Sábado, 30 de Dezembro de 2006

Margarida Vila-Nova confessa:"Já sentia falta de ter alguém à minha espera"

    

Deixou de ser a menina ingénua que conhecemos há alguns anos, quando se tornou famosa pela sua participação na novela Fúria de Viver. Aos 23 anos, Margarida Vila-Nova continua a surpreender pela sua energia contagiante, mas mostra outra maturidade.

Nesta viagem à Tunísia, a actriz, que actualmente podemos ver na pele de Maria Laurinda em "Tempo de Viver", revelou-se menos impulsiva, confessou que é o amor que move a sua vida e, já depois do seu regresso a Portugal, revelou que está de novo apaixonada. Profissionalmente imparável, Margarida Vila-Nova vai tentar, no entanto, dar prioridade à sua estabilidade emocional, ainda que isso não implique deixar de pisar os palcos, a sua maior fonte de prazer enquanto actriz.

– Finalmente, gozou alguns dias de descanso...
Margarida Vila-Nova – Sim. Depois de oito meses intensivos nas gravações da novela, no início em simultâneo com o teatro, sinto falta de ter tempo para não pensar em nada. Viajar é uma das coisas que mais gosto de fazer… é assim que recupero.

 

– Sente-se atraída pela cultura árabe?
– Não me identifico com a cultura árabe, mas sinto-me atraída por ela, sim. Gosto de a conhecer, saber como funciona.

– É uma cultura que não dá prioridade à independência da mulher. É com isso que não se identifica?
– Se eu fosse jornalista, adorava fazer uma entrevista a uma mulher muçulmana. Porque elas têm uma coragem extraordinária… não sei se fugia ou se me revoltava caso vivesse numa cultura desse género, porque nela existem valores superiores mais importantes do que as vontades ou convicções pessoais.

– Falando nos direitos da mulher, uma das posições que assumiu recentemente foi a defesa da despenalização do aborto...
– Sim. Sou pelo sim, mas, mais do que isso, sou pelo não à hipocrisia, mediocridade, injustiça e ilegalidade. A proibição nunca evitou nada, o aborto clandestino sempre existiu e vai continuar a existir. A questão do aborto recai sobre um direito de escolha da mulher e a criação de soluções com condições para uma gravidez não desejada. Claro que este não pode ser visto como um contraceptivo, e é importante apostar mais na prevenção e no apoio ao planeamento familiar.

– Apesar de tudo, não sabe se faria um aborto...
– Quando me perguntam se faria um aborto, não sei responder, porque não sei o que vou viver amanhã. Sei que nos dias que correm faço por não me ver nessa situação, para não viver situações de risco. Agora, se acontecesse uma gravidez, também não sei o que faria, porque tenho uma grande vontade de ser mãe…

– Seria uma mãe muito nova…
– Quero muito ser mãe, é o meu grande sonho. A minha realização pessoal passa por aí. Mas quando for mãe quero ter a certeza de que estão reunidas as condições… que são a pessoa certa e a altura certa. Gostava de ser uma mãe muito nova, até porque aos 23 anos quase me sinto com uma crise de 30. Talvez porque comecei a trabalhar muito nova, aos nove anos estreei-me em palco, aos doze já fazia castings. Enfim, penso que cresci fora de tempo. Por isso acho que vivo as coisas em contra-relógio. O meu tempo está sempre a esgotar-se…

– Esse ritmo antecipou algumas crises de adulto...
– Sim. Agora estou numa fase em que ponho tudo em causa, as minhas vontades, os meus desejos... Sinto que vivi muito sufocada pelas minhas ideias, objectivos, pensamentos, e tão preenchida de experiências. Neste momento sinto falta de absorver as coisas, digerir os espectáculos que faço, os livros que leio, cada filme que vi. Falta-me saborear pequenos aspectos da vida.

– Sente que perdeu alguma coisa?
– Isso é sempre questionável. Quando paro para pensar se valeu a pena, fico sempre com a eterna dúvida. Acho que, inevitavelmente, vou sempre sentir que me faltou viver determinadas coisas. Ao mesmo tempo, sinto-me uma privilegiada, porque tive tantas experiências diferentes, vivi tantas personagens… Se não tivesse abdicado de algumas coisas, nunca o poderia ter feito. Hoje faria tudo diferente, mas porque tenho o distanciamento e a maturidade para poder escolher e saber avaliar cada situação. Mas estou feliz por ter crescido assim. Era feliz e não sabia.

– Será por ter vivido tudo desta forma que sente já vontade de ser mãe?
– Talvez... Se bem que desde que me conheço que quero ser mãe. Espero ter filhos muito antes dos 30 anos. Acredito na vida, no amor, nas pessoas e acredito que tudo é possível. Trabalhar, ser mãe, viajar, namorar… Depois, quero ser mãe nova, porque quero acompanhar o percurso dos meus filhos. Como diz uma amiga minha, às vezes parece que vivo na ‘lalolândia’, num mundo em que tudo é bonito, belo, romântico e possível. Acredito que, com amor, tudo se constrói, tudo se resolve. Acredito na vida.

– Entretanto, voltou a encontrar o amor…
– Sim, e estou muito feliz com isso. Já sentia falta de ter alguém à minha espera. Acho que é importante sabermos viver sozinhos – eu fui morar sozinha aos 18 anos –, mas somos mais felizes se tivermos um sorriso à nossa espera. A vida é muito curta, e de um dia para o outro rouba-nos aquilo que é mais importante, portanto, antes que seja tarde, não quero deixar fugir esses momentos bons e bonitos da vida. Os últimos meses foram importantes em termos de vivências e experiências e mesmo de me pôr em causa a mim, ao amor, ao meu trabalho, à própria vida. Estive sozinha, mas isso foi bom. É tudo tão rápido e efémero que, se não pudermos partilhar as nossas coisas no final do dia com alguém, tudo é menos interessante. Partilhar o sono, o ombro, um livro, um filme, ter alguém que discuta comigo se os ovos estão bem ou mal passados…

– Mas arrepende-se do que viveu em termos amorosos?
– Indepen­dente­mente de termos tido amores ou dissabores, encontros e desencontros ao longo da vida, se eles aconteceram, por alguma razão foi. Não quero condenar nem fechar os olhos a qualquer momento que vivi, mas houve coisas complicadas.

– A sua vida foi muito devassada nos últimos dois anos...
– Sim, e por isso é que hoje estou muito mais tranquila. Escolhi uma profissão de exposição, pelo que vou sempre ser criticada e avaliada. Há dois anos foi mais complicada a exposição a que a profissão me obrigou, mas acredito que tudo é efémero. Não só o mediatismo como a vida. Tal como as pessoas certas nos momentos certos. Por isso, para tirar o maior partido dos momentos bons, tive de pôr um travão na forma como fazia as coisas, na minha impulsividade. Quando lia as coisas nas revistas, ficava sem energia. Agora não. Mas a verdade é que tudo isto me roubou a ingenuidade que tinha, mas foi necessário.

– É-lhe difícil falar da sua vida pessoal?
– O que me incomoda não é falar sobre a minha vida pessoal, mas sim a forma como ela é abordada no que os outros escrevem… sei que as minhas palavras nunca vão ser interpretadas de uma forma fiel. Porque eu sou muito impulsiva, mas também brinco muito. E há pessoas que aproveitam tudo de uma forma tão leviana que me faz uma grande confusão. Agora, amores, paixões, encontros, desencontros, tudo isso acaba por se saber. Isso não é um problema. Até porque, se esconder as coisas, acabo por não conseguir viver e perde-se uma história bonita. Com amor tudo se constrói, tudo se resolve. Por isso, não vou esconder nada. Vou aproveitar ao máximo o momento feliz que atravesso. Tudo com limites, como é óbvio.

– Acredita, portanto, que tudo isso teve um lado positivo e construtivo…
– Sim. Acredito que não existem problemas, existem soluções. Mas, mais do que isso, sou muito optimista, e por isso só posso tirar das experiências menos boas uma lição. Sinto que o meu crescimento possa ter sido apressado, a minha intimidade tenha sido roubada, mas não guardo rancores nem remorsos. Por isso não lamento nada, não viro as costas ao passado. Tento ver sempre o lado positivo das coisas e evitar cometer os mesmos erros.

– Há que não esquecer que tudo acaba por ser uma consequência do crescimento da sua carreira… Isso é bom?
– Sim. Por mais que não queira, sou um pouco mimada. Gosto de estar com as pessoas, receber afectos e carinhos. E por isso não posso viver bem profissionalmente sem ter um grande equilíbrio do outro lado, sem ser compensada emocionalmente na minha vida pessoal. E estes dois anos, apesar de parecerem catastróficos, foram também muito bons para mim. Apesar do turbilhão de emoções, tenho de ficar grata por tudo o que me aconteceu. Cresci, amadureci e vivi muita coisa que contribuiu para a minha evolução pessoal.

– Depois de tudo, sei que vai abrandar o ritmo e recuperar algum tempo para si própria…
– Preciso de ter tempo para não fazer nada, para parar um pouco. Vou parar depois de terminarem as gravações da novela e penso, para já, fazer uma grande viagem. Vou para a Austrália durante um mês ou mais. Tenho a cabeça cheia de projectos, mas preciso de respirar fundo para pensar bem no que fazer. A minha cabeça é um turbilhão de ideias que quero pôr em prática, mas para isso tenho que estabelecer prioridades. E ainda me fervilham na cabeça todas as experiências que tenho vivido.

– Faz planos?
– Já desisti de fazer grandes planos ou, melhor, gosto de os fazer, mas nunca sei se esse é o caminho. Agora quero ter mais metas, mais objectivos de vida. Quero desafiar-me a mim mesma. Estou confortável com o que faço, mas não quero sentir-me acomodada. É um risco quando isso acontece. Quero surpreender-me a mim e aos outros e quero ser surpreendida.

