Quarta-feira, 29 de Novembro de 2006

Alexandra Lencastre escolhe Bairro Alto para uma saída descontraída com amigos

Numa altura de grande stresse, com as gravações da novela em que participa, Alexandra Lencastre aproveitou um tempinho livre para sair e divertir-se um pouco com amigos e colegas de trabalho. A actriz, que na passada semana afirmou a uma revista ter sido “apanhada de surpresa” com o casamento do ex-marido e pai das suas duas filhas, Piet-Hein, confessou sentir alguma necessidade de descansar da carga horária da sua rotina de gravações.

“Gostava de parar um pouco e fazer uma grande viagem, mas não posso fazer isso às minhas filhas. Vou sair uns dias só para recuperar e depois espero pelas férias da Páscoa e vou com elas”, contou Alexandra, que continua a ser uma das actrizes de maior destaque em Portugal.

Domingo, 26 de Novembro de 2006

Actriz portuguesa protagoniza cenas de sexo em "Paixões Proibidas"

Maria Conceição José Correia é uma atriz ainda desconhecida no Brasil. Mas em Portugal, São José Correia, como é chamada com a abreviatura de seu nome, é uma das atrizes de maior renome, comparável a Glória Pires por aqui. Pela primeira vez no Brasil, a bela lisboeta é uma das apostas da Band na escalação do elenco português para Paixões Proibidas.

Na trama adaptada por Aimar Labacki, Elisa, personagem de São José, é a tradução da sensualidade. Criada na aristocracia parisiense, Elisa de Mandeville é a Duquesa de Ponthieu.

Com sobrenome nobre, a personagem, órfã de mãe na infância, é uma mulher sofrida e referência materna para o problemático irmão Arthur, vivido pelo também português Carlos Vieira.

Arthur vive uma relação possessiva com a irmã. Ele sente ciúmes da paixão de Elisa por Alberto, de Felipe Camargo. "Meu núcleo é mínimo. O Carlos é o único colega português com quem contraceno. De brasileiros, minhas cenas são mesmo com o Felipe. Essa dualidade faz com que minhas aparições sejam muito ricas", valoriza, com seu carregado sotaque lusitano.

No meio desse triângulo, que tem uma faceta quase incestuosa, a portuguesa de 33 anos só estranha um pouco as cenas para lá de "calientes" com Alberto. Como Elisa é uma personagem passional e sedutora, volta e meia aparece em tórridas tomadas com o amante, "takes" que não são tão usuais nas novelas gravadas em Portugal. "São cenas muito difíceis. A equipe toda fica constrangida com o nu, mas contei com o apoio do Felipe. Na verdade, nunca tive cenas tão elaboradas sexualmente como essas", confessa a atriz, que na trama lusitana Ninguém Como Tu, em 2005, também viveu a também "calorosa" Leonor.

"Mas o Ignácio Coqueiro trabalha bem a sexualidade da Elisa com sensualidade. Não são cenas gratuitas de sexo", defende São, referindo-se ao diretor de Paixões Proibidas.

Mas o que a atriz realmente tem estranhado em sua primeira visita ao Brasil é não ser reconhecida nas ruas nem ser perseguida pelos "paparazzi", como acontece em Portugal. "Lá não posso nem sair com um amigo e ir a um café que já inventam um romance. Ainda bem que não me inventam muitos namoros. Sou quieta", garante a atriz, ainda solteira.

No Brasil, São assegura que não tem tido tempo para sair. A portuguesa praticamente vive no itinerário estúdio-cidade cenográfica-casa. Morando provisoriamente na Barra, bairro da Zona Oeste do Rio, São garante que quando não está sob o pesado figurino de época, passa seus dias estudando o comportamento das mulheres do século 19. "Você sabia que elas não cruzavam as pernas? E nem cruzavam os braços?" indaga bem-humorada.

Todo este afinco na composição de Elisa reflete o cuidado da atriz ao elaborar sua primeira personagem de época. Além de pesquisar se as palavras que recebe no roteiro realmente existiam no século 19 em Portugal, São conta com o acompanhamento de uma fonoaudióloga para fazer com que seu Português fique mais audível para os brasileiros. Aliás, essa produção, que é quase um intercâmbio luso-brasileiro, tem sido um motivo de orgulho para São. "Essa parceria abre um mercado maravilhoso. Nessa novela, os portugueses e os brasileiros têm a mesma importância. Ninguém serve a ninguém", elogia.

Mas ao ser questionada se pretende continuar fazendo novelas no Brasil, São mostra que já aprendeu a se desvencilhar com o típico jeitinho brasileiro. "Não penso muito na frente. Estou entregue a esse projeto de coração e alma. Só espero que dê audiência", torce.

Informação retirada do site brasileiro: http://exclusivo.terra.com.br/interna/0,,OI1255550-EI1487,00.html

Domingo, 19 de Novembro de 2006

‘Cobras & Lagartos’ - Foguinho e Ellen casal de sucesso

O casal Lázaro Ramos e Thaís Araújo, respectivamente ‘Foguinho’ e ‘Ellen’, em ‘Cobras & Lagartos’, está a fazer grande sucesso na televisão brasileira.
Lázaro Ramos e Thaís Araújo namoraram um ano e casaram em segredo no mês passado

Os dois actores, casados na vida real, têm mostrado grande cumplicidade na pele de anti-heróis da novela da TV Globo, que, anteontem, terminou no Brasil. As actuações carismáticas de ‘Foguinho’ e ‘Ellen’ fizeram deles o primeiro casal negro de sucesso na teledramaturgia brasileira e um dos destaques deste ano.

Thaís Araújo, 27 anos, e Lázaro Ramos, 28 anos, mantêm uma relação discreta, tanto assim que se casaram em segredo, no final de Outubro, depois de um ano de namoro. Enquanto o actor se estreou nas novelas com sucesso, Thaís confirmou o seu talento. Na história da televisão e teatro portugueses há, também, casais que, com sucesso, trabalharam ou trabalham juntos. Referimo-nos, por exemplo, a Maria João Abreu e José Raposo ou a Armando Cortez e Manuela Maria.

GRANDE AUDIÊNCIA

‘Cobras & Lagartos’, que, na SIC, vai no 143.º episódio, terminou, no Brasil, com 45% de audiência média. No último episódio fica-se a saber que foi ‘Madá’ (Nanda Costa) quem matou ‘Estêvão’ (Henri Castelli) e não ‘Leona’ (Carolina Dieckmann). A vilã acaba por morrer num incêndio na Luxus, enquanto ‘Foguinho’ e ‘Ellen’ ficam pobres, mas felizes, passando a vender profiteroles no ‘Saara’, depois do anti-herói morrer e voltar a renascer.

INSULTOS (876) SUPERAM BEIJOS (512)

Girando em torno do consumo e do dinheiro, a novela tem uma série de números interessantes. Num total de 179 episódios em que vários personagens tentam liderar o império de ‘Omar’ (Francisco Cuoco), a ‘Luxus’ teve sete presidentes.

Um deles, ‘Foguinho’, comeu 76 taças de profiteroles! A loja foi, também, a responsável pela maior parte dos insultos proferidos entre as personagens, 876 ao todo. Mas nem tudo correu mal, a avaliar pelas cenas de beijos, 512 no total.

Durante as gravações, o elenco gastou o equivalente a seis milhões de euros em compras de produtos expostos no cenário da ‘Luxus’.

"Procuro tirar de todas as entrevistas que faço lições de vida"

Dá a cara, aos domingos, pelo programa que pretende mostrar o que de melhor se passa no mundo artístico nacional. Daniel Oliveira explica porque é que o "Só Visto!" - que hoje comemora dois anos de emissões- prefere não seguir o caminho da intriga e do lado negativo da vida das celebridades, apesar disso implicar um "caminho mais longo"




Apenas tem 25 anos de idade, mas está no activo em televisão há quase dez. Daniel Oliveira é, actualmente, o rosto do programa "Só Visto!" que a RTP1 transmite todos os domingos. Começou aos 15 anos a trabalhar em televisão. Aos 16, na SIC, estava na produção de "Os Donos da Bola, e aos 19 foi produtor editorial do "Jornal do desporto" e vice-coordenador de "Caras Notícias". Acha que é um privilégio estar "no ar" desde a adolescência e garante que sente prazer em tudo o que faz profissionalmente. Admite, no entanto, que o seu programa "tem ainda muito para crescer". Quanto à fama, ao ser reconhecido na rua, adianta que isso não o preocupa muito, pois, quem faz televisão, sublinha, tem de estar preparado para o reconhecimento.



JN| No próximo domingo o seu programa faz dois anos. O que mudou nele nos últimos tempos?



DO|Vamos aprendendo com o tempo, com a experiência de dois anos de emissão. Aperfeiçoámo-nos e, como somos espectadores de nós mesmos, penso que temos conseguido não nos acomodarmos, nem cansarmos de determinados conteúdos. Estamos em constante mutação, mas sem nunca perder a identidade. Dá-me especial prazer ver as pessoas com quem trabalho directamente crescerem profissionalmente, serem chamadas para outros projectos na RTP. O "Só Visto" cumpre um papel no serviço público de televisão e sem nunca renegar o passado ajuda a projectar uma nova geração de profissionais.



Está a ser preparado alguma mudança para breve?

Todas as semanas procuramos não estagnar, não nos acomodarmos com os resultados ou com as rubricas que temos. Eu afixei a seguinte frase nas nossas salas "Tu és tão bom como o teu último trabalho!". E a lógica tem de ser esta, todos os elementos da equipa têm este espírito de conquista permanente.



Quais são as principais metas do programa? Que público pretende atingir essencialmente?

