Segunda-feira, 30 de Janeiro de 2006

Paulo Pires e Joana Solnado com um pé na SIC

Na estação de Carnaxide, as reuniões sucedem-se. É que, com a série “7 Vidas” já em gravações, é tempo de preparar a prometida novela. O director de Programas da SIC, Francisco Penim, e Teresa Guilherme, responsável pela área da ficção, estão, neste momento, a decidir o elenco. São vários os nomes em cima da mesa, ou não tivesse o director afirmado que quer “todos os estejam no mercado e queiram trabalhar com a SIC”.

Um dos mais falados é o de Joana Solnado. A actriz foi convidada a integrar o novo projecto. Ainda não se sabe se aceitará ou não, porém o mais certo é ser uma das protagonistas da novela. Até porque a neta de Raul Solnado trabalhou com o canal há pouco tempo. Ela foi, juntamente com Ricardo Pereira, uma das protagonistas da novela brasileira “Como Uma Onda”.

Outro dos actores com quem tanto Penim como Teresa gostariam de trabalhar é Paulo Pires e não se têm poupado a esforços para o ter. Se o actor aceitar, é um regresso a casa, já que foi em Carnaxide que Paulo começou a sua carreira como actor. A estreia-se deu-se na série “Salsa e Merengue”. Seguiram-se “Jornalistas” e, mais tarde, outros trabalhos como a novela “O Olhar da Serpente” e o telefilme “Até Amanhã, Camaradas”.

Neste momento, Paulo acabou de gravar, em Espanha, a série “Fuera de Control”. O que não quer dizer que esteja livre. Se a produtora decidir avançar com mais episódios, poderá ter de voltar a Madrid e por lá permanecer até ao Verão. Por outro lado, a TVI também o disputa. A ver vamos... Quanto à história da novela, permanece no segredo dos deuses. Apenas se sabe que é dirigida ao público juvenil e que será concorrente de “Morangos com Açúcar” às 19 h.

Fortes possibilidades
Com contratos de exclusividade com a estação, Soraia Chaves e Ricardo Pereira são quase certos na produção. Presentemente, o actor encontra-se no Brasil a gravar “Prova de Amor”, mas como entrou a meio, deverá ficar livre a tempo de integrar o projecto da SIC. Outros nomes de que se tem falado – embora até à data não tivessem sido feitos quaisquer convites formais – são os de António Cerdeira e Rodrigo Saraiva.

Fonte: TV Mais

Soraia Chaves goza a popularidade que o seu primeiro filme lhe deu

O papel de “Amélia” em “O Crime do Padre Amaro”, em exibição nas principais salas de cinema nacionais, lançou os olhares sobre ela. Desde os 14 anos na moda, Soraia Chaves sempre trabalhou bastante e, por diversas vezes, viajou para destinos internacionais, onde participou em importantes campanhas. Mas, um dia, um casting lançou-a para uma área até aí desconhecida e colocou-a como protagonista da mais recente aposta da SIC na ficção.

Um trabalho que lhe deu fama e virou as atenções sobre a jovem que sempre pautou a sua vida pela discrição. Com um contrato de exclusividade, a nível de televisão, com a estação de Carnaxide, Soraia não pára de dar cartas e, por isso, tem sido bastante solicitada para catálogos e outros meios de publicidade de diversas marcas portuguesas. A TvMais assistiu à sessão fotográfica da campanha publicitária da Ourivesaria Vieira, realizada pelo fotógrafo Eduardo Maltez, no Porto, produzida pela Fashion-me, e aproveitou para conversar com a protagonista desta tarde de luxo e sedução.

TV+: É a primeira vez que fotografa com jóias?
Soraia Chaves: Não. Já tinha feito outras campanhas, mas a nível internacional.

TV+: E é uma amante de joalharia?
S.C.: Gosto, embora, para já, não sinta as jóias como imprescindíveis. Normalmente, sou bastante simples, mas não escondo que as jóias têm um carácter especial e compõem a imagem da mulher de uma forma muito glamourosa e sofisticada.

TV+: Mas, há peças que marcam factos da nossa própria história... S.C.: Normalmente, as jóias marcam de facto determinadas fases da nossa vida, só que a minha vida também não é muito longa. Tenho 23 anos e sempre fui muito prática e só agora é que começo a dar valor a certas coisas e a perceber melhor a importância das jóias no look feminino.

TV+: As cenas que interpretou em “O Crime do Padre Amaro” ajudaram-na a soltar-se mais durante as sessões fotográficas?
S.C.: Não. Se calhar as sessões de fotografia é que me ajudaram a enfrentar as situações perante a câmara. Eu trabalho nesta área há nove anos e estou muito acostumada às câmaras. Já fiz muita fotografia, muitos catálogos e essa experiência é que me facilitou ter um certo à-vontade. Cada experiência acrescenta-me algum conhecimento, portanto, hoje em dia, certamente que faço as coisas de forma diferente do que fazia antes, mesmo após o filme.

TV+: E já conseguiu ver o “Crime do Padre Amaro” sem olhar só para o seu desempenho?
S.C.: Já consegui porque já o vi várias vezes. Mas o que me está a dizer é curioso porque, de facto, das primeiras vezes só conseguia olhar para mim e ver aquilo que não gostava. Achava que não estava perfeito, pois não estava habituada àquela exposição. Mas, de cada vez que revia fui entrando mais na história e a não estar tão presa àquilo que achava que estava mal e ao meu próprio trabalho. Eu tentei ver aquilo que podia modificar para, na próxima vez, fazer melhor. Mas acho que é normal no primeiro trabalho.

TV+: Sim, até porque quer investir nesta área.
S.C.: Exactamente, por isso tento aprender com todos os pormenores. E também estou a tirar um curso de interpretação em Lisboa.

TV+: Sente que algo mudou na sua vida, depois da exposição que o filme lhe deu?
S.C.: Sim, a nível profissional foi uma viragem bastante significativa, felizmente para melhor. Surgiram oportunidades para trabalhar em áreas que nunca tinha experimentado. Também a nível pessoal, é óbvio que a notoriedade me trouxe também pequenas grandes mudanças, como o facto de agora as pessoas me abordarem na rua. E isso é uma grande mudança, pois nunca tinha sido abordada na rua por ninguém, visto que sempre passei despercebida.

TV+: Sim, até porque denota uma certa timidez. A Soraia é introvertida?
S.C.: Um bocado... Gosto de me manter no meu canto e não gosto de chamar muito a atenção.

TV+: Mas saiu-se muito bem na festa de Natal da SIC quando, ao lado de Francisco Penim, interpretou um dos momentos mais animados da noite.
S.C.: (Risos) Essa foi uma situação que me deixou bastante envergonhada, talvez porque, quando vou a algum programa, goste de saber se vou aparecer para me preparar primeiro. Ou, então, se vou a uma festa, fico no meu sítio e não gosto de ser chamada para o centro das atenções, como foi ali o caso. Mas acabou por ser engraçado e diverti-me bastante.

“Neste momento, estou a tirar um curso de interpretação em Lisboa”

TV+: Em termos de televisão, assinou exclusividade pela SIC. Já tem algum projecto concreto?
S.C.: Ainda não, mas também só agora começou o ano. Para já, não me foi apresentado nenhum projecto, mas, certamente, vão surgir propostas muito em breve.