O que há para ver na TV - Novas produções para 2007

Nos festejos dos 50 anos, a estação pública estreia mais ficção falada em português e concursos de entretenimento.

São José Correia em ‘Paixões Proibidas’, e Sílvia Alberto em ‘Aqui Há Talento’

A produção nacional marca o arranque das celebrações dos 50 anos da RTP, com a estreia, já no dia 8, da telenovela ‘Paixões Proibidas’. Esta co-produção entre a estação pública portuguesa e a brasileira TV Bandeirantes baseia-se em três contos de Eça de Queiroz e conta uma série de amores impossíveis retratados no século XIX.

‘Aqui Há Talento’ é outra das apostas da estação pública para o primeiro mês do ano. O programa de entretenimento, apresentado por Sílvia Alberto, destina-se a descobrir a melhor aptidão artística dos concorrentes e dura três semanas. Para 2007, a RTP prepara ainda uma nova versão de ‘Vila Faia’ (a primeira telenovela portuguesa), ‘Conta-me como Passou’, numa produção portuguesa do grande sucesso espanhol que retrata a história do país através das várias gerações de uma família, e ainda as duas mini-séries ‘O Testamento’, baseada na obra de Carlos Vale Ferraz, ‘A Ilha dos Escravos’, uma co-produção entre Portugal, Cabo Verde e Brasil, e ‘A Minha Família’, em que se destaca a interpretação de Fernando Luís.

NAS PRIVADAS

MAIS FICÇÃO

A SIC e a TVI escolhem produtos de ficção para o próximo ano. Na estação de Carnaxide destaca-se a estreia da telenovela ‘A Vingança’, novos episódios da ‘sitcom’ ‘Aqui Não Há quem Viva’ e o humor de ‘Hora H’, que marca o regresso de Herman José ao registo da caricatura. A Quatro promete um regresso aos ‘reality shows’, com a estreia da quinta edição de ‘Big Brother’ e a exibição de uma nova novela, ‘A Ilha dos Amores’, da autoria de Maria João Mira.

Elsa gosta de filmar enquanto faz sexo

Um filme caseiro mostra cenas tórridas com Mário Esteves. O vídeo, a que o Correio Vidas teve acesso, está à venda por cerca de 250 mil euros.

O ano de 2006 termina com mais um escândalo de Elsa Raposo. Um vídeo caseiro, que mostra a ex-apresentadora de televisão em cenas escaldantes de sexo explícito com Mário Esteves, seu antigo namorado, está à venda por cerca de 250 mil euros. O Correio Vidas visionou na íntegra o vídeo, com perto de uma hora de duração, que se encontra na posse de desconhecidos que tentam agora tirar proveito financeiro de tais imagens.

A gravação de boa qualidade, sem quaisquer cortes ou montagens, foi feita por Elsa Raposo e Mário Esteves durante um acto sexual, demonstrando que o casal, que partilhou a mesma casa entre Junho e Setembro passado, gostava de jogos eróticos como forma de apimentar a actividade sexual.

O cenário eleito pelos dois foi o quarto e o filme começa com Mário Esteves, de câmara na mão, a gravar o corpo nu de Elsa Raposo deitado na cama. Sem demoras, a antiga apresentadora do programa ‘Sex Appeal’ provoca o seu companheiro e ‘realizador’ improvisado, tocando-se em diversas partes do corpo, ao mesmo tempo que lhe pedia para fazer sexo e dar-lhe prazer. “Consome-me”, sussurrava.

Rendido às constantes provocações e ao corpo curvilíneo da parceira, Mário Esteves resolve então também ele entrar em acção. Mesmo, quando enlouquecia com sexo oral, o professor de surf nunca largou a câmara. Mário captou cada pormenor do corpo da companheira e observava atentamente os seus movimentos eróticos e o seu nome escrito na omoplata direita de Elsa. Até que ela lhe pediu para ser “possuída”... Mário fez-lhe a vontade e os dois deixaram-se levar pela excitação.

No auge do prazer, o casal foi interrompido... Era a empregada da lavandaria que batia à porta. “Espera por mim”, disse languidamente Elsa Raposo, enquanto cobria o corpo despido com um robe. Não demorou mais do que um minuto para que a ex-apresentadora voltasse para o corpo do professor de surf, que a aguardava impacientemente. Elsa voltou para dar prazer ao então namorado, satisfazendo-o com sexo oral, ao mesmo tempo que gemia, aumentando a excitação.

Mário Esteves mantinha-se muito calado, sem grande movimentos e completamente concentrado, não só na sua ‘performance’ sexual, como na filmagem. Pouco se manifestava. Apenas se mostrou mais activo quando chegou a vez de ser ele a satisfazer a companheira com uma longa e erótica sessão de sexo oral, que levou Elsa ao delírio. Nesse momento, passou a ex-apresentadora a filmar o acto sexual.

Enlouquecidos de prazer, Elsa e Mário tinham-se esquecido de que não estavam sozinhos em casa, até ao momento em que os filhos da ex-apresentadora bateram à porta do quarto. Novamente, o prazer tinha sido interrompido, mas Elsa não conseguia pensar em mais nada, ao ponto de dizer às três crianças: “Esperem um bocadinho. A mãe está a fazer amor com o Mário”. E continuou envolvida nos lençóis, sem sequer ouvir o que os filhos lhe quereriam dizer.

Uma hora depois de tudo ter começado, o casal atinge o clímax. Elsa Raposo, em tom libidinoso, sussurra-lhe ao ouvido: “Adoro o cheiro do teu corpo, sobretudo quando estamos três dias sem tomar banho...”

O filme caseiro só termina porque a cassete de vídeo chega ao fim. Mas deu para perceber, nas últimas cenas, que a acção se iria prolongar, agora já sem a excitação de ter uma objectiva a captar os dois corpos.

Desconhece-se como o vídeo chegou à mão de terceiros que agora tentam vendê-lo por cerca de 250 mil euros. O Correio Vidas tentou perceber isso mesmo junto de Elsa Raposo e Mário Esteves, mas, até ao fecho desta edição, nenhum dos dois esteve contactável.

NAMORO COM PEDRO JÁ CHEGOU AO FIM

Como se não bastasse o filme escaldante, Elsa Raposo termina o ano com mais um homem riscado da sua vida. A relação com Pedro Pereira chegou ao fim no Natal. Apesar de só ter passado uma semana, a ex-apresentadora já se apressou a retirar os seus pertences da casa do empresário, na zona do Parque das Nações, onde vivia desde o início do romance, em Setembro. O seu paradeiro é desconhecido, o que tem preocupado familiares e amigos.

Os motivos de mais um desenlace na vida de Elsa Raposo ainda estão por esclarecer, mas os seus amigos mais próximos garantem que a ex-apresentadora não perdoou o facto de ter sido traída. “O Pedro trocou-a por uma mulher, tal como fez com a sua anterior companheira, Gabriela de Luca”, revelou um amigo de Elsa. A verdade é que o empresário foi visto a sair do clube nocturno Elefante Branco, acompanhado por uma funcionária da casa. O casal foi apanhado a trocar carícias no meio da rua, em Lisboa.

Mais um desaire amoroso na vida de Elsa Raposo está a preocupar familiares e amigos que temem que ela se deixe, mais uma vez, levar pelo desgosto e “entre em depressão”. “Sempre que alguém a deixa, a Elsa ameaça acabar com a sua vida”, refere o mesmo amigo, admitindo que, um dia, “as ameaças poderão ser concretizadas”.

À semelhança do que fez quando o seu romance com Mário Esteves terminou – a 14 de Setembro, depois de uma viagem às Maldivas –, Elsa Raposo não procurou o consolo do seu grande amigo, o barão Stefan von Breisky, o que poderá significar que este continua zangado com as festas que Elsa deu, na sua casa de Sintra, aquando da separação com Gonçalo Diniz. Também os seus pais não foram contactados na última semana.

Os últimos meses não foram fáceis para a ex-apresentadora. Lidou com a separação de Gonçalo Diniz, em Junho, depois de ter sido apanhada aos beijos com o professor de surf. Assumido o relacionamento com Mário Esteves, este terminou dois meses e meio depois, quando, segundo ele, descobriu “alguns vícios” de Elsa Raposo com os quais “não conseguia viver”. Depois, surgiu Pedro Pereira. Até agora...

TOMÁS TAVEIRA FOI A PRIMEIRA 'VÍTIMA'

O arquitecto Tomás Taveira foi uma das primeiras ‘vítimas’ dos filmes caseiros de cariz pornográfico. Em Setembro de 1989 chegou à redacção da revista ‘Semana Ilustrada’ um vídeo com cerca de meia hora, filmado pelo próprio arquitecto. Neste, podia visionar-se – ainda que as imagens fossem de má qualidade – Tomás Taveira a manter relações sexuais com mulheres, mas em actos distintos, no escritório que possuía nas Amoreiras.

As imagens eram captadas sem o consentimento das mulheres. A publicação decidiu divulgar fotos e foi prontamente encerrada pelas autoridades. Uma segunda revista, a ‘Interviu’, de Espanha, fez o mesmo, o que levou as autoridades a ‘barrá-la’ nas fronteiras. Na altura, falava-se que tal se devia ao facto de uma das visadas ser casada com um ministro.

A ‘bomba’ rebentou e rapidamente este se tornou num dos primeiros escândalos relacionados com a invasão de privacidade em Portugal. Nas filmagens mantinha sexo anal com funcionárias das Amoreiras e figuras do ‘jet set’. O arquitecto dirigia-se a uma como a ‘menina da Kookai’ – loja de roupa que existia naquele espaço – e a outra como ‘Fatinha’.

