalhava à sua maneira. Para fazermos a encenação de uma peça, tínhamos várias marcações diferentes para a mesma cena, reclamámos. Começámos 35 no curso, saímos 12, quase todos trabalham em teatro.

Como sobreviveu durante o curso, sem apoios?
Durante anos foi complicado. Quando entrei no Conservatório fui fazer televisão e comecei a trabalhar em pequenos papéis no cinema. Já vivia sozinha, fiz algumas coisas como modelo, nunca nada de significativo. Fui modelo de publicidade e fiz dois desfiles, um com a Ana Salazar, outro com a Manelinha Gonçalves. Depois, fiz um casting e ofereceram-me um papel para uma telenovela. Nessa altura, toda a gente com quem eu falei me disse que fazer televisão era acabar com a carreira, que um actor que o fizesse deixaria de o ser, nunca iria entrar no teatro. Várias pessoas me avisaram de que não voltaria a fa-zer nada. O João Lourenço e pessoas da Comuna, da Cornucópia. Mas aceitei o papel, numa novela chamada Passerelle. Fazia o papel de uma miúda que tinha o sonho de ser modelo. Era uma história de família de classe média-alta, os pais não queriam deixá-la ir, ela consegue ser modelo numa altura em que aquela carreira não existia, e apaixona-se por um homem mais ve-lho que é dono de uma fábrica de roupa. Acabei a novela, foi uma boa experiência para um actor que estava a sair do Conservatório. Além de a história ter despertado um sonho em algumas miúdas, era uma novela substancial, que mudou a maneira de fazer televisão. Trabalhei com a Carmen Dolores, com o Toni de Matos, com a Florbela Queiroz. Mas não gostei de trabalhar em televisão, pensei até em desistir de ser actriz. Era muito violento, tinha de ir de comboio para Sintra, levantava-me às cinco horas da manhã e tomava táxis para o estúdio, metade do ordenado ficava nos táxis. Foi de tal maneira que fiquei sete anos sem fazer televisão.

Mas continuou a fazer cinema.
É verdade que vivia cá e que, por fazer quase só cinema, desapareci durante sete anos. Nunca me dei muito com o meio, sempre tive a minha vida privada separada da vida profissional. Era falada como uma modelo que passou a ser actriz. Fiquei colada a essa imagem. As pessoas não conheciam o meu trabalho. Ainda há quem ache que passei a ser actriz de um dia para o outro. Irritava-me a falta de cuidado e de respeito dos jornalistas. Hoje, já não me incomodo com o que dizem.

É uma profissão difícil?
A vida e o meio fazem uma triagem. É preciso ter uma capacidade enorme, um sexto sentido, para uma pessoa conseguir aguentar-se nesta profissão. É um meio complicado, cada vez há mais concorrência. É essencial sabermos aguentar as pressões, escolher os papéis.

E há uma enorme instabilidade.
Temos imenso dinheiro e no dia seguinte nem um tostão. Tenho colegas que estão há um ano sem trabalhar. Sei de miúdos que começaram a fazer novelas há quatro, cinco anos, e que, agora, sentem que lhes falta técnica, que aquilo é pouco como trabalho de actor, e vão para Londres ou para os Estados Unidos fazer workshops.
Hoje, é giríssimo ter os filhos a representar. Quando trabalho com crianças, aconselho os pais a que elas tenham acompa-nhamento psicológico. Trabalham horas, são adoradas ou odiadas, são centros de atenção.
Mesmo a nível de teatro, vê-se que é fácil montar uma peça, juntam-se três ou quatro jovens actores, conseguem o dinheiro, é óptimo fazerem teatro. Mas depois não é assim.

A televisão tem hoje mais prestígio?
Deu uma grande volta. Todos os actores, tirando talvez o Luis Miguel Cintra, já passaram pela televisão.

Mas os textos não ajudam.
Não temos bons autores. Passo mais tempo a corrigir textos do que a decorá-los.

Todas essas razões explicam que tenha feito mais cinema do que televisão?
Já tinha começado com pequenos papéis no cinema, quando fiz um casting para um filme inglês. O filme 1871 era uma espécie de documentário, uma história ficcionada sobre a Comuna de Paris, o casting foi feito aqui. Fiz o papel principal, era uma actriz de teatro, tive a oportunidade de traba-lhar com actores extraordinários. Foi o ponto de viragem da minha carreira. Através dele passei a fazer outros trabalhos com realizadores que me contactaram. Fazia dois, três filmes por ano, umas filmagens cá, outras fora. Voltei à televisão quando me ofereceram um papel na série Ballet Rose que apostou a sério na qualidade, embora fosse polémica. A novela é uma indústria, mas nesta série o realizador era o Leonel Vieira, o texto era do Moita Flores, uma boa equipa, foi um projecto que ficou por ali.

