Sábado, 27 de Janeiro de 2007

Luciana Abreu:"Sou difícil de conquistar, gosto do jogo da sedução"

Por momentos, abandonou o ar de menina ingénua e impôs toda a sua sensualidade. Numa arrojada produção fotográfica, Luciana Abreu não teve nada de Flor e encarnou o espírito de uma verdadeira femme fatale. O papel assentou-lhe na perfeição. Luciana posou sem tabus e sem reservas, libertando a sua feminilidade. O mesmo aconteceu na entrevista. Sem subterfúgios ou meias-palavras, a actriz, de 21 anos, falou abertamente sobre a família, o amor e a religião, os três alicerces da sua vida.

 

                

Luciana, que no espaço de um ano saiu do anonimato para se tornar uma das actrizes mais populares em Portugal, tem na mãe o seu ideal de mulher. “A minha mãe já sofreu muito na vida, é uma lutadora. Tem uma força incrível, e é a ela que vou buscar a minha força.” Filha de pais separados, Luciana mudou-se do Norte para a capital porque as incessantes gravações da novela da SIC a obrigaram a isso.

                         

Consigo trouxe a mãe e a irmã mais nova, Luísa, enquanto a mais velha, Liliana, optou por continuar em Gaia, onde a família sempre viveu. Apaixonada pela vida, a famosa Flor não é mulher de se apaixonar facilmente por alguém. “Sou muito exigente”, confessa. O seu maior companheiro de viagem? “Deus. Tudo o que me aconteceu ao longo deste ano teve um toque divino. Como tudo o que sucede na minha vida.”

– Há um namorado na vida de Luciana?
Luciana Abreu – Não.

– Por falta de oportunidade ou porque não anda à procura?
– As duas coisas. Primeiro, porque não estou para aí virada. Tenho tanto trabalho, que não me preocupo com o facto de não ter alguém, até porque não teria tempo para lhe dar atenção. E, depois, não ando à procura, estou muito bem assim. Vai chegar o dia em que vou sentir falta de ter uma pessoa ao meu lado, mas aí logo se verá.

– Já viveu alguma paixão arrebatadora?
– Já. Tanto andava nas nuvens como em cima de espinhos de rosas. Quando estamos apaixonadas, tanto nos sentimos felizes e maravilhadas como, de repente, podemos desmoronar. A relação acabou, porque o tempo assim o quis. Mas permaneceu uma boa amizade.

– Prefere seduzir ou ser seduzida?
– As duas coisas. Não que me ache sedutora, mas gosto desse jogo de sedução.

É difícil de conquistar?
– Muito. Sou muito exigente. Tenho sempre de sentir qualquer coisa ao primeiro olhar. Tem de haver uma certa química. E gosto que me surpreendam, gosto do factor romantismo. O cavalheirismo e os pequenos gestos têm muito significado para mim.

Fugiria com alguém num cavalo branco ou numa mota topo de gama?
– Num cavalo branco…

– Ou seja, prefere os romances cor-de-rosa à aventura e ao inesperado?
– Também gosto quando as coisas não são lineares, quando não é tudo previsível. Gosto de ser surpreendida. E, às vezes, sou a primeira a alinhar.

– Acredita que se pode ser feliz para sempre?
– Acho que não se pode ter a felicidade como garantida. É algo que se constrói e que não é segura. Existem sempre os dois lados, a felicidade e a tristeza. E a tristeza tem de existir para sabermos o que é ser-se feliz.

– Qual é o seu ideal de homem?
– Eu peço muito pouco. Há valores que prezo muito, como a lealdade, o respeito mútuo, a cumplicidade ou a confiança. São valores que nos fazem amar. O amor por si só não basta para sermos felizes. Temos de nos sentir preenchidas com a pessoa que está ao nosso lado. Talvez aí, sim, possamos ser felizes para sempre.

– Acredita em príncipes encantados?
– Não.

– Ou seja, há homens de carne e osso, com todos os seus defeitos e qualidades…
– É isso mesmo! Cada um é como é. Desde que saibamos viver em harmonia, conseguimos superar tudo.

– Suportaria uma traição?
– Definitivamente, não. Nesse aspecto, não dou o braço a torcer.

Quando chegar o grande dia, pretende fazer tudo como manda o figurino? Igreja, véu, grinalda…
– Sim. Claro que, quando namorava, pensava mais nisso. É inevitável. Agora nem tanto. Mas em vez da igreja, gostava de me casar na praia.

