Segunda-feira, 30 de Julho de 2007

Margarida Vila-Nova está uma ‘Sofia’ muito convincente em «Corrupção»

Foto Correio da Manhã

 

Começou este domingo (29) a filmagem do filme “Corrupção” , a adaptação ao cinema do livro «Eu, Carolina», sobre corrupção no futebol português. A autora Carolina Salgado estava presente.

Com um calor abrasador, o nervosismo e a tensão habituais do início da rodagem, iniciada pela manhã, ultimavam-se os pormenores da produção, que se vai estender por sete semanas, mas a que só um par de órgãos de comunicação social teve acesso, incluindo Lusa.

 Nicolau Breyner e Margarida Vila-Nova vestiram ontem, pela primeira vez, a pele de o ‘Presidente’ e ‘Sofia’, pesonagens do filme. 

“É a primeira vez que estou num ‘décor’ cinematográico. Estou a adorar”, confessa Carolina Salgado ao Correio da Manhã, que ficou surpreendida com o visual de Margarida Vila-Nova: “A Margarida está muito bem. Está uma ‘Sofia’ muito convincente em todos os aspectos.”

A ex-companheira de Pinto da Costa admitiu ainda que as sensações transmitidas pelo filme a tinham tocado.

 “Não pensei ter assim tantas emoções neste dia”, explicou sem querer adiantar mais pormenores ou admitir se as cenas filmadas a faziam recordar momentos semelhantes. Sobre a companhia permanente dos tais elementos do Corpo de Segurança Pessoal da Polícia, Carolina Salgado, confessa: “Adaptei-me bem.”

O projecto «Corrupção», a cargo da produtora Utopia Filmes e orçado em cerca de um milhão de euros, terá 40 cópias distribuídas por todo o País no início de Novembro, contando no seu elenco com os actores Nicolau Breyner, Margarida Vila Nova, Alexandra Lencastre e Rita Blanco, entre outros, dirigidos pelo realizador João Botelho.

A obra, cujo guião foi escrito pela ex-jornalista e companheira de Botelho, Leonor Pinhão, sócia do Benfica, à semelhança do cineasta, será um «filme negro» sobre «uma sobrevivente», em adaptação livre de «Eu, Carolina».

FONTE: http://port.pravda.ru/sociedade/cultura/30-07-2007/18395-sofia-0

Actor Apaixonado

O actor Marcantónio Del Carlo, assistiu ao desfile da Modalfa,  na companhia de uma bela desconhecida. Entre os dois, o clima de intimidade era bastante forte e quem viu garante que se trata da sua nova namorada. Durante alguns momentos, o casal trocou segredos, sorrisos e muitos olhares cúmplices, sinais de quem está apaixonados.

Sobre a vida privada, o actor não fala.

Correio da Manhã

Diana Chaves: O Rodrigo é muito especial

Se, por um lado, os rumores de uma possível relação entre Diana Chaves e Cristiano Ronaldo parecem estar cada vez mais longe, por outro, é indiscutível a sua proximidade com o ex-namorado. A actriz e Rodrigo Menezes partilharam anteontem a passerelle no Porto e foi inevitável constatar que os dois nutrem ainda sentimentos bastante fortes um pelo outro.

Diana Chaves arrasou no desfile

O Rodrigo é uma pessoa muito especial”, adiantou Diana Chaves. Rodrigo Menezes, por seu turno, retribuiu o elogio, mas garantiu que entre ele e a ex-namorada existe apenas “uma grande amizade”. A verdade é que, depois de muito se dizer que ambos nem sequer se falavam, esta foi a prova de que o mau tempo parece ter passado e que os dois conseguiram ultrapassar as dificuldades. No entanto, os gestos íntimos e cúmplices não passaram despercebidos.

Porém, Diana Chaves foi mesmo a estrela do dia. Com uma forma física extremamente sensual – que ultimamente tem sido tão falada na imprensa, com direito a fotos em topless –, a actriz irradiou beleza, ao mesmo tempo que os muitos fãs que assistiram ao desfile da Modalfa não a largavam. Assim que chegou, Diana Chaves começou a distribuir autógrafos e, sempre muito disponível, respondeu a todas as solicitações. Em passerelle, proporcionou momentos divertidos com o ainda ex-namorado Rodrigo Menezes.

Correio da Manhã

Maria João Luís: Extravagância foi um risco

A actriz Maria João Luís que dá vida a Natália de Noronha, a personagem mais bizarra, colorida e divertida de ‘Doce Fugitiva’, chega ao fim da novela cansada, mas feliz por ter “arriscado” na composição da personagem que arrancou gargalhas e elogios aos telespectadores da TVI.

Maria João Luís em 'Doce Fugitiva'

"Diverti-me imenso a fazer o papel da vilã que pôs as pessoas a rir em casa. Entendi que era preciso dar um lado de comédia ao desempenho da personagem, porque a vida não pode ser como estamos habituados a vê-la e a vivê-la. Era um risco fazer a Natália com aquele penteado louco, aquela postura, mas essa margem de risco resultou e foi muito aliciante para mim enquanto actriz”, diz Maria João Luís, sentada no Estádio de Alvalade, onde decorreram as gravações das últimas cena de ‘Doce Fugitiva’. “Divertido” e “ intenso”, é assim que a conhecida actriz caracteriza este seu trabalho para a TVI, uma produção que, diz, “marcou a ficção em Portugal”.