Há grandes diferenças entre cinema e televisão?
Em televisão, temos um guião, um esboço, um perfil das personagens em meia dúzia de linhas, não sei o que vai acontecer, fico a navegar. No cinema, têm princípio, meio e fim, o argumento tem a personagem definida.

Quer falar dos realizadores que conheceu?

Gosto imenso de trabalhar com o José Fonseca e Costa, tem bom gosto, é fantástico para dirigir actores, dirige sem quase dizer nada, é interessante e agradável, consegue criar uma família quando faz um filme. Com o Fernando Lopes é também muito agradável trabalhar. É muito sensível, muito querido, estimula os actores. O António-Pedro Vasconcelos é muito nervoso, vejo-o quase como um encenador de teatro, pede coisas tão específicas, como se as pedisse a um actor em cena, dá imensa importância à maneira como mexemos nas coisas, usa os objectos como elementos de filmagem.

A popularidade?
Para mim nunca teve importância, gosto que as pessoas ve-nham ter comigo e gostem do papel.

Gostou de fazer uma personagem em O Milagre Segundo Salomé?
Foi agradabilíssimo conhecer o Mário [Barroso], uma pessoa com um grande talento, uma sensibilidade artística imensa. Trabalhar com um director de fotografia é muito bom, aprende--se muito, aprende-se a apreciar a sensibilidade para a luz. A beleza no cinema é a luz, é a maneira como incide no rosto, no decor. A sua mudança interfere no trabalho dos actores. Os actores brasileiros sabem representar para a luz. O Mário tem essa sensibilidade quase feminina que muito poucos homens têm, é muito civilizado, é óptimo a dirigir actores, é muito equilibrado a nível da representação. Foi também divertido trabalhar com actrizes que eu não conhecia, era um grupo engraçado, com uma energia, uma química que funcionou.

É verdade que os actores estão em crise?
Estamos a atravessar uma fase complicada no meio artístico, no teatro, talvez no cinema. Espero que melhores tempos se anunciem, que as coisas tenham uma evolução diferente. A crise
existe, é mais de espírito, de ideais, de criatividade, de direcção. Ninguém sabe para onde se vai. Há pouca coisa nova e inte-ressante, não estamos só com um problema de dinheiro, a crise é de identificação. Mas acredito sempre nas novas gerações, te-nho trabalhado com realizadores novos e há boas cabeças.


 


Margarida Vila-Nova


       A personagem central da    novela Mundo Meu, um  fenómeno de audiência, Margarida Vila-Nova,
é uma lutadora cheia de alegria, com uma inteligência invulgar.

Como reagiu ao convite
para fazer esta novela?
Morri de medo. Nunca tinha feito nada tão exigente, com um ritmo tão alucinante de trabalho. Porque o fio condutor da história é a Rita. Então, se falhasse esta personagem… falhava a novela. Isto sem nenhuma presunção. É a constatação fria de uma enorme, esmagadora, responsabilidade. Ainda por cima com uma peça em cena. Acabava de gravar, no Algarve, às quatro e meia, vinha para Lisboa, ia para o teatro, fazia o espectáculo, metia-me no carro, Algarve outra vez. Chegava às duas e tal da manhã, dormia, acordava às sete, gravava o dia todo.

E a Inês de Por Uma Noite não tem nada a ver com a Rita do Mundo Meu!
Comecei a ensaiar a novela já quase em estreia da peça. E houve uma ou outra vez em que cheguei aos ensaios da peça e a minha mãe chamou-me a atenção: “Fizeste imensas caretas, não deste tempo, não cresceu a cena, então? A Inês é toda coquete, uma parisiense que estuda filosofia na Sorbonne, e chegas aqui toda despachada?!” Foi o sinal. Passei a estar ainda mais atenta. Porque se entras em piloto automático, a transição é complicada.

Neste ponto, já se pode sentir segura em termos profissionais.
Quando me dizem: “Tens 22 anos, um prémio de actriz [em O Milagre Segundo Salomé], já fizeste isto e isto, estás garantida”, lembro-me da Teresa Roby, uma actriz maravilhosa que morreu sem essa estabilidade. E de muitas outras, extraordinárias… sem trabalho. Nunca nos podemos convencer de que a coisa está dada como adquirida. Porque não está mesmo.

Faz cinema e teatro com regularidade, tem uma empresa de produção…
Como é fazer novela?