“É importante não me deixar influenciar por rótulos”

TV+: Não tem receio de se tornar um símbolo sexual?
S.C.: Acho que o importante é saber quais são os meus objectivos e qual a imagem que passo. É importante não me deixar influenciar por rótulos. Uns podem achar isso, outros não, mas o que interessa é que vá atrás e siga o percurso que ache mais indicado para chegar onde quero, sem me deixar agarrar ou influenciar por esses conceitos.

Soraia chega para a sessão acompanhada por Luís Marinheiro, da Fashion-me

Rita Bonaparte, Eduardo Maltez, Soraia Chaves, Virgínia Vieira e Luís Marinheiro

Nova roupa, novo penteado...

Mais uma ida à maquilhagem para a terceira sessão de fotos

Soraia interessa-se mesmo pelo resultado final do seu trabalho!

Começa o ensaio fotográfico e Soraia só tem olhos para... A objectiva da máquina!!!

Fonte: TV +

Cristiano Ronaldo - Casarão familiar...

A estrela do futebol mundial, Cristiano Ronaldo, quer mesmo mudar-se para Portugal, onde pretende viver com a família, e já escolheu o arquitecto Souto Moura, autor do Estádio do Braga, para desenhar o projecto.

A casa deverá situar-se a Sul do Rio Tejo, integrada num projecto megalómano do qual faz parte a construção de um lago artificial que possa funcionar como piscina.

De acordo com fontes próximas de Katia Aveiro, irmã do jogador do Manchester, “eles são uma família pequena mas muito unida. Ainda não ouvi falar na casa, mas é muito provável que o Cristiano, apesar de ser madeirense, queira assentar arraiais no Continente. E as zonas que se assemelham mais ao clima madeirense, para a construção da casa, são a alentejana ou algarvia”, afirmaram.

Certo é que Cristiano Ronaldo já se reuniu com Souto Moura, há cerca de mês e meio, a quem entregou a elaboração do projecto, através dos serviços da Gestifute, empresa que o representa.

O jogador do Manchester United afirmou ao ‘Público’ ter jantado com o arquitecto com quem esteve a discutir alguns pormenores, tendo Souto Moura, de imediato e à sua frente, desenhado uns esboços de projecto, num guardanapo.

Segundo o mesmo matutino, Cristiano Ronaldo teria ficado “encantado com a simplicidade e humildade de um dos melhores arquitectos do mundo”.

Ao que parece, Souto Moura está a desenvolver ideias, sendo que, uma delas, é a construção de um lago sustentável que possa funcionar como piscina porque, tal como explicou, o terreno topograficamente tem uma pequena cova onde se pode alojar uma reserva de água. Tudo indica que o lago terá duas margens naturais e uma construída.

Nesta fase, o jogador e Souto Moura estão a delinear o programa da casa que, de acordo com o arquitecto, “terá de ser grande, pois é para o jogador e família”. O arquitecto está a basear o projecto na temática dos montes e vilas romanas do Alentejo e considera que a ideia permite “muita experimentação ao nível dos materiais, das tecnologias sustentáveis e da própria escala”.

Fonte: Correio da Manhã

Domingo, 29 de Janeiro de 2006

Ricardo Pereira participa no videoclip dos Toranja

A banda portuguesa Toranja gravou o videoclip da música Quebramos os Dois, do seu último album 'Segundo' e convidou o Ricardo, a Inês Castel-Branco e o Nuno Melo para nele participarem.

Segundo Tiago Bettencourt, o líder do grupo, o guião é "uma metáfora que inclui um combate de boxe... e mais não digo" in Correio da Manhã O videoclip foi realizado pelo próprio e toda a experiência foi "muito gratificante. Sobretudo por causa da equipa, sempre muito competente. Gravámos em apenas um dia, das sete da tarde às sete da manhã, e o resultado ficou muito próximo daquilo que idealizara, espantosamente perto" Tiago Bettencourt in Correio da Manhã

A banda prepara-se para se fazer à estrada e Quebramos os Dois será um dos temas chave da digressão!

 

 

Teresa Guilherme e Henrique Dias felizes dois anos após o casamento


“Estou muito feliz e tenho-o sido desde que estou com o Henrique.” (Teresa Guilherme)


Foi em dia de superstições, e com gatos pretos à mistura, que a SIC decidiu apresentar a série "Sete Vidas", que reúne um elenco de luxo e marca a estreia de Teresa Guilherme como actriz na ficção televisiva. Um dia muito especial por várias razões. A primeira reside no facto de ser sexta-feira 13, data que, à partida, seria conotado com o azar, sobretudo para os mais supersticiosos, como é o caso de Teresa. Mas a produtora tem outra opinião: “Na verdade sexta-feira 13 é um bom dia, é um dia de sorte... As pessoas às vezes não percebem muito de superstições, mas acreditem, eu sou uma expert na matéria.”


Francisco Penim (ao centro) com o elenco da série ‘Sete Vidas’: Jorge Mourato, Teresa Guilherme, Patrícia Tavares, Jorge Corrula e Rita Salema



E a verdade é que, se o dia 13 tivesse algum significado negativo para Teresa Guilherme, por certo ela não o teria tornado um dos mais especiais da sua vida, já que o escolheu para, há dois anos, se casar com Henrique Dias, guionista e um dos responsáveis pela adaptação da nova série da SIC. A união aconteceu em Las Vegas, e foi depois oficializada em Portugal.


Desde então, Teresa tem experimentado as maravilhas da vida a dois e garante estar a adorar. “Estou muito feliz e tenho-o sido desde que estou com o Henrique” conta, acrescentando: “Acho que o segundo ano de casada é mais fácil, porque no primeiro as pessoas estão a conhecer-se, é a adaptação ao espaço… Porque eu vivi sozinha toda a vida. Mas para nós esta não é uma data tão importante. Talvez porque está colada ao aniversário do Henrique (na véspera), festejamos tudo no dia do aniversário dele. Porque, no fundo, todos os dias acabam por ser especiais na nossa vida.”


Já Henrique prefere não fazer grande comentários sobre a sua vida pessoal, mas não esconde a felicidade que encontrou junto de Teresa. Os únicos comentários surgiram a propósito da mudança de visual da mulher (que experimentou uma peruca com um penteado mais curto), com a qual foi confrontado nesse dia. “Aquela mulher (com a peruca) é muito interessante, mas é para a série. Não foi com ela que me casei... A Teresa está muito bem assim como é”, afirma.


Atarefado com a nova série, o casal tem tido pouco tempo livre, mas Teresa desdramatiza: “Estes dias foram vividos em grande stresse e sem tempo para nada, mas o Henrique é muito compreensivo com estas coisas e percebe perfeitamente”, garante, revelando um forte desejo de ir de férias com o marido. Na festa de lançamento da nova série, que decorreu na discoteca Jezebel, em Cascais, os dois estiveram toda a noite na mira dos jornalistas.