O horário em que é transmitido faz com que nós pensemos em todas as faixas de público, porque todas estão potencialmente disponíveis às duas da tarde de domingo. Também por isso é aliciante fazer o "Só Visto!," porque temos de chegar a todos e a cada um.



Em sua opinião, o que distingue "Só visto" das propostas (do género) dos outros canais?

O "Só Visto!" não é um projecto fechado, nunca o foi, e mesmo tratando-se de um magazine não abdica de utilizar antena para falar de assuntos que consideramos relevantes. Pensemos no público adolescente, por exemplo eu posso "chamá-lo" ao programa com determinados apelos e no mesmo dia falar de prevenção na luta contra a SIDA ou no perigo no consumo de drogas, ou na importância que devemos dar aos mais velhos. O programa tem esta matriz de não ser estanque e fechado sobre si mesmo, daí o nome.



Pode-se considerar que o "Só visto!" é um programa sobre celebridades?

Não exclusivamente. É um programa de actualidade que procura mostrar o que de melhor se passa no mundo artístico nacional, mas que abre espaço a talentos que a fama ainda não bafejou. Por exemplo, temos tido um espaço em que mostramos um jovem talento em determinada área.



Você é o apresentador e entrevistador do programa. Qual foi a figura que entrevistou que, de forma positiva, o mais impressionou?

Em quase 100 convidados é difícil eleger apenas uma personalidade, mas várias me marcaram à sua maneira. Estou a recordar-me por exemplo do Ruy de Carvalho, José Hermano Saraiva, Eunice Muñoz, Alexandra Lencastre, Scolari, Nicolau Breyner. Eu envolvo-me muito com as entrevistas e por isso acabo por extrair delas grandes lições para a vida.



Hoje em dia, os jornais e revistas da especialidade tratam sobretudo do lado negativo da vida das pessoas, das intrigas. Como consegue o "Só visto!" resistir a isso? Não se deixou contaminar?

Nunca foi esse o nosso caminho. Sempre respeitámos muito as pessoas que nos visitaram e as que visitámos, público incluído. Não entendo esta actividade de outra forma. Mesmo sendo este um caminho mais longo é este que queremos e vamos percorrer. Temos muita estrada para andar.



Que balanço faz da imprensa sobre televisão e sobre as celebridades que existem em Portugal? Acha que o sensacionalismo atinge toda a imprensa?

Não é um fenómeno português, é assim no mundo todo, mas penso que as generalizações são sempre perigosas e injustas. Há casos de resistência ao sensacionalismo na imprensa portuguesa e nem por isso têm menos sucesso.



"Só visto!" tem a particularidade de levar ao programa caras que também trabalham noutros canais. Porque é que o faz? Essa atitude já lhe trouxe problemas?

Não. Fazemo-lo porque desde o início eu entendi que a RTP como estação de serviço público não pode ignorar fenómenos nacionais, não pode fingir que eles não existem. Por exemplo, é unanimemente reconhecido que a Alexandra Lencastre foi talvez a maior figura televisiva de 2005, nós trouxemo-la ao "Só Visto!", mesmo faltando uma semana para acabar "Ninguém como Tu". Sendo um programa de actualidades tem de viver disso mesmo, ignorar a realidade é que seria desrespeitoso para com o público.



Em termos futuros, a televisão é para continuar na sua vida? É esse o seu projecto?

O "Só Visto!" é um projecto que tem ainda muito para crescer e não obstante a ambição que me acompanha, entendo ser um privilégio para mim, que tenho 25 anos, estar no activo há quase 10 e no ar em permanência há cinco. Quando olho para trás vejo coerência no percurso e ponderação na forma de abordar a profissão. Tenho plena consciência da efemeridade da posição que ocupo e portanto saboreio-a a cada momento. Eu tenho tanto prazer em fazer o que faço, que todos os projectos que tenho na cabeça não condicionam os meus dias.



E quanto ao público, ele reconhece-o na rua. Tem boa relação com a fama e a popularidade?

Quem trabalha em televisão tem de estar preparado para isso e saber lidar com o reconhecimento, tendo a consciência de que não há duas imagens da mesma pessoa, e que, portanto, tem de ter um comportamento adequado à posição que se ocupa. JN

Sábado, 18 de Novembro de 2006

Daniela Ruah faz o primeiro papel de vilã em "Tu e Eu

Com apenas 23 anos, Daniela Ruah pode orgulhar-se de já ter vivido bastante. Fez “Jardins Proibidos” ainda era uma adolescente, mas o seu talento valeu-lhe logo um passaporte directo para “Filha do Mar”. Depois, resolveu parar. Acabou o ensino secundário e decidiu ir para Inglaterra estudar representação. Regressou com um canudo, alguma experiência e muita vontade de trabalhar. A TVI fez-lhe a vontade. Convidou-a para integrar “Dei-te Quase tudo” e agora “Tu e Eu”, o “grande desafio” da actriz.


Na nova novela da estação de Queluz de Baixo, Daniela tem o mesmo nome, mas uma personalidade completamente diferente. Ela é sensual e muito ambiciosa. Ao perceber que Francisco (Albano Jerónimo), o patrão, não lhe resiste, usa toda a sua sensualidade para conquistá-lo. “Estou encantada com este papel.


É completamente diferente daqueles que tive antes. Sempre fiz personagens boazinhas, sossegadinhas, discretas. A Daniela é o oposto. Entra numa sala e toda a gente olha para ela. Adora chamar a atenção. Vive muito a sua sexualidade e explora-a em benefício próprio”, revela a actriz, visivelmente satisfeita, apesar de, neste momento, trabalhar nos sete dias da semana. Daniela junta as gravações da novela à peça “Nem Tudo Começa com Um Beijo” e ainda ao programa “Cinebox”. “É cansativo, mas muito bom ao mesmo tempo. Está tudo a correr sobre rodas”, garante.

Merche Romero pede desculpa à RTP

Na passada quinta-feira, dia 9, estalou o verniz nos estúdios do Monte da Virgem, em Vila Nova de Gaia. Durante a emissão de “Portugal no Coração”, e segundo fontes da RTP, Merche Romero teve uma forte divergência com a produção do programa e acabou por não fazer a última parte, que teve de ser conduzida apenas por Júlio Isidro, o seu parceiro desde que José Carlos Malato saiu.


O facto foi sobejamente comentado no meio e o seu comportamento considerado “grave” pela Direcção de Programas, que resolveu reunir-se com a apresentadora para decidir o seu futuro na emissora pública.

Apesar da gravidade da situação – não se conhece nenhuma semelhante na história da televisão portuguesa –,
o desfecho foi o melhor para ambas as partes e a hipótese de despedimento da apresentadora está fora de cenário. Merche admitiu que errou, lesando os interesses da televisão pública, pediu desculpa formalmente, e Nuno Santos, o director de Programas da RTP, deu-lhe uma segunda chance, reconhecendo o seu valor e empenho enquanto profissional (ver comunicado RTP).


No entanto, a espanhola ainda não volta ao ecrã esta semana, devendo fazê-lo apenas na próxima semana. Até, lá, deverá estar em período de reflexão e descanso. Quem conduzirá a emissão ao lado do veterano será Cristina Alves, que já intervinha pontualmente em “Portugal no Coração” e veio da RTPN.


Deverão, contudo, continuar a ser emitidas as reportagens que Merche fez na sua passagem de dois meses pelos Estados Unidos e Canadá. Alheio a polémicas está Júlio Isidro, que não se preocupa com as “partennaires” que vai tendo durante o programa. “Eu sei que vou continuar a apresentar de certeza. E trabalho com qualquer profissional. Estou habituado a tudo. Até já me caiu o cenário durante a condução de um programa.


Não fiquei nada afectado com esta situação, nem com o facto de ter estado em directo sozinho”, afirma. Tal como não se incomodou com os rumores que circulam de que está cansado de trabalhar com Merche Romero. “Não faço qualquer comentário sobre os meus colegas. A única coisa que me cansa é andar sempre de um lado para o outro, entre Lisboa e o Porto”, sublinha ainda.


Resta saber como será daqui para a frente. A apresentadora garante, em comunicado, que a partir de agora irá orientar a sua vida pessoal e profissional como mais tranquilidade, mas a verdade é que é conhecida por ser muito impulsiva.
TV mais

Aos 30 anos, Dani confessa:"Estou sozinho, mas feliz"

Acabado de fazer 30 anos, Dani diz estar a viver um bom momento. Encontrámos o ex-futebolista num almoço contra o racismo, que teve lugar no Hattrick Caffe, em Lisboa, e ficámos a saber que tem algumas surpresas profissionais na manga: “São dois projectos muito aliciantes, que não têm nada que ver com televisão ou futebol, mas ainda não posso falar sobre eles, a não ser que estou muito contente e confiante.” Também a nível pessoal parece estar tudo bem com o ex-futebolista, que confessa não ter namorada: “Estou sozinho, mas feliz, dedicado à família e amigos.”


Durante este evento, organizado pelo Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol, Dani falou ainda da sua entrada na casa dos 30: “Estou óptimo, sinto-me equilibrado física e psicologicamente. Passei um aniversário rodeado de muitos e bons amigos. Sinto-me muito bem.” E garante: “Nada mudou na minha vida, sinto-me o mesmo.


Acho que hoje em dia nos preparamos para o envelhecimento e, quando isso acontece, é algo natural. Entrar nos 30 foi muito bom.” Conhecido como um bon vivant, o ex-jogador admite que casar e ter família faz parte dos seus projectos de vida, mas prefere deixar que as coisas aconteçam: “Quando a altura chegar, estou preparado para realizar esse sonho. Não é algo que planeie, mas quando acontecer, será, com certeza, bem-vindo.”