Na altura, a credibilidade de Tomás Taveira foi ‘beliscada’ mas, hoje em dia, é um dos mais respeitados arquitectos portugueses, tendo projectado três estádios do Euro 2004 (Aveiro, Leiria e Alvalade), a Marina de Albufeira, o edifício do BNU, entre outros.

Carla Matadinho também sofreu na pele o oportunismo alheio. Em 2003, antes de ser eleita Miss ‘Playboy’, Matadinho viu fotos suas (quando tinha 16 anos) em cenas íntimas com o namorado aparecerem na internet, após o computador ter ido a reparar.

Fonte: Revista Vidas (CM)

Terça-feira, 26 de Dezembro de 2006

Carlos Vieira no Brasil

Não é a primeira vez que visita a cidade maravilhosa, mas nunca tinha lá estado em trabalho. Carlos Vieira foi um dos escolhidos para integrar o elenco de “Paixões Proibidas”, uma co-produção entre a Rede Bandeirantes e a RTP, que irá para o ar em Portugal no início de 2007. E o actor está a adorar a experiência.


“É muito bom estar inserido neste projecto, o Brasil é um país deslumbrante.” Fascinado com o seu papel na novela, Carlos Vieira não poupa elogios aos colegas brasileiros. “Está a ser bom conviver com eles. A língua é a mesma, embora seja uma cultura diferente”, explica. Outras das vantagens de estar a trabalhar longe de casa é o facto de poder voltar ao anonimato. “Aqui ninguém me conhece”, conta com visível alívio.


Será, porém, sol de pouca dura. Além disso, Carlos Vieira já deveria ter alguns admiradores brasileiros, uma vez que a novela “Morangos com Açúcar”, em que interpretou o professor Nuno, foi transmitida no Brasil. Confrontado com a questão, o actor ficou surpreendido: “Já nem me lembrava que tinha entrado nos ‘Morangos!’”.

Miss Playboy fora da Face Models

A agência de modelos Face, de Fátima Lopes, rescindiu o contrato com Sara Santos, Miss Playboy TV, alegando “desrespeito às cláusulas de Exclusividade e Deveres do agenciado”. A carta foi enviada à ‘coelhinha’ no dia 18, mas, ontem, ainda não tinha chegado ao destinatário.
Sara Santos

De acordo com Rui Colaço, booker da Face, “é preciso uma autorização da agência para o agenciado participar em ‘reality shows’ e concursos de Miss e, isso, não aconteceu”, explicou ao CM o responsável pela área dos modelos de Fátima Lopes.

“Ainda por cima, esses concursos não acrescentam muito, nem são mais valias para as carreiras dos modelos”, adiantou Rui Colaço, dizendo ainda: “Só falei com a Sara duas vezes mas já percebi, através do que tenho lido na Imprensa, que ela não se sabe proteger, diz tudo o que pensa sem filtrar e vai acabar por se prejudicar”, conclui.

Quem não parece muito preocupada com este ‘afastamento’ súbito da Face é a lesada Miss Playboy, que garantiu ao nosso jornal “não estar a pensar reagir”.

“A minha agência em vez de me defender, atacou-me. Já não quero nada com a Face, a não ser o pagamento do meu último trabalho”, esclareceu Sara Santos, revoltada. “Fizeram-me passar por mentirosa, é triste”, reclama a ‘coelhinha’, garantindo: “A rescisão não me prejudica a carreira porque tenho contrato com a Playboy”.

Sara Santos acredita que a atitude da Face está relacionada com o mediatismo pela negativa com que a Imprensa a tem bafejado.

“Tenho provocado polémica e, como tal, não querem associar a minha imagem à da agência”, explicou.

A Miss Playboy TV afirmou que, agora, irá recomeçar da estaca zero na área da moda. “Tenho de bater às portas e começar do zero como modelo. Vou tentar a L’Agence, com a qual me identifico muito”, rematou.

Fonte: Correio Manhã

Marido de Suzana Vieira agride amante e é preso em motel

 

E

nquanto Suzana Vieira, 64 anos, vestia-se de romantismo para encenar o espetáculo A namoradinha do Brasil, em turnê por cidades do Nordeste, o marido Marcelo Silva, 28 anos mais novo, encarnava o papel de cafajeste em um motel no Rio de Janeiro. A traição, que parecia sorrateira, virou um estrondoso escândalo com a prisão do atual grande amor da atriz, preso sob a acusação de ter batido na amante de 25 anos. É o aparente fim de história de amor que mais parecia uma novela das oito.

No final de setembro, após sete meses de namoro, a estrela dos folhetins casava-se com um desconhecido soldado da PM, que fez segurança enquanto ela desfilava na escola de samba Grande Rio. A cerimônia foi levada aos holofotes com estardalhaço pela imprensa. Durante a lua-de-mel, na República Dominicana, o noivo tem uma crise de apendicite e foi submetido a uma cirurgia de emergência.

O policial militar Marcelo Silva, de 36 anos, foi detido na noite desta quarta-feira depois de promover um quebra-quebra no motel Queen, em Jacarepaguá, na Zona Oeste da cidade. Segundo os funcionários do estabelecimento, o marido de Suzana chegou fazendo barulho. Ele bateu com a Pajero num portão e estaria visivelmente transtornado. Pediu uma das suítes mais caras. Em seguida, começaram os gritos e a confusão.

Quem ouviu disse que ele clamava pela morte. Marcelo reagiu à voz de prisão e chegou a agredir policiais do 14º BPM (Bangu). Ele foi levado, algemado, para dentro de um camburão, para a 33ª DP (Realengo). Representante de Suzana Vieira, o advogado Silvio Guerra esteve na delegacia para liberar o carro que, segundo ele, pertence a uma empresa de produções artísticas. Ele disse que não estava representando Marcelo. À noite, a atriz se reuniu com o advogado para decidir o futuro do casamento.

Suzana Vieira soube do episódio quando desembarcou no Rio. Uma sobrinha da atriz, Nilza, contou que ela está pasma, sem acreditar no que aconteceu. O romance dos dois foi marcado por cenas tórridas de amor nas praias e festas cariocas, sempre flagradas por paparazzi. O burburinho que corria no Rio era que o próprio Marcelo ligava para revistas e sites de fofocas para avisar local e hora onde eles estariam.

Fonte: Correio Braziliense

Sábado, 2 de Dezembro de 2006

Eles são mal comportados

Já por duas vezes, Júlio Isidro fica sem a sua parceira. Para a RTP, a gota de água deu-se quando Merche se recusou a terminar uma emissão de “Portugal no Coração”

 

Há duas semanas, a apresentadora de “Portugal no Coração”, Merche Romero, voltou às capas de revistas e jornais e não pelos melhores motivos. A loira da RTP1 tinha deixado um dos programas a meio, pois não apareceu para apresentar a segunda parte. Quem teve de o fazer, sozinho, foi Júlio Isidro, que, mais uma vez, mostrou o seu profissionalismo e se alheou das polémicas.

Tudo aconteceu depois de Merche ter tido uma discussão com o produtor. Ela queria dar continuidade ao programa num determinado local do plateau, mas a produção não lhe fez a vontade. A apresentadora, sem razão aparente, ficou fora de si e começou a gritar. Garante quem assistiu que não foi uma cena bonita de se ver. Merche utilizou uma linguagem pouco própria ao falar com um superior hierárquico e recusou-se a levar o programa avante, colocando a emissão em perigo.

A apresentadora acabou por ser suspensa por Nuno Santos, director de programas da RTP, que não a deixou apresentar “Portugal no Coração”, nem no dia seguinte nem durante as semanas seguintes.

A discussão nos estúdios do Porto levou Nuno Santos a tomar uma posição: difundiu um comunicado no qual afirmava que a apresentadora tinha tido “um comportamento grave na sequência de uma natural divergência de opinião no âmbito do programa que estava a ser efectuado em directo”. Em reunião, e depois também através de comunicado, Merche pediu desculpa pela sua conduta e foi perdoada.

Só que antes, quando inquirida pelos jornalistas, que já sabiam do sucedido, faltou à verdade. Disse que não tinha havido confusão e a sua falta no dia seguinte estava prevista. A agente da apresentadora, Beatriz Lemos, disse à tvmais: “As polémicas são feitas pela imprensa. A Merche foi resolver um problema na régie e não teve tempo para voltar a entrar no programa. Amanhã (referia-se ao dia 14) estará de volta”. No entanto, não foi essa a ordem que o director de programas lhe deu poucas horas depois, quando se reuniu com ela com carácter de urgência.

Merche acabou por ficar fora de antena durante duas semanas, tempo durante o qual foi substituída por Cristina Alves. Quanto ao ordenado, recebeu-o sempre por inteiro, mesmo enquanto suspensa das suas funções. O psicólogo clínico Quintino Aires tem uma explicação para este tipo de comportamento. “É imaturidade. As últimas investigações indicam que as características da personalidade não são um processo linear.

Avançam e recuam no tempo. Provavelmente, o que está a acontecer é que alguns deles sempre foram imaturos. Noutros, o facto de serem vedetas, a força que têm e o que ganham fazem com que características da personalidade antiga voltem a ganhar força e, naturalmente, surge a imaturidade.” E vai mais longe: “A maturidade aguenta-se à custa do controlo social.

As exigências e o receio da reacção dos outros levam a que se mantenha e garanta essa maturidade. Quando se vive num ambiente em que o social não nos exige isso, perde-se as características de maturidade que se tinham ganho. E, na verdade, muitas dessas pessoas, que são actores muito conhecidos ou apresentadores não têm grande pressão por parte das produções que os rodeiam. É como se tivessem medo deles e isso leva a que eles percam essa questão do controlo.”

Antecedentes
Esta não foi, contudo, a primeira vez que a espanhola ferveu em pouca água. No final de Setembro, depois de uma violenta discussão ao telefone, Merche recusou-se a trabalhar e foi Júlio Isidro quem também assegurou a emissão. A sua atitude não foi bem vista no seio da RTP. Farta dos seus comportamentos de menina mimada, a produção de “Portugal no Coração” pô-la a preparar entrevistas durante oito dias.