– E partir em cima de um cavalo branco?
– Claro. [risos] Com um vestido lindo. Esse é um passo que quero dar, convicta de que será para sempre.

E a maternidade, faz parte dos seus planos?
– Completamente. Mas o que eu queria mesmo agora era adoptar uma criança. Até tenho um quarto a mais em casa para isso. Já o tentei fazer, mas as leis e as burocracias são horríveis. Tenho pessoas a tratar disso para mim, até porque tenho o sonho de adoptar uma criança chinesa.

– Os seus pais separaram-se quando era criança. Como é que reagiu?
– Nunca falei muito sobre isso, mas dou graças a Deus por ter havido essa separação. Nós sofremos muito, passámos por coisas horríveis pelas quais não quero passar nunca mais na minha vida.

– Refere-se a dificuldades de que tipo? Financeiras, pessoais, de relacionamento…
– De tudo um pouco. Passámos por más experiências que nos ajudaram a dar valor às pequenas coisas, e que nos permitiram amadurecer e crescer. Para mim, a minha mãe é uma santa. Uma pessoa que já sofreu muito, uma lutadora. Tem uma força incrível, e é a ela que eu vou buscar a minha força. Neste momento, está com uma licença sem vencimento, porque eu não a quero deixar trabalhar. Ela tinha dois empregos, sempre trabalhou muito para me sustentar a mim e às minhas irmãs ao longo da nossa infância, para que não nos faltasse nada. Neste momento, como filha, sinto-me na obrigação de cuidar dela. Só quero que sejamos uma família feliz.

– Pressupõe-se que não conta de todo com uma figura paterna…
– Nunca pude contar. É um mapa riscado na minha vida, nem sequer perco tempo a pensar nisso. Não vale mesmo a pena.

O facto de correr atrás de um sonho levou-a a abdicar de outros factores. Em que patamar ficaram as saídas à noite, as idas ao cinema e à discoteca, coisas tão próprias da sua idade?
– Isso está tudo em fila de espera. Sinto que estou a passar pela melhor fase da minha vida, e vou ter tempo para gozar o resto depois. Não é nada que me tire o sono.

– Tem 21 anos e, seguramente, todas as preocupações típicas das mulheres. Como é a Luciana mulher?
– É alguém com os pés muito assentes na terra. Considero-me uma pessoa humilde e lutadora. Sou do tipo camaleão, adapto-me às diversas situações, o que me ajuda imenso. Aconteceu-me com esta sessão de fotografias. Encarnei uma personagem, vesti a pele de alguém.

– Vê-se como uma mulher sensual?
– Tenho o meu lado de mulher, se tiver de o usar, sei usá-lo, mas não me vejo como uma mulher sexy quando olho para o espelho. Nem penso nisso. Sou tão simples…

Se depois desta aventura juvenil lhe propusessem um papel completamente diferente, de uma verdadeira mulher fatal, que jogasse com a aparência e a sensualidade para atingir os seus fins, considerá-lo-ia aliciante?
– Completamente. Era um desafio que aceitava na hora. Faria de tudo para arrasar. Ia adorar fazer um papel desses, de jogar com a sedução, com a arte de seduzir.

 

Concurso ‘Aqui Há Talento’ estreia AMANHÃ

Há menos de um ano na RTP, Sílvia Alberto assume pela primeira vez a condução a solo de um programa. E, num formato que devolve o palco ao Portugal anónimo, a apresentadora mostra desejo de surpreender o público com a revelação de um talento escondido. Isto numa altura em que afirma ter deixado de pensar num futuro na área da representação.

-‘Aqui Há Talento’ está quase a começar. O nervosismo já se nota?

- Bem, o formato é gravado previamente e isso deixa-me mais confortável. Depois, não há motivos para ter receios. Quando se está a trabalhar com uma equipa tão talentosa não há esse problema. Em relação ao trabalho desenvolvido até agora, sinto-me confortável e acho que temos um programa muito divertido.

- Já gravou o primeiro programa. O que pode o público esperar de ‘Aqui Há Talento’?

- Confesso que tinha algum receio em relação aos talentos que poderiam aparecer. Pode não parecer, mas é complicado. Os primeiros dois programas são audições, por isso, os candidatos têm uma plateia de trezentas pessoas à frente, o júri e uma série de pessoas em casa. Estão a ser avaliados por muita gente e isso requer muita coragem. Temia que não aparecessem muitos candidatos, mas foi surpreendente o número de pessoas que estiveram nos ‘castings’. Inclusive, temos talentos muito bons e muito variados. Desde ‘stand-up comediants’, a um rapaz que faz música apenas com o estalar dos dedos, desde bailarinos a palhaços, a travestis, há uma série de talentos escondidos espalhados por aí.