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José Carlos Pereira revela os seus dotes musicais sob olhar atento da namorada

Ao vencer uma nova eliminatória de “Canta por Mim”, José Carlos Pereira foi uma das sensações da noite. Cantou e encantou! Uma faceta que, na verdade, já não é nova na sua vida. “Não vou dizer que foi um sonho tornado realidade, porque já cantava, já tive bandas, mas foi bom porque já não o fazia há muito tempo”, confessou o actor. Apesar do sucesso, José Carlos Pereira avisa que para já não pensa dar continuidade à carreira na música. “Sou actor, não sou cantor. Foi uma experiência muito gira, passei à próxima eliminatória, mas para já é só isso”, garante.

Apoio da namorada
Sempre atenta, mas acima de tudo surpreendida com a prestação, estava a namorada, Patrícia Oliveira, que lhe dá todo o apoio para uma futura carreira na música. “Fiquei maravilhada. Este é um dom dele, entre as muitas qualidades que tem”, afirmou a manequim, que esteve sempre acompanhada pelo pai do actor, Xavier Pereira. Por seu lado, José Carlos não escondeu a felicidade que foi ter a família na plateia. “Claro que é especial ter aqui pessoas que me vieram apoiar”, afirmou.

Profissionalmente, o actor continua a integrar o elenco de “Morangos com Açúcar”, onde interpreta Vítor. Um papel que assumiu recentemente maior protagonismo, já que o empregado de bar se apaixonou por uma mulher bem mais nova, a aluna Becas, interpretada pela actriz Sara Pratas, que também se encontrava na plateia. “É a abordagem de um tema frágil para a nossa sociedade, mas que está a correr muito bem”, adianta o actor.
TV Mais

Polémica em ‘Canta por Mim’

Falta de tempo para ensaiar, respeito pelo contrato com a TVI e abuso de protagonismo são algumas das queixas que famosos e anónimos levantam ao concurso ‘Canta por Mim’.

Nem tudo corre bem no ‘Canta por Mim’. Depois da polémica em torno de Rui Veloso que recusou cantar no programa, a Correio TV apurou que algumas das caras conhecidas do universo televisivo da TVI podem estar a ser pressionadas para cantar no programa dos domingos à noite. Alexandra Lencastre, a Fátima da novela ‘Tempo de Viver’, terá sido a primeira a sentir essa pressão ao ser contactada directamente pelo próprio José Eduardo Moniz, director-geral da TVI que a lembrou do contrato que tem com a estação.

“Tivemos uma conversa muito elegante. Foi a última instância a pedir-me para ir! Disse-me que compreendia as minhas razões em não querer participar, mas pediu-me que fosse... E eu percebi! Afinal tenho um contrato com a estação de Queluz, e é para a TVI poder contar comigo quando precisa”, revelou à Correio TV no dia da primeira gala. No primeiro contacto feito pela produção do programa, a actriz mostrou-se relutante e não queria aceitar. Mas Alexandra acabou por ceder e assumir o desafio de cantar em público e defender a causa de Marcelino.

A actriz teve apenas uma semana para se preparar, pelo que quase não teve tempo de ensaiar os temas que cantou ao lado de Luís Represas. O facto de ser o rosto da edição de estreia de ‘Canta por Mim’ também não foi do agrado de Alexandra. “Eu não queria mas o José Eduardo Moniz explicou-me porque pretendia que estivesse na estreia e convenceu-me de que era importante ser eu a abrir o programa”, explicou. E confessou ainda que o seu “primeiro ensaio foi por telefone”. Alexandra acrescentou que a sua prestação ficou aquém do que pretendia. “Estava com mau pressentimento porque toda a gente trabalhou. A Dalila Carmo então dedicou-se imenso, até nos intervalos das gravações cantava... Mas ela grava menos do que eu e começou a trabalhar muito antes. Ela teve um mês e eu só tive uma semana”.

POPULARIDADE DOS CONCORRENTES

A verdade é que o êxito de ‘Canta por Mim’ vive das caras da TVI. O programa conta com apresentadores da estação, actores das novelas em exibição, famosos que participaram nos ‘reality shows’ e até jornalistas da estação. A popularidade destas figuras é tal que o próprio maestro António Victorino d’ Almeida, um dos membros do júri, reconhece: “As pessoas estão a votar nos actores e não no desempenho”. Rui Veloso cancelou mesmo a sua participação no ‘Canta por Mim’ por não concordar com o formato. O cantor desistiu porque em sua opinião o formato da TVI não correspondia ao original ‘Stars On Stage’ em que se baseia. No formato inglês o objectivo é levar pessoas conhecidas a recriar actuações das maiores lendas musicais.

Todos os cantores amadores cantam sozinhos e usam a própria voz para imitarem as suas estrelas favoritas. Recorde-se que Rui Veloso deu o dito por não dito com poucos dias de antecedência o que obrigou a produção a arranjar outro parceiro para Manuela Moura Guedes, que cantou em dueto com André Sardet. A subdirectora de informação da estação de Queluz, que passou à semifinal, disse na altura que preferiu cantar ao lado de André Sardet e não se poupou a elogios ao cantor que lidera o top de vendas da Associação Fonográfica Portuguesa.

PACO BANDEIRA LAMENTA

Quem lamenta ter participado é Paco Bandeira, que considera o formato “desonesto e uma imoralidade, estando a TVI a aproveitar-se da miséria alheia para aumentar as audiências”. O cantor foi substituir José Cid no dueto com Cristina Ferreira. A troca de pares podia ter sido evitada se a produção não estivesse interessada em colocar a apresentadora a cantar nos primeiros programas. “A produção queria que eu estivesse no terceiro programa por isso sugeriu--me o Paco Bandeira e aceitei”, disse Cristina Ferreira. No entanto, a apresentadora “preferia ter cantado com os dois. Tenho pena de não haver outro programa para cantar, também, com o José Cid”.

Os profissionais da informação também vão cantar no programa líder de audiências da TVI. Depois de Manuela Moura Guedes, o segundo a estrear-se será Júlio Magalhães já este domingo. O jornalista e pivô irá cantar ao lado de Lara Lee o tema ‘Telepatia’, da própria. Fonte da estação de Queluz garantiu à Correio TV que mais jornalistas irão subir ao palco das estrelas. Para já, na gala de dia 19 actuam também Rute Marques com Nuno Norte, Manuela Couto com Maria João e Lurdes Baeta com Pedro Camilo.

O ‘Canta por Mim’, apresentado por Júlia Pinheiro, terá a participação de 36 celebridades. Em dueto com um cantor conhecido, os famosos lutam por uma causa para chegar até à final e ganhar o prémio de 100 mil euros. Todavia, apenas uma única causa terá solução. Deste critério discorda Nuno Guerreiro, que cantou ao lado de Ana Paula Reis, uma das vencedoras da última edição. “Um ganha e o que acontece depois aos outros casos?”, questiona o cantor. Simone de Oliveira também lamenta que apenas uma causa possa ser resolvida. Mas a cantora e actriz de ‘Tu e Eu’ não poupa elogios ao programa da TVI e adianta que “estas acções para ajudar as pessoas são muito importantes”.

VOTAÇÕES DOS TELESPECTADORES

Ainda assim, as polémicas não ficam por aqui. As votações dos telespectadores não agradam ao júri de ‘Canta por Mim’ nem estão em sintonia com a pontuação dada em estúdio. Em dois programas, o famoso menos votado pelo júri foi o preferido do público. Aconteceu primeiro com Tomás Santos, actor da novela ‘Fala-me de Amor’, e depois com Ana Guiomar, ex-’Morangos’ e actual actriz de ‘Tempo de Viver’. “As pessoas estão a votar nos actores dos ‘Morangos com Açúcar’. A pontuação de Tomás Santos foi injustíssima, os telespectadores votaram no acompanhante ‘FF’ (ex-moranguito) e não no Tomás, quando havia dois talentos inquestionáveis [Margarida Vila-Nova e Leonor Poeiras]”, disse o maestro António Victorino d’ Almeida. Na última edição, Ana Guiomar, que cantou em dueto com Zé Manel, dos Fingertips, foi a menos pontuada pelo júri e a eleita pelo público. Essa diferença de critérios levou o maestro a fazer um apelo para que as “pessoas votem no desempenho do famoso e não nas causas, nem em quem está a cantar”.

MANUEL LUÍS GOUCHA

Manuel Luís Goucha estava de férias quando o convidaram e aceitou de imediato, mas só depois percebeu a dimensão de ‘Canta por Mim’. “Arrependi-me mais tarde, mas já não podia voltar com a minha palavra atrás. Não fui obrigado porque tenho um contrato muito honesto com a TVI em que não faço nada do que não quero”. O apresentador, que cantou ao lado de Rita Guerra, tem acompanhado a causa de um jovem com deficiências motoras. “Já o levámos ao ‘Você na TV!’ e conseguimos dar-lhe aulas de condução. Dou-lhe informação de exposições de pintura para que possa vender os seus quadros e assim conseguir comprar o carro que precisa”.

Apesar do entusiasmo, Cinha Jardim não aceitou de imediato concorrer a ‘Canta por Mim’. A ex-participante do ‘reality show’ ‘Quinta das Celebridades’, também da TVI, confessou não se sentir capaz de defender a causa. “Tenho uma voz rouca e fico afónica com facilidade”, admitiu à Correio TV. Mas cantou e encantou o júri que lhe deu o primeiro lugar na edição em que participou. Apesar de não ter passado à final, Cinha Jardim mantém contacto com a causa que apadrinhou, um empreiteiro que sofreu um acidente que o deixou paraplégico. “Fomos ao ‘Você na TV!’ – o programa matinal da estação de Queluz – onde lhe foram dadas canalizações e uma grua para que se pudesse movimentar melhor dentro da própria casa que está a construir”, revelou.