A novela faz-se em casa. Não há tempo para ensaiar. Ontem gravei 24 cenas, o que é muito comum. Se és o motor da história, vais gravar cinco dias por semana, 12 horas por dia…

Qual é o segredo para conciliar ritmos tão díspares?
Disciplina. Leio os capítulos, separo as cenas que vou gravar, sublinho-as e arquivo-as por ordem de semana. Adoro material de escritório, sou maluca por agrafadores e clipes e canetas de cor, e tenho tudo em pastas, micas e dossiers! Depois sei tudo o que se passa na história, e em qualquer circunstância posso-me cruzar com qualquer núcleo. Estava a fazer teatro e disse que só aceitava na condição – sine qua non – de não abdicar de o fazer, e durante dois meses conciliei as duas coisas. Mas quando aceitam uma exigência dessas, não se pode falhar. Era impensável ir para o plateau e não saber o texto de cor!

A crítica tem sido generosa consigo?
Sim. Mas lembro-me que nas Confissões de Adolescente houve um artigo que nos arrasava. Era tudo mau, nós éramos péssimas, “Quatro Barbies em palco”! Estávamos a estrear-nos em Teatro, era uma aposta toda feita e direccionada para jovens, com um público jovem, e depois era uma miúda de 17 anos, eu, que estava a investir do seu bolso num projecto novo. E na altura aquilo magoou--me um bocado. Mas o saldo é positivo. As miúdas deliravam, lembro-me que chegava ao final e vinham ter connosco a dizer: “Adoro teatro, já vim ver esta peça 15 vezes!” Além disso, as Confissões de Adolescente continua a ser um êxito e ainda hoje viaja pelo país.

Voltando à novela, Mundo Meu, sendo a Rita Bugalho o motor da história, é inevitável atribuirmos-lhe grande parte do mérito. Como abordou a personagem?
Acho sempre que a personagem é muito mais inteligente, muito mais boa pessoa, muito mais interessante do que eu. Se partirmos do princípio que somos mais inteligentes do que a personagem, nunca vamos poder ter a capacidade de exposição do ridículo. Eu, Margarida, a comer com as mãos? Eu, Margarida, não entro pela porta adentro de ninguém, a bater duas palmadinhas e upa, upa, aqui estou eu. No fundo, a personagem tem uma liberdade muito maior, sem cair no estereótipo da boazinha e generosa… porque não há pessoas assim.

Que preparação envolve a construção das personagens?
Ver muito teatro, muito cinema. Fazer muitas leituras. No Milagre Segundo Salomé, por exemplo, estudei História. Na Fúria de Viver a minha personagem tomava pastilhas e frequentei casas de toxicodependentes. Nesta novela, também fiz muita pesquisa para apanhar esse lado de autenticidade que é fundamental e trabalhar aquele lado de “bicho” que a Rita tem. Para além disso, sei tudo o que pensam sobre mim, sei tudo sobre a vida deles. E sei muito bem onde é que a Rita vai, onde foi, de onde veio e com que estado de espírito. Por exemplo, sei que a Rita não diria “Como está”, mas “Estás bom?” No fundo, é ser inteligente em cima do texto, é saber usar o que já foi dito ou feito, a enriquecer a cena ou a personagem.


Margarida Vila-Nova confessa que só entra em projectos
quando acredita plenamente no autor, encenador, realizador,
colegas. “Aí a entrega é total.”

Tem 22 anos e um currículo de peso! Que idade tinha quando começou?
Seis anos. Estava de férias com a minha mãe, que fazia a co-produção de um filme francês. Houve um casting a miúdos, eu fiquei. Ia fazer uma prima do protagonista, só tinha uma cena, mas o realizador “apaixonou-se” por mim e meteu--me em todas as cenas.

Queria ser o quê, aos seis anos?
Caixa de supermercado. Era um delírio, as unhas a baterem nas teclas, e os “tititis” dos legumes que não passam e é preciso ir aos códigos de barras! Depois adorava os filmes em que o herói romântico se apaixona por elas. Para além disso, não me lembro de querer ser outra coisa que não fosse actriz. Só que aos seis anos a pessoa não tem essa consciência. Aos 17, estreei-me em Teatro, fiz Confissões de Adolescente, e fiz a produtora, entrei na Fúria de Viver, já fazia parte do elenco principal da novela… então acho que foi quando… passei a ser mesmo actriz profissional.

Como actriz, o que gosta mais de fazer?
Um actor tem de ser versátil o suficiente para ser capaz de fazer em qualquer veículo. Depois podemos gostar mais de teatro, de cinema ou de televisão.

Jovens promessas de Portugal

Eles são o futuro de um Portugal mais criativo e talentoso.