PAPEL DIVERTIDO

“Apostou-se numa novela mais cómica e esta conseguiu manter a graça e a vivacidade ao longo de mais de 200 episódios. Isto é fantástico. Houve gente que me confessou rir-se agarrado à barriga. Há pessoas que na rua ou no café se cruzam comigo e riem. Não dizem nada, mas riem. Espero divertir-me noutra novela como me diverti nesta”, afirma a actriz, de 43 anos, que confessou “ter-se despedido das gravações e dos colegas com “muitas, muitas lágrimas”. Apesar de manter segredo quanto ao desfecho romântico da sua personagem, tudo leva a crer que a exótica Natália termine o enredo ao lado do motorista Américo (Paulo Oom).

Antes de partir para o Algarve, destino de férias, a actriz, que se libertou já da sua personagem, revela que a única recordação que vai manter de Natália de Noronha será o cabelo loiro. “Vou continuar platinada”, contou. Com três filhos ainda pequenos, e espartilhada entre dez meses de gravações e a exibição de uma peça de teatro que a vai levar em Setembro ao Brasil, a actriz Maria João Luís revela que, agora que a novela chegou ao fim, propostas de trabalho não lhe faltam.

CONVITES DE TRABALHO

“Tenho imensos convites para cinema e televisão, todos eles muito aliciantes. Estou a ponderar qual o caminho a seguir, porque estou muito indecisa. É que tenho muito bom cinema, muito bom teatro e boa televisão para fazer.... Creio que vai ser o horário de trabalho, a dimensão do projecto e a importância da personagem que vai ditar a minha opção”, explicou Maria João Luís à Correio TV.

NOVELA ENCERRA NO ESTÁDIO DO SPORTING

ELENCO JUNTA-SE PARA DESPEDIDA

Foi o colorido e o enquadramento do Estádio de Alvalade que levou a TVI a optar por gravar no local as últimas cenas da novela ‘Doce Fugitiva’. E, foi no meio da bancada, com 300 figurantes a fazerem-se passar por adeptos sportinguistas, que Leonardo (Rodrigo Menezes) reencontrou Estrelinha e a pediu em casamento. O restante elenco marcou presença no local.

TRAJES ELEGANTES

Em ‘Doce Fugitiva’, o guarda-roupa de Natália primou pelo requinte e elegância. Cativada por alguns dos modelos que envergou, Maria João Luís conta que ficou com algumas dessas peças.

Correio TV

Em ILHA DOS AMORES



Depois de Jaime, Beatriz, Formiga e Júlio Carroça agora irá morreu mais uma pessoa, Cipriano o terrível empregado da fábrica de Chá irá desaparecer trágicamente da trama, as cenas foram gravadas esta semana.

Apesar desta saída, a novela irá receber a participaçao de uma "grande" actriz: Eunice Muñoz.
Esta actriz irá dar vida a uma sem abrigo que se tornará amiga de Mariana.


Domingo, 29 de Julho de 2007

Diana Chaves desfila com Rodrigo

Neste fim-de-semana, o Porto recebe o Modalfa Fashion Dream. Durante a tarde de sábado será realizado o casting no autocarro da marca, que tem percorrido o País de norte a sul. Posteriormente, decorre um desfile, junto ao Edifício Transparente na Foz, onde Diana Chaves e Rodrigo Menezes se reencontram e dividem a passerelle.
Diana Chaves desceu 0,2 pontos

O ex-casal volta a estar junto depois de no dia 15 ter sido convidado para a Glam Beach Party, em Matosinhos. Além de Diana Chaves – que na Bolsa da Sensualidade perdeu a terceira posição para Merche Romero – e Rodrigo Menezes desfilam ainda Marcantónio del Carlo, Hélder Reis, Liliana Aguiar e Isaac Alfaiate, imagem de marca desta campanha e vencedor há dois anos.

Melanie C conquista os fãs moranguitos

Os actores de ‘Morangos com Açúcar – Série de Verão IV’ não se podem queixar dos convidados que volta e meia recebem. Há poucas semanas gravaram com os cubanos Orishas. Ontem foi a vez da britânica Melanie C, que encantou os fãs ‘moranguitos’, bem como dezenas de figurantes. A cena foi gravada nos cenários do ‘Xa-Vi Bar’, nos estúdios da NBP, em Vialonga.

‘Xavier’ ( Gonçalo Santana) e ‘Beatriz (Teresa Ovídeo) dançaram ao som da cantora

Na banda sonora de ‘Morangos com Açúcar’ podemos escutar o seu tema ‘I want Candy’, o mesmo que Mel C cantou ontem nas gravações. A actuação entusiasmou o elenco, que dançou sem mostras de cansaço e sempre a seguir a batida. Tudo correu bem, para agrado do realizador, Hugo de Sousa.

Melanie C tornou-se conhecida quando integrou as Spice Girls, a banda feminina britânica mais famosa dos anos 90, autora de êxitos como ‘Mama’ e ‘Spice Up your Life’.