A curiosidade residia também na interpretação de Teresa em Sete Vidas, onde faz de mãe. “Ser mãe é sem dúvida uma experiência diferente para mim. Como não tenho filhos, tenho é a mania de adoptar todos como meus filhos. Tenho uma relação muito maternal com as pessoas e isso ajuda-me a fazer de mãe”, revela. Até porque entre ela e os restantes actores existe uma grande cumplicidade. “O Jorge Corrula é um excelente actor, o Jorge Mourato é uma pessoa que sempre adorei e que gostava de ter como filho, a Patrícia Tavares e a Rita Salema são duas grandes amigas e excelentes profissionais... não podia ser melhor”, conclui.


Rui Unas, Cláudia Semedo e Jorge Corrula


Fonte: Caras

"Beijo sim, mas técnico"Marco Delgado no Teatro Aberto

Podemos vê-lo diariamente nos serões da TVI em “Mundo Meu”, onde é Carlos, um advogado ambicioso que não olha a meios para conseguir o que quer. Longe da televisão, mas em cima do palco, Marco Delgado interpreta uma personagem muito diferente no Teatro Aberto, em Lisboa.


Na peça “Luz na Cidade”, o actor entra na pele de Nuno, um psicólogo que vive numa encruzilhada sentimental. Depois de ter abandonado o sacerdócio e de ter uma filha da namorada, uma série de factores levam-no à sua primeira experiência homossexual. Isto faz com que o actor dê um beijo técnico a Nuno Gil (protagonista do filme “Odete”), que aqui faz de prostituto.


Eis uma cena que no início foi difícil de interpretar, até porque os actores não se conheciam, mas o receio inicial acabou por passar. Dão assim um beijo apaixonado, mas que não choca (quase) ninguém... Também São José Correia e Rui Mendes sobem ao palco para completar um elenco que conduz uma história forte e real, sobre o medo, a culpa e o desejo. Se ultimamente os papéis de vilão lhe surgem uns atrás dos outros, em “Luz na Cidade” Marco Delgado vive conflitos de origem psicológica, mas conduzem o actor a mais um desafio na sua carreira.

Fonte: TV Mais

Marco Horácio vai ter um novo programa de humor, na SIC, da sua responsabilidade.

Com 32 anos feitos no Dia de Reis, tem uma agenda tão preenchida que o dia bem podia ter 48 horas. Em vias de usar a sua veia – e formação – de actor num projecto da rádio, Marco Horácio decidiu pôr um pezinho nas cantorias. Para trás fica a participação na série da SIC “Sete Vidas”, mas para Setembro vai estar em antena no mesmo canal com um programa da sua responsabilidade. “O formato não é novo, mas é um sonho antigo. É o que mais me apetece fazer em televisão. Noventa por cento é comédia e pode ser um espaço muito interessante mesmo para novos talentos”, adianta.


Com determinação resgatou o fado humorístico, esquecido no baú de recordações nacional, e gravou um disco enquanto Rouxinol Faduncho, com letras da sua autoria. De “Abelha Maia” a “Tudo Isto é Fado”, o repertório de “Grandes Êxitos” é variado. “Sempre gostei de fado e quando tinha 19 anos já fazia espectáculos de música ao vivo. Fiz um espectáculo na Casa da Comédia com o José Mateus, a Sónia Aragão e o Hugo Franco e cada um era um fadista diferente. O Rouxinol vem daí, embora não tivesse esse nome. Mais tarde, levei-o ao ‘Levanta-te e Ri’ e resultou muito bem”, conta. Desde cedo, está ligado à música. O pai e o irmão são músicos, e andou num rancho folclórico durante alguns anos. “Tenho umas raízes populares muito grandes e como actor gosto de ser desafiado.”


O primeiro trabalho discográfico do Rouxinol Faduncho levou seis meses a preparar, isto porque Marco Horácio é um perfeccionista nato. “Quando não são coisas da minha área ainda pior”, confessa. Mas aqui está bem acompanhado: “Tenho três grandes músicos e a preciosa ajuda do Júlio Isidro. As pessoas podem não gostar das letras, mas musicalmente o disco é perfeito”.


Alguns já puderam testemunhar o canto do Rouxinol em espectáculos ao vivo. “Aqui faço stand up fado. A minha ideia era fazer uma digressão, ir às comunidades emigrantes para depois pensar num segundo CD ou num DVD ao vivo.”


Além de exigente, também o pessimismo por vezes toma conta do actor. No entanto, é com agrado que vê como esta sua nova aposta musical está a ser acarinhada pelo público. “Agora espero que outras pessoas sigam este caminho e façam mais discos assim. É uma vertente do fado que não é inferior.” Um apreciador deste canto português, considera que actualmente lhe falta alguma autenticidade, daí ter criado o tão tradicional Rouxinol Faduncho: “É um bonacheirão, convencido, bimbo da pior forma, mas que tem o orgulho de ser português e canta o fado como se não houvesse amanhã”.


Marco Horácio é, antes de mais, um apaixonado pela representação. Sente que o público exige cada vez mais dele e procura reinventar-se constantemente. “Agora estou de férias porque preciso de ter tempo para mim e para a minha família. Tenho de fazer dois períodos de reflexão por ano para conseguir avaliar o que estou a fazer.”
Quer marcar a diferença e desdobra-se em projectos e até a paixão pelo teatro pode ficar preenchida em 2006, pois tenciona arranjar algum tempo para entrar numa nova peça.


Para arranjar energia para tudo isto voltou ao ginásio e tem cuidado com a alimentação. A adrenalina é sempre bem-vinda para conseguir marcar a diferença: “Tenho o privilégio de exorcizar a minha grandiosa estupidez e maneira de ser, quer no ‘Levanta-te e Ri’ quer no Rouxinol. Não falo só de mim, senão ia a um psicólogo e não estava na televisão, mas às vezes sou um bocado o mensageiro de muitas coisas que as pessoas sentem”.
Temos fadista!

Fonte: TV Mais

Lilia Cabral aplaudida pelo marido e pela filha em Lisboa

A actriz com o marido, Iwan Figueiredo, e a filha, Giulia

A actriz Lilia Cabral era uma mulher triplamente feliz após a estreia da peça "Divã", no Teatro Tivoli, onde foi ovacionada de pé durante largos minutos. As três razões da sua alegria? Primeiro, o sucesso do espectáculo, segundo, porque foi a primeira vez que pisou um palco em Portugal, país da sua mãe e de grande parte da família, terceiro, porque na plateia tinha a filha, Giulia, de nove anos, a quem dedicou o espectáculo, e o marido, o economista Iwan Figueiredo.


Acompanhada em palco pelos actores Alexandra Richter e Marcelo Valle, Lilia Cabral é notável na pele de uma mulher que, aos 40 anos, decide dar uma reviravolta à sua vida. Mercedes, a personagem, dá-nos a conhecer as resoluções, as mágoas, os momentos felizes e a carreira no consultório de um psicólogo. A plateia, recheada de caras conhecidas, entre elas a estilista Fátima Lopes e o marido, Eduardo da Bernarda, a escritora Margarida Rebelo Pinto, Cinha Jardim ou o locutor Eládio Clímaco, rendeu-se, tal como acontecera no Brasil, ao texto de Martha Medeiros e à encenação de Ernesto Piccolo.