Carla Chambel
A actriz


Carla nasceu em 1976. Pertence, por isso, à geração que sempre viveu em liberdade. Numa actividade cultural, isto faz toda a diferença. Não conheceu a censura e, sobretudo, sempre trabalhou em companhias criadas pelos autores. Carla é apontada pelos consultores culturais como uma das mais promissoras actrizes de teatro. E, de facto, as companhias em que tem trabalhado elucidam bem o seu profissionalismo e competência: o Teatro Meridional, o Nacional, o Teatro Aberto e a Comuna. Isto é, os melhores teatros portugueses.


 




Joana Loureiro
A revolucionária

Que bonita! Ainda a produção fotográfica não tinha começado, já os elogios enchiam o estúdio. Quem entrasse, dificilmente pensaria que Pedro Ferreira estava a retratar uma mulher de 28 anos, grávida de 17 semanas, casada, licenciada em Gestão pela Universidade Católica e pós-graduada em Harvard.
Joana Loureiro é alta, ossuda, de sorriso sedutor, muito sensível ao fenómeno da moda, o que nos fez acreditar, por breves segundos, ser esta a sua principal actividade profissional. Nada de mais paradoxal. O seu dia-a-dia gasta-se em algo absolutamente singular. Joana gere projectos criativos de aplicação social na Brandia, a única empresa privada que se dedica a esta área. E que actividade é esta? Reside nisto: Joana e a sua equipa procuram financiamentos privados para suportar projectos de solidariedade social.
A isto chama-se Marketing Social.




Gato Fedorento
Os humoristas

Basta juntarem-se para acontecer humor, mesmo sem câmaras de televisão. Eles têm uma cumplicidade incontida. O primeiro larga a deixa e o guião acontece. Conheceram-se todos nas Produções Fictícias, a “fábrica” cómica com mais sucesso em Portugal, com o objectivo de criar entretenimento que animasse os serões televisivos dos seus conterrâneos.
E eles aí estão, imparáveis na popularidade. Já venderam mais de 50 mil DVD’s. Ricardo Pereira, com a campanha publicitária que desenvolveu para o Montepio Geral, aumentou substancialmente os pedidos de crédito à habitação deste banco.

A mais ou menos 2 mesos para o Natal os famosos falam-nos um pouco sobre o Natal mais que perfeito

O Natal ideal já passou, está para vir ou não é mais que um sonho? Alexandra Lencastre, José António Tenente, João Adelino Faria e Maria João descrevem os seus.




  Alexandra Lencastre
actriz
O Natal ideal para mim foi aos três anos de idade, imediatamente antes do meu irmão Pedro me ter contado a tão triste verdade.
A família estava completa, nenhum ente querido tinha ainda desaparecido, e o meu mundo, visto de baixo, era lindo, cheio e barulhento.

De colo em colo, podia olhar nos olhos de cada um com justiça, frontalidade e ternura. Podia também receber beijos repenicados das tias, ficar com as bochechas cheias de bâton da avó, levar uns apertos de amor dos tios e primos, e receber festas que não voltam que me despenteavam os caracóis sem que eu me importasse.

A mesa parecia um presépio e o presépio parecia o céu. A árvore era enfeitada por todos, com ordem e sabiamente orientados pela tia Mana, a tia mais velha.

Os cheiros – dos doces aos amargos – eram de entontecer. Sentia que todos os sabores me pertenciam e que já era meu dever experimentar e opinar. “Delicioso”, dizia muito séria, mas muito cómica.

Acho que a maior confusão na minha cabeça era ouvir dizer no colégio ou nas ruas que era o Menino Jesus que trazia presentes aos meninos. Na minha casa e família, separava-se a festa de Natal – do Pai Natal, das renas, dos guizinhos e toneladas de papel para desembrulhar febrilmente – da celebração do nascimento do Menino Jesus. Gostava de ter uma máquina do tempo para levar as minhas filhas a experimentar este Natal.




 

José António Tenente
estilista
O meu Natal ideal... passaria antes de mais por assegurar que a minha família – pais, irmã e sobrinhos – não ficasse triste com a minha ausência.

De facto, o significado religioso da quadra não me diz muito e, para mim, é apenas um bom pretexto para mais uma reunião familiar. Como a minha família é muito nuclear e unida, estamos juntos o ano todo e daí que não me parecesse nada mal apanhar um avião em direcção a uma praia soalheira, com água quente e turquesa.

Até lá, estou a tentar convencer a família a irmos juntos até Paris, ou Praga, quem sabe, no próximo Natal.