Melanie C (o ‘C’ vem do apelido Chisholm) é inglesa, tem 32 anos e, depois da extinção das Spice Girls, em 2000, lançou-se a solo, com grande êxito. Já vendeu mais de três milhões de discos dos seus álbuns ‘This Time’, ‘Beautiful Intentions’, ‘Reason’ e ‘Northern Star’. Há um mês a banda feminina revelou que voltará este ano a gravar um disco.

A cena, que a NBP ainda não sabia ontem quando irá para o ar, integra o casalinho ‘Xavier’ (Gonçalo Santana), dono do bar, e ‘Beatriz’ (Teresa Ovídeo), entre muitos outros actores do elenco. Mel C concluiu, em português: “Fantástico!”

À saída a cantora recebeu uma carta de dois clubes de fãs portugueses: Movimento Melanie C e Red Girl Team, que pediam novos concertos.

EM OLHÃO A 15 DE AGOSTO

Melanie C anunciou ontem o seu regresso a Portugal. “Vou-me embora amanhã [hoje] para estar presente num casamento durante o fim-de-semana. Mas é por pouco tempo! Volto a 15 de Agosto para cantar em Olhão”, confirmou. A ex-Spice fará uma actuação no encerramento do Festival de Marisco de Olhão, no Algarve, que decorre de 10 a 15 desse mês. “Estou bastante contente com a minha carreira a solo. Sinto-me muito realizada e quero prosseguir depois de gravar o novo álbum das Spice Girl’ [‘The Greatest Hits’], que deverá sair lá para o Natal”, confirmou.

A cantora antevê que depois da gravação do futuro disco, que reúne os maiores êxitos da famosa banda feminina, “as Spice Girls não deverão continuar juntas, porque já seguiram as suas vidas, formaram família, tiveram filhos”. Melanie C concluiu: “Nunca pensei que voltássemos a juntar-nos e sinto-me muito orgulhosa das Spice Girls.” Correio da Manhã

Sam the Kid: Não gosto de ser responsável por nada

 

Sam the Kid sobe ao palco no terceiro dia do festival. Aos 28 anos, o jovem de Chelas continua a sentir-se ‘o puto’. O alcance das suas palavras não o preocupa. Rejeita o papel de porta-voz de uma geração e garante que não é “o puro”.

 

 

 Correio Êxito – Crescer em Chelas influenciou a tua música?

- Sam the Kid – Sou uma esponja que absorve tudo à volta. Morasse noutro sitio e o ambiente seria igualmente importante para a minha inspiração.

O bairro foi determinante para escolheres o hip-hop?

– Não é fácil explicar a ligação. Talvez pelas rimas que faço desde as composições da escola e que sempre pareceram acessíveis. Visualmente, os vídeos também tiveram impacto. Depois há o cantar. Eu não sei cantar e outros estilos implicam sabê-lo. Não quer dizer que um gajo do rock saiba automaticamente rappar. Isto tem a sua dificuldade.

O que mudou entre o Sam do culto do bairro e o que vende discos em todo o País?

– Estou mais profissional porque já vivo da música. Prefiro dizer o que não mudou e até já pensei em fazer um tema sobre isso. Tenho 28 anos e continuo a não ter responsabilidades. É isso que marca o Kid. Continuo em casa, não tenho mulher, filhos, nem sequer carro.

Vais ser sempre o Kid?

– Claro. É só um nome e não faz sentido trocar só por me sentir mais adulto. O António Feio não vai mudar de nome se um dia ficar bonito.

Sentes-te um porta-voz da juventude portuguesa?

– Isso remete outra vez para a responsabilidade, e eu não gosto de ser responsável por nada. O maior privilégio que tenho é ser livre para fazer o que quero. Mas percebo que possa haver essa interpretação e tento não entrar numa onda de pregador.

Foi estranho ir ao ‘Prós & Contras’ da RTP 1?

– Foi um engano. Estava entre senhores com escola Fidel Castro... Eu não tenho esse dom para discursar e não podia estar a argumentar com eles.

A política interessa-te?

– Acompanho nos noticiários, mas os políticos não me interessam nada.

E continuas sem votar?

– Sim, mas gostava de o fazer e até me dizem “vota em branco que o voto é um acto valioso”. Não! Se é valioso, não vou à urna só para mostrar que os políticos não me interessam. Eles não merecem esse trabalho.

A tua frontalidade é uma virtude ou defeito?

– Ambas, mas mais virtude. O problema está em quem recebe a mensagem: se for mais sensível pode ficar afectado. Às vezes também me arrependo, porque a espontaneidade leva-me a ser frio na forma como falo.

Assumiste no Amigos do Live Earth que não reciclas...

– E não me arrependo. A organização também não me perguntou isso quando me convidou. Sinceramente, nem gostei muito de lá ir. Banda entra, banda sai, o som também não estava nada de especial...

Então porque é que lá foste?

– Honestamente, não foi pela causa, porque tinha ido se fosse outra qualquer. Motivou-me a cena do Atlântico, onde nunca tinha estado, e achei aliciante a associação a um evento mundial. A data também foi importante porque o 7 é o meu número.

O ambiente não te preocupa?