Recorde-se que estes foram tempos complicados para a apresentadora, que estava ainda no rescaldo da separação do futebolista Cristiano Ronaldo. Chegou a chorar em directo no programa “Só Visto!” e queixou-se dos tempos que tinha vivido ao lado do jogador: “Foi muita pressão sobre mim”. Nos estúdios do Monte da Virgem, conta quem com ela se cruzava que Merche andava nervosa e maldisposta. Tinha, também, alguma dificuldade em cumprir horários.

Nada como ir uns tempos para fora do País, devem ter pensado os seus superiores. Depois de ter ficado nos bastidores, Merche foi enviada para os Estados Unidos e Canadá, onde durante duas semanas realizou reportagens junto das comunidades portuguesas. Porém, no regresso, manteve as mesmas atitudes, que conduziram ao referido “castigo”.

Maria João Silveira também entrou em rota de colisão com a produção de “Portugal no Coração”.

Outros casos
Quem também teve problemas com a RTP foi a jornalista e apresentadora Maria João Silveira, que foi afastada de “Portugal no Coração”, que conduzia com José Carlos Malato e Merche Romero. À revista CARAS, confidenciou: “Não foi o programa da minha vida”. Maria João entrou em conflito com a produção e, em consequência, foi fazer reportagem. Mas, pouco tempo depois, pediu baixa psicológica. Esteve a tratar uma depressão e quando regressou ao trabalho já não tinha lugar no talk-show da estação pública.

José Carlos Pereira já foi avisado duas vezes pela NBP. Atrasos e falta de respeito pelos colegas foram os motivos, tanto em “Morangos”, como em “Baía das Mulheres”

O actor José Carlos Pereira também tem tido alguns problemas de disciplina. Neste momento, ainda faz parte do elenco de “Morangos com Açúcar”, mas está de saída. Apesar da discrição com que o assunto foi tratado na NBP, produtora da série, que afirmou que este estava com “problemas pessoais”, o certo é que o actor causou rebuliço nos estúdios.

José Carlos esteve uma semana sem gravar, depois de se ter exaltado quando soube que a sua participação não iria até ao final da temporada, terminando em Janeiro. Os responsáveis pela produção não toleraram a sua postura e foi dispensado. Até porque ele já tinha sido chamado à atenção por chegar atrasado e criar mau ambiente. Nesta altura, José Carlos encontra-se a gravar as suas últimas cenas finais. Não chegará ao Verão, altura em que termina mais uma temporada da novela juvenil da TVI.

Este é mesmo um caso difícil. Não é a primeira vez que o Vítor de “Morangos” tem um comportamento passível de sanção pela entidade empregadora. Ainda era um caloiro, em “Anjo Selvagem”, e já era conhecido por não respeitar horários. Depois, em 2004, quando gravava “Baía das Mulheres”, não compareceu a um dia de trabalho nem avisou a produção. A acção causou à NBP um prejuízo de milhares de euros. “Foi chamado para uma reunião com o director-geral e outras chefias, e levou um valente puxão de orelhas. Esteve mesmo para ser despedido”, referiu fonte ligada à produtora.

Só não aconteceu porque a novela estava no fim. A mesma sorte não teve a actriz Glória Férias. Problemas com drogas, que ela chegou a admitir, e falta de cumprimento ditaram a sua saída da novela “Dei-te Quase Tudo”. Guilhermina, a sua personagem, morreu subitamente.

Arrependidos
Em 2004, quando decorriam as gravações da primeira série de “Morangos”, Diogo Amaral, que era o vilão da história, também perdeu as estribeiras. Dessa vez, os jornalistas, convidados a acompanhar a rodagem das cenas foram o alvo da fúria do actor. Diogo gritou, esbracejou e ameaçou os jornalistas quando foram captadas imagens suas ao lado de Joana Solnado, colega e namorada na vida real. “Vais apagar isso e é já”, disse.

 

Inexperiente, Diogo Amaral não aguentou a pressão e explodiu com a imprensa, depois de ter sido fotografado ao lado de Joana Solnado

E continuou no mesmo tom. “Acabou. Vais-te embora. Já não tiras mais fotos, mais ninguém fotografa.” Só se acalmou quando falou com o director-geral da NBP, João Dinis, ao telemóvel e conversou com a relações públicas, Inês Cortez. Uma conduta insólita em Diogo, conhecido por ser correcto, cumpridor e educado.

O actor justificou-se mais tarde, alegando que estava cansado e as cenas com os travestis eram duras de fazer. Porém, não se livrou da chamada de atenção das chefias para que tal não voltasse a acontecer. Até agora, não se lhe conhece mais nenhum episódio do género.

O caso Sofia Alves
Dois anos antes deste incidente, Sofia Alves cortava relações com Teresa Guilherme por causa do programa “As Manhãs de Sofia”. Bateu com a porta e saiu do programa. Na altura, Teresa garantiu à tvmais que ia para tribunal, não por a actriz ter quebrado o contrato mas pelas considerações que tinha tecido publicamente sobre a sua produtora. “Vou processar a Sofia, pois ela ofendeu a minha equipa. Ela vai ter de retractar-se e, para provar que não quero o dinheiro para nada, a importância que eu ganhar vai para uma instituição de caridade”, garantiu a actual responsável pela ficção nacional da SIC.

Sofia Alves sentiu-se ultrapassada nas decisões de “As Manhãs de Sofia” e bateu com a porta ruidosamente. Avisou Moniz, mas esqueceu-se de Teresa Guilherme, a produtora do programa

A guerra foi declarada quando Sofia Alves decidiu demitir-se do programa produzido por Teresa. Queixou-se, posteriormente, de estar à margem das decisões tomadas. Na produtora, ninguém estava à espera da reacção da então apresentadora. Sem aviso prévio, numa tarde a seguir ao programa, Sofia dirigiu-se ao gabinete de José Eduardo Moniz para lhe comunicar que não apresentaria mais “As Manhãs de Sofia”. Depois, deu uma entrevista ao jornal “Correio da Manhã” para contar as suas razões. Ainda não tinha falado com Teresa Guilherme. A produtora ficou a saber que não tinha apresentadora para o dia seguinte pelo jornal, que lhe ligou em busca da sua versão dos factos.

Nem queria acreditar na atitude da actriz, que a deixou numa situação complicada: não tinha apresentadora para o dia a seguir e 100 pessoas podiam ter ficado sem trabalho se a TVI cancelasse o programa no seguimento deste problema. Acabou por convidar Rita Salema para conduzir com ela os programas seguintes, pois esta tinha estado muito bem na rubrica de culinária. Sofia ainda apareceu de surpresa para avisar o público que estava doente. Nunca mais se falaram e Sofia Alves esteve algum tempo afastada da estação de Queluz, voltando em “A Jóia de África”.

Nenhuma destas acções é justificável, segundo afirma o médico Quintino Aires. “Não é uma coisa normal. Há responsabilidades. O trabalho destas pessoas tem implicações demasiado grandes. Não podem diminuir a sua responsabilização. São milhares de euros envolvidos e trabalhos com enorme visibilidade, nos quais qualquer acção tem logo grandes implicações.”

TV Mais

Eles são mal comportados

Há duas semanas, a apresentadora de “Portugal no Coração”, Merche Romero, voltou às capas de revistas e jornais e não pelos melhores motivos. A loira da RTP1 tinha deixado um dos programas a meio, pois não apareceu para apresentar a segunda parte. Quem teve de o fazer, sozinho, foi Júlio Isidro, que, mais uma vez, mostrou o seu profissionalismo e se alheou das polémicas.

Tudo aconteceu depois de Merche ter tido uma discussão com o produtor. Ela queria dar continuidade ao programa num determinado local do plateau, mas a produção não lhe fez a vontade. A apresentadora, sem razão aparente, ficou fora de si e começou a gritar. Garante quem assistiu que não foi uma cena bonita de se ver. Merche utilizou uma linguagem pouco própria ao falar com um superior hierárquico e recusou-se a levar o programa avante, colocando a emissão em perigo.

A apresentadora acabou por ser suspensa por Nuno Santos, director de programas da RTP, que não a deixou apresentar “Portugal no Coração”, nem no dia seguinte nem durante as semanas seguintes.

A discussão nos estúdios do Porto levou Nuno Santos a tomar uma posição: difundiu um comunicado no qual afirmava que a apresentadora tinha tido “um comportamento grave na sequência de uma natural divergência de opinião no âmbito do programa que estava a ser efectuado em directo”. Em reunião, e depois também através de comunicado, Merche pediu desculpa pela sua conduta e foi perdoada.

Só que antes, quando inquirida pelos jornalistas, que já sabiam do sucedido, faltou à verdade. Disse que não tinha havido confusão e a sua falta no dia seguinte estava prevista. A agente da apresentadora, Beatriz Lemos, disse à tvmais: “As polémicas são feitas pela imprensa. A Merche foi resolver um problema na régie e não teve tempo para voltar a entrar no programa. Amanhã (referia-se ao dia 14) estará de volta”. No entanto, não foi essa a ordem que o director de programas lhe deu poucas horas depois, quando se reuniu com ela com carácter de urgência.

Merche acabou por ficar fora de antena durante duas semanas, tempo durante o qual foi substituída por Cristina Alves. Quanto ao ordenado, recebeu-o sempre por inteiro, mesmo enquanto suspensa das suas funções. O psicólogo clínico Quintino Aires tem uma explicação para este tipo de comportamento. “É imaturidade. As últimas investigações indicam que as características da personalidade não são um processo linear.