 


  João Adelino Faria
jornalista
Alinhamento de um Telejornal num Natal Possível!
Um dos últimos fundamentalistas islâmicos renuncia ao terrorismo e à violência.
A nova sede das Nações Unidas é inaugurada em Israel sob a presidência de um palestiniano.
O Iraque é modelo de paz e democracia seguido em vários países do mundo.
Tomou posse a primeira mulher presidente dos Estados Unidos.
A queda do preço da droga levou à ruína do cartel mais poderoso de tráfico de estupefacientes no mundo.
As organizações de ajuda humanitária de todo o mundo concluíram a última missão de distribuição de alimentos e medicamentos.
Entrou em vigor o protocolo de Quioto. As emissões de dióxido de carbono dos países industrializados são agora reduzidas e controladas.
A sida e o cancro entram na lista da Organização Mundial de Saúde como doenças erradicadas.
Em Portugal, há médicos em lista de espera para tratar doentes.
A concertação social terminou. Trabalhadores e patrões chegaram mais uma vez a acordo.
PSD, PP, PS, CDU, Bloco de Esquerda fecharam um pacto nas reformas da Saúde, Justiça, Educação e Administração Pública.
O povo português é um dos povos da União Europeia com a maior taxa de optimismo, determinação e crescimento.


  Maria João
cantora
Já tive Natais maravilhosos na minha vida e os da infância foram inesquecíveis, com toda a expectativa que a minha mãe ajudava a criar e a forma como eu desaguava nas prendas. Tinha todos à minha volta, estava no centro da festa e os presentes eram todos para mim.

Mas o meu Natal de sonho seria em Moçambique, com o meu pai, que já não é vivo, com a minha mãe, que nunca mais voltou à sua terra natal desde o 25 de Abril, com o meu filho e o meu namorado. Nesta festa estariam também os dois filhos adoptivos que ainda não tenho: uma menina moçambicana da cor da minha avó, que não conheci, mas que sei que era negra, e um rapazinho asiático.

Este seria um Natal em que estaria a nadar em dinheiro e em que daria a todos os meninos de rua de Moçambique uma farra valente com prendas para todos. O Natal não duraria apenas um dia e eu iria num jipe, do Maputo por aí acima até ao Chinde, com um autocarro atrás de mim cheio de prendas para todos.
Por artes mágicas, eu adivinharia o presente que cada um realmente queria. Este tipo de magia só é possível em África e, neste caso, só mesmo em Moçambique.
Tudo isto é possível... até mesmo para os que não acreditam no Pai Natal.                  

Liliana Queirós é a capa da Maxmen de Outubro


LILIANA QUEIRÓS (Maxmen magazine - Portugal)













  

Drica Moraes - Ser a vilã é o objectivo






A actriz brasileira Drica Moraes, famosa pelas participações em ‘Quatro por Quatro’, ‘Chica da Silva’ e ‘Chocolate com Pimenta’, está farta de representar papéis cómicos e afirma querer passar a fazer de má da fita novamente.


“Morro de vontade de fazer outra vilã. Só faltam é convites, mas não posso reclamar”, diz a polémica ‘Olívia’ de ‘Alma Gémea’.</aux></texto>

Famosos aderem ao Thalgo

A actriz Sara Aleixo foi a figura convidada para experimentar, em primeira mão, o novo tratamento escultor ‘Thalgo’, a novidade da próxima estação do Body in Balance Centre, em Cascais.


A modelo Sara Aleixo recebe o tratamento ‘Thalgo’ A actriz Sara Aleixo recebe o tratamento


Com uma loção à base de algas marinhas e cânfora, o ‘Thalgo’ é considerado um tratamento de ‘performance’ excepcional no combate à celulite mole, sendo também muito aconselhado para quem tem as pernas pesadas.

Por isso, além de Sara Aleixo, muitos outros famosos fizeram questão de confirmar de perto a eficácia relaxante da terapia. Sempre atentas às novidades da estética, Bibá Pitta e Manuela Marle foram duas das figuras de destaque no local.
</aux></texto>

Filme: ‘O Crime do Padre Amaro’ estreia dia 27

Jorge e Soraia em cenas de nudez





Tenho uma grande expectativa em relação ao filme”, confessou ao CM Jorge Corrula, protagonista de ‘O Crime do Padre Amaro’, a nova versão para cinema do eterno romance de Eça de Queirós.


 


A película, com estreia marcada para o próximo dia 27, promete dar que falar. Os actores principais, Jorge Corrula e Soraia Chaves, despiram-se de preconceitos e não só. Por isso, as cenas de sexo, com muita nudez à mistura, são o prato forte desta nova aposta do cinema português, que se pretende comercial.