“EXPOSIÇÃO DA MISÉRIA” (Paco Bandeira, músico, 61 anos)

Paco Bandeira também aceitou participar no ‘Canta por Mim’. Mas apenas, como diz o próprio, “por uma questão de ética”. O cantor desconhecia o formato do programa e quando se apercebeu já tinha dito sim ao par Cristina Ferreira (apresentadora de ‘Você na TV!’, da TVI). “Ao perceber o formato disse que não concordava com a exposição da miséria alheia e do respectivo negócio de lágrimas que está por trás”, disse. E acrescenta: “Não é das pessoas que lá aparecem que tenho mais pena, é do maestro Victorino d’ Almeida e da Júlia Pinheiro. Acho que alguém que escolhe o lodo em vez das águas límpidas é que precisa de ajuda”. E as críticas ao ‘Canta por Mim’ não se ficam por aqui. O cantor vai mais longe ao afirmar que “os que mandam na TVI parecem os grandes senhores que andam de fraque e cartola a mendigar na lixeira”. Paco Bandeira não acredita na boa vontade da estação de Queluz e o próprio afirma: “penso que ninguém daquela casa esteja disposto a ajudar seja quem for. Estão sim interessados em explorar a miséria daquelas pessoas”.

O JÚRI REMUNERADO: NINGUÉM VOTA NAS CAUSAS

Jan van Dijck, produtor, apenas avalia as vozes e a presença dos famosos e afirma: “Não ligo às causas”. Também o maestro António Victorino d’Almeida tenta alhear-se das causas e concentrar-se nas vozes, algo que “os telespectadores também deveriam fazer”. “O público não está a ser isento. Está a votar nas causas e nas pessoas que já pertenceram aos ‘Morangos com Açúcar”, sustenta. Felipa Garnel é o único jurado que não está ligado à música: “Acredito que tenha sido escolhida por isso mesmo”. O júri é pago. “Estamos a trabalhar e por isso recebemos uma quantia discreta e justa”, admite o maestro.

'CANTA POR MIM'

O concurso apresentado por Júlia Pinheiro é um dos mais vistos ao domingo.

42,5% de share médio

14,6% de audiência média

Shakira não gosta de usar jóias caras

A cantora colombiana Shakira não gosta de usar jóias caras. Nem em casa e muito menos em premiações, quando muitos designers famosos oferecem aos artistas as próprias criações.

Segundo o programa de rádio latino America Showbiz, Shakira deixou de usar uma gargantilha de diamantes, no valor aproximado de US$ 500 mil, na última entrega dos prêmios Video Music Awards, para usar um colar do estilista Erickson Beamon, de menos de US$ 100.

“Não sou muito ligada a essas coisas”, argumentou a artista.

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Com novo visual, atores de Cobras & Lagartos festejam o final da trama

A descontração que moveu os 178 capítulos da novela Cobras & Lagartos, da Globo, deu o tom da festa de despedida da trama de João Emanuel Carneiro, que chegou ao fim na noite de sexta-feira (17). Elenco e a equipe técnica se reuniram na churrascaria Porção Rio’s, no Flamengo, para assistir ao último capítulo do folhetim.
 
Taís Araújo – sem o aplique, com os cabelos naturais -  e Lázaro Ramos – sem o bigode louro e careca - chegaram junto com Carolina Dieckamnn – de visual rastafari - e o namorado, Thiago Worcman. Em seguida, Ângela Vieira e Miguel Paiva e Totia Meirelles, turma que conseguiu assistir desde o primeiro bloco.
 
“Foi um trabalho muito bom, e quando é feito em equipe, dá mais certo ainda. É importante ressaltar que o que vimos ao longo dos capítulos é fruto de uma equipe dedicada”, destaca Lázaro.
 
Ângela Vieira elogia a boa convivência.
 
“Acima do resultado positivo, o mais importante foi a boa conivência entre toda a equipe. Poucas vezes vi uma integração tão bacana”, afirma.
 
Leonardo Miggiorin assistiu a exibição a partir do segundo bloco e chegou à churrascaria no mesmo momento em que os humoristas do Pânico na TV apareceram no local, um com uma cobra de verdade e outro com um enorme lagarto. Cientes da presença de Vesgo e Silvio, alguns atores entraram por outra passagem.
 
Mariana Ximenes foi de carona com Luiza Mariani e assistir a partir do terceiro bloco. A atriz, que vive uma fase de estranho repúdio à imprensa, pediu que o motorista se aproximasse da grade que separava jornalistas da entrada, para evitar assédio.
 
Ao final do capítulo, Nanda Costa, intérprete de Madá, a assassina do vilão Estevão – fato que OFuxico antecipou na manhã de ontem - (Henri Castelli), chegou à festa.
 
“Esse mistério foi um misto de surpresa e presente. Fico grata ao João Emanuel e ao Wolf, que me deram essa oportunidade”, diz.
 
Um vídeo com making off da novela, entremeado por depoimentos do elenco, foi exibido, emocionando a todos. Em seguida, DJs assumiram o comando da festa. Lázaro e Taís não resistiram ao funk e dançaram sem parar.
 
Já era 22h16 quando o fim da festa foi anunciado e àquela altura muita gente já havia deixado o local, a exceção de Taís e Lázaro. O casal fez questão de participar da homenagem à equipe técnica, que recebeu prêmios.
 
Cléo Pires, com os cabelos pintados de preto e um pouco mais curtos, conta que terá pouco tempo de descanso.
 
“Serão apenas cinco dias de férias, feliz por ter participado dessa novela. Logo começo a filmar o longa Meu Nome Não É Johnny”, diz a atriz, que sofreu com as brincadeiras do Pânico.
 
Daniel de Oliveira, que viveu o Duda, participou da festa ao lado da namorada, Vanessa Giácomo. De lá, seguiu para sua cidade natal, Belo Horizonte.
 
“Foram oito meses de ralação positiva. Vou agorinha para BH ver meu Galo (Atlético Mineiro) ser campeão”, diz.
 
Ailton Graça afirma que se divertiu do início ao fim do folhetim.
 
“Não teve um dia sequer sem pura diversão em cena. Minha felicidade maior foi conhecer de perto o trabalho do Wolf. Agradeço ao João Emanuel por me convidar para ajudar a contar a história do Foguinho”, diz.
 
As ausências ficaram por conta de Francisco Cuoco e Henri Castelli. A imprensa já havia deixado a parte externa da festa quando Marília Pera chegou com o marido.
Fonte: ofuxico.com.br

Shakira e Daniela Mercury lançam fundação para carentes latinos

A cantora Shakira anunciou que no próximo dia 12 de dezembro lançará junto com estrelas como Daniela Mercury, Alejandro Sanz, Juan Luis Guerra, Juanes e Maná, a Fundação ALAS (América Latina em Ação Solidária), que ajudará a população menos favorecida dessa região.

“Vamos fazer um anúncio oficial na cidade do Panamá. É uma fundação muito importante porque vai contar com o apoio dos empresários mais ricos da América Latina e nosso objetivo é ajudar a população carente”, explicou a artista.  Fonte: Ofuxicom.com.br

Segunda-feira, 13 de Novembro de 2006

Paixões Proibidas estréia nesta terça, na Band

Na terça-feira (14), às 22h, a Band estréia a novela Paixões Proibidas. A trama, escrita por Aimar Labaki, é uma adaptação livre de três obras do escritor português Camilo Castelo Branco: Amor de Perdição, Mistérios de Lisboa e O livro negro do Padre Dinis. A direção geral é de Ignácio Coqueiro.

A novela conta com a parceria do canal brasileiro com a RTP, uma das maiores redes de televisão em Portugal, e conta com locações especiais em Lisboa, Coimbra e Rio de Janeiro. A produção será transmitida simultaneamente nos dois países e tem em seu elenco atores brasileiros e portugueses.

Paixões Proibidas tem 160 capítulos e faz uma viagem no tempo para desembarcar em 1805, mostrando a vida em quatro localidades diferentes: Lisboa, Coimbra, Rio de Janeiro e Vila de Resende.

A trama é repleta de histórias, entre elas o amor proibido de Simão e Teresa, representados por Miguel Thiré e Anna Sophia Folch, as paixões de perdição de Alberto de Miranda, interpretado por Felipe Camargo, e a vida misteriosa do Padre Dinis, vivido por Virgílio Castelo. Também fazem parte do elenco os atores Celso Frateschi, Flávio Galvão, Graziella Moretto, Antonio Grassi, Marcos Breda e Suzy Rêgo, entre outros.

Além disso, nove importantes atores portugueses atuam na novela e irão morar nos próximos oito meses no Rio de Janeiro, onde são realizadas as gravações em estúdio e na cidade cenográfica construída no bairro carioca de Jacarepaguá.

Personagens

Domingos de Azevedo | Flávio Galvão - Casado com Rita, pai de Manuel, Simão e Ana. Ama a família, mas aparenta ser um tanto frio com os familiares. O juiz de fora da Vila de Resende vive em constante luta para manter a lei a ordem na cidade. Exímio espadachim é o professor de sua filha Ana, mesmo contra a vontade de Rita. Apesar da idade, desperta muitas paixões.


Rita de Azevedo | Ana Bustorff - Portuguesa, nunca se adaptou aos trópicos. Nostálgica e austera, Rita tenta reproduzir na Vila de Resende os hábitos e costumes da corte, com resultados involuntariamente ridículos. Fidelíssima ao marido, o juiz Domingos, coloca-o acima até dos próprios filhos Mateus, Manuel e Ana.