Avançam e recuam no tempo. Provavelmente, o que está a acontecer é que alguns deles sempre foram imaturos. Noutros, o facto de serem vedetas, a força que têm e o que ganham fazem com que características da personalidade antiga voltem a ganhar força e, naturalmente, surge a imaturidade.” E vai mais longe: “A maturidade aguenta-se à custa do controlo social.

As exigências e o receio da reacção dos outros levam a que se mantenha e garanta essa maturidade. Quando se vive num ambiente em que o social não nos exige isso, perde-se as características de maturidade que se tinham ganho. E, na verdade, muitas dessas pessoas, que são actores muito conhecidos ou apresentadores não têm grande pressão por parte das produções que os rodeiam. É como se tivessem medo deles e isso leva a que eles percam essa questão do controlo.”

Antecedentes
Esta não foi, contudo, a primeira vez que a espanhola ferveu em pouca água. No final de Setembro, depois de uma violenta discussão ao telefone, Merche recusou-se a trabalhar e foi Júlio Isidro quem também assegurou a emissão. A sua atitude não foi bem vista no seio da RTP. Farta dos seus comportamentos de menina mimada, a produção de “Portugal no Coração” pô-la a preparar entrevistas durante oito dias.

Recorde-se que estes foram tempos complicados para a apresentadora, que estava ainda no rescaldo da separação do futebolista Cristiano Ronaldo. Chegou a chorar em directo no programa “Só Visto!” e queixou-se dos tempos que tinha vivido ao lado do jogador: “Foi muita pressão sobre mim”. Nos estúdios do Monte da Virgem, conta quem com ela se cruzava que Merche andava nervosa e maldisposta. Tinha, também, alguma dificuldade em cumprir horários.

Nada como ir uns tempos para fora do País, devem ter pensado os seus superiores. Depois de ter ficado nos bastidores, Merche foi enviada para os Estados Unidos e Canadá, onde durante duas semanas realizou reportagens junto das comunidades portuguesas. Porém, no regresso, manteve as mesmas atitudes, que conduziram ao referido “castigo”.

Outros casos
Quem também teve problemas com a RTP foi a jornalista e apresentadora Maria João Silveira, que foi afastada de “Portugal no Coração”, que conduzia com José Carlos Malato e Merche Romero. À revista CARAS, confidenciou: “Não foi o programa da minha vida”. Maria João entrou em conflito com a produção e, em consequência, foi fazer reportagem. Mas, pouco tempo depois, pediu baixa psicológica. Esteve a tratar uma depressão e quando regressou ao trabalho já não tinha lugar no talk-show da estação pública.

O actor José Carlos Pereira também tem tido alguns problemas de disciplina. Neste momento, ainda faz parte do elenco de “Morangos com Açúcar”, mas está de saída. Apesar da discrição com que o assunto foi tratado na NBP, produtora da série, que afirmou que este estava com “problemas pessoais”, o certo é que o actor causou rebuliço nos estúdios.

José Carlos esteve uma semana sem gravar, depois de se ter exaltado quando soube que a sua participação não iria até ao final da temporada, terminando em Janeiro. Os responsáveis pela produção não toleraram a sua postura e foi dispensado. Até porque ele já tinha sido chamado à atenção por chegar atrasado e criar mau ambiente. Nesta altura, José Carlos encontra-se a gravar as suas últimas cenas finais. Não chegará ao Verão, altura em que termina mais uma temporada da novela juvenil da TVI.

Este é mesmo um caso difícil. Não é a primeira vez que o Vítor de “Morangos” tem um comportamento passível de sanção pela entidade empregadora. Ainda era um caloiro, em “Anjo Selvagem”, e já era conhecido por não respeitar horários. Depois, em 2004, quando gravava “Baía das Mulheres”, não compareceu a um dia de trabalho nem avisou a produção. A acção causou à NBP um prejuízo de milhares de euros. “Foi chamado para uma reunião com o director-geral e outras chefias, e levou um valente puxão de orelhas. Esteve mesmo para ser despedido”, referiu fonte ligada à produtora.

Só não aconteceu porque a novela estava no fim. A mesma sorte não teve a actriz Glória Férias. Problemas com drogas, que ela chegou a admitir, e falta de cumprimento ditaram a sua saída da novela “Dei-te Quase Tudo”. Guilhermina, a sua personagem, morreu subitamente.

Arrependidos
Em 2004, quando decorriam as gravações da primeira série de “Morangos”, Diogo Amaral, que era o vilão da história, também perdeu as estribeiras. Dessa vez, os jornalistas, convidados a acompanhar a rodagem das cenas foram o alvo da fúria do actor. Diogo gritou, esbracejou e ameaçou os jornalistas quando foram captadas imagens suas ao lado de Joana Solnado, colega e namorada na vida real. “Vais apagar isso e é já”, disse.

E continuou no mesmo tom. “Acabou. Vais-te embora. Já não tiras mais fotos, mais ninguém fotografa.” Só se acalmou quando falou com o director-geral da NBP, João Dinis, ao telemóvel e conversou com a relações públicas, Inês Cortez. Uma conduta insólita em Diogo, conhecido por ser correcto, cumpridor e educado.

O actor justificou-se mais tarde, alegando que estava cansado e as cenas com os travestis eram duras de fazer. Porém, não se livrou da chamada de atenção das chefias para que tal não voltasse a acontecer. Até agora, não se lhe conhece mais nenhum episódio do género.

O caso Sofia Alves
Dois anos antes deste incidente, Sofia Alves cortava relações com Teresa Guilherme por causa do programa “As Manhãs de Sofia”. Bateu com a porta e saiu do programa. Na altura, Teresa garantiu à tvmais que ia para tribunal, não por a actriz ter quebrado o contrato mas pelas considerações que tinha tecido publicamente sobre a sua produtora. “Vou processar a Sofia, pois ela ofendeu a minha equipa. Ela vai ter de retractar-se e, para provar que não quero o dinheiro para nada, a importância que eu ganhar vai para uma instituição de caridade”, garantiu a actual responsável pela ficção nacional da SIC.

A guerra foi declarada quando Sofia Alves decidiu demitir-se do programa produzido por Teresa. Queixou-se, posteriormente, de estar à margem das decisões tomadas. Na produtora, ninguém estava à espera da reacção da então apresentadora. Sem aviso prévio, numa tarde a seguir ao programa, Sofia dirigiu-se ao gabinete de José Eduardo Moniz para lhe comunicar que não apresentaria mais “As Manhãs de Sofia”. Depois, deu uma entrevista ao jornal “Correio da Manhã” para contar as suas razões. Ainda não tinha falado com Teresa Guilherme. A produtora ficou a saber que não tinha apresentadora para o dia seguinte pelo jornal, que lhe ligou em busca da sua versão dos factos.

Nem queria acreditar na atitude da actriz, que a deixou numa situação complicada: não tinha apresentadora para o dia a seguir e 100 pessoas podiam ter ficado sem trabalho se a TVI cancelasse o programa no seguimento deste problema. Acabou por convidar Rita Salema para conduzir com ela os programas seguintes, pois esta tinha estado muito bem na rubrica de culinária. Sofia ainda apareceu de surpresa para avisar o público que estava doente. Nunca mais se falaram e Sofia Alves esteve algum tempo afastada da estação de Queluz, voltando em “A Jóia de África”.

Nenhuma destas acções é justificável, segundo afirma o médico Quintino Aires. “Não é uma coisa normal. Há responsabilidades. O trabalho destas pessoas tem implicações demasiado grandes. Não podem diminuir a sua responsabilização. São milhares de euros envolvidos e trabalhos com enorme visibilidade, nos quais qualquer acção tem logo grandes implicações.”

Dalila do Carmo:"Não sou romântica no sentido convencional da palavra"

A actriz maquilhou-se, vestiu-se a rigor e foi modelo fotográfico por um dia. Dalila Carmo, a Bárbara da novela Tempo de Viver, em exibição na TVI, foi transformada numa boneca para a agenda de 2007 da Elite Portugal, com o tema Elite on the Air.

Casada com Vasco Machado há nove meses, a actriz tem estado afastada do marido, uma vez que o economista está a trabalhar no Rio de Janeiro, no Brasil, onde deverá permanecer até ao final do ano. A CARAS aproveitou esta sessão fotográfica para falar com a actriz.

– Como correu esta experiência?
Dalila Carmo – Correu muito bem. Eu não sou modelo fotográfico, mas esporadicamente tem a sua graça. Até porque adorei esta personagem e comecei logo a tentar imaginar situações e uma peça de teatro para ela. É um boneco com uma grande construção plástica, a roupa e a maquilhagem são muito giras. Foi uma experiência engraçada.

– Hoje foi uma boneca por algumas horas. Brincava muito com bonecas quando era pequena?
– Gosto muito de marionetas, de teatro de sombras, e hoje tentei ser uma marioneta. Nunca fui muito dada a Barbies, as bonecas de que eu mais gostava eram as de lã e de trapos, que eu fazia, por isso tive uma relação um pouco difícil com as de plástico.

– Criou uma personagem romântica. O romantismo é uma das suas características?
– Sou uma mulher romântica q.b. Acho que qualquer pessoa aprecia determinados gestos e pequenos nadas, mas romântica no sentido convencional da palavra não sou. Claro que gosto de receber flores e adoro ler coisas extraordinárias...

– O seu marido tem estado no Brasil. Como tem sido esta separação forçada?
– Temos muitas saudades um do outro, mas estamos ambos muito empenhados no nosso trabalho. Eu já lá fui duas vezes e não tarda nada ele está cá. De resto, estou muito contente e não quero falar mais sobre o Vasco.

– Gosta de se arranjar e de se “produzir” para sair, por exemplo?
– Gosto sobretudo de distinguir as situações. Há contextos em que gosto de usar peças especiais. Também é bom haver uma certa simplicidade e despojamento da nossa imagem no dia-a-dia, mas de vez em quando é bom mimarmo-nos um bocadinho. Até porque projectamos uma segurança completamente diferente.