Para Jorge Corrula, interpretar o padre Amaro não foi tarefa fácil. “Para melhor encarnar o papel, tive uma conversa com um padre”, explicou o actor.

Embora já tenha participado em muitas peças de teatro e em telenovelas, este é o seu primeiro papel com cenas de tão grande intimidade. Por isso, quando confrontado com a questão do constrangimento face à nudez exigida no guião, Jorge preferiu não tecer comentários.

‘O Crime do Padre Amaro’ é também a estreia de Soraia Chaves não só na 7.ª Arte, mas mesmo na representação. Mas nem por isso a modelo se sentiu intimidada com as cenas em que tinha de se despir. “Não foi difícil. Bastou encarar as coisas com profissionalismo e correu tudo bem”, confidenciou quando da antestreia, em Lisboa.

A HISTÓRIA DE UM AMOR PROIBIDO...

Realizado por Carlos Coelho da Silva, ‘O Crime do Padre Amaro’ adapta ao cinema a polémica obra homónima de Eça de Queirós. O filme narra, numa versão dos tempos modernos, a história de Amaro, um padre ainda jovem que deixa a província e se muda para Lisboa.

A acção decorre a maior parte do tempo num bairro dos arredores da capital, marcado pela violência e pela marginalidade. É aqui que o padre Amaro vai conhecer Amélia, uma mulher sensual que vai pôr em causa a sua vocação. ‘O Crime do Padre Amaro’ conta com um elenco de luxo, de onde se destacam nomes como Ruy de Carvalho, Nicolau Breyner e Nuno Mello.</aux></texto>

Filomena Cautela – a nova cara da MTV Portugal

Ser actriz provoca-me amor e ódio


Sérgio Lemos


É nos palcos e nos estúdios que se desdobra em personagens e assim se realiza. Em ‘Mundo Meu’, na TVI, é Sylvie. Para a RTP1 está a gravar a série ‘Bocage’, e com Fonseca e Costa prepara uma incursão no cinema. A paixão pela música levou-a à apresentação da MTV. O à-vontade e a desenvoltura em frente às câmaras venceram a exigência dos castings.


 



Foram difíceis os castings para o canal MTV?

Foi a primeira vez que fiz um casting que durou três meses. Na terceira fase saíram dez finalistas e entre estas foram seleccionadas três. No final, pediram-nos para fazer um directo da cobertura do Ericeira Surf Beach.

Qual terá sido a mais-valia que a levou a ser a escolhida?

É difícil responder porque qualquer uma das três finalistas poderia muito bem ocupar este lugar. Eu sou actriz. Lido com câmaras e com a pressão de estarmos a ser observados. E não é fácil para uma pessoa que olha pela primeira vez para uma câmara, pega num microfone e faz um directo. Talvez o meu à-vontade tenha marcado a diferença.

Que representa este desafio?

A decisão foi muito ponderada, porque eu sou actriz. Mas achei que podia conciliar as duas tarefas. Está a ser muito gratificante fazer este trabalho, porque estou a viver sonhos. Para a semana vou entrevistar a Madonna. E depois o Bono dos U2. Eles já não são estrelas. São mitos, gente que eu conheço desde que nasci.

Quem gostaria de entrevistar para o MTV?

Os Clã. Sou fã deles e admiro-os imenso.

Como se dá com o outro apresentador, o Diogo Dias?

Já nos conhecíamos de vista e tínhamos amigos em comum. Damo-nos muito bem, temos uma onda muito parecida. Acho que a química entre nós os dois tem passado para o ecrã.

Apresentar é bem diferente de representar?

É, nunca fiz nada assim parecido. Se estamos a gravar e me apetece pegar num objecto e atirá-lo para o chão, nada me impede de fazê-lo. Há maior à-vontade, liberdade e interactividade. Na gravação de uma novela é tudo muito rígido e cheio de regras.

Como é ser empregada de uma multinacional? Há algum padrão a seguir?

Há. Todos os VJ’s da MTV espalhados pelo Mundo têm de corresponder a alguns parâmetros.

Em traços gerais, qual o perfil de um apresentador da MTV?

Primeiro que tudo tem de ser uma pessoa que goste e que saiba de música. Depois, tem de ser uma pessoa com boa disposição e com a qual o público se identifique de alguma maneira. Depois, cada um traça o seu caminho.

A sua imagem e guarda-roupa também obedecem a um critério?

Nós temos uma estilista, uma maquilhadora e uma cabeleireira que trata da nossa imagem. Dentro do estilo MTV a estilista traça a imagem do VJ. É uma onda irreverente, com cor. Não pode ser uma coisa muito certinha.