Ana de Azevedo | Bruna Brignol - Filha mais jovem dos Azevedo e xodó do juiz Domingos, Ana foi criada entre meninos e por isso é quase um moleque, para desgosto da mãe, que não consegue ensinar à filha os modos da corte portuguesa.




Simão de Azevedo | Miguel Thiré - Bem-humorado, culto e de espírito aventureiro, Simão é jovem, inteligente e enérgico, mas também rebelde e às vezes quase irresponsável. Depois de ser expulso da faculdade, volta ao Brasil, onde conhece Teresa, por quem se apaixona perdidamente.



Manuel de Azevedo | Leonardo Carvalho - Filho mais velho de Domingos e Rita, Manuel é um verdadeiro escroque. Estuda em Coimbra, mas não se esforça em aprender. Seu objetivo é se formar e conseguir um emprego público no Brasil, para ficar bebendo e dormindo com as raparigas.





Tadeu Dias | Antônio Grassi - Bruto, violento e rude, Tadeu é pai de Teresa e Joaquim. Nasceu pobre, mas enriqueceu fazendo tráfico de escravos, especiarias e ouro. Tenta se portar e falar sob uma capa de civilidade, mas seus maus modos e piores instintos sempre aparecem.



Teresa Dias | Anna Sophia Folch - Heroína romântica, Teresa é frágil e delicada, mas suporta com dignidade e força as provações. Filha de Tadeu e irmã de Joaquim tem na escrava Rosália uma segunda mãe. Leitora voraz, Teresa é culta, educada e por isso, muito diferente de sua família.





Joaquim Dias | Erom Cordeiro - Filho de Tadeu Dias. De má índole e violento, Joaquim é quase um sádico e parece ter prazer em espancar e maltratar as pessoas. Quer controlar a irmã Teresa porque desconfia que ela esconda algo.




Baltazar Guimarães | Marcos Breda - Primo de Teresa, Baltazar é chamado pelo tio Tadeu Dias para se casar com a filha. Em geral, fala baixo, é conciliador e excelente argumentador. Mas, em situações extremas, fala grosso e pode ser extremamente violento.




Aníbal Setúbal | Edgar Amorim - Aníbal é o responsável pela taberna e hospedaria de Tadeu Dias e também o braço direito do poderoso comerciante de Resende, servindo como comparsa nas vilanias e crimes cometidos por Tadeu e Joaquim.




Jacyra | Iracema Starling - Índia da tribo dos Puris, que foi dizimada 20 anos antes, na região de Resende, pela varíola, introduzida de propósito pelo homem branco. Tem um temperamento forte. Cria o filho, Tabara, como branco, porque quer que ele tenha mais chances na vida.





Tabara | Caio Vydal - Filho de Jacyra. Doce, gentil e esperto, Tabara é o típico menino, adora brincar e viver aventuras com o melhor amigo Zuza. É muito apegado à mãe.





Rosália | Dani Ornellas - Escrava da casa de Tadeu Dias, Rosália é bela, forte e muito sensual. Após a morte da mãe de Teresa, praticamente criou a menina. Tem horror dos patrões Tadeu e Joaquim, mas não foge porque sabe que se capturada, nem ela nem o filho seriam poupados da morte.




Zuza | Washington Austin - Filho de Rosália, Zuza tem horror a castigos físicos e morre de medo de Joaquim. Na ingenuidade infantil, tem dificuldade em entender porque é tratado diferentemente das crianças brancas. Por isso, desde menino, sonha com a liberdade.





José | Ronnie Marruda - Escravo que luta pela liberdade e sonha em fugir para um quilombo. Apaixona-se por Rosália e será um pai para Zuza.





 

Padre Dinis | Virgílio Castelo - Padre Dinis é um homem atormentado por um passado trágico que ele insiste em esconder. Nasceu Sebastião de Meneses em Portugal e foi levado ainda jovem para a França, onde se casou e se tornou Duque de Ponthieu. É pai de Elisa de Mandeville e Arthur, que vivem em Lisboa e há muito tempo não têm notícias do pai. No Brasil, Padre Dinis ama, há anos, Antônia Valente, mas não deixa transparecer seus sentimentos.





Antônia Valente | Suzy Rêgo - Filha de comerciantes que enriqueceram, Antônia teve educação refinada, mas quando perdeu tudo, foi obrigada a enfrentar a vida. Mulher forte e digna dedica-se à incessante busca pela filha, roubada ainda criança. Apaixonada pelo Padre Dinis, vive com ele como se fossem irmãos e não tem coragem de expressar o que sente devido ao respeito que tem pelo voto religioso dele. Antônia também cria com todo amor o filho adotivo Pedro Almeida.




Pedro Almeida | Bruno Gradim - Filho de Ângela, criado por Padre Dinis e Antônia. É um adolescente típico, fisicamente entre a infância e a vida adulta, e com um temperamento afoito. Ao longo da história vai ficando adulto e choca a sociedade da época ao se relacionar com uma mulher mais velha.





Elisa de Mandeville | São José Correia - Filha de Sebastião de Meneses, Elisa cresceu na França ao lado do irmão, Arthur, acostumada ao luxo e aos benefícios da nobreza. Com a Revolução Francesa, muda-se para Portugal, onde vive de algumas posses que o pai lhe deixa. Elisa não conhece limites para seus desejos, nem morais, nem práticos. É em Lisboa que se envolve com o misterioso comerciante Leopoldo de Saavedra e acaba se apaixonando, mas não é correspondida à altura.




Arthur | Carlos Vieira - Mimado e covarde, Arthur é um tremendo bon vivant que cresceu acostumado às regalias da corte. Muito apegado à irmã Elisa de Mandeville, depende dela para quase tudo e por causa de seu vício no jogo, perde muito dinheiro e tem muitos problemas.





Álvaro de Souza | Celso Frateschi - De temperamento explosivo, Álvaro é marido de Ângela e amante de Eugênia e mantém as duas na mesma casa. O Barão de Barbacena vive amargurado pela grande decepção da sua vida: sua mulher se entregou a outro homem antes dele. Por isso, trata a Baronesa com muita crueldade e dá pouca atenção à amante Eugênia.




Ângela de Souza | Graziella Moretto - Esposa do Barão de Barbacena, Ângela vive enclausurada em seu quarto, vítima da crueldade do marido, que não a perdoa por ter se casado com ele sem ser virgem.





Eugênia Valente | Maria Carolina Ribeiro - Forte, sensual e de bom coração, Eugênia é a filha de Antônia que fora roubada da mãe por ciganos, quando tinha apenas 5 anos. Cresce na marginalidade e, já adolescente, vai trabalhar como criada na casa do Barão de Torres Novas, Álvaro de Souza, onde acaba entregando-se a ele e virando sua concubina.





Luzia | Vanessa Pascale - Escrava na casa do Barão de Barbacena, Luzia é um verdadeiro anjo da guarda para a patroa Ângela. Com a ajuda de Eugênia, faz de tudo para poupar os sofrimentos impostos por Álvaro de Souza à mulher doente.




Alberto de Miranda | Felipe Camargo - Homem sério, inteligente e até violento, Alberto nasceu no Brasil, cigano. Ao vender uma criança, usa o dinheiro para tentar a sorte na Europa, primeiro como um marujo, mas logo como um corsário e depois pirata, lutando por conta própria sob o nome de Barba Roxa.





Samuel Goldberg | Michel Bercovitch - Único amigo de verdade de Alberto, de quem realmente gosta, à parte os negócios que têm juntos. Samuel adora a boa vida que leva - ama os bons vinhos, a boa comida e as mulheres.




Frei Adriano | Lafayette Galvão - Velho sábio, único detentor de todos os segredos de Padre Dinis, é confidente e muitas vezes conselheiro para o misterioso português. Fala pausadamente, mas com firmeza.






Maria (Júlia Queirós) | Natália Luiza - Portuguesa, vive quase como eremita numa casa abandonada próxima à Vila de Resende e sobrevive de esmolas. Todos na cidade pensam que ela é louca, mas a verdade é que Maria esconde um segredo que envolve o juiz Domingos de Azevedo.





João Araújo | Reinaldo Gonzaga - Homem rude e de poucas palavras. Ferreiro foi capitão-do-mato e matador profissional, mas largou tudo e se regenerou por amor à filha, Mariana, que criou sozinho.





Mariana Araújo | Julianne Trevisol - De modos simples, mas afetuosa, Mariana é uma camponesa. Criada somente pelo pai, o ferreiro João Araújo, ela cresceu com pouco dos costumes das moças de sua geração, mas não deixa de ser bela e delicada.




Carlos Salgado | Igor Kovalewsky - Músico extremamente talentoso e criativo, Carlos é um romântico antes da época, temperamental e intempestivo. Fala alto e é um vulcão de criatividade que assusta quem está ao redor.





Emília Salgado | Ana Kutner - Irmã e melhor amiga de Antônia, Emília é frágil, apaixonada e muito dedicada ao marido Carlos. A vida muda quando conhece Samuel, pois fica tentada a viver um romance com o comerciante.





Estevão | Nuno Pardal - Estudante em Coimbra, Estevão é um homem forte e vigoroso, casado com Adelaide. Simples e sem malícia, é muito amigo do brasileiro Manuel, sem desconfiar do envolvimento dele com Adelaide.





Adelaide | Leonor Seixas - Moça simples, que se casou com Estevão e veio estudar em Coimbra. Apaixona-se por Manuel, o melhor amigo do marido e não sabe que o brasileiro finge ser triste, solitário e estudioso para enganá-la.