- Quantas pessoas concorreram ao ‘Aqui Há Talento’?

- Tenho a ideia de que, na última fase de ‘castings’, havia duas mil incrições. Não é nada comparável ao ‘Ídolos’, mas o programa ainda não é conhecido.

- Depois do sucesso de ‘Dança Comigo’, este é o programa certo para as noites de sábado na RTP?

- É. É um formato curto, termina logo em Março, mas é o programa certo. Não só para a RTP, mas também no panorama actual da televisão portuguesa. Temos vivido de programas com figuras públicas. Tanto o ‘Dança Comigo’ na RTP como o ‘Canta Por Mim’ na TVI. Este programa devolve o palco aos anónimos. E cumpre uma função de serviço público: divulgar artistas que nunca tiveram uma oportunidade.

- E para si, é o programa ambicionado?

- Todos os programas são ambicionados. É um bom programa, apesar de ser curto. Às vezes são precisos cinco ou seis meses para sentir que o projecto agarra as pessoas. Se houver uma segunda temporada, ai sim, estará a prova de que valeu a pena. Mas é um programa que faz todo o sentido nesta fase. É importante para a estação e também é importante para mim começar o ano com um programa como o ‘Aqui Há Talento’. Ainda por cima num ano tão importante para a RTP como é o do cinquentenário.

- Já foi surpreendida pelo talento de algum dos concorrentes?

- Já, já. Logo no primeiro programa. Eu não queria desvendar muito porque é algo que se vai ver quando o programa estiver no ar, mas posso dizer que vamos ter uma revelação no canto. Uma rapariga muito nova com uma voz tremenda. Na dança há outra, nas artes circenses também. Em cada área há surpresas por descobrir, mas não posso contar mais. Até para não influir.

- E a Sílvia? Depois de ter dançado no ‘Dança Comigo’, vai revelar algum talento escondido desta vez?

- Eu sei que a produção está com ideias, algumas até engraçadas, que podemos explorar mais à frente no programa. Para já apenas digo que estou disponível para os desafios que eles me queiram colocar, com a ressalva de que, num grupo tão vasto de talentos, eu sou a menos talentosa.

- Era capaz de participar neste concurso?

- Não sei. Como sou muito persistente e teimosa, se tivesse algum talento extraordinário, se achasse que era realmente boa naquilo que fazia, se calhar até concorria. Mas não sei se teria a coragem que eles têm.

- Que orientação lhe deram na RTP para se preparar para o ‘Aqui Há Talento’?

- A preparação que eu tive foi visionar os formatos americano e francês, que são completamente distintos do nosso. No formato americano há mais espaço para bizarrias, há sempre um ‘cowboy’ pronto a fazer ‘strip-tease’ ou uma velhota a cantar rap. E, ainda que haja alguns loucos saudáveis no nosso país, acredito que somos um povo mais contido. Sem dúvida que o nosso programa vai realçar mais os verdadeiros talentos e menos aqueles talentos de rua, mais tontos, mais bizarros...

- Preferia um formato com conteúdos mais ousados ou, como disse, mais bizarros?

- Acho que como está, está muito bem. Está elegante e motivante.

- Em 2006 fez duas participações em ‘sketches’ do Gato Fedorento. Como foi esta colaboração?

- Eu sou fã dos Gatos desde os primeiros tempos na SIC Radical. Sempre acompanhei o trabalho deles. Da primeira vez o convite partiu da produtora deles, a Ana Torres, com quem eu já trabalhei. Pediram-me para participar num ‘sketch’ e eu aceitei logo. Principalmente porque me sentia confortável. Eu não sou actriz e eles também não. Isso foi uma vantagem pois estávamos ali sobretudo para nos divertirmos.

- A experiência é para repetir?

- Se a moda é fazer um ‘sketch’ em cada série do Gato, estou disponível. Da mesma forma que estou disponível para os levar ao ‘Aqui Há Talento’.

- Depois de ‘Zona J’ e ‘Amo-te Teresa’ não voltou a fazer cinema. A carreira de actriz está definitivamente posta de lado?