Acompanhada pelo marido e pela filha, Lilia Cabral partilhou com a CARAS o prazer de fazer teatro em Portugal pela primeira vez, sobretudo tendo em conta que a estreia coincidiu com uma data em que se tornou possível trazer consigo o marido e a filha, que está a gozar um período de férias escolares. “A Giulia já tinha estado em Portugal aos oito meses, esta é a segunda visita. Ela tem estado muito feliz, pois todos os dias tem programas diferentes para fazer. Hoje, por exemplo, foi ao Oceanário”, contou a actriz, que diz ter no marido, Iwan, um grande apoio.


“Ele é muito diferente de mim, não é ciumento, pelo contrário, é muito compreensivo em relação ao meu trabalho. De outra forma não podia ser”, revela Lilia Cabral, actriz de inúmeras telenovelas da Globo, entre elas "Começar de Novo", actualmente em exibição na SIC. Tal como qualquer outra mãe trabalhadora, também a actriz tem de fazer muita ginástica para conseguir ter uma vida “normal” em família. “Acho que faço o que todas as mulheres que são mães fazem: organizo-me”, declara, sorridente.

Eládio Clímaco, Paula Taborda e Carlos Veríssimo

Pimpinha e Cinha Jardim com a irmã da primeira, Marta Leitão

José Vieira Borges e Margarida Rebelo Pinto

Lilia Cabral em palco

Alexandre Frota, José Castelo Branco e Jorge Monte Real são o "Trio Maravilha"

Ainda está por confirmar, mas tudo indica que as gravações do primeiro dos 13 programas que a TVI encomendou à produtora Sky Light será à porta fechada, longe dos olhares da Imprensa. Isto porque: “Este programa centra-se em três pessoas, duas das quais não têm experiência de representação e necessitam de estar o mais à-vontade possível”, esclarece José Pedro, director da Sky Light.

Cerca de 80% do programa será gravado em estúdio, mas o local ainda não está escolhido. Isto porque o local preferido – a Valentim de Carvalho – está indisponível, pelo que é provável que os décors sejam montados nos estúdios da Nova Imagem, em Lisboa.




“Era ridículo ser eu ou o Frota a fazermos de loiras” Monte Real

Estima-se que as gravações durarão cerca de seis semanas e decorrem de terça a sexta-feira, isto se a estação não encomendar mais programas (o que se costuma decidir por altura da emissão do quinto episódio na TV). Última da hora
Apesar de a data prevista para dar início às gravações ser a 26 de Janeiro, na verdade estava tudo por decidir três dias antes. Só na segunda-feira, dia 23, é que se ultimaram as últimas coisas. Cristina Areia, que também vai fazer parte do elenco, já tinha reunido com os responsáveis e com Jorge Monte Real. No mesmo dia, Alexandre Frota pisou solo nacional e foi a sua vez de se reunir com Castelo Branco (que acedeu ao guião do primeiro episódio ainda em Nova Iorque) e com os responsáveis da produtora.

O conde Monte Real, por sua vez, foi com ar descontraído que confessou: “Tenho tido mil coisas para fazer, ainda nem olhei para o guião”. Mas a verdade é que foi ao final do dia que tudo ficou acertado, principalmente os cachês.

Personagens efeminadas
Apesar de serem um trio e estar disposto que trabalharão em conjunto, as personagens não estão distribuídas de forma alietória. Cada elemento terá um papel mais de acordo com a sua personalidade, tal como ela foi visionada pelo público nos reality shows nos quais os elementos participaram.

José Castelo Branco, por exemplo, terá personagens muito características: “As personagens do Zé foram muito delineadas porque ele tem um registo muito próprio que tem dificuldade em largar. Então, deram-lhe as personagens mais efeminadas, que só ao Zezinho é que ficam bem. Calculam o ridículo que seria eu, ou o Frota, a fazermos de loiras”, brinca Jorge Monte Real. Segundo Castelo Branco: “Não sei exactamente o tipo de personagens que me estão destinadas, são tantas...”

Brasileiro mistério
Alexandre Frota mudou de estratégia: deixou de ter contacto com o agente José Carlos Caeiro; zangou-se com o “amigo”, Paulo César, que o representava; não se hospedou no hotel onde ficava sempre que vinha a Portugal. Será que o actor decidiu abandonar a postura mediática que o tem vindo a acompanhar e dedicar-se, exclusivamente, à profissão que o tornou popular?

“Vou ser uma anti-heroína” Cristina Areia Participou no programa-piloto do “Trio Maravilha”, mas como actriz secundária. Agora, mudaram-se as vontades: “A Cristina, tal como o Carlos Areia, já fazia parte do elenco do programa. Agora, é natural que venha a ter um destaque especial, já que ganhou a ‘1a Companhia’ e o carinho do público”, como afirma José Pedro, responsável pela Sky Light.


“A Cristina, tal como o Carlos Areia, já fazia parte do elenco do programa."


Assim sendo, Cristina não fará parte do trio mas também já não será uma mera actriz secundária: “Foi do interesse da TVI dar-me mais destaque. Criaram personagens para eu contracenar mais com o trio: quando eles são super-heróis eu sou uma anti-heroína, enfim, é como se eu fosse um quarto elemento”. Actriz há muito anos, Cristina não está preocupada com o ritmo das gravações: “É como ir para a ‘1a Companhia’ outra vez, só que venho a casa”, e diverte-se: “Acho piada porque vou ser a única mulher no elenco”.

A ex-recruta está satisfeita com os colegas de programa: “O Frota tem muita experiência; o Zé é um actor nato, mas foi o Jorge quem mais me impressionou”.


Fonte: TV Mais


 

Silvia Alberto: Saída da SIC foi "um alívio mediático" para Penim

Têm sido escritas muitas mentiras. Inclusivamente, disse-se que havia rixas antigas entre mim e o Penim. É ridículo. Não houve qualquer problema entre nós, apenas um desencontro entre interesses, é normal.
 
É importante esclarecer esta minha saída da SIC, até porque esta é a primeira e última vez que falarei sobre isto. O capítulo SIC, que muito me orgulha e honra, fecha-se com es-ta entrevista. Ora, o que se passou é que, quando acabou o Senhora Dona Lady, o Penim e o Pedro Costa disseram-me que contavam comigo e para eu aguardar por uma proposta. Foi o que fiz durante dois meses, período durante o qual me mantive em silêncio, sem dar entrevistas, e numa incógnita total sobre o meu futuro.
 
Em Novembro, foi-me feita uma proposta meio à pressa para eu apresentar durante duas semanas o espaço da manhã, entre o final do SIC 10 Horas e o início do Fátima. Eu recusei, de facto. Achei que não havia lógica em aceitar aquela proposta, só para tapar um buraco, quando não havia qualquer definição sobre o meu papel na SIC.
 
Depois, continuei em silêncio. Mantive-me atenta ao que se passava, vi as promoções na SIC às estrelas da estação, o spot das mulheres SIC e, apesar de não tirar conclusões precipitadas, achei estranho ninguém me ter falado nada e eu não aparecer naquelas promoções.
 