Pode aparecer com essa fita larga que tem agora?

Não. A fita foi motivo de discussão. Gosto imenso da usar fita, porque dá menos trabalho. Fiz os castings todos de fita, mas depois disseram-me que não queriam que a usasse mais.

Tem muitas fitas para o cabelo?

Uma colecção enorme. Compro muitas e as pessoas oferecem-me outras.

E ténis?

São os meus sapatos favoritos.

Estudou música?

Estudei piano, três anos. Desisti porque cheguei a uma altura que não conseguia conciliar a faculdade, com o teatro, o curso de interpretação e as aulas de piano. Mas tenho um piano em casa e sempre que posso toco qualquer coisa.

Sempre ouviu muita música?

Enquanto actriz, sempre trabalhei muito com música. Para cada uma das personagens que fiz tinha sempre umas músicas específicas. Era uma metodologia de trabalho que me ajudava muito. Antes de uma cena ouvia sempre uma música daquela personagem e entrava mais facilmente na pele dela.

Neste momento, a Sylvie, do ‘Mundo Meu’, que música tem?

U2, Zélia Duncan

Anda sempre com um leitor de CD?

O i-pod (leitor de mp3) anda sempre comigo.

A música sempre teve uma presença muito grande na sua vida?

Eu tenho mais três irmãos, dois mais velhos e um mais novo. E quando eu comecei a ser pessoa já ouvia muita música. O meu irmão ouvia punk, a minha irmã era mais roqueira. Depois foi a fase do dance music, do house E eu ia apanhando essas influências todas. E porque o meu pai também gosta de música, eu hoje também gosto de ouvir clássicos. A música foi sempre importante na minha vida.

É um trabalho bem pago?

Para aquilo que faço é bem pago.

A série ‘Bocage’, que acabou de gravar para a RTP1, foi o seu primeiro trabalho de época?

Não, já tinha feito uma curta-metragem.

Como se deu com o guarda-roupa?

Mal. Custou-me imenso vestir aqueles espartilhos, usar aqueles penteados de três metros E o tempo esteve muito quente!

Tem algum actor na família?

Não, o meu pai é cirurgião dentário e a minha mãe empresária.

Como viram os seus pais a sua opção de carreira?

Mal, porque os artistas são muito maltratados neste país. Sofre-se quando se tem trabalho e mais ainda quando não se tem. Percebo a preocupação dos meus pais. Há um desrespeito crescente pela classe. Em Portugal um artista é um indivíduo que não quer trabalhar. Arrepia ouvir as coisas que se escrevem nas revistas e que se dizem na televisão sobre os artistas, não o artista com três meses de actividade, mas os que têm 10 e 20 anos de carreira.

Magoa-a muito esta situação?

Muito. Ser actriz provoca-me um sentimento ambíguo, tenho uma relação de amor-ódio com a profissão.

Qual a sua experiência no cinema?

Fiz duas curtas-metragens. Estreei-me com o filme ‘Quinta dos Anjos’ que foi ao Fantasporto. Mas é neste filme de Fonseca e Costa que tenho uma personagem bem definida e estou a fazer um trabalho de composição.

Que papel marcante fez no teatro?

A tragédia grega ‘Antígona’, porque o texto é muito forte. O papel obrigou-me a trabalhar a sério, caso contrário teria desaparecido em palco. Queria voltar um dia, com mais maturidade, a fazer de ‘Antígona’.

Onde se sente mais à vontade: no teatro, cinema ou TV?

No teatro. No palco sinto-me em casa. Há maior análise dos textos e mais tempo para trabalhar a personagem, para discutir pormenores. O palco é mais caseiro, mais acolhedor.

Como vê Teresa Guilherme à frente da ficção da SIC?

É uma escolha extraordinária. A energia e as ideias dela vão criar uma nova dinâmica. E a ficção está a precisar de coisas novas, textos novos de modo a promover a concorrência e a melhorar a qualidade do produto final.

Como interpreta o êxito da telenovela ‘Ninguém como Tu’?

Primeiro, está a ser interpretada por actores, gente que trabalha seriamente as personagens. Depois, o texto é muito bom. Houve preocupação de escrever uma estória com que as pessoas se identificassem, que falasse de problemas actuais, crise, desemprego, problemas conjugais, traições...

A Filomena vê televisão? Que programas não perde?

Gosto imenso de ‘reality shows’. Toda a gente fica espantada com esta afirmação, mas é verdade. Acho extraordinário ver o que as pessoas são capazes de fazer por 15 minutos de fama. Como eu jamais estaria ali, e havendo pessoas que estão, por dinheiro, por fama, ou outra razão, eu gosto de assistir à reacção dessas pessoas e das que, nos cafés e nas tascas, discutem o assunto e tomam partido deste ou daquele.