- Principalmente agora, que estou a estudar dramaturgia e trabalho com actores, tenho a consciência de que nunca serei uma actriz brilhante. Há muitos actores brilhantes, alguns dos quais são agora meus colegas, mas acho que cada pessoa se deve dedicar à sua área. O cinema é muito interessante e ainda recebo convites para curtas-metragens. Quando os projectos são inócuos, engraçados e interessantes, acabo por aceitar pois é mais forte do que eu. Por outro lado, quando a solicitação requer alguma estrutura que eu não tenho, sou incapaz de aceitar. Mas não é uma área que eu repudie ou diga não farei.

RECORDAÇÕES DE 'DANÇA COMIGO'

"FOI UM DUPLO DESAFIO"

Um dos momentos altos da carreira de Sílvia Alberto foi a primeira edição de ‘Dança Comigo’, em 2006. Sucedendo a Catarina Furtado na condução do programa, a apresentadora confessa agora que foram tempos de nervosismo: “No ‘Dança Comigo’ tive dois desafios. Primeiro, pegar num programa que já ia a meio e que tinha como apresentadora uma das melhores do nosso país. Depois, quando o Nuno Santos me disse que ia estar perante uma plateia de 7500 pessoas. Para quem tem 25 anos é uma grande aposta. Acredito que estávamos os dois igualmente nervosos. Eu pelo acontecimento, o Nuno pela aposta. Mas ninguém deixou ficar mal ninguém.”

FORMAÇÃO ACADÉMICA É OBJECTIVO

DRAMATURGIA DÁ AJUDA

Numa fase em que tenta coordenar mais uma época de exames com a estreia de um programa na televisão, Sílvia Alberto salienta que o curso de dramaturgia é uma mais-valia para a sua carreira de apresentadora: “O curso permite unir a linguagem do teatro e receber um leque de conhecimentos que fazem falta para a minha profissão.

PAULO DIAS, SÍLVIA RIZZO E JOAQUIM MONCHIQUE FORMAM O JÚRI

AVALIAÇÃO SERÁ EXIGENTE

Sílvia Alberto considera que o júri é “equilibrado dentro de visões opostas”. “O Paulo Dias é o mais exigente. Por ser produtor, avalia como se fosse colocar o espectáculo em palco. O Joaquim Monchique, por ser artista, é mais condescendente. Curiosamente, a Sílvia Rizzo senta-se no meio deles e, fazendo jus ao ditado, é a virtuosa do grupo”, sublinha.

'AQUI HÁ TALENTO'

Canal: RTP1

Dia: sábados

Hora: 22h00

Estreia: Domingo (22h15)

Formato: concurso

Correio da Manhã

Domingo, 21 de Janeiro de 2007

Angelina Jolie não quer mais fazer cinema

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Angelina Jolie não quer mais saber de Hollywood. Pelo menos por algum tempo. Depois de recusar o convite do diretor de Sin City, Robert Rodríguez ,para interpretar a Ava Lord na seqüência do filme - papel que ficou para Rachel Weisz - Jolie só tem confirmado rodar um longa este ano.

De acordo com a revista Premiere, o único projeto que Angie tem engatilhado para 2007 é a filmagem de Atlas Shrugged, que só estréia em 2008 e ainda não tem previsão para iniciar filmagens.

Fonte: Ofuxico

Black Eyed Peas gravam em Salvador

Usando óculos escuros e bonés, o grupo americano Black Eyed Peas esteve há cinco dias em Salvador. Eles foram gravar uma canção inédita, ao lado de Carlinhos Brown. Tudo foi feito com muita descrição na Ilha dos Sapos, estúdio de Brown, localizado no bairro do Candeal, para evitar a perseguição da imprensa.Os americanos foram apresentados ao baiano através do brasileiro Sérgio Mendes, que reside nos EUA.

Para evitar tumultos e perseguição da imprensa, eles se hospedaram em um hotel de luxo, no Litoral Norte da Bahia, há poucos quilômetros de Salvador. Eles foram apresentados à culinária baiana, comendo acarajé e uma moqueca de camarão.
Há alguns anos, Rick Martin esteve no mesmo local para gravar ao lado de Brown.

Celebridades nacionais foram convidados para dar início às festividades do Ano Novo Chinês

Nas semanas anteriores ao início das festividades na China e nas comunidades chinesas em todo o mundo, a Swatch juntou-se ao espírito da festa e criou um Especial Ano Novo Chinês, com uma Embalagem Especial.