Mateus Correia | Pedro Lamares - Português e estudante da Universidade de Coimbra, Mateus é o melhor amigo de Simão. Ao ser também expulso, resolve seguir com o amigo para o Brasil, onde se apaixona pela jovem Ana, irmã mais nova de Simão.



Barão de Saraiva | Henrique Viana - Velho nobre português que chega ao Brasil com a corte portuguesa. Bonachão, é adepto de aforismos e frases feitas. Encontra em Dona Rita uma alma gêmea e descobre em Elisa de Mandeville uma forte relação com o seu passado




Jacinto | Júlio Levy - Jacinto é escrivão e braço direito de Domingos na Vila de Resende. Covarde, treme e gagueja cada vez que se vê em perigo. Tem profunda e sincera admiração pelo juiz, a quem defende na medida em que sua covardia lhe permite.





Padre Bernardo | Adriano Reys - Pároco de Resende. Procura manter-se eqüidistante nas brigas entre os Dias e os Azevedo, até porque é confessor das duas famílias. É sinceramente devoto e dedicado à vida religiosa.

http://ofuxico.uol.com.br/Materias/Noticias/2006/11/34565.htm

As notícias de Paixões Proibidas um dia antes da estreia no Brasil

Band estréia na terça-feira a novela Paixões Proibidas

A história de Brasil e Portugal dos anos 1805 não será mais a mesma a partir desta semana. Estréia na terça, dia 14, a novela Paixões Proibidas, assinada por Aimar Labaki. A trama, dirigida por Ignácio Coqueiro, promete esquentar o horário das 22h, na Band, com cenas pra lá de sensuais. Se o tema são amores proibidos e traições, os casais vão explodir em paixão quando conseguirem se encontrar. ?Tenho pelo menos cinco casais que vão fazer amor na novela?, adianta o diretor.

A atriz estreante em televisão, Anna Sophia Folch, que viverá a boa moça Teresa, aposta que sua personagem terá atos mais suaves. ?A novela tem muitas cenas picantes, mas a Teresa não, porque ela é a mocinha. Vão ser cenas sensuais e não sexuais. Eu acho?.

O diretor e o elenco, formado por atores novatos e outros já mais experientes, como Felipe Camargo e Susy Rego, garantem, em unanimidade, que nenhuma cena de nudez será gratuita e que todas são importantes para ilustrar o enredo. A novela é uma adaptação de três obras literárias do escritor português Camilo Castelo Branco: Mistérios de Lisboa, O Livro Negro do Padre Dinis e Amor de Perdição e está sendo produzida pela Band, em parceria com a RTP (Rádio e Televisão Portuguesa).  http://www3.atarde.com.br

Portugal de olho na estréia de novela da Band


Paixões Proibidas vai ser exibida no país a partir de janeiro

Keila Jimenez

 

 

 

 

SÃO PAULO - Conhecidos por seu conservadorismo, os portugueses estão de olho na estréia de Paixões Proibidas, nova novela da Band, nesta terça-feira. O público brasileiro será uma espécie de termômetro de aceitação do folhetim, que irá ao ar também em Portugal, a partir de janeiro, fazendo jus à co-produção entre a emissora brasileira e a RTP, Radio e televisão Portuguesa.

A preocupação prévia da RTP é o horário de exibição da trama, uma vez que Paixões Proibidas promete ser pra lá de picante. Apesar da intenção do canal lusitano de colocar a novela em seu horário nobre, há uma preocupação com possíveis reclamações de telespectadores e punições por parte de órgãos reguladores da comunicação social de lá. Por muito menos, o Big Brother português quase saiu do ar.

Temendo sofrer com problemas similares, a maior concorrente local da RTP, a SIC, resolveu colocar a também “caliente” Jura, nova novela da rede, na faixa das 23 horas. A audiência é menor, mas a calmaria compensa, alegam seus dirigentes.

A própria Band se mostrou precavida. De olho nas cenas de sexo de Paixões Proibidas, a rede colocou a novela na faixa das 22 horas.  http://www.estadao.com.br

 

Band vai de muito sexo

Paula Ribeiro* / Agência Anhangüera

Se você é daqueles que se chocou com o strip-tease de Ana Paula Arósio em Páginas da Vida, da Globo, prepare-se para emoções bem mais fortes a partir de terça-feira, quando a Band estréia "uma novela visceral", conforme definiu Miguel Thiré, o mocinho de Paixões Proibidas. E foi além: "Quando tem uma briga, é uma briga de incomodar o espectador. Quando tem uma cena de amor, é amor mesmo. Quando tem uma cena de sexo, é sexo mesmo". Para o público sentir como será, a emissora exibe amanhã, às 22h, uma espécie de pré-estréia da trama, que consiste em uma apresentação dos personagens e suas histórias.

A novela vai ao ar às 22h, e é divulgada pela emissora como um folhetim adulto por conter, justamente, cenas de sexo e violência. O texto é uma adaptação, assinada pelo dramaturgo Aimar Labaki, de três obras do escritor português Camilo Castelo Branco (1825-1890): Amor de Perdição, Mistérios de Lisboa e O Livro Negro do Padre Dinis. E não é só aí que está o toque lusitano da produção. Paixões marca a primeira parceria entre uma emissora brasileira e uma portuguesa na história da teledramaturgia, com direito a nove atores portugueses no elenco fixo.

A co-produção entre a Band e a Rádio de Televisão Portuguesa (RTP) tem como diretor-geral do ex-global Ignácio Coqueiro, co-direção do ator e diretor português de Virgílio Castelo e cenas gravadas em Coimbra, Lisboa, Vila Resende (Rio de Janeiro) e nos novos estúdios da Band na capital fluminense.

A trama segue a receita simples de rede de intrigas, o que lhe dá grandes chances de emplacar com ingredientes tais como paixões fulminantes (muitas proibidas, claro), belas imagens de Portugal e do Brasil, mistérios, adultérios, violência e sexo - muito sexo -, além de capítulos curtos, exibidos de segunda a sexta-feira.

Paixões Proibidas promete prender a atenção do telespectador pela história, com trama ambientada em 1805, quando muitos portugueses foram deportados ou vieram tentar a vida no Brasil. Se passa em Portugal e no Brasil, em tempos em que escravidão, recato, aparências e moral estavam acima de tudo. Depois de amanhã, o telespectador entenderá o que esta repórter quer dizer, pois logo no primeiro capítulo há três cenas de sexo - incluindo uma de estupro seguido de duas mortes.

A história acontece em torno do triângulo amoroso formado por Simão (Miguel Thiré), Teresa (Anna Sophia Folch) e Mariana (Julianne Trevisol). Para variar, os apaixonados Simão e Teresa são filhos de famílias arquiinimigas, comandadas por homens fortes que disputam o poder na Vila de Resende, onde os cultivos de cana-de-açúcar e café são o foco da economia, com o segundo em ascensão.

Os patriarcas rivais são Domingos de Azevedo (Flávio Galvão), juiz da cidade, e Tadeu Dias (Antônio Grassi), homem rude e inescrupuloso. Padre Dinis, personagem de Virgílio Castelo livremente baseado no padre de O Livro Negro..., é um dos mais intrigantes da trama por ter um passado sombrio e dupla personalidade. Além de alguns atores globais experientes, a novela traz rostos conhecidos da telinha da Band, alguns recém-saídos da novelinha Floribella, como Maria Carolina Ribeiro, Julianne e Suzy Rêgo.

Muitas das cenas de sexo da trama serão protagonizadas por Manuel (Leonardo Carvalho). Manuel é um rapaz alcoólatra e viciado em sexo que chega a ter caso com a mulher do melhor amigo. "As cenas são fortes, mas nenhuma é gratuita. Aliás, nada é gratuito nesta novela", garante o ator, que é enteado de Coqueiro. "Assim que li o perfil do Manuel e os primeiros capítulos, me apaixonei pela obra", elogia. Ele o fez, diga-se, quando ainda interpretava o ambicioso Edmilson na global Belíssima.

Ele não foi o único a elogiar o texto na festa de lançamento da trama para a imprensa, que aconteceu no Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro. "Aceitei este trabalho na Band primeiro porque Ignácio Coqueiro (diretor-geral) me convidou; e, segundo, porque fiquei muito impressionado quando li o texto. Há muito tempo não se via algo assim na teledramaturgia brasileira", garantiu Grassi. "Este é o melhor texto que nos passou pelas mãos nos últimos anos, por isso permite um grande trabalho", completou Virgílio, obviamente apaixonado por seu personagem.

Para explicar o sucesso, Labaki - modestamente - dá crédito a Camilo Castelo Branco. "As palavras de Camilo têm magia. Os atores se aproximam com facilidade pelos personagens. Espero que, com esta trama, Camilo seja mais lido e lembrado", disse.  http://www.cosmo.com.br/diversaoarte/integra.asp?id=176609

 

Band faz pré-estréia de Paixões Proibidas

Nesta segunda-feira (13), a Band exibe às 22h, a pré-estréia da novela Paixões Proibidas. O especial será uma introdução às histórias que compõem a nova novela das dez, que estréia terça-feira na tela da Band.

Com duração de 50 minutos, o programa traz depoimentos do elenco, direção e equipe técnica sobre a mais nova produção da emissora. Os personagens, os desafios de uma co-produção, como é trabalhar com atores de outra nacionalidade, as diferenças da Língua Portuguesa, curiosidades das gravações no Rio de Janeiro e em Portugal, os cenários, cidade cenográfica, figurinos e pesquisa histórica estão entre os assuntos do especial.