Percebi que isso era um sinal de mudança, de viragem. E até percebo que possa ser uma viragem necessária. Há uma nova direcção, tem as suas ideias, os seus projectos e é legítimo que faça as escolhas.
Mas podiam-me ter dito alguma coisa. Eu teria percebido se tivessem sido claros.
 
Sim, mas eu achei estranha a proposta. Eu sempre fiz entretenimento, a própria SIC direccionou-me para essa área.
Sim, mas para mim não era motivador, até porque o registo seria sempre informativo. Por outro lado, eu voltei a estudar. E fazer esse programa diariamente, a partir das 07.00, significava levantar-me todos os dias às cinco da manhã, o que seria difícil acumular.
 
Sabia. O Manuel Fonseca sabia disso e o Penim também soube desde cedo. Acho que era razoável esperar alguma flexibilidade da direcção de programas da SIC para esta questão. Acho que merecia isso.
 
Ele disse-me claramente que em 2006 este era o único projecto que a SIC teria para mim. E essa é a razão principal da minha saída. Não estava habituada a trabalhar numa casa onde não havia lugar a consensos. No fundo, senti que, ao dizer-me aquilo, o Penim estava a abrir-me a porta.
 
Porque o normal seria tentar um consenso, procurar um outro desafio onde me sentisse motivada. E o que me foi dito é que aquele era o único projecto que tinham para mim. Ou aceitava, ou não havia mais nada. Penso, aliás, que a minha saída da SIC foi um alívio mediático para a direcção de programas.
 
Porque assim sempre se pode dizer que fui eu que não aceitei as propostas e me fui embora.
 
Pois, era capaz de ser...
 
Não sei se paguei alguma factura, mas que senti claramente que não era um dos rostos da SIC, senti. Tanto que nem fui apresentada como tal. É verdade que sempre me transmitiram que contavam comigo, mas, na prática, não era isso que sentia. Houve sempre um grande desinteresse.
 
Sim, percebo que sim, tanto que respeitei esse período e aguardei dois meses por uma proposta. Mas que era uma proposta que eu não podia aceitar.
 
Não quero entrar por aí. Isso seria pressupor que existe um carácter maquiavélico nas pessoas do lado de quem decide. E eu não quero acreditar nisso.
 
Sim, foi na mesma altura, mas é importante esclarecer uma coisa. Recebi, de facto, uma chamada do Nuno Santos, uma semana antes do Penim me fazer a proposta. Mas houve adiamentos e acabei por só me encontrar com o Nuno Santos, depois de ter conhecido a proposta da SIC.
 
Não, magoada, não, mas saio triste. É legítimo que cada director goste mais de trabalhar com umas pessoas do que com outras. É normal que um novo director não goste tanto do meu trabalho como outro. Isso é normal no mercado de trabalho. Gostava é que me tivessem dito isso.
 
Claro que sim. Eu estava entusiasmada com a nova SIC. Eu queria trabalhar e continuar com a camisola vestida. Até poderiam ter dito que não me achavam o supra-sumo, que as coisas iam mudar, mas ao menos eu sabia com o que contava. Já demonstrei ser uma apresentadora multifacetada e conduzi programas que teria sido fácil recusar. Provavelmente, se me tivessem dito as coisas de outra forma, eu até teria aceite o programa da manhã. Ou o da tarde...
 
Nota: Esta entrevista foi retirada do site do Diário de Noticias, mas as perguntas feitas à Silvia Alberto durante a entrevista não se encontram lá, de maneira que não se percebe muitas vezes o contexto das respostas da Silvia.

" A HERANÇA"

Há 400 mil euros em jogo no novo concurso da RTP

Tensão, ritmo e dinâmica. São estes os três ingredientes em que a RTP aposta para fazer de "A Herança" um dos programas vencedores do horário nobre. Com estreia marcada para terça-feira, logo a seguir ao "Telejornal" e ao "Contra-Informação", o concurso vai substituir "O cofre" que, admitiu o director de programas da estação pública, Nuno Santos, não teve a adesão esperada por parte dos espectadores.

A escolha deste jogo - um formato original argentino, já adaptado em França, Espanha, Turquia e Itália, onde tem muito sucesso - faz parte de uma "opção estratégica" da RTP que, no horário nobre, diariamente, aposta em pôr à prova o conhecimento e a cultura geral dos portugueses. "Temos tido bons resultados com esta escolha. Continuamos a achar que faz sentido", diz Nuno Santos.

Já em relação ao tipo de jogo, "A Herança" introduz algumas mudanças. "O formato anterior provou que o público prefere programas com a chamada multi-escolha", explica director, adiantando que as perguntas foram adaptadas à realidade portuguesa.

Com apresentação de José Carlos Malato - quem, diz Nuno Santos, dá mais garantias de êxito ao programa -, "A Herança" vai ter em jogo, nas primeiras 80 sessões, cerca de 400 mil euros em prémios. Um valor acima do que tem existido nos programas do género e que, em teoria, pode ser ganho por um único concorrente. Nuno Santos acredita que "A Herança" vem para ficar.


Jogo que põe à prova a cultura geral dos portugueses estreia terça-feira e pretende conquistar o horário nobre José Carlos Malato foi o escolhido para a apresentação

seis jogagores mas só um chega à final

O jogo de "A Herança" arranca com seis concorrentes que, ao longo do jogo (que dura pouco menos de uma hora), vão sendo eliminados um a um, por perguntas de resposta múltipla. Quando há apenas dois concorrentes em jogo, chega o "Duelo final". Aquele que passar chega à prova de fogo "A guilhotina". Se não conseguir ganhar o prémio final, o jogador-finalista transita para a seguinte sessão, "herdando" todo o dinheiro que conquistou até então. Um jogo complexo, com a presença de público, onde a cultura geral conta mas a sorte também.


Fonte: JN

Sábado, 28 de Janeiro de 2006

Merche Romero mantém o carinho pelo ex-namorado

O manequim Valter Carvalho, de 28 anos, foi o último amor de que se teve conhecimento de Merche Romero, de 30 anos. O namoro durou quase dois anos e terminou no final do Verão passado, sem grande alarido. Aliás, a relação de Merche e Valter sempre foi marcada pela discrição, tendo sido poucas as vezes em que foram fotografados juntos ou em poses mais comprometedoras.


Mas agora que já não namoram, o casal posou para as objectivas, durante o evento Fashion Dance, em Amares, que aliou a moda à música. Aí, revelaram a grande cumplicidade que ainda os une, apesar da relação não ter resultado.


Valter avança uma das razões que, em seu entender, pode ter conduzido ao fracasso da união: “Pode ter-se devido o facto de eu estar em Lisboa e ela no Porto. Mas gosto muito dela e foi bom encontrá-la aqui hoje.” Não se pense, no entanto, que não se falavam desde que puseram um ponto final no seu amor. “Estive com a Merche no Natal”, revelou Valter.
Esta não é a primeira ruptura sentimental de Merche Romero – que até já foi casada –, mas o que certo é que mantém sempre a amizade com os seus “ex”, demonstrando um grande fair play e, acima de tudo, uma vida pessoal bem resolvida.