 

Para promover o produto em Portugal, a Swatch organizou uma festa, na passada sexta-feira, no restaurante "La Vila", no Estoril, onde juntou muitos os VIPs nacionais.

Na festa estiveram presentes muitas celebridades nacionais (entre outros: Rita Andrade, Margarida Vila-Nova, Diogo Amaral, Cláudia Borges, Vanessa Oliveira, Nilton, Cláudia Semedo, Pedro Górgia, Francisco Mendes, Paulo Costa, Alexandre Silva, Joana Cruz e etc.).

Todos os convidados presentes receberam o relógio Swatch, concebido especialmente parar celebrar o Ano Novo Chinês, dentro de uma caixa redonda e de cartão encarnado, com moedas douradas e um reluzente porquinho-mealheiro dourado. Esta combinação de sorte destina-se a atrair a fortuna (sorte e riqueza) no próximo Ano do Porco.

No calendário ocidental, o ano 2006 coincidiu aproximadamente com o Ano do Cão, enquanto o novo ano, que se inicia a 18 de Fevereiro de 2007 (4075 no calendário chinês) é o Ano do Porco.

As características de personalidade variam sensivelmente de acordo com a origem da informação, mas os nascidos no Ano do Porco são geralmente considerados trabalhadores esforçados, educados, com um gosto vincado pelo luxo.

Admite-se que são companheiros amorosos e leais, que facilmente fazem amigos e habitualmente os mantêm toda a vida!

Sábado, 20 de Janeiro de 2007

Joana Solnado nega ter reatado namoro com Diogo Amaral

Muito se tem especulado sobre uma eventual reconciliação entre Joana Solnado e Diogo Amaral. Mas tais rumores não passam disso mesmo: rumores. A verdade é que a actriz de “Tempo de Viver” e o protagonista de “Floribella” não reataram o namoro. “É tudo mentira”, disse apenas Joana, sem querer dar azo a mais comentários.

Diogo Amaral, na final do programa da TVI “Canta por Mim”, do qual a ex-namorada saiu vencedora, revelou-nos mais alguns pormenores da relação dos dois. “Não houve nenhuma reconciliação, mas nós somos e vamos continuar muito amigos. Por isso, é muito natural que nos vejam muitas vezes juntos. Mas é só isso”, rematou o actor. Por isso, há mais duas caras novas no “mercado dos solteiros”, já que os dois actores estão livres para amar.

Cantora de mão cheia
Foi com uma enorme emoção que a actriz abraçou Maria João, a jovem da causa que defendia no programa “Canta por Mim”. Joana Solnado foi a grande vencedora do concurso e não cabia em si de contente. “Não estava à espera de ganhar, mas foi óptimo! Acabei com uma sensação de missão cumprida e estou muito feliz pela Maria João, que agora pode ir para a faculdade”, disse, emocionada.

Durante quase um ano, Diogo Amaral deu vida ao príncipe encantado de Flor (Luciana Abreu) na novela juvenil da SIC. Porém, a sua saída de “Floribella” está para breve. “Deixo a novela em Março”, revelou o actor. Desta forma, o rumo de “Floribella” será o mesmo do original argentino: Frederico irá desaparecer e Flor encontrará um novo amor.

Apesar das saudades que vai sentir do elenco, Diogo está aliviado com o abandono da novela, porque, apesar de compensador, este foi um projecto muito duro. “Agora quero muito é descanso e assentar a cabeça”, disse, confessando que está ansioso por umas férias. “Gostava de ir ao Brasil ou à Índia, quem sabe. A verdade é que tenho saudades de ter umas grandes férias”, contou. Projectos profissionais para o futuro o actor ainda não tem, mas, mesmo que os tenha, prefere não revelar. “Não gosto de planear, logo se vê o que farei depois de ‘Floribella’”, rematou.

O BEIJO mais longo!
“Foi um recorde pessoal da Flor e do Fred”, disse Diogo Amaral, a propósito do beijo que deram durante o espectáculo de fim de ano da SIC. Foi durante um episódio especial da novela, que culminou com uma actuação da banda Floribella, que Luciana e Diogo subiram ao palco e deram um apaixonado beijo que durou mais de um minuto!