– Não é isso. É mais o hábito português de só nos preocuparmos quando algo nos atinge. Uso preservativo por medo de engravidar alguém, mas nunca penso na SIDA porque não conheço ninguém infectado.

Continuas a ver a música como uma terapia?

– Sempre. Gosto de escrever sobre algo que tenha necessidade de dizer. Aliás, odeio sentir que não tenho nada para dizer. Claro que às vezes inspiro-me nos amigos, mas, essencialmente, as rimas são biográficas.

E não te sentes exposto?

– Não. Só rimo sobre o que me apetece deitar para fora. Uma amiga propôs-me um documentário, mas queria falar com a minha mãe. Recusei.

Farias um álbum sobre miúdas, dinheiro e carros?

– Se fosse a minha cara, fazia na boa. Se gostas da ostentação, das roupas de marca, porquê fingir o oposto? Há espaço para tudo no hip-hop. Importa é ser criativo.

Como é a vida de músico num momento de crise da indústria?

– Olha, o que supostamente equilibraria isto seriam os toques para telemóvel, mas as empresas são trafulhas e eu continuo sem ver o dinheiro. O top de vendas diz que estou em terceiro. Isso significa o quê? Quantos toques são? A Jamba declarou à minha editora 111 toques do ‘Poetas de Karaoke’. O Peter Cooper foi à Associação Fonográfica Portuguesa e diz que estão lá 9700 registados! Imagino as outras empresas licenciadas, já para não falar das que vendem imitações...

A quanto é que terias direito por cada toque?

– 25%. Eles ficam com metade e eu divido o restante com a editora.

Chateia-te mesmo que não se cante em português?

– Não é chatear-me... Não me inspira. E para fazer música, quero ouvir os outros e inspirar-me. Instrumentalmente, até podem consegui-lo, mas liricamente nunca o farão. E eu preocupo-me muito com a oralidade.

De que forma?

– Quando me conhecem costumam dizer: “parece que rima enquanto fala”. O meu objectivo é esse, mas ao contrário: rimar parecendo que falo.

Foste mal interpretado no tema ‘Poetas de Karaoke’?

– Então não fui? A situação com os Moonspell até parte de uma coisa boa que disse. Se alguém quer ser como eles é por serem bons. Eu critico é a cópia em si! O engraçado é que comecei por levar da malta do metal e depois veio o pessoal do hip-hop que canta em crioulo. Mas nunca quis dizer ‘façam todos como eu’. Por isso compreendo as reacções. Não sou, nem quero ser, o puro.

O inglês é um caminho para a internacionalização?

– Não sei, porque não tenho essa experiência. Acho é que és menos especial e acabas por não sobressair.

E gostas de karaoke?

– Não. (risos) Voltando ao tema: eu queria celebrar o facto de o hip-hop estar em alta e de o cantar em português ser uma das causas para isso. Ainda por cima quando somos acusados de fazer uma cena americana.

Ainda achas que os teus instrumentais são mais adultos que as tuas rimas?

– É uma questão de realidades. Daqui a 15 anos se escrever sobre filhos os mais novos vão perguntar: ‘que é isto, pá?’. Era nesse sentido da que falava. Se rimo sobre o que se passa à minha volta, é natural que alguém com 40 anos possa gostar das batidas mas achar as letras imaturas.

Preferes o disco ou o palco?

– Sou o contrário do artista que diz ter nascido para estar no palco. Prefiro o estúdio. Não me importo de dar a cara mas, no fundo, faço mais sentido nos bastidores.

E dá-te mais gozo pesquisar sons ou montar os beats?

– Curto tudo no processo de criação e produção. Mas atenção: não recuso a arte dos concertos, onde quero melhorar e criar uma marca que inspire os outros. A fasquia dos concertos hip-hop tem que ser elevada.

De que forma?

– Ando a tentar descobrir. As pessoas têm que sair a falar do que viram. Detesto sentir o piloto automático e estar sempre a repetir o alinhamento. E tento fugir a clichés como o encore. Acho palerma guardar um hit para o regresso ao palco.

Como procuras os samples?

– De todas as formas. Não sou purista, nem acho fundamental ir à loja picar vinil. Uso muito a internet.

Não és um ladrão de ideias?

– Claro que não. O instrumentista também se inspira em terceiros e até é capaz de tocar muito mais próximo da sua influência do que eu ao cortar, fragmentar e moldar um beat.

Tens tido problemas com os direitos de autor?

– Só quando fui processado pelo Tozé Brito em nome do Vítor Espadinha. Mas já ouvi o Vítor dizer que não me queria levar a tribunal. O Tozé Brito é um advogado recente e quis treinar comigo o que aprendeu.

Tens algum gosto especial em samplar artistas portugueses?

– É-me indiferente. Tenho é pena de não encontrar certas referências na música portuguesa, como a soul. Já falei com músicos mais velhos e sei que eles gostavam mas tinham medo da acusação de imitar os americanos. Mas depois acabaram por imitar a escola francesa.

Já pensaste fazer um disco noutro estilo?

– Tenho participado em coisas diferentes, mas o hip-hop tem que ser sempre a base do meu som. Gostava era de dar um concerto puramente instrumental. Outra ideia que tive, agora que estou a colaborar no novo disco do Jorge Fernando, é actuar com músicos de fado.