<– Como lida com a sua imagem?
– Às vezes sou um bocadinho conflituosa e aceito-me menos bem, mas isso é uma aprendizagem que vou fazendo de uma forma gradual. Além disso, acho que os defeitos fazem parte da perfeição. Mas no presente seria incapaz de modificar o que quer que seja.

– Não exclui, portanto, uma operação plástica no futuro?
– Não sei. Estou a mudar todos os dias, e já aprendi que não digo “desta água não beberei”. Mas não sei como estarei daqui a 10 anos, nem como vou envelhecer. Espero continuar a sentir-me bem dentro da minha pele e, acima de tudo, a manter a coerência.

Actrizes de "Tu e Eu" revelam curvas perigosas

Foi nos novos estúdios da NBP, em Vialonga, que encontrámos Fernanda Serrano, Sandra Cóias e Vera Alves a gravar intensamente. Numa operação inédita, a produção de “Tu e Eu” construiu todo o cenário do health club, que surge como um dos principais locais da novela e está magnífico. Espaços amplos, de cores fortes e inspiração oriental dão abrigo às actrizes, que se mostram bem-dispostas, embora as cenas sejam puxadas a nível físico e o calor, dentro do estúdio, quase intolerável.


O desafio maior para Fernanda, Vera e Sandra, ou Débora, Olga e Susana, os nomes das personagens, é mesmo convencer em poucos minutos que estão em excelente forma e são exímias a fazer exercício físico. O que nem sempre acontece na realidade. Apesar de apresentarem uma silhueta de fazer inveja, nem todas têm o hábito de praticar desporto.


“Já chumbei por faltas em todos os ginásios. Adoraria fazer exercício, porque me iria dar muito jeito, até em termos de expressão corporal, mas acho sempre que há outras coisas à frente para fazer. Sou preguiçosa”, confessa Fernanda Serrano. “Agora, tenho mesmo de fazer”, sublinha. É que Débora, uma antiga manequim a que dá vida, não descura a boa forma. Sabe que o seu trunfo é o corpo e a forma como o usa para seduzir, estando sempre atenta aos “quilinhos a mais”.


Embora goste de fazer tudo quanto é desporto – de ginástica a windsurf e snowboard –, nos últimos tempos a preguiça tinha tomado conta de Vera Alves. O facto de ter de interpretar uma professora de Educação Física obrigou-a a voltar aos velhos hábitos. “Confesso que já não ia há algum tempo ao ginásio, mas tive de voltar, até para saber como estão as aulas e as coreografias.


Nesta altura, vou o suficiente para fazer as cenas com alguma credibilidade”, garante. E explica, de seguida: “Não me sentiria bem se assim não fosse. Tenho medo de não estar credível”. O cansaço está estampado no seu rosto. Ainda por cima está com febre, possivelmente uma consequência de sair do estúdio muito quente para enfrentar o frio nas salas contíguas. Ossos do ofício. Não se queixa.


Quem não se mostra fatigada é Sandra Cóias. Está habituada a exercitar-se com regularidade (os músculos bem definidos, causam inveja a qualquer um), e tem uma alimentação cuidada. A actriz, que interpreta a designer Susana, é uma vegetariana assumida e sem tentações. “É mais saudável e uma opção de vida”, diz. Sandra recorda até como decidiu deixar de comer carne. “Foi o Heitor Lourenço que me fez pensar no assunto.” Até já lançou um livro de receitas. Agora, chegou a vez de convencer a amiga Fernanda Serrano a experimentar. “Provou um hambúrguer vegetal e gostou”, conta Sandra.

4Taste - Actores querem dar um ar de rock

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O público já conhece algum do talento dos 4Taste pela amostra que a TVI, através da novela ‘Morangos com Açúcar’, tem vindo a oferecer. Mas agora os rapazes vão tornar-se numa banda a ‘sério’ e saltar da ficção para a realidade. A intenção é protagonizar um fenómeno de sucesso tal como os seus antecessores, os D’ZRT.

Os 4Taste ‘frequentam’ há quase oito meses a ‘Escola dos Navegantes’ – que é como quem diz o elenco dos ‘Morangos’ – mas só agora vão autonomizar-se das personagens que encarnam na novela.

Antes da secção de fotos para o Correio Êxito, um elemento da produção responsável pelos quatro actores/músicos mostra preocupação. “Faz qualquer coisa a esse cabelo Luke”, afirma, enquanto despenteia as melenas louras do vocalista dos 4Taste, cujos traços não renegam a ascendência britânica (por parte de mãe). Alguém se lembra de que “talvez fosse bom um pouco de maquilhagem” e, a reboque, uma embalagem de ‘blush’ salta do interior de uma mala feminina para resolver o contratempo.

No parque dos Nirvana Studios, que acolhem os ensaios do grupo, Francisco, David, Nélson e Luke acatam o atraso com abnegação e, mesmo contrafeitos, põem a cara a jeito para o tal pó que lhes dará cor nas fotografias. Têm noção da oportunidade que têm entre mãos e a humildade de quem só agora encetou o caminho para o estrelato.

“Quando fizemos o casting já sabíamos ao que íamos. A principal exigência era que soubéssemos tocar. A produção procurava músicos para formar uma nova banda no contexto da ficção. Porque é de fazer música que gostamos, tínhamos de agarrar a oportunidade. É uma boa porta para começar uma carreira”, justifica Nelson, rapaz ponderado na ‘vida real’, postura bem diferente do vilão que interpreta na trama da TVI.

Desde o primeiro momento da “nova vida” que lhes coube em sorte, os quatro jovens dividem o tempo passado no ‘plateau’ com a preparação do seu primeiro disco, que esta segunda-feira chega aos escaparates. “As três primeiras músicas foram gravadas logo no início, mas quando começámos a ter menos tempo por causa da novela, tivemos de abrandar o ritmo. Depois houve uma semana em que nos sentimos mais inspirados e metemos na cabeça que tínhamos mesmo de fazer duas músicas. Foi assim que nasceram os tema ‘Leva-me Assim’ ‘Eu Não Quero Olhar (P’ra Trás)’”, recorda David.

Nos 4Taste o processo de trabalho seguiu lógica contrária a qualquer banda na garagem: a música já era ponto assente mesmo quando os músicos ainda não tinham estabelecido uma relação de amizade e confiança entre si. “Só com o tempo começámos a conhecer-nos melhor, como músicos e como pessoas, o que também é importante...”, diz Francisco.

Esta é a primeira entrevista que o grupo faz. No dia anterior, tiveram um ‘briefing’ exaustivo que tentou prepará-los para todo e qualquer tipo de perguntas. Talvez por isso, os quatro jovens começam por medir bem as palavras, mas, à medida que a conversa avança, as confidências tornam-se mais fáceis.

Os 4Taste ainda estão verdes, mas já têm histórias para contar. Como a daquela “miúda que estava no estúdio com um cartaz e que desatou aos berros”: “Francisco, eu amo-te!” Depois desatou a correr em direcção ao alvo do seu amor platónico e pespegou-lhe dois beijos. O ‘Romeu’ deste episódio é o baterista, Francisco, que ainda não sabe como reagir a tais reacções exacerbadas. “Uma pessoa não está nada à espera que aquilo aconteça... e a minha timidez não ajuda.”

O melhor mesmo é habituar-se. No próximo mês, os 4Taste vão ter de enfrentar as maiores plateias do País – certamente repletas de meninas apaixonadas – como o Pavilhão Multisusos em Guimarães (16 de Dezembro) ou o Campo Pequeno em Lisboa (23).

Enquanto a ‘prova dos nove’ não chega, os 4Taste ainda se podem dar ao luxo de alegar um certo “nervosismo”. “Não sabemos o que é que isto vai dar. Claro que os resultados também dependem de nós e estamos a dedicar-nos a 100 por cento. Além disso, música portuguesa, feita por artistas nacionais e cantada na língua de Camões, nunca é demais”, acrescenta Luke, como quem já sabe de ‘cor e salteado’ a cartilha para a fama...

NÉLSON PATRÃO

Estava a estudar Música e Novas Tecnologias em Torres Vedras mas acabou por interromper o curso para integrar o elenco de ‘Morangos com Açúcar’. Não gosta de ser ‘melga’ para os amigos e tem como principal referência musical os Nirvana.

FRANCISCO BORGES

Frequenta o quarto ano de Direito e, talvez por isso, é o mais eloquente do grupo. Tem 22 anos e já toca bateria há oito, mas a sua formação musical começou pelo violino. Gosta de jogar ténis e adora Dave Mathews Band. Diz que é muito teimoso e ambicioso.

LUKE D'EÇA

O vocalista dos 4 Taste odeia matemática, mas ainda assim terminou este ano o Ensino Secundário. Antes fazia teatro amador no grupo ‘Lisbon Players’ e tocava numa banda em bares. Tem 19 anos, é do signo Sagitário e tem ascendência britânica.

DAVID GAMA

Antes dos ‘Morangos’, o baixista de 25 anos tinha uma banda com Nélson, os The Starvan. É a alma punk do grupo, apesar de ser o mais tímido dos quatro.

ESTREIA

Os 4 Taste vão realizar a sua primeira apresentação ao vivo já depois de amanhã (21h00) no palco do Hard Rock Café, cenário bem a condizer com as suas referências e estilo musical. O evento serve para assinalar o lançamento do álbum e dar início a uma megadigressão nacional, para a qual têm vindo a ensaiar muito a sério.