Catarina Furtado e João Reis felizes e apaixonados na passagem de ano

A apresentadora ia entrar no novo ano a trabalhar, por isso, o marido, João Reis, foi o jurado convidado da final do programa Dança Comigo. Uma forma de juntar o útil ao agradável e de Catarina Furtado e o marido passarem o fim de ano ao lado um do outro. “Dadas as circunstâncias, aceitei fazer parte deste júri. Já tinha sido sondado, e, desta vez, não tive hipótese de dizer que não. É uma forma de eu e a Catarina estarmos juntos na passagem de ano. E a bebé também veio passar o ano connosco”, revelou João Reis, que confessa gostar de dançar, mas ser incapaz de se pôr à prova neste tipo de concursos.


Esta foi uma passagem de ano em família, pois além de Catarina, de João e da filha de ambos, Maria Beatriz, que ficou nos bastidores, também a mãe de Catarina, Helena Furtado, e a filha mais velha de João Reis, Maria, estavam na Praça de Tou­ros do Campo Pequeno.


Ao longo da noite, a apresentadora e o actor não evitaram a troca de piropos e Catarina chegou mesmo a beijar o marido, depois de este lhe dizer que, a cada troca de vestido, estava cada vez mais bonita. Catarina foi produzida pela sua equipa habitual, sendo os três vestidos que usou criações de Nuno Baltazar. Os cabelos ficaram a cargo de Marina Cruz e a maquilhagem de Cristina Gomes.


Embora não tenham posado juntos no fim do programa, os dois mostraram, nas respectivas declarações, que estão em sintonia no balanço que fazem de 2006 e nos desejos que exprimem para 2007. “Desejo que este seja um ano tranquilo e que eu possa fazer mais teatro do que fiz o ano passado. Mas 2006 foi muito positivo. Tenho uma filha, e isso é mais do que se pode desejar, para nós isso foi o acontecimento do ano”, confessou o actor.


“Em relação a este ano que passou... não podia pedir mais. Nós temos um crescimento e tive anos maravilhosos na minha infância, adolescência, mas sinto que estou numa fase muito harmoniosa da minha vida, quer pessoal, quer profissionalmente. Tenho de agradecer a quem está a proteger-me, que acho que são as minhas avós que estão lá em cima”, disse, por seu lado, Catarina. Para 2007, a apresentadora quer “que as coisas continuem assim, se não for pedir muito”.


Apesar da noite ter sido passada a trabalhar, Catarina não se importou. “Até porque fiz questão de comer as minhas passas. É a única superstição que tenho nesta noite”, justificou, acrescentando: “Esta foi uma noite iluminada. Para isso contribuiu a presença do João, mas também o trabalho de toda a equipa, a boa disposição dos concorrentes e termos um Campo Pequeno cheio.”
CARAS

Domingo, 7 de Janeiro de 2007

Nus de Leonor aquecem RTP

'Quando gravámos estava super descontraída'

Leonor Seixas será objecto de desejo em ‘Paixões Proibidas’, a novela produzida entre a RTP e a Band (TV Bandeirantes) que estreia terça-feira, no âmbito das comemorações dos 50 anos da RTP. A actriz é, juntamente com São José Correia, uma das protagonistas femininas da trama baseada na obra de Camilo Castelo Branco que reúne portugueses e brasileiros num elenco de luxo.
A história, cuja acção remonta ao século XIX, centra-se num triângulo amoroso fruto de uma paixão proibida. Adelaide (papel interpretado por Leonor Seixas), é uma portuguesa casada com Estêvão (papel interpretado por Nuno Pardal), que se envolve num romance escaldante com Manuel de Azevedo (Leonardo Carvalho). As imagens já suscitaram a atenção dos espectadores no Brasil, onde a novela estreou no dia 11 de Novembro. Isto porque Leonor Seixas surge praticamente nua nas cenas eróticas que protagoniza com o filho da conhecida Christiane Torloni.

'É UMA NOVELA DE PAIXÕES'

“A novela vai ter muitas cenas ousadas. Mas não sou só eu que vou aparecer desse modo”, explica a actriz. “É natural que assim aconteça. É uma novela de paixões, de relações entre pessoas numa época particular”, afirma antes de revelar que foi com grande à vontade que gravou os momentos mais escaldantes. “As cenas foram encenadas pelo melhor realizador do mundo. O Ignácio Coqueiro é um anjo e preparou tudo muito bem. Quando gravámos estava super descontraída. Por outro lado, o Leonardo é maravilhoso e damo-nos muito bem, pelo que não houve problema algum.”