“Já que vamos estrear a novela numa terça, optamos por fazer essa pré-estréia na segunda-feira dedicando um bom espaço ao assunto. O público poderá acompanhar a estréia da novela já mergulhado na trama”, explica Elisabetta Zenatti, diretora geral de programação e artístico. O especial será apresentado por Ticiana Villas Boas.

Paixões Proibidas é uma produção da Band em parceria com a RTP (Rádio e Televisão Portuguesa) e estréia dia 14 de novembro. A novela, uma adaptação da obra de Camilo Castelo Branco escrita por Aimar Labaki e dirigida por Ignácio Coqueiro, será exibida de segunda a sexta, às 22h.

http://ofuxico.uol.com.br/Materias/Noticias/2006/11/34684.htm

As confissões de Alexandra Lencastre

Alexandra Lencastre, de 41 anos, é a primeira a identificar-se com a expressão “uma boa imagem vale mais do que mil palavras”. Por isso, não hesitou quando recebeu a proposta de vestir a pele da carismática Evita Perón para o calendário da Karacter, cujas receitas reverterão a favor da Fundação do Gil.

Foi precisamente na tarde em que fez essa produção fotográfica que a actriz, a Fátima da novela Tempo de Viver, teve connosco uma conversa sincera e aberta sobre a sua vida, cujo centro continua a ser as filhas, Margarida, de nove anos, e Catarina, de sete. Esclareça-se ainda que, questionada sobre o boato que a dava como tendo uma relação com o actor Marcantonio del Carlo, com quem contracena na novela, a actriz respondeu, sem hesitações: “É tudo mentira.”

– Sente algum ponto de identificação com a Evita Perón?
Alexandra Lencastre – Não. Era uma mulher admirável, mas julgo que não tenho a força dela, nem a sua capacidade de liderança, e muito menos de ser uma grande mulher atrás de um grande homem.

– É curioso dizê-lo, porque para o grande público acho que a Alexandra até transmite uma imagem de força…
– Mas há tanta gente como eu... Tendo esta profissão que nos obriga a expormo-nos tanto, e por vezes de forma violenta, depois a nossa luta acaba por ser a tentativa de nos mantermos o mais fiéis e iguais a nós próprios. Se a Evita tinha isso, muitas mulheres também o têm pelo mundo fora. Já é tão difícil gerir a minha casa, a minha carreira, quanto mais sentir-me responsável pela vida de tantas pessoas e de tantas situações, como aconteceu com a Evita. Por outro lado, ela acabou por conquistar as pessoas pelo coração, e talvez aí me assemelhe a ela, mas também isso lhe foi cobrado.

– Porque aceitou o convite?
– Já colaborei com a Karacter no calendário do ano passado e gostei imenso da forma como eles trabalham. São pessoas com talentos múltiplos e que entendem uma série de pormenores.

– Tem uma vida profissional bastante preenchida. Alguma vez sentiu que faltou nalgum momento às suas filhas?
– Todos os dias sinto isso, mas já me penalizei mais do que o faço hoje em dia. No outro dia, uma amiga disse-me uma coisa que fixei e jamais esquecerei: muitas vezes estamos preocupados com os nossos filhos da maneira errada, pois na maioria das vezes queremos poupá-los a situações pelas quais já passámos e por vezes esquecemo-nos que eles precisam é que nos preocupemos com outras coisas. As minhas filhas já interiorizaram o meu trabalho, faz parte da vida delas, e já estão imunes à história da mãe ausente. As minhas ausências são compensadas com uma presença especial, e quando estou com elas procuro estar muito atenta ao que precisam. Julgo que com toda a educação, rigor, disciplina e princípios que procuro incutir, aquilo que definitivamente elas precisam nesta altura é de mim, do melhor de mim, dos meus beijos, mimos e afecto.

– Por outro lado, elas próprias também a mimam nos momentos em que se sente mais triste ou cansada…
– Claro que sim. Já são duas mulherzinhas e interessam-se muito por aquilo que faço e pela minha vida. Ficam bastante sensibilizadas quando sabem que vou fazer trabalhos como este, e a sua curiosidade é maior.

– Desde que se separou do Piet-Hein, não se tornaram especialmente protectoras da mãe?
– Temos uma cumplicidade feminina enorme, e quando olho para elas percebo imediatamente se estão tristes ou contentes, e também eu tenho essa transparência em relação a elas. Elas percebem perfeitamente se no meu olhar transmito apenas cansaço, ou também alguma nostalgia ou tristeza, e, depois, como temos uma relação muito aberta, elas perguntam e eu respondo. Elas são os meus alicerces e a minha força. Os nossos filhos não são nossos, cada uma irá ter o seu percurso, e respeito e compreendo que isso aconteça. Também elas me respeitam a mim e julgo que isso é a base de qualquer relação.

– E isso tem acontecido muitas vezes, sentir-se triste, ou refugia-se um pouco no trabalho?
– Já referi isto algumas vezes, e quando estou a trabalhar, sou um pouco obsessiva. Fico muito concentrada e vidrada naquilo que estou a fazer, e mesmo que uma novela pareça que já está a andar sozinha, isso nunca acontece, pois há sempre um desafio à nossa frente.

– Parece ser uma mulher com necessidade de amar e ser amada. Visto que está sozinha neste momento, isso acentua-se?
– Cheguei a uma fase da minha vida em que estou mais pacificada com a questão da procura. Aliás, neste momento a procura é uma palavra quase feia para mim. Não procuro ninguém, e julgo que quanto menos o fizer, mais tranquila estiver e melhor me sentir comigo própria, com o meu trabalho, as minhas filhas e família, naturalmente irei atrair a pessoa certa, uma pessoa que esteja no mesmo comprimento de onda e com a mesma tipo de energia que eu. Nessa altura, quando isso acontecer, será um bom encontro. Nunca fui muito namoradeira e tenho uma certa inveja das pessoas que o são, pois acho que se divertem muito mais. Se calhar, vivo as coisas de uma forma mais profunda e intensa, e quando sou feliz, sou-o até ao limite, mas quando estou triste, também sou triste. Ajo mais com o coração e menos com a razão, e defendo-me pouco. Mas é tão bom confiar, entregarmo-nos e não precisarmos de nos defender….

– Então não deixou de acreditar no amor…
– Não, não deixei. Vai chegar na altura que tiver de ser.

– Não há noites em que se sente mais só?
– Há, mas também é uma boa altura para não se fazer fugas para a frente. É óptimo sair com os nossos amigos e divertirmo-nos até chegarmos a casa, cairmos na cama e não pensarmos em mais nada, mas também é interessante o desafio de estarmos connosco próprios, de nos conhecermos cada vez mais e tornarmo-nos pessoas cada vez melhores. No fundo, é o saber estar, esperar e compreender, mas, principalmente, saber aceitar. É nisso que tenho trabalhado e já vejo alguns resultados. Embora continue uma pessoa ansiosa, isso já não determina a minha má disposição.

– O seu ex-marido vai ser pai novamente. Alguma vez pensou que ele está a dar uma família às suas filhas, no sentido tradicional da palavra, e a Alexandra não?
– Também eu já lhes dei isso. Aliás, acho que já lhes dei o melhor do mundo e penso que elas sabem ver isso. Penso que há fases para tudo e elas já sentiram essa segurança em relação à nossa família. Agora, a família delas comigo é uma e vão ainda ter outra com o pai. No fundo, isso é uma multiplicidade de ex­periências fantástica que as vai preparar para a vida.

– Não sente, de todo, o seu lugar ocupado?
– Nem pensar. Aliás, tem sido fascinante. Elas separam muito bem as coisas, e cada vez tenho mais a certeza de que os adultos têm a aprender muito com as crianças.

– E como é que elas têm reagido à ideia de terem uma irmã? Não se mostram preocupadas?
– Eu e o Piet-Hein conversamos muito com elas e tentamos explicar as coisas da melhor maneira possível. Por muito que isso seja quase instintivo, a pessoa sentir o seu lugar posto em causa e ter medo da substituição, acho que as coisas estão muito equilibradas e doseadas. Além do mais, a Patrícia (Silva) também tem um filho e elas já se habituaram a tratá-lo como irmão, por isso, a diferença não é muita. Está tudo a correr de uma forma muito calma e pacífica e julgo que elas nunca vão passar pelo sentimento de insegurança em relação aos pais. Graças a Deus estamos a fazer um bom trabalho, um trabalho de equipa.

– E a Alexandra não tem desejo de ser mãe novamente?
– Isso tenho sempre, e penso que terei até morrer. (risos)

São Correia ficou desiludida com a "sua" Margarida

A viver no Rio de Janeiro há um mês para gravar a co-produção luso-brasileira “Paixões Proibidas”, a actriz falou com a tvmais e confessou estar encantada com este trabalho.

Como é estar a viver noutro país?
São José Correia: Vou vivendo. Embora eu só tenha começado a gravar há cerca de uma semana, está a correr tudo muito bem. O Rio de Janeiro é uma cidade lindíssima e a zona onde estamos a morar, a Barra da Tijuca, é muito tranquila e agradável.

O que é que já fez?
S.J.C.: Muitas coisas, passear, jantar com os colegas em bons restaurantes. O meu próximo desafio vai ser aprender a sambar. Adoro samba!

A sua personagem, a Elisa, é uma das protagonistas da novela, que vive um romance tórrido com o Felipe Camargo. Como está a ser essa experiência?
S.J.C.: Gosto muito dele, é um grande actor. Quanto à minha personagem, também estou encantada com ela. A Elisa é forte, decidida e lasciva, muito carnal e quase amoral. Tem um grande poder de manipulação, mas o seu ponto fraco é a paixão proibida que sente por Alberto, a personagem do Felipe Camargo. Tenho um grande desafio nas mãos.