PERFIL

Samuel Mira nasceu a 17 de Julho de 1979 em Lisboa. Diz que o número da sorte é o 7 e tatuou-o em caracter chinês no braço esquerdo. Nunca saiu de casa da mãe e, até ver, não tem essa ambição. Descobriu o hip-hop aos 13 anos e nunca mais o largou. Além da música, é apaixonado pelos audiovisuais. Quando completou o Ensino Básico seguiu um curso técnico nessa área, mas acabou por desistir assim que sentiu ter as bases necessárias. Gostava de ser realizador. É sportinguista, mas sem fanatismos.

QUEM É O ROGÉRIO BARBOSA?

Notícias recentes deram conta da detenção de um elemento do teu grupo por assaltos a carrinhas de valores...

– Essas notícias não são verdadeiras. Li com atenção e falam de um tal de Rogério Barbosa, mas eu não conheço ninguém com esse nome.

O apelido do GQ – um dos vocalistas do colectivo que te acompanha – não é Barbosa?

– Sim, mas não tem esse primeiro nome. Quem é o Rogério Barbosa? Não conheço.

Chateia-te a associação que ainda se vai fazendo entre a cultura do hip-hop e o mundo da criminalidade?

– Chateia mas já me habituei. Por mais que tentes limpar a imagem do hip-hop já sabes que essa associação vai continuar a ser feita. Não é muito diferente da associação que sempre se fez entre o satanismo e a malta do metal, por exemplo.

Em Chelas convive-se diariamente com a criminalidade ou isso é apenas um preconceito antigo de quem não conhece o bairro?

– Isso do convívio com a criminalidade depende sempre das pessoas com quem andares. Eu pessoalmente dou-me com pessoas de todos os estilos: actores, músicos, desempregados, malta que está presa... Mas são todas pessoas. Não é por fazeres algo mau a certa altura que te transformas logo numa pessoa má. Agora, se é verdade que existe um preconceito em relação a Chelas, não se pode negar que existe um fundo de verdade, porque há bandidos a morar cá. A grande mentira é insinuar-se que alguém que passe por aqui é automaticamente roubado. Nunca vi isso acontecer.

As aparências iludem?

– Então não? Estamos sempre a ouvir histórias sobre alguém que “parecia ser tão boa pessoa” e acaba por se revelar bem pior que aqueles que são sempre olhados de lado.

CM

12 mil cantaram com Nelly Furtado

Longe de uma casa cheia, Nelly Furtado cantou para os cerca de 12 mil fãs que na sexta-feira marcaram presença no Estádio Municipal de Albufeira.

 

 

Embora o concerto estivesse marcado para as 22 horas, Nelly só entrou em palco poucos minutos antes das onze da noite, o que causou algum desconforto entre o público que apupava a cada anúncio que era projectado nos ecrãs gigantes e chegou a arremessar objectos para o palco.

Como «recompensa», a artista luso-canadiana abriu o concerto «a rasgar» com o seu mega sucesso «Say it Right».

E assim foi, sucesso atrás de sucesso, durante o primeiro quarto de hora de concerto, onde Nelly se apresentou ao público algarvio com um colorido vestido vermelho.

Quando passavam vinte minutos das onze da noite, Nelly Furtado decidiu tornar o concerto mais intimista, desfilando uma série de temas mais acústicos.

Foi também esta a altura escolhida para a estrela da noite partilhar o palco com Pedro Abrunhosa, onde cantaram em dueto o tema «Tudo o que eu te dou».

Apesar de o público esperar mais, Abrunhosa não tornou a aparecer em palco, sabendo assim «a pouco» a muito anunciada presença do músico portuense.

Esta parte mais calma do concerto acabaria por cortar o entusiasmo dos fãs, que foi apenas avivado quando Nelly Furtado interpretou em português o tema «Sozinho», de Caetano Veloso.

A surpresa levou toda a plateia a cantar em uníssono, mas deixou calados os muitos ingleses que assistiam ao concerto e que desconheciam o tema e a letra.

A parte final do concerto foi novamente reservada para os sucessos, onde, um a um, desfilaram temas como «Força» ou o não menos popular «I´m like a bird», interpretado pelo menos em três registos.

E assim foi até perto das 00h15, altura em que Nelly voltou ao palco para um encore de duas músicas.

A encerrar, ouviu-se uma estridente versão de «Maneater», um dos poucos sucessos que faltava ouvir na noite de sexta-feira.

Quanto ao público, notou-se uma grande variedade de idades, desde jovens a famílias, o que resultou num ambiente pouco eufórico.

A distância das bancadas (que esgotaram) em relação ao palco também não ajudou na agitação, o que mais uma vez acabaria por tornar o concerto num espectáculo «morno».


Centenas não pagaram bilhete

O elevado preço das entradas (que oscilavam entre os 35 e os 40 euros) parece ter afastado algum público, que procurou os melhores locais nas imediações do Estádio Municipal de Albufeira e até montou tendas.

O resultado foi uma massa compacta de gente a assistir ao concerto fora do estádio, contabilizando-se em várias centenas aqueles que puderam ver e ouvir o espectáculo… sem pagar bilhete.