CENAS OUSADAS EM HORÁRIO NOBRE

Para o director de programas da RTP, Nuno Santos, as cenas ousadas, que vão ser exibidas em horário nobre, também não são motivo de preocupação. “‘Paixões Proibidas’ só poderá ter um excelente acolhimento em Portugal” referiu na apresentação que decorreu no Brasil. “É uma novela que doseia sentimentos. Mas que mistura paixão ardente com uma componente sexual mais forte.” No Brasil, a novela foi classificada para maiores de 12 anos e autorizada a ser exibida a partir das 21h00.

A Band, por opção, colocou o formato a partir das 22h00 e faz passar um aviso antes do iníco dos episódios onde se lê “programa inadequado para menores de 14 anos”. Em Portugal, ‘Paixões Proibidas’ irá para o ar às 21h00, na mesma faixa horária em que SIC e TVI exibem, respectivamente, as novelas juvenis ‘Floribella’ e ‘Doce Fugitiva’. Ainda na apresentação de ‘Paixões Proibidas’, no Rio de Janeiro, Nuno Santos foi apoiado pelo seu homólogo da Band, Juca Silveira. “Não há nada que não seja adequado ao horário. No Brasil foi classificada para as 21h00. Existe sexo, sim, mas nada é gratuito. Tudo está contextualizado”, referiu o responsável da estação brasileira.

DATAS DE ESTREIA

Curiosamente, as datas de estreia de ‘Paixões Proibidas’ no Brasil e em Portugal não coincidiram, o que é estranho considerando que a novela é uma co-produção entre as duas estações. Apesar de chegar à RTP com quase dois meses de atraso face à Band, Nuno Santos não vê nisso uma desvantagem. “Não ficamos a perder. Preferimos fazer uma campanha promocional muito forte, deixar passar a época de Natal e depois colocar a novela inserida no contexto de programação dos 50 anos da RTP”, defende.

A residir actualmente no Rio de Janeiro, cidade onde vai ficar até terminar as gravações em Maio, Leonor Seixas mostra-se visivelmente satisfeita com a oportunidade conquistada e expectante no que diz respeito ao futuro: “Estou a adorar viver aqui. Identifico-me imenso com o Rio de Janeiro. É uma cidade que já conhecia, que tem imenso a ver comigo. É um sonho concretizado, pois há imenso tempo que queria vir para o Brasil trabalhar. Não só fazer televisão, mas também cinema e teatro. Portanto, sinto-me muito contente por estar aqui.”

Tanto que, mesmo tendo direito a uns dias de folga e a viagens de avião, Leonor Seixas preferiu ficar no Rio de Janeiro para celebrar a passagem de ano. No entanto, nem tudo é fácil e a actriz portuguesa reconhece que existem diferenças substanciais na forma de trabalhar. “É diferente, sim. Estamos numa cidade estranha, o que influencia logo. Tanto a cidade como os brasileiros, tudo tem um ritmo diferente. Depois não estamos em casa, estamos num aparthotel. E, naturalmente, o esquema de trabalho é diferente. Desde a planificação da semana aos estúdios. Mesmo a equipa técnica é diferente. É o dobro da nossa. Aqui há muitas câmaras em estúdio, são câmaras por todos os lados”, confessa.

E até a forma como o realizador se relaciona com os actores é uma novidade: “O trabalho do realizador também difere do que se faz em Portugal. Há realmente muitas diferenças.” Como exemplo, Leonor Seixas refere que, ao contrário do que se passa normalmente na produção de novelas em Portugal, em ‘Paixões Proibidas’ os actores têm em mão “30 episódios do guião”. “É muito bom para uma novela. Temos uma base mais sólida do que é habitual”, salienta a actriz.

Com a acção a desenrolar-se a partir de 1805 entre Portugal e o Brasil, ‘Paixões Proibidas’ é uma novela de época, facto que não atemoriza a jovem actriz. “Tenho feito vários trabalhos de época e gosto imenso. Não sei porquê, mas ando há algum tempo a fazer muitas produções históricas.

Por isso, de maneira alguma, me seria difícil adaptar. Até já tenho vontade de fazer algo contemporâneo, de calças de ganga e T-shirt.” Recorde-se que, no Verão de 2006, Leonor Seixas esteve em cena no Teatro da Trindade com a peça ‘O Terramoto’, cuja acção decorria em 1755.