Em noite de desfile, as brincadeiras entre Merche e Valter começaram logo nos bastidores, com o manequim a comentar provocatoriamente uma tatuagem que a apresentadora de Portugal no Coração tem no fundo das costas. E, chegada a hora do desfile, os dois voltaram a dar largas à sua cumplicidade e, em vários quadros, cruzaram-se na passarela onde, juntos, trocaram ousados passos de dança.


“Entre nós existirá sempre algo de especial. Quando as relações são importantes na nossa vida, ficam sempre coisas especiais. Hoje, revelámos uma grande cumplicidade que se vai manter, apesar do amor ter acabado”, confessou a espanhola. Sempre com uma grande energia, Merche Romero foi um dos últimos manequins a sair do espaço e, junto do ex-namorado, fez uma das coisas de que mais gosta na vida: dançar.

Caras

Catarina Furtado grávida de quatro meses:“eu e o meu marido estamos muito felizes”

“Sinto mesmo que estou a atravessar uma das melhores fases da minha vida.”

Foi com grande felicidade e muita emoção que Catarina Furtado revelou alguns pormenores sobre a sua gravidez. Surpreendentemente, a apresentadora – habitualmente reservada no que diz respeito à vida privada – não escondeu estar a viver em pleno “estado de graça”.


E, pela primeira vez em público, apareceu mesmo com um vestido pré-mamã desenhado por Nuno Baltazar. “Sou religiosamente zelosa com a minha vida privada… Fui assim em relação ao casamento e sou assim em relação à gravidez. Esta alegria estende-se ao pai da criança, meu marido, e a toda a família. Mas a partir de agora vou partilhar a evolução desta gravidez com o público, todos os sábados, através do programa "Dança Comigo". Apenas não me interessa dar entrevistas sobre o assunto. Mas devo dizer que sinto mesmo que estou a atravessar uma das melhores fases da minha vida, quer a nível pessoal quer profissional”, revelou.

"Esta alegria estende-se ao pai da criança, meu marido, e a toda a família."


Seis meses depois do casamento, Catarina, de 33 anos e grávida de quatro meses, vive com o marido, o actor João Reis, de 41, um momento de grande felicidade. Para já, o sexo do bebé não é conhecido, mas tudo está a correr pelo melhor, esclarece a apresentadora, que será mãe em Junho. Até lá, assumiu o compromisso de partilhar a apresentação de um novo programa da RTP com Sílvia Alberto.

“Nesta altura, não há projecto que tenha pena de não acabar.”


"Dança Comigo" é o projecto que ocupará os seus dias nos próximos tempos. “Não é possível ficar até ao fim do programa, mas ainda bem, porque a Sílvia é uma apresentadora fabulosa”, disse, acrescentando que nesta altura “não há projecto nenhum que tenha pena de não acabar ou não fazer. Agora tenho um papel mais importante, que é o de mãe. E é tão boa a fase em que estou que não penso em mais nada. Estamos, eu e o meu marido, muito felizes.”

Fonte:Caras

Confissões de Cláudia Semedo:“Quero estar de bem com a vida”

Fica feliz com as pequenas coisas da vida e vê sempre o lado positivo de tudo o que acontece. Bem-disposta, animada e simpática, assim é Cláudia Semedo. Mas também responsável, profissional e ciente daquilo que quer. Aos 24 anos, a jovem vai criando uma estável carreira enquanto apresentadora e repórter de televisão e também na representação. Áreas que a “completam” e de entre as quais não consegue escolher apenas uma. “Gosto de bons projectos. Se tiver um excelente projecto de representação, é isso que escolho; se for um óptimo projecto de apresentação, é isso que faço. Porque gosto muito de fazer as duas coisas”, esclareceu Cláudia à CARAS. Foi precisamente para o mais recente programa das tardes da SIC, Contacto, que Cláudia mudou de visual. Uma mudança que serviu de ponto de partida para uma descontraída e animada conversa.

– O que acha do novo visual?
Cláudia Semedo – Estou a achar bem, porque não ligava muito à imagem, sobretudo ao cabelo. Desde que desse para lhe pôr um elástico e apanhá-lo, estava tudo bem. Mas estou a gostar de ter umas nuances louras e um corte de cabelo que é giro e moderno.

– Gosta de fazer alterações no seu visual?
– Não as costumo fazer muitas vezes, mas quando as faço e correm bem, como é o caso desta, gosto, porque dá-nos aquela segurança extra. Quando sabemos que estamos bonitas, queremos sair de casa, ver os nossos amigos…

– Como é que lida com a sua imagem?
– Não me preocupo muito. Ultimamente, a modalidade que mais tenho praticado é pagar o ginásio, pois frequentá-lo é coisa que não tenho feito muitas vezes. Mas sempre que posso tento ir. Faço umas massagens de drenagem linfática, óptimas para perder um bocadinho de celulite e que são muito relaxantes. Tenho o cuidado de ter as unhas sempre arranjadas e pouco mais. Não uso maquilhagem, a não ser em trabalho. Os meus amigos gozavam comigo porque uma vez estava toda contente pois tinha ido, muito gira, a uma festa de fim de ano e tinha posto batom para o cieiro! (Risos)

– Qual é a parte do seu corpo de que mais gosta?
– Os gémeos! Pratiquei hóquei em patins e os músculos ficaram muito bem trabalhados. Gosto imenso dessa parte do meu corpo.

– E aquela de que menos gosta?
– Ai! Esta barriga… Ainda tenho barriga de boneca, de criança, que é assim um bocadinho para a frente e para os lados. Esta barriga é o meu calcanhar de Aquiles, mas há-de ir ao sítio!

“A minha barriga é o meu calcanhar de Aquiles (...), mas não tenho dramas.”

 

– Sente-se bem consigo própria, com o seu corpo?
– Sinto. Quando digo que gostava de ter uma barriga fit, em forma, é verdade, mas se não tiver não há drama. Não tenho dramas com o meu corpo. Sou assim e gosto de ser assim. Se puder ser melhor, óptimo, se não, tudo bem na mesma.

– Essa maneira de pensar também se aplica à sua personalidade?
– Sim, mesmo quando algo corre mal penso: “O que é que posso fazer para minimizar danos? Não posso fazer nada?!” Então, jogo as coisas para trás das costas e sigo em frente. Se não há nada a fazer, não me vou martirizar.

– É optimista, portanto...
– Sempre! “Always look at the bright side of life!” (‘Olha sempre para o lado bom da vida!’, canta.) – Isso ajuda na relação com os outros?
– Ajuda, porque quero estar sempre bem. Minimizo discussões sem importância e coisas pequenas. Quero estar de bem com a vida e com as pessoas. Detesto discutir. Falo das coisas abertamente e sem medo, mas no sentido de as resolver e não de chatear e massacrar os outros.

– Esse é um dos segredos para que as coisas com o seu namorado (o jornalista Pedro Cibrão) corram tão bem?
– Talvez… Mas é segredo e por isso não digo!

– Que desejos tem para este novo ano?
– Espero que o meu anjinho continue a trabalhar como até aqui. A nível pessoal tem corrido tudo bem e a nível profissional as oportunidades têm surgido calmamente, umas a seguir às outras, sem grandes pressas.