FILMAR NUM T2 EM CAMPO DE OURIQUE

O primeiro videoclipe dos 4Taste, feito para o tema ‘Só Tu Podes Alcançar’, foi filmado no passado fim-de-semana num simples T2 em Campo de Ourique. O enredo, aliás, assim o exigia: o vídeo conta a história de um afoito grupo de amigos que aproveita o facto dos pais de um deles estarem fora para fazer, imagine-se, um concerto em casa. Para o efeito, foram contratadas quase três dezenas de figurantes de tenra idade que ‘emprestaram’ o devido rebuliço ao outrora pacato apartamento. Os ‘pais’ não regressaram de repente, mas, ainda assim, o final não é feliz. É que, apesar da irreverência, o herói do filme dos 4Taste não tem coragem para se declarar à rapariga dos seus sonhos...

DIGRESSÃO

- Faro - 2 de Dezembro (22h00) - Pavilhão do Farense

- Arcos de Valdevez - 8 de Dezembro (22h00) - Centro de Exposições

- Barcelos - 9 de Dezembro (22h00) - Pavilhão Municipal - Barcelos

- Castelo Branco - 10 de Dezembro (17h00) - Pavilhão do NERCAB

- Coimbra - 15 de Dezembro - (22h00) Pavilhão Multidesportos

- Guimarães - 16 de Dezembro (22h00) - Pavilhão Multiusos

- Porto - 22 de Dezembro (22h00) - Pavilhão Rosa Mota

- Lisboa - 23 de Dezembro (22h00) - Campo Pequeno

D’ZRT NÃO SENTEM AMEAÇA

Com dois anos e meio de existência, os D’ZRT tornaram-se no maior fenómeno musical dos últimos tempos em Portugal, facto comprovado pelos mais de 250 mil discos vendidos e duas centenas de concertos efectuados em todo o País. A eles coube-lhes inaugurar a fórmula do casamento feliz entre a televisão e a indústria discográfica, pisadas que agora serão seguidas pelos 4Taste. Mas não se sentem ameaçados pela nova banda da novela ‘Morangos com Açúcar’.

“Já nos fizeram essa pergunta várias vezes, mas a resposta, sincera é mesmo esta: não nos sentimos ameaçados”, garante Cifrão, um dos elementos dos D’ZRT, que acredita que o grupo já conseguiu conquistar o seu lugar no panorama nacional. “O mais importante é que haja cada vez mais gente a gravar discos e que as pessoas tenham cada vez mais vontade de ouvir música. O mercado tem de mexer”, acrescenta Cifrão.

Na verdade, para lá das origens televisivas e dos nomes que remetem para experiências gastronómicas e recorrem a jogos gráficos, os dois projectos têm pouco mais em comum.

Se os primeiros apostaram no hip--hop e nos ritmos mais dançáveis (desde o R & B à música latina), os segundos vêm defender o ‘velhinho’ rock. Se os primeiros a chegar ao pódio vestem calças largas e descaídas, que deixam os boxers à mostra – para gáudio das meninas –, os segundos trazem os jeans rasgados e lembram vagamente as bandas de rock da nova vaga, como os The Killers, Green Day,Strokes ou White Stripes.

Os D’Zrt transpiram sensualidade, bronzeado e desportos radicais por todos os poros, os 4Taste têm aquele ar vagamente perdido e misterioso dos rebeldes urbanos....

Quando confrontados com uma possível rivalidade com os D’ZRT, a resposta dos 4Taste alinha pela mesma bitola. Também acreditam que “há espaço para todos”, mesmo depois de já terem saído vários projectos da saga infanto-juvenil mais vista dos últimos tempos: “Cada nome abrange um público diferente.” E aproveitam para defender a sua dama: “É uma oportunidade para revitalizar o rock. Se calhar há muitos miúdos a ouvir hip-hop porque é moda, mas agora podem descobrir um som que lhes diga mais qualquer coisa...”, diz David, fã confesso dos Nirvana e dos Guns n’ Roses. Neste mano a mano, só resta ver quem vai sair a ganhar. Correio da Manhã

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Milionário regressa para fazer balanço

Pedro Pinto, o ‘milionário’ da TVI, vai regressar ao pequeno ecrã ao lado das 14 concorrentes que ao longo do ‘reality show’ o tentaram conquistar, para um balanço do programa. No último episódio, que vai para o ar depois de amanhã, às 23h45, Pedro elege Lara como a sua preferida, deixando para trás Marta, e revela à jovem que tudo não passou de uma enorme mentira.

Ainda não se sabe quando o especial de ‘Pedro, o Milionário’ vai para o ar, mas a Endemol, produtora do formato, já gravou o reencontro do grupo que durante o mês de Agosto viveu um sonho baseado numa mentira. Pedro, o suposto milionário, não só não é rico como vive do salário de administrativo numa empresa da zona da Azambuja. E ainda mora na casa da mãe.

No dia 1 de Outubro, Pedro Pinto apresentou-se aos telespectadores e a um grupo de 14 jovens como herdeiro de uma grande fortuna. Apesar dos 20 milhões de euros deixados por um familiar, o que ele pretendia ao participar no ‘reality show’ era encontrar a mulher dos seus sonhos.

Semana após semana o ‘milionário’ foi eliminando as concorrentes, entre elas Sara Santos, recém-eleita Miss Playboy TV Portugal, até restarem apenas Marta e Lara. Depois de amanhã Pedro optará por Lara e contará, finalmente, toda a verdade.

No reencontro os 15 participantes vão recordar os 24 dias que passaram juntos numa quinta da região de Setúbal e os passeios e jantares a dois. As viagens a Espanha – Barcelona e Menorca –, já para um número restrito de concorrentes, também serão revividas, quer através de imagens gravadas pelas câmaras que os acompanham dia e noite quer de emoções. Mas também não serão esquecidas as tricas e mexericos, os ódios e paixões, em suma, os bons e maus momentos do ‘reality show’. Uma coisa é certa, feito o balanço, ainda restaram algumas amizades.

Lara e Pedro foram durante uns tempos namorados mas a relação acabou. Ficou a amizade. Correio da Manhã

Ronaldo - A maior casa de Portugal

Em princípio dentro de um ano Cristiano Ronaldo já vai passar o Natal na sua casa nova, que foi desenhada por um dos melhores arquitectos do Mundo. Souto Moura confirmou ontem ao jornal ‘Sol’ uma notícia que o CM já tinha avançado em Janeiro deste ano: foi ele o autor do projecto da mansão milionária que vai erguer-se em Santo Estêvão, no Ribatejo.

 jogador anda bastante entusiasmado com a construção da sua nova casa e, apesar de tudo estar a ser feito em grande secretismo, este assunto é recorrente nas suas conversas familiares e com amigos. “Ele está doido para ver a casa terminada. Todas as suas moradias têm características únicas, mas segundo o Cristiano esta é melhor do que um palácio. Ele diz que será a maior casa de Portugal”, conta uma amiga do craque, que diz que Cristiano planeia viver nesta mansão “já no fim do próximo ano”.

Não menos entusiasmado com este projecto está o seu autor, Souto Moura. O arquitecto diz ter aceitado este desafio “pelo tipo de pessoa e pela casa. Nunca tinha feito uma casa tão grande”, confidenciou ao ‘Sol’, avançando ainda com alguns pormenores da mansão: “Tem equipamentos que não é normal usar, como tecnologias sustentáveis. É tudo muito bonito, mas só países como a Suíça acabam por recorrer a isso, porque os preços são impressionantes.” Mas os custos deste projecto milionário não são um entrave. Souto Moura disse ainda àquele semanário que Cristiano Ronaldo não lhe colocou qualquer entrave orçamental.

SIC TROCA MOURA POR SIZA

Apesar de serem dois dos grandes nomes da arquitectura mundial nem todos os conhecem. Os ‘tertulianos’ do programa da SIC ‘Fátima’ confundiram Souto Moura com Siza Vieira quando comentavam a notícia do projecto da nova casa de Cristiano Ronaldo.

Correio da Manhã

Sexta-feira, 1 de Dezembro de 2006

Victoria Beckham - Dieta Louca

Vic Beck nua

Victoria Beckham revelou como consegue manter os seus 44 quilos. A ex-Spice Girl, de 32 anos, disse ao "New York Post" que faz uma dieta à base de Coca-Cola Light e sushi. Lembramos que a mulher do jogador de futebol David Beckham, na sua autobiografia "Aprendendo a voar" disse que durante muitos anos travou uma luta contra a anorexia. Por outro lado, Victoria lançou a confusão quando numa entrevista, a outra publicação norte-americana, disse que gostava de comer que "nem uma alarve".

Fátima Lopes dá lição a jovem

Fátima Lopes repreendeu, ontem, em directo, no programa da manhã da SIC, ‘Fátima’, um jovem que batia na mãe

Ludovic, de 15 anos, devia ter entrado em estúdio com a mãe , Fernanda Dias Nunes, mas recusou-se. A produção optou por deixar a criança nos bastidores, mas Fátima Lopes, sensibilizada e não contente com a situação, desafiou-o a entrar, dirigindo-se directamente para a câmara. “Falei para a câmara porque sabia que ele me estava a ouvir”, conta a apresentadora ao CM.

Já com o rapaz em directo, Fátima pede-lhe que abrace a mãe. “Fi-lo tentar perceber que, das duas uma, ou ele estima aquilo que tem ou um dia acorda e já não tem”, conta a profissional da SIC.

Jorge Simões, director de produção da ComunicaSom, a empresa produtora do programa, diz que o caso de ontem se tratou, sem dúvida, de “um grande momento de televisão. É inacreditável que um filho bata desta maneira numa mãe e foi isso que nos levou a trazer a história ao ‘Fátima’”.

A residir em Mira D’Aire, Fernanda Dias Nunes foi abandonada pelo marido há dez anos, cuidando de dois filhos sozinha. Apesar de ter acompanhamento médico, por problemas do foro psicológico, Ludovic batia na progenitora continuamente, o que leva Fátima Lopes a admitir que o jovem “sabia o que fazia e usava a doença conscientemente”, daí a apresentadora o ter repreendido.