Antes tinha feito ‘Até Amanhã Camaradas’, uma série baseada no romance homónimo de Álvaro Cunhal, passada nos anos quarenta, e ‘Inês de Castro’, que recuava ao século XII. “Não me faz muita diferença que a novela seja de época. Interessa-me fazer trabalhos de qualidade, que sejam aliciantes. Se decorrem em 1300 ou 2040, não me preocupa”, sustenta. No entanto, Leonor Seixas reconhece que as produções de época têm um elemento que a cativa: “As roupas, é claro!”

NO RIO DE JANEIRO

No Rio de Janeiro estão também São José Correia, Virgílio Castelo, Ana Bustorf, Maria Luís, Nuno Pardal, Carlos Vieira, Pedro Lamares e Henrique Viana, que só esta semana se juntou ao grupo. A primeira, conhecida das novelas da TVI ‘Fala-me de Amor’ e ‘Ninguém Como Tu’, também está a causar furor no Brasil. Os atributos físicos e as cenas ousadas que São José Correia protagoniza têm chamado a atenção e a actriz, com a personagem Elisa de Mandeville, já é considerada uma das revelações de ‘Paixões Proibidas’.

Em destaque está também Virgílio Castelo, que acumula o papel de Padre Diniz – um justiceiro solitário que deambula de noite pelas ruas do Rio de Janeiro – com o cargo de realizador-adjunto. A presença do português tem agradado principalmente ao realizador principal, Ignácio Coqueiro, que sauda a parceria efusivamente. “Se não fossemos parceiros em tudo, não era possível levar este projecto por diante e a harmonia com o Virgílio Castelo foi muito importante para isso.

Conseguimos mostrar a toda a equipa o trabalho que queriamos fazer”, defende. Já para o actor português, o enfâse deve ser colocado antes na qualidade do texto e na capacidade dos actores que compõem o elenco. “Julgo que não há grande diferença entre os actores portugueses e os brasileiros. São todos muito parecidos.

O que toda a gente me tem dito é que este é o melhor texto que já tiveram em mãos”, salienta Virgílio Castelo. Aliás, a adaptação de Aimar Labaki aos romances ‘Amor de Perdição’, ‘Mistérios de Lisboa’ e ‘O Livro Negro do Padre Dinis’ reúne o consenso tanto de actores como de realizador e responsáveis das estações televisivas.

PAIXÕES PROIBIDAS

ESTREIA: 09/01/07

HORA: 21h00

FORMATO: Novela

ELENCO: Flávio Galvão, Suzy Rêgo, Celso Frateschi, Juliane Trevisol, Felipe Camargo, Maria Carolina Ribeiro, Leonor Seixas, Nuno Pardal, São José Correia

SEXO DESDE O PRIMEIRO EPISÓDIO

VIOLÊNCIA MARCA ESTREIA

Logo nos primeiros minutos do capítulo de estreia de ‘Paixões Proibidas’, Simão, personagem interpretada por Miguel Thiré, aparece numa cena ousada a ‘divertir-se’ com uma amante espanhola. Ainda no mesmo episódio, Joaquim (Eirom Cordeiro), viola uma escrava no dia em ela subiria ao altar. De seguida, o mesmo personagem mata dois escravos e quase afoga uma criança por esta o ter atingido com algumas gotas de água. As cenas ousadas protagonizadas pelas actrizes portuguesas deverão surgir logo na primeira semana de exibição.

CIDADE CINEMATOGRÁFICA ALTERA DIA-A-DIA DE COLÓNIA PARA DOENTES MENTAIS

DEFICIENTES E FIGURANTES

Para criar os cenários exteriores da vila de Resende, a produção transformou a Colónia Juliano Moreira numa ‘cidade cenográfica’. O local, embora já não funcione como hospício, mantém algumas construções intactas onde vivem doentes e famílias que por ali ficaram após o encerramento do hospital, em meados da década de 50. Sem necessitar de fazer grandes alterações, a Band aproveitou ainda para ajudar alguns dos doentes e deu-lhes trabalho como figurantes da novela com direito a uma remuneração condigna.

'NOME DE CÓDIGO: SINTRA'

ESTREIA DIA 7 NA RTP 1

Integrada na programação dos 50 anos, a RTP exibe uma realização de Jorge Paixão da Costa. Série policial de 13 episódios, prolonga o mistério do texto original de Eça de Queirós e Ramalho Ortigão ‘Os Mistérios da Estrada de Sintra’, com Adriano Luz, Fernando Luís, Margarida Marinho e Ana Bustorf.

Fonte: Correio da Manhã

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