– Sente-se sortuda ou acha que tem trabalhado para conseguir alcançar o que deseja?
– Sinto que a sorte tem acompanhado o meu esforço e a minha crença em coisas positivas.

– É uma pessoa feliz?
– Sou uma pessoa feliz e não acho que a felicidade seja o objectivo, mas sim o caminho. Quero ser feliz hoje, amanhã, depois de amanhã e por aí fora... Mas só é possível pensar assim porque tive uns pais maravilhosos, que me ensinaram a dar valor às pequenas coisas. Eu fico bem com muito pouco. Graças a Deus! Porque senão seria uma insatisfeita e andaria rabugenta o dia todo. Mas sinto-me feliz com a coisa mais simples, como estar cheia de fome e saber que me estão a preparar uma sandes de frango óptima. Por aí, dá para ver o meu nível de exigência!

Fonte:Caras

Pedro Granger, o protagonista de “Dei-te quase tudo” rejeita comparações com Alexandra Lencastre:“Nã

Pedro Granger regressa às novelas, depois de algum tempo afastado do pequeno ecrã.

'Não me preocupo com a fama. Os meus amigos são os mesmos desde que nasci', assegura Granger

TV+: Como tem sido o regresso às novelas, quatro anos depois?
Pedro Granger: Tem sido... Agora está a ser bom. O princípio foi meio complicado, mas agora já está tudo a correr bem.

TV+: Qual é a sua opinião acerca da trama e do elenco de “Dei-te Quase Tudo”?
P.G.: É uma novela do Tozé (Martinho), a história é boa, muito gira mesmo. As pessoas conhecem bem as novelas do Tozé!

TV+: Quem é o Rodrigo, a sua personagem?
P.G.: Um puto, mais até do que eu originalmente estava à espera, mas com um coração do tamanho do mundo.

TV+: Voltou a trabalhar com a Vera Kolodzig, com quem trabalhou em “Jardins Proibidos”, agora como seu par romântico. Como tem sido a experiência?
P.G.: Acho que tem corrido bem. A Vera é uma “profissionalona”, gira que se farta e estou a gostar mesmo muito de trabalhar com ela.

TV+: Volta a contracenar também com a Fernanda Serrano, que vai fazer de sua prima...
P.G.: A Fernanda Serrano, além de ser uma das melhores actrizes da sua geração, é uma “amigona” com quem eu já tinha imensas saudades de trabalhar. É um prazer! Dia em que tenha cenas com ela é um dia ganho, ainda antes de ter começado.

TV+: Leva o Rodrigo para casa ou ainda tem tempo para a vida pessoal?
P.G.: Entre fazer a novela, um filme (“Inimigo sem Rosto”), dobragens, locuções, crónicas e apresentar galas, não me sobra tempo para nada. Quanto ao levar a personagem para casa, infelizmente, é um hábito que se mantém.

TV+: Porque faltou à apresentação da novela à Imprensa?
P.G.: Antes de começar a novela, já tinha informado da minha indisponibilidade para esse dia. Estive a apresentar a gala de prémios de publicidade da “Briefing” e a filmar, no Alentejo, “Inimigo sem Rosto” (uma primeira obra do José Farinha, inspirado no livro da Maria José Morgado, que irá para os cinemas no próximo ano.

TV+: Como sente a responsabilidade de suceder a Alexandra Lencastre, como protagonista do horário nobre da TVI?
P.G.: Que disparate! Nem eu tenho a personagem da Alexandra, nem a presunção de me colocar ao nível dela. A Alexandra é única e a ela só se pode suceder ela própria. Eu faço um puto romântico, os meus conflitos são totalmente diferentes dos que a Luiza teve.

TV+: Acompanhou “Ninguém Como Tu”?
P.G.: Só vi os últimos meses, pois estive a estudar em Nova Iorque durante a maior parte da novela. Os textos foram, de facto, muitíssimo bons! Quanto aos actores, a Alexandra é... Nem sei dizer... Acho que o saldo positivíssimo! O António Pedro Cerdeira, a Dalila Carmo, a Benedita Pereira, o Zé Fidalgo, a Suzana Borges, a São José Correia... Cinco estrelas!

TV+: Foi convidado para fazer o papel de Miguel nesta novela, mas recusou...
P.G.: Não gosto de falar disso! Dou-me optimamente com o Fidalgo e ele fez um óptimo trabalho, óptimo mesmo, e foi importantíssimo para mim ir para Nova Iorque. Isso é que interessa!

TV+: Onde vai assistir à estreia da novela?
P.G.: Sozinho. Não sei onde, mas sozinho de certeza.

TV+: Está preparado para o aumento do assédio?
P.G.: Estou a tentar preparar-me para o aumento de trabalho e diminuição de horas de sono que vêm aí. O resto é paisagem.

TV+: O que é que Nova Iorque, onde esteve a fazer um curso de representação, acrescentou à sua vida?
P.G.: É a minha segunda casa... OK, a terceira. A seguir a S. Martinho do Porto. Vou lá sempre que posso!

TV+: Como se chama a sua namorada nova?
P.G.: Começa por M. E mais não digo (risos)...

TV+: Tem pena de ter “deixado” a SIC, agora que está lá a sua amiga Teresa Guilherme?
Pedro Granger: Gosto muito da Teresa, é uma grande amiga! Mas estou a gostar de fazer o “Dei-te Quase Tudo”, isso agora é o que interessa. Aliás, estou a trabalhar na casa onde nasci (NBP) e na estação de televisão onde dei o salto (TVI).

TV+: O que espera do trabalho da Teresa Guilherme, como directora de Ficção da SIC?
P.G.: Espero e desejo o melhor. A Teresa é uma profissional exímia e merece que tudo lhe corra bem.

TV+: O que ficou do tempo do “Ídolos”?
Pedro Granger: Umas saudades enormes, muitos amigos, uma nova família, muitos ensinamentos, a Sílvia [Alberto] e a prova de que vale sempre a pena tentar darmo-nos bem com os outros.

TV+: O apresentador já está reformado?
P.G.: Nem pensar! Aliás, tenho apresentado várias coisas e, por exemplo, se me convidassem para fazer outro “Ídolos” com a Sílvia ia já a correr.

Fonte: TV Mais

Circo das Estrelas estreia em Março (Júlia Pinheiro e José Pedro Vasconcelos)

Júlia Pinheiro e José Pedro Vasconcelos são uma dupla de sucesso confirmado. Disso ninguém tem a menor dúvida! Ambos são enérgicos e bem-dispostos e, se o elemento masculino, José Pedro, prima pela irreverência, o feminino, Júlia, é, acima de tudo, determinado.Para eles, a palavra impossível parece, de facto, não existir.


Sendo assim, José Eduardo Moniz resolveu entregar-lhes a apresentação do novo reality show da TVI, com estreia agendada para Março. Trata-se de “Circo das Celebridades”, um formato de sucesso australiano, com o título original “Celebrity Circus”, onde nove concorrentes dispõem de cinco semanas para conseguir apresentar um espectáculo de circo.