Ainda assim, houve quem não achasse caro o preço das entradas.

Essa foi, pelo menos, a convicção de alguns irlandeses de férias no Algarve – e a assistir ao concerto – que consideraram «very cheap» (muito barato) ter pago 35 euros por um ingresso no relvado.

 

Fonte: barlavento Online

"Os miúdos dos 'Morangos' têm uma força incrível"

 

Quando, em 1994, subiu ao palco do Festival de Avignon, com 'Ay Carmela', a crítica francesa qualificou-a de "pérola rara". E em Paris se manteve - trabalha há 15 anos em França - até surgir agora o convite para interpretar "Beatriz Carvalho", personagem da telenovela 'Morangos com Açúcar', da TVI. Num intervalo de gravações da novela, Teresa Ovídio fala da sua experiência e planos profissionais.

 

"Os miúdos dos 'Morangos' têm uma força incrível"

Dentro de uma semana inicia as filmagens da fita de João Botelho, 'Corrupção', baseada no livro de Carolina Salgado. Sempre acompanhada por Mati, o filho de cinco anos que está a aprender as primeiras palavras em português, Teresa Ovídio admitiu que ficará por cá enquanto surgirem propostas de trabalho.

Jornal de Notícias|Quem é a Teresa Ovídio para a crítica francesa?



Teresa Ovídio|
Digo sempre que sou portuguesa mas insistem em pensar que sou italiana ou espanhola. E, modéstia à parte, tenho excelentes críticas de coisas que faço em teatro. Os críticos gostam de mim, o que também se deve à qualidade das peças em que tenho entrado. Começou tudo com 'Ay Carmela', que já foi representada 800 vezes.


Porque rumou a França?
Comecei por ir sozinha, aos 18 anos, para ter aulas de dança. Hoje teria escolhido Nova Iorque, onde adorei passar quatro meses. Como comecei em França, houve uma certa sequência de acontecimentos. A vida passa depressa e o trabalho começou a aparecer. E acabei por ficar em Paris. Aprendi a gostar da língua só recentemente. Mas estar cá, faz-me pensar porque parti e me sinto bem lá.


Pensa fixar-se em Portugal?
Estou a gostar imenso de trabalhar cá. Gostava imenso de continuar.
Mas apetece-me voltar para lá também. Vou para onde me dão trabalho. Sou muito nómada. Em Paris mudo de casa quase todos os anos.


Conhecia os "Morangos"?
Não.

Teve oportunidade de assistir a algum episódio?
Vi duas ou três vezes.

Agradou-lhe o que viu?
Tenho gostado. Há um certo aspecto lúdico. É uma série cada vez mais adaptada aos problemas do dia-a-dia. Os miúdos têm uma força incrível. Alguns não sabem se virão a ser actores mas sentem aquilo que estão a fazer. E esforçam-se ao máximo.

Os jovens actores pedem-lhe conselhos ou ajuda?
Ajuda não diria. Mas falamos muito. Ser actor é para a vida inteira. E acho que é isso que eles pretendem. No meu caso, não me via a fazer outra coisa. Mas é preciso preserverança.


Questiona-se?
Imenso. Todos os dias. O que me leva a dizer que sou actriz ao contrário daquela que pensa que pode ser. Questiono-me se estou a dar o meu melhor. Se terei alguém excelente que ma dirija.

Tal como a personagem, já se apaixonou por alguém mais novo?
Não. Até gosto de pessoas mais velhas. Gosto deles bem mais velhos. Mas tenho uma relação óptima com o pai do meu filho, que tem cinco anos. Chama-se Mati.

A "Beatriz" continua para além desta temporada?
Pode manter-se. Não quero responder a essa pergunta.

Implica contrapartidas?

Implica uma cedência de uma parte e de outra. Também tenho compromissos em Paris.


Alguma peça de teatro?
Sim, este ano formei uma companhia de teatro com Jean-Marie Galey, que é o pai do meu filho. Conhecemo-nos em cena na 'Ay Carmela' e estamos juntos há 10 anos. Vamos trabalhar durante três anos Tchékhov, com actores do leste e talvez alguns portugueses.


Recebeu outros convites por cá?
Vou trabalhar com o João Botelho, num papel de advogada, no filme 'Corrupção'.


Sabe a história em que se baseia o filme?
Conheci há pouco tempo. Mas não comento. Gostava muito de trabalhar com o João Botelho. É um desafio muito grande.


Conhece alguém do elenco?
O Nicolau Breyner. Nas poucas cenas em que o vejo numa novela à noite, acho-o muito bom actor. Já com a Margarida Vila Nova, por acaso, foi muito giro. Passei um serão com ela na primeira semana em que estava cá. Ela não sabia quem eu era e vice-versa. Dá-me a sensação que deve ser muito boa actriz.


Vai ser possível conciliar as filmagens com os 'Morangos'?
Se vai… No filme não tenho um grande papel. Isso gostava eu.

Jornal de Noticias

Spice Girls alargam digressão a Espanha

 

 

Ogrupo pop britânico Spice Girls anunciou novos concertos na China, EUA e Canadá como parte de sua digressão de 14 noites em seis continentes. Portugal não está incluído, mas haverá um concerto em Madrid, Espanha, no início de 2008.