“A conversa acabou comigo a dizer-lhe, claramente, que vou ficar de olho nele. E que, se repetir a graça, vou ficar altamente desapontada com ele”, afirmou a apresentadora no programa das manhãs da estação de Carnaxide.

Fátima Lopes confirmou, ao nosso jornal, que seguirá o caso, até porque acredita que, se Ludovic reincidir, “a mãe telefona imediatamente”. Se Fernanda Nunes não ligar, a própria apresentadora se encarregará de o fazer, “para saber como as coisas estão”, explica-nos a ‘Estrela’ da SIC, a qual, habitualmente, segue os casos que leva ao seu programa.

Maria João Bastos: Entrevista com actriz de ‘Tempo de Viver’

Maria João Bastos prepara-se para viver emoções fortes no final de ‘Tempo de Viver’. À semelhança do que aconteceu em ‘Mundo Meu’, onde já disputava o protagonismo com Margarida Vila-Nova, a actriz volta a ganhar destaque na novela da TVI. Agora na pele de Raquel, que persegue ferozmente a sua rival, Maria Laurinda, e desmascara as suas vilanias.

- Na novela ‘Tempo de Viver’, a sua personagem, Raquel, vai entrar numa fase de confronto directo com Maria Laurinda, interpretada por Margarida Vila-Nova?

- Vamos começar a assistir a uma disputa aguerrida entre a Maria Laurinda e a Raquel. O confronto vai ganhar novos contornos e agudizar-se. Como diz uma expressão brasileira, a Raquel ‘vai pegar no pé’ da Maria Laurinda. E vai vigiá-la cada vez mais de perto, descobrir todos os planos que ela engendrou e reunir forças para a desmascarar.

- A Raquel está disposta a tudo para enfrentar a adversária?

- A Maria Laurinda e a Raquel estão a morar na mesma casa e as próximas vigarices da Maria Laurinda vão ser rigorosamente controladas pela Raquel. E o insucesso de algumas dessas vigarices ficará a dever-se à interferência da Raquel.

- A Maria Laurinda leva a bom termo o plano de engravidar do Afonso?

- Veremos como esse projecto vai ser muito prejudicado com a intervenção da Raquel

- Foi publicada uma notícia que dava conta da sua insatisfação com a personagem de ‘Tempo de Viver’. É verdade?

- Não. Essa notícia é completamente falsa. E para provar isso basta assistir à novela. Não tenho razões para me queixar do meu papel. Estou em confronto directo com a Maria Laurinda, que é uma personagem forte. E tenho ainda uma história de amor lindíssima que também tem muito conflito. Está a olhos vistos que é um papel que me dá muito material para trabalhar e que me dá prazer.

- Depois da novela ‘Mundo Meu’, como é trabalhar, de novo, com a Margarida Vila-Nova?

- Além de trabalharmos juntas, o que me dá muito prazer, sentimos que esta representação é como um bom jogo de ping-pong. Entre nós existe uma química muito forte enquanto profissionais. E fazer uma cena, por muito simples que seja, é sempre muito prazeiroso, e algo muito enérgico.

- É grande amiga da Margarida Vila-Nova?

- A Margarida é uma das minhas melhores amigas.

- Por que não teve ninguém a apoiá-la no concurso ‘Canta por Mim’?

- Preferi não ter ninguém, nem amigos, nem família. A Margarida Vila-Nova queria muito ir, porque eu também a apoiei quando ela cantou, mas eu não quis lá ninguém. O programa é de entretenimento. A minha participação está ligada a uma causa e eu acho esta vertente de solidariedade muito interessante. Não fui para lá com nenhuma pretensão de ganhar ou de provar nada como cantora. Fui lá para me divertir e para o público conhecer a tentativa da Maria João cantar.

- Continuou a gravar a novela ao mesmo tempo que fazia os ensaios do ‘Canta por Mim’. Como reage a este ritmo intenso?

- Muito bem. Gosto de trabalhar com adrenalina, dá-me muito prazer.

- Tem projectos de trabalho no Brasil?

- Ao contrário do que tenho lido por aí não vou fazer nenhuma novela. Nem cinema. O que está previsto é um programa de televisão para a TV Globo. É um trabalho que vai exigir a minha presença apenas uma vez por mês, e durante quatro dias.

- Que tipo de programa é esse?

- Algo na linha ‘Do Comando’. E não posso dizer mais nada... Para já não conto ir ao Brasil nos próximos seis meses.

- Está nos seus projectos fazer uma carreira internacional?

- Não tenho planos. Sei que quero trabalhar com muita força e ter bons personagens para interpretar. Em Portugal, no Brasil ou noutra qualquer parte do Mundo. Não sei se terei oportunidade de fazer uma carreira internacional, mas se tiver tentarei sem qualquer medo, sem reservas. Mas não faço disto um objectivo.

- Como aprecia o trabalho do Rui Vilhena, o autor e guionista de ‘Tempo de Viver’?

- Adoro o Rui. É um autor extraordinário de novela contemporânea. É fantástico trabalhar com um bom texto. É o melhor que um actor pode ter. E é a inteligência da escrita que caracteriza o Rui.

- Nas novelas, as mulheres roubaram o protagonismo aos homens. As grandes figuras de cartaz são a Maria João Bastos, a Luciana Abreu, a Fernanda Serrano, a Sofia Alves... Como analisa este fenómeno?

- A figura feminina é muito mais apelativa. E vende mais. E isto vê-se na ficção, nas capas das revistas, na moda

- Tem 14 anos de carreira e a sua evolução na interpretação é muito notória. Foi só a experiência que contribuiu para esta evolução?

- A experiência e o muito trabalho que tenho feito ao longo destes anos. As novelas ensinam muito, mas a par das gravações tenho estudado muito. Isto é uma coisa que as pessoas não sabem, mas invisto imenso na aprendizagem, em cursos. O meu crescimento enquanto actriz deve-se também muito a isso.

- Depois de ‘Jura’, novela em exibição na SIC, o sexo vai ganhar protagonismo na ficção nacional?

- Acho que esse é apenas um caminho. Não é o caminho. E se o tema for bem desenvolvido, por que não?

- Como é a sua relação com a imprensa?

- Nunca falo sobre a minha vida pessoal, que gosto de preservar. Mantendo esta limitação é uma relação de respeito. Fazemos parte de um todo e o respeito é a base para que tudo funcione bem.

- Como reage quando alguma coisa corre menos bem?

- No momento pensa-se na melhor forma de agir. Tento fazer com que percebam que, além de ter uma exposição pública, também sou uma pessoa que quer ter uma posição mais reservada em relação à vida.

- Quando começou a tornar-se figura pública foi obrigada a repensar na sua imagem e exposição pública, entre outras coisas?

- Não reflecti sobre o assunto, naturalmente fui aprendendo, porque ninguém nasce ensinado. Até chegar a um nível em que sei o que quero. Neste momento, consigo conciliar a minha vida profissional que tem uma exposição pública com a minha vida pessoal que é privada. Parece-me a mim que tenho conseguido encontrar um equilíbrio.

- É verdade que vai fazer uma pausa na representação para fazer um curso de culinária e outro de fotografia?

- É verdade. Apetece-me parar um bocadinho. Será uma pausa desejada. Não quero, de todo, parar a minha carreira, porque adoro representar e a minha carreira é a minha vida. Mas fiz duas produções seguidas e apetece-me viver outras coisas, estar em contacto com outras realidades, outras pessoas, daí a vontade de aprender mais línguas, fazer um curso de culinária e de fotografia. E isto só é possível se eu fizer uma breve paragem e viver mais para mim, para a minha família, fazer aquilo que estou sempre a adiar. Isto vai-me engrandecer enquanto pessoa e actriz. Aparecerei renovada para encarar projectos futuros.

PASSOS DE UMA CARREIRA

DA MODA À TV

Maria João Bastos nasceu em Benavente. Há 30 anos. No final da adolescência chegou a Lisboa para estudar e licenciou-se em Ciências da Comunicação. Começou a trabalhar como manequim aos 19 anos. Declinou o primeiro papel numa novela, ‘Os Lobos’, porque teria de posar nua. Uma cara bonita e um corpo nu eram o passaporte com que recusava estrear-se na representação. Estreou-se em ‘Cinzas’, na RTP. Participou, na SIC, nas séries ´Médico de Família’ (SIC), ‘Querido Professor’ e ‘A Minha Família é uma Animação’. Em 2002, e a convite da Globo, rumou ao Brasil.

‘TEMPO DE VIVER’

Maria João Bastos é Raquel, uma viúva que volta a Lisboa após o 11 de Setembro.

FORMATO: Novela

HORÁRIO: 2ª a 6ª

CANAL: TVI

CONTRAPONTO

A MÁ DA FITA

Em ‘Tempo de Viver’, Margarida Vila-Nova é a vilã Maria Laurinda. Papel oposto ao que fazia em ‘Mundo Meu’, onde assumia o papel da órfã Rita.

A MAIS SENSATA

Na pele de Raquel, Maria João Bastos é a mais racional da trama em exibição na TVI. Um bálsamo, depois de ter sido a megera e enlouquecida Sofia de ‘Mundo Meu’.

PERCURSO NA REPRESENTAÇÃO TELEVISIVA

- Em ‘Ganância’, na SIC, (2001), no papel de Joana. Contracena com Amílcar Azenha, o vilão da trama.

- Estreou-se na Globo com ‘O Clone’.‘Sabor da Paixão’ foi a sua segunda novela brasileira.

- Em 2005, a actriz era a vilã e perturbada Sofia Salgado. Já nesta novela era rival de Margarida Vila-Nova.

- ‘Canta por Mim’. A actriz cantou e encantou o júri do programa da TVI, que a votou para entrar na semifinal.  FONTE: Correio da Manhã

 

 

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