Cá, o formato não terá exactamente estes moldes, mas, se tivermos em conta a experiência dos apresentadores, podemos garantir metade do êxito.José Pedro Vasconcelos tem experiência circense ou não tivesse o actor estudado no Chapitô, Colectividade e Escola de Artes do Espectáculo, propriedade de Teresa Ricou.
Júlia Pinheiro, por seu lado, já apresentou um espectáculo de circo para um vídeo da “1ª Companhia”, onde estrelas da estação de Queluz passaram por artistas circenses.Famosos e artistas!


Depois de sujeitar as nossas celebridades ao “Big Brother Famosos”, à “Quinta das Celebridades” e, por último, à “1ª Companhia”, a Endemol, novamente contactada para produzir o novo reality show, vai agora sujeitá-los ao mais velho espectáculo do mundo. Trapézios, leões, malabarismo, equilibrismo, ilusionismo ou palhaços não vão faltar para animar o público português.


Vida difícil! Porém, o que pode parecer algo apenas divertido tem sempre o seu revés. É que, tal como os artistas do circo, as 10 ou 12 vedetas, terão de viver em rulotes. Ou seja, terão de deixar para trás as comodidades e conviver em espaços mais limitados. Ainda não está escolhido o local onde tudo se vai desenrolar, mas o dono do Circo Chen, Miguel Chen, foi contactado.


Fonte:TVMais

José Pedro Vasconcelos:“Amo com urgência”

José Pedro Vasconcelosé responsável por alguns dos momentos mais hilariantes das galas dos últimos reality shows da TVI, facto que atribui à parceria “inestimável, inteligente, talentosa e brilhante” de Júlia Pinheiro.

“É um prazer muito grande trabalhar com ela, com a Endemol e a TVI”, desabafa o jovem actor, satisfeito por lhe terem proporcionado os meios necessários para pôr em prática as suas ideias. E não resiste a elogiar Piet-Hein Bakker, o responsável da Endemol em Portugal: “Ele é cada vez mais português, mas a sua forma de produzir espectáculos é claramente de um estrangeiro”.


Apesar de o balanço do seu trabalho na televisão ser muito positivo, José Pedro confessa que lhe apetece fazer teatro este ano, depois da “honra” que foi trabalhar no ano passado com Fernanda Borsatti e Filipe La Féria, em “A Minha Tia e Eu”, um espectáculo extraordinário que o marcou muito. “Também gostava de fazer cinema, mas ainda não cheguei lá, é um mercado fechado e eu ainda não ultrapassei essa porta”, ironiza, para acrescentar que nunca alimenta grandes ambições para não ter grandes desilusões.


Ciente de que o que tem feito em televisão o remete para a comédia, o actor gostaria que o teatro fosse o reflexo da sua versatilidade. Por isso, já lhe passou pela cabeça subir ao palco com a sua própria mulher. “Para mim seria uma enorme honra trabalhar com a maior actriz deste país, que é a Maria Rueff”, desabafa visivelmente apaixonado.


Discreto, José Pedro Vasconcelos sublinha que os cómicos não são pessoas histriónicas. “Os bobos da corte foram e continuam a ser o contrapoder. Podem, como os malucos, dizer tudo o que lhes passa pela cabeça, por isso assustam.” Por isso diz quase tudo: “Sou completamente frontal quando estou a trabalhar. De outra forma não me sentiria bem comigo mesmo”.


Insatisfeito como todos os artistas, José Pedro assume que ser actor é um acto de urgência. “Representar é uma questão de urgência. Vivo com urgência, represento com urgência, amo com urgência.” E assume que é esta dualidade que o faz ser actor.


Sobre o trabalho desencontrado com a mulher, “corremos em pistas separadas”, o actor revela que lhe acompanha o trabalho na régie da TVI. “Temos os canais todos ligados e, pelo cantinho do olho, vejo o talento da Maria, que é do tamanho do mundo.”


Sobre a experiência televisiva, o actor assume que cresceu enquanto pessoa e enquanto “artista de variedades”, como gosta de se chamar. Instado a pronunciar-se sobre os reality shows, afirma que a televisão “é o seu local de trabalho, não é o seu veículo de entretenimento” e deixa escapar que voltar às novelas, onde, aliás, começou em “A Senhora do Mar”, “é uma hipótese sempre em aberto”.


Para já, a novela é outra. Apesar de José Pedro Vasconcelos se escusar a revelar o projecto que se segue, a TvMais conseguiu apurar que ele vai continuar a dividir com Júlia Pinheiro a apresentação do novo reality show da TVI, desta vez totalmente feito com figuras públicas num circo. A estreia é já em Março.


Texto de Palmira Correia

Brad Pitt encomendou um anel especial a um joalheiro famoso

Brad Pitt encomendou um anel especial para Angelina Jolie desenhado pelo homem responsável pelo anel de noivado da Princesa Diana.

“Recebemos uma encomenda do Sr. Pitt para criarmos uma jóia muito especial,” contou o joalheiro Alberto Repossi à revista norte-americana In Touch.

 

“Mas espero que entendam que não posso dar maiores detalhes.”

Figo: «O Inter devolveu-me a felicidade de jogar regularmente»

Luís Figo está em grande no Inter de Milão, e o próprio jogador confessa que ganhou em Itália a alegria de jogar. O internacional português, relembre-se, esteve nos três golos com que o Inter ganhou ao Palermo na véspera.

«No Inter estou a tentar dar o meu melhor mediante o trabalho que realizo todos os dias com o máximo esforço», afirmou Luís Figo este domingo. «O Inter devolveu-me a felicidade de voltar a jogar com regularidade. Isto é importante e é o que faz feliz um futebolista», apontou.

Luís Figo disse ainda que o Inter «está a fazer um bom trabalho», apesar da intensa perseguição ao líder Juventus. «Devemos continuar lutando e estar empenhados em cada jogo. Espera-nos um mês difícil com jogos de três em três dias. Devemos, por isso, estar bem em todos os aspectos para fazer a última parte da melhor forma. Não creio que o Inter seja menos forte que a Juventus.»

Figo disse também que estava satisfeito com o seu rendimento no clube. «Sou bastante crítico comigo próprio. Estou contente porque a equipa está a jogar bem e o clube está satisfeito. Isso é o mais importante», lembrou o internacional português, que quer voltar a conquistar troféus: «Agora é importante ganhar os troféus que ganhei com o Real Madrid. São títulos de maior valor e que dão prestigio a qualquer clube do Mundo.»

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Angelina Jolie repreende políticos e empresários no Fórum Económico Mundial

Nesta quinta-feira, Angelina Jolie disse aos políticos e empresários reunidos em Davos, para o Fórum Econômico Mundial, que eles têm que se concentrar nos problemas reais. "Só acho que se puder pedir qualquer coisa é para que todos nesta sala, incluindo eu, se mantenham concentrados nos problemas", afirmou nesta sexta-feira a actriz, embaixadora da Boa Vontade da Agência de Refugiados da Organização das Nações Unidas (ONU). "Acompanhar Darfur, ver o que está a acontecer nos tribunais, acompanhar o Nepal, o Afeganistão", disse. Jolie usa a fama para chamar atenção para crises humanitárias em lugares como Darfur, Chade e Paquistão. Com informações da "Reuters".

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