As Spice Girls, um dos conjuntos pop de maior sucesso de todos os tempos - 55 milhões de discos vendidos em todo mundo -, realizarão apresentações em Xangai (China), San Jose (EUA) e Vancouver (Canadá) durante a tournée que dura dois meses.

O grupo desistiu de um plano inicial para começar suas apresentações ao vivo em LA, onde David Beckham, o marido da Spice Victoria, acaba de se juntar à equipa de futebol dos Los Angeles Galaxy, em que milita também o defesa português Abel Xavier.

O primeiro espectáculo está previsto para 2 de Dezembro em Vancouver e, além das cidades já citadas, as Spice Girls cantarão em Las Vegas, Nova Iorque, Londres, Colónia, Madrid, Pequim, Hong Kong, Sidney, Cidade do Cabo e Buenos Aires.

As Spice Girls anunciaram sua intenção de voltar aos palcos em Junho, embora tenham negado que isso se deva a motivações financeiras. Cerca de três milhões de pessoas concorreram numa lotaria para adquirir entradas, numa medida realizada para enfrentar a alta procura de ingressos.

O grupo teve uma fulgurante existência entre 1996 e 2000, mas lançou apenas três álbuns ("Spice", 1996; "Spiceworld", 1997; e "Forever", 2000). Entre os seus temas mais celebrados contam-se os singles "Wannabe", "Who do you think you are?" e "Spice up your life".

 

JN

 

 

 

 

Penélope Cruz com pestanas falsas

As longas pestanas que Penélope Cruz exibiu num anúncio da L'Oreal afinal são falsas.

 

A descoberta levou a Autoridade Reguladora da publicidade no Reino Unido a chamar à atenção a L'Oreal por exagerar nos efeitos do produto, informa o El País.

A «Advertising Standards Authority» (ASA) considera que a companhia alterou as normas e confundiu os consumidores.

A L'Oreal respondeu em comunicado: «É uma prática comum na indústria usar pestanas artificiais para assegurar uma linha constante de pestanas numa rodagem ou sessão fotográfica».

Jessica na Boavista

A actriz da telenovela ‘Ilha dos Amores’ foi ontem uma das convidadas da inauguração de um novo espaço – Quinta Jardins da Boavista no distrito de Aveiro.

 

Rute Marques e o estilista Pedro Mourão confraternizaram com Jessica Athayde, a estrela-sensação do evento.

O espaço estava cheio de gente que, à chegada da jovem actriz, não resistiu em pedir-lhe autógrafos. Prestável, Jessica Athayde distribuiu sorrisos, apesar das inúmeras solicitações dos populares.

Ricardo Pereira: Estou feliz e de bem com a vida

Ricardo Pereira não pára. Em gravações para a ‘Floribella’, o actor passa os dias nos estúdios da NBP, grava de manhã à noite e nos escassos tempos livres aproveita para matar saudades da família e da namorada. (...)

Ricardo Pereira

Em entrevista, o actor confessa que a família está em primeiro lugar e que não lhe faltam projectos: entre os quais um livro que quer publicar.

Correio Vidas – Aos 16 anos saiu de casa e foi morar sozinho. Porquê tão novo?

Ricardo Pereira – Estava a trabalhar como manequim e surgiu a oportunidade de ir viver para Milão. Achei que era a altura de descobrir o Mundo, viajar e ter a minha independência. É bom crescermos e despontarmos para o Mundo.

– Adaptou-se bem às lides da casa?

– É sempre diferente morarmos sozinhos, mas adaptei-me bem. Desde pequenino que sempre fiz tudo. Acima de tudo, era um rapaz com os olhos muito abertos e sempre a ver o que se passava à minha volta e como é que as coisas se faziam, por isso, não foi complicado.

– Ainda assim, admite que é um menino da mamã.

– Tenho uma ligação gigante com os meus pais. Sou filho único, somos três pessoas muito unidas e eles são uma das forças grandes que eu tenho na minha vida. Não vou a correr para o colinho da mãe sempre que acontece alguma coisa, mas gosto muito de abraçar a minha mamã. Falo com ela milhares de vezes por dia e jantamos juntos muitas vezes.

– Ter independência muito cedo fez com que, aos 28 anos, já tenha corrido meio mundo. Qual foi a viagem que mais o marcou?

– Já viajei muito, mas a viagem que me marcou mais foi a parte asiática do Planeta. É uma cultura completamente diferente da ocidental, as paisagens são maravilhosas. A parte de Hong Kong, Macau e China foi das viagens mais interessantes que eu fiz.

– E este ano está a planear alguma viagem de sonho?

– Quero muito ir a Zanzibar na Tanzânia, mas talvez só consiga ir mais para o final do ano. Vamos ver como é que correm as gravações, até quando vão ser feitas. Depois, obviamente que viajar faz parte dos planos.

– A passagem pelo Brasil deu-lhe reconhecimento ao ponto de a actriz brasileira Graziella Massafera ter dito que o Ricardo era o único português famoso que conhecia.