Um grande desafio que nada tem a ver com a sua última novela...
S.J.C.: Nada, já me afastei disso...

Mas porquê? Foi assim tão mau?
S.J.C.: Não gostei da novela “Fala-me de Amor”. Quando comecei a gravar, tinha muita expectativa e empenho, como tenho sempre em todos os projectos em que me envolvo, mas ao longo da novela o meu entusiasmo esmoreceu, devido a muitos factores.

A saída da Sílvia Rizzo foi um deles?
S.J.C.: Sim, claro que sim. A saída de uma das protagonistas quebrou o ritmo da história, desequilibrou cenas, criando muitas contradições no enredo.

Mas gostou do final escolhido para a Margarida?
S.J.C.: No meio de tudo, acho que sim. Ela acabou com uma esperança de futuro.

Não há nada de positivo que tire da sua participação na novela escrita por Maria João Mira?
S.J.C.: Evidentemente que há e não ponho em causa o trabalho dela. Apenas considero que acabou por ser um projecto fraco. E entrar na novela deu-me muitas alegrias, como, por exemplo, contracenar com a minha “filha” a Sara Barradas. Tenho a certeza que ela terá um futuro brilhante pela frente.

Voltando ao projecto que a trouxe até ao Rio. A São tem alguma paixão proibida?
S.J.C.: Tenho muitas, mas no comments.

Que expectativas tem sobre o sucesso desta novela?
S.J.C.: As mais altas. Tem tudo para vencer. Acho que tanto os brasileiros como os portugueses se vão encantar com o enredo da novela. Eu pelo menos acho que sim, embora não ligue muito a audiências.

Muito sexo
São José Correia e Leonor Seixas interpretam papéis marcantes que vão captar a atenção dos espectadores. A novela exibe cenas de sexo quase explícitas. Um facto que em nada incomoda nenhuma das actrizes. “Se é uma novela de paixões terá de ter, inevitavelmente, muito sexo”, diz Leonor Seixas. São José Correia sublinha as palavras da colega e também a afirmação do director de Programas da Bandeirantes, Juca Silveira, que diz que as cenas de sexo não são gratuitas.

No Brasil, “Paixões Proibidas” estreia já na próxima semana no horário das 22 horas. Nuno Santos pretende transmiti-la em Portugal, em Janeiro de 2007, também em prime time. Estarão as mentalidades portuguesas suficientemente abertas para assistir a esta novela?
Fonte: TV Mais

Sábado, 11 de Novembro de 2006

São José Correia: Vida Infernal ao Lado do paraiso

São José Correia, a Duquesa de Mandeville, explica que “como é uma novela de época” não podem apanhar sol. “O ritmo de gravações ainda não tem sido muito exigente, mas tem sido uma vida infernal mesmo ao pé do paraíso. Estou a viver à beira da praia, mas não posso lá ir. Não me posso queimar nem aparecer com marcas na pele. Resta-nos o jacuzzi e o banho turco, o que já não é mau”, confessa de forma irónica. O problema terá tendência a agravar-se agora que o Verão chega às praias brasileiras. “São só mais oito meses”, remata a actriz.

AULAS DE DANÇA

Para fazer o papel da Duquesa de Mandeville, São José Correia está a aprender a dançar valsas e ‘minouete’: “Eu e o Carlos Vieira temos tido aulas de dança. A minha personagem dá vários saraus e festas no seu salão lisboeta, pelo que foi necessário aprender os passos que se faziam no início do século XIX. A valsa é relativamente fácil, mas o ‘minouete’ é um bocadinho mais complicado. Mas tem sido um prazer enorme.” Correio da Manhã

Merche castigada pela RTP

Merche Romero foi castigada pela RTP e, por isso, já não conduziu ontem o ‘Portugal no Coração’. Em causa esteve, entre outros aspectos, o facto de a apresentadora não ter regressado ao estúdio para a segunda parte do programa de anteontem.

Ninguém sabe se, segunda-feira, Merche Romero voltará aos estúdios de Vila Nova de Gaia para repartir a apresentação do formato da tarde com Júlio Isidro. A Direcção de Programas ainda não terá decidido o que fazer perante “um caso grave”, como qualificaram várias fontes da RTP contactadas pelo CM.

O problema gerado por Merche Romero não tem solução fácil e, por isso, a estação pública “terá de geri-lo com muitas pinças”, sublinharam, ao nosso jornal, diversas fontes da estação. E, de forma unânime, dizem que a explicação para uma gestão cuidadosa se deverá à probabilidade de a apresentadora, deixando a emissora, poder transferir-se para um canal concorrente.

“Quem viu o programa terá ficado com a sensação de que a Merche estaria com um ar enfadado”, diz uma das nossas fontes, que sublinha “o brio profissional de Júlio Isidro”, o qual apresentou a segunda parte já sem a parceira. O que se passou depois ninguém conta. O CM sabe, porém, que o experiente apresentador “está cansado” de trabalhar com Merche e, ontem, ainda de acordo com as nossas fontes, terá inclusive admitido “não apresentar o programa”. No entanto, garantem ao nosso jornal, a Direcção de Programas demoveu o apresentador.

Júlio Isidro, questionado pelo CM, declinou comentar o caso, “por respeito”, disse, remetendo-nos para a Direcção de Programas. Esta, por sua vez, fez saber, através do gabinete de Imprensa, que não tecia comentários sobre o assunto.

A agente da apresentadora, Beatriz Lemos, afirmou ao CM que Merche esteve no programa de quinta-feira até ao fim, tendo tirado o dia de ontem “para tratar de assuntos pessoais no Porto”. Por sua vez a agente de Óscar Romero confirma a versão, fidedigna, do nosso jornal, ou seja, a sua irmã não fez companhia a Júlio Isidro até ao final do programa. Mas, “felizmente, não se deveu a nenhum problema familiar”, garantiu. Correio da Manhã

Ex de Jessie Gueitolo - Merche rouba namorado

Jessie, ‘ex’ de Ronaldo, também namorou o judoca, que hoje é segurança de discoteca e anda armado.

 Merche Romero

Não será de propósito, mas Merche Romero parece perseguir os namorados de Jessie Gueitolo. Indiscutível é que a co-apresentadora do programa ‘Portugal nom Coração’ (RTP 1) partilha os mesmos gostos amorosos que a jovem brasileira. Jessie ficou conhecida pelo longo romance que manteve com Cristiano Ronaldo, relação que durou cerca de quatro anos. Foi mesmo a brasileira – grande amiga de Jordana Jardel, também ela uma conhecida ex-namorada do craque – quem revelou as fotografias do extremo do Manchester United vestido de mulher, que causaram polémica em Portugal e em Inglaterra.

Merche parece não se ter importado com tal facto e também ela se apaixonou pelo futebolista, num dos namoros mais mediáticos dos últimos tempos no nosso país. O romance entre ambos terminou em Agosto e agora, segundo consta, as atenções da manequim estão viradas para o ex-judoca olímpico Pedro Soares. Esta relação já levou o próprio, que costuma andar armado, a reagir quando tentaram fotografá-lo. O actual segurança da discoteca ‘Kapital’ não gostou e, de acordo com testemunhas, terá disparado contra o carro que o seguia.

Após a ruptura com Ronaldo, Merche encontrou em Pedro um forte apoio, a ponto de haver amigos próximos que confirmam “uma ligação que vai além da amizade”. Segundo outras fontes, foram inclusive vistos às compras juntos e ela visitou-o algumas vezes no espaço nocturno propriedade dos irmãos Rocha.

Confrontada com o seu romance com Pedro Soares, Jessie Gueitolo garantiu que “isso nunca existiu”. Uma versão distinta da de um amigo do ex-judoca: “Eles já namoraram, mas foi há algum tempo.”

Correio da Manhã

Dia 8 no Campo Pequeno e 9 no Pavilhão Rosa Mota

Em vésperas do Natal, os D’ZRT vão oferecer uma prenda aos fãs: duas actuações especiais, agendadas para 8 e 9 de Dezembro, no Campo Pequeno (Lisboa) e no Pavilhão Rosa Mota (Porto), respectivamente.
 

Para “encerrar o ano em beleza e celebrar o Natal com os fãs”, os D’ZRT estão a preparar as novidades a preceito. “Os temas serão apresentados com novos arranjos e estrutura, num alinhamento completamente diferente de tudo aquilo que temos vindo a fazer. Também não descartamos a hipótese de criar um efeito visual, como aconteceu no Atlântico (2005), onde chegámos suspensos por cordas”, revelou Paulo Vintém ao Correio Êxito.

Os D’ZRT querem também acrescentar “mais músicos à banda” e contar com convidados em palco, cujos nomes continuam, por enquanto, no ‘segredo dos deuses’ por “falta de confirmação oficial”, confessou o ‘Tópê’ dos ‘Morangos’. Em jeito de prenda de Natal para as crianças mais desfavorecidas, o grupo vai convidar várias instituições de solidariedade a assistirem gratuitamente aos concertos.

O grupo – que contabiliza dois anos e meio de carreira, 13 platinas e 50 semanas de permanência no ‘top’ – editou este mês uma edição especial (CD/DVD), com cenas de bastidores e excertos de actuações especiais (Coliseu, Atlântico e Rock in Rio-Lisboa). “Como andamos sempre com a câmara atrás, decidimos compilar os melhores momentos num DVD”, justificou o músico, garantindo que, actualmente, a principal preocupação dos D’ZRT é “gerir a carreira”: “Bem e com muita calma!”. Correio da Manhã

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