Que série de TV alegrou a sua infância?

A série norte-americana ‘Will & Grace’ e ‘Absolutamente Fabulosas’. Estou sempre a revê-las.

Que actor marcou a sua formação?

A Cristina Carvalhal, que conheço mal. Sou fã dela desde pequena e, sempre que a via no ecrã, pensava que se um dia chegasse aos calcanhares daquela mulher ia sentir-me feliz. Houve alturas em que pensei desistir, mas ao ver um trabalho dela recuperei a motivação.

"É DIFÍCIL ENTRAR NO MEIO" (a Sylvie de ‘Mundo Meu’)

“Estive reticente em aceitar o papel porque a Sylvie não pertence ao elenco fixo e é muito difícil entrar a meio de um projecto. Mas criou-se uma química grande entre a Sylvie e a Rita. De tal modo que o guião deu um protagonismo a esta relação de amizade que não estava inicialmente previsto. Depois encontrei no elenco gente que conhecia e uma equipa de realização e produção com quem já tinha trabalhado.”

NASCIDA PARA REPRESENTAR

ACTRIZ DESDE A ESCOLA PRIMÁRIA

“Desde que sou gente que não me lembro de não representar. Na escola não havia peça onde eu não entrasse. Estava sempre presente nem que fosse para coser as roupas ou ajudar com as luzes.”

A SÉRIE MAIS VISTA DA TELEVISÃO

“Os ‘Morangos’ foram um trabalho de grande visibilidade. Foram só a série mais vista em TV. Tenho boas memórias de mais de um ano de gravações. Nos ‘Morangos’ vivi grandes momentos de aprendizagem.”

PERPÉTUA EM ‘BOCAGE’

“Acabei agora a minha participação na série ‘Bocage’, para a RTP 1, e estou prestes a começar a rodar um filme do José Fonseca e Costa, em Viseu. Na série ‘Bocage’ sou a Ana Perpétua, filha de um grande amigo do Manuel Maria do Bocage, personagem interpretada pelo actor Miguel Guilherme. A Perpétua tem uma irmã, a Maria Vicência, (Diana Costa e Silva) e vive com a mãe Cecília (Maria João Luís) e o António Bersane (Fernando Luís).

O Bocage instala-se em nossa casa e desestabiliza a família, porque se apaixona pela anfitriã e pelas respectivas filhas É uma série muito engraçada. Trata-se de um trabalho sobre uma figura da nossa história, um poeta e escritor, que tem um elenco excepcional. Espero que o público acarinhe esta série, porque ela merece.”

BOCAGE

Canal: RTP 1

Formato: Série

Estreia: 2006</aux></texto>

Quinta-feira, 20 de Outubro de 2005

Feio, é fumar...

Feio é Fumar

 


 




A Central Models promoveu uma campanha "Feio, é fumar. Tu não Comeces...!" para a Fundação Portuguesa de Cardiologia em parceria com a Brandia Novodesign (Agencia de Públicidade) que tem como objectivo sensibilizar a geração mais jovem para os efeitos nocivos do tabaco.


Para essa campanha da Fundação Portuguesa de Cardiologia, foram realizados três spots de tv em parceria com a produtora Montaini Films, oito fotografias com o fotógrafo Carlos Ramos e uma música e letra de autoria do rapper português Boss AC para o spot de rádio. Estas peças têm como objectivo atingir as camadas mais jovens incentivando-as a não dar o primeiro passo, começar a fumar, e daí a linha de força do slogan da campanha que teve início no dia 17 de Outubro e vai terminar no dia 17 de Novembro, Dia Nacional do Não Fumador.


A marca "Feio é fumar. Tu Não Comeces...!" é a afirmação de novos valores, simbolizando uma geração saudável, independente e com capacidade de auto-superação. Pretende-se potenciar a marca, humanizando-a, através da presença de agentes aspiracionais para o target. Neste sentido, a campanha utilizou a imagem de 14 manequins nacionais da Central Models.

Detido

cris deq

Detido


Cristiano Ronaldo foi detido por suspeita de violação


 

 

Cristiano Ronaldo foi detido, esta quarta-feira, por suspeita de violação. Segundo a estação de televisão SKY News, o jogador português do Manchester United está a ser ouvido pelo caso de violação, que foi cometido no dia 2 de Outubro, no Sanderson Hotel, em Londres. Ronaldo apresentou-se voluntariamente, na companhia do seu advogado, à polícia onde ainda está a ser ouvido.

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