– Deve ter sido porque a Grazi, hoje em dia, namora com um grande amigo meu, o Cauã. Mas, claro, foram dois anos muito importantes, onde fiz três novelas, um filme, uma curta-metragem, publicidade, onde conheci toda a gente no Brasil, toda a classe artística. Foi um momento muito bom na minha carreira e a repetir. O Brasil estará nos meus objectivos de trabalho. Adorei ter lá passado e espero repeti-lo. Espero que para o ano, mas ainda não posso falar sobre isso.

– Do que é que tem mais saudades?

– Daqueles sucos maravilhosos que eles faziam lá.

– Entretanto regressou a Portugal, onde está com um personagem completamente diferente. Como foi a adaptação a ‘Floribella’?

– Foi árdua, no sentido de criar um personagem diferente, para um público diferente. Mas é um desafio, aprendi a explorar o lado mais cómico da minha forma de representar e tenho a certeza de que me vai dar um background muito bom para futuros personagens, talvez mais virados para o humor.

– E em relação à Luciana Abreu, ganhou uma amiga?

– Pode-se dizer que ganhei uma companheira, a amizade constrói-se ao longo dos anos. Tenho pouco tempo extra ‘Floribella’ e quando o tenho aproveito para estar com os amigos e família. Acima de tudo, não tenho nenhuma razão de queixa dela.

– Se a vida profissional lhe corre bem, a nível pessoal parece ter encontrado a estabilidade ao lado da sua namorada, Francisca...

– Isso é uma parte que unicamente me diz respeito a mim e a ela. A minha estabilidade emocional é importante e estou óptimo, feliz e de bem com a vida.

– Para si o trabalho está em primeiro lugar?

– Tudo tem o seu peso. Amo e dedico-me 300 por cento à minha profissão, mas também acho que o equilíbrio é importante, por isso, toda a minha vida pessoal tem de estar num patamar bastante elevado, senão num patamar superior ao trabalho. Embora o trabalho ocupe um lugar de destaque brutal dentro da minha pessoa, o lado pessoal é imbatível. O meu bem-estar é precioso.

– Gostava de ser pai num futuro próximo?

– A seu tempo verei se a vida me permite ter filhos, mas claro que a família é um dos patamares importantes que eu quero atingir.

– Está a gravar num ritmo muito intenso. Como aproveita o pouco tempo livre?

– Leio muito, passeio, durmo, descanso, faço exercício e estou com as pessoas que amo.

– Também gosta de pintar.

– Faço uns rabiscos. Pintar surge numa brincadeira com uma amiga minha, a Rita Fernandes, que me ensinou algumas coisas. Abandonei um bocadinho porque estou a gravar muito, a Rita foi mãe e deu-me dois sobrinhos maravilhosos, mas gostava de um dia fazer um curso de pintura e aprofundar uma coisa que gosto de fazer.

– O futebol é uma paixão?

– É verdade. E quando tenho o cabelo rapado até me confundem com o Canavarro. Mas o futebol é uma das minhas grandes paixões, principalmente o Benfica...

– Escrever é outro dos seus hobbies. Não pensa em publicar um livro?

– Talvez. Estou a criar a raiz de algo que poderá ser giro. É um livro e será uma ficção. É uma coisa que eu estou a construir com calma para um dia publicar e pôr a andar, sem qualquer tipo de pressão.

– O que gostava de fazer no futuro?

– Gostava de experimentar outros mercados, como, por exemplo, Espanha, mas também de continuar esta ligação com o meu país e de fazer parte desta evolução.

– Como se imagina daqui a 50 anos ?

– Com uma família, tranquilo, em paz e, acima de tudo, com saúde.

REFLEXO

Correio Vidas – O que vê quando se olha ao espelho?

Ricardo Pereira – Vejo um miúdo feliz.

– Gosta do que vê ou mudava alguma coisa?

– Gosto daquilo que eu sou, como sou e até das mutações que acabo por sofrer ao longo do tempo, através de algumas peripécias que me vão criando algumas cicatrizes ou até mesmo do envelhecimento normal. Lido bem com esse tipo de situações. Para mim não tem qualquer tipo de problema.

– Quando sai de casa vê-se sempre ao espelho?

– Nunca me vejo ao espelho antes de sair de casa, por isso é que, às vezes, me acontece sair bastante despenteado ou esquecer-me de fazer a barba. A verdade é que não sou uma pessoa extremamente vaidosa.

– Alguma vez lhe apeteceu partir o espelho?

– Nunca.

– Quem é que gostaria de ver reflectido no espelho?

– Às vezes gostaria de ver reflectidos mais vezes no meu espelho os meus amigos e a minha família. Hoje em dia passo muito pouco tempo com eles e era sinal de que estavam mais perto.

– Uma pessoa de referência?

– O meu pai, porque é uma pessoa extraordinária, um lutador e um homem que ama a vida. É um exemplo para mim.

– Um momento marcante na vida?

– A minha estreia no Teatro Nacional ao lado de Ruy de Carvalho, entre outros grandes actores, na peça ‘Real Caçada ao Sol’, em 1999, foi o meu primeiro passo profissional.

– Qualidade e defeito?

– A qualidade é a persistência e o defeito, sem dúvida, a teimosia.

– Medos e vícios?

– Tenho algum medo da morte daqueles que amo. O vício é falar, adoro.

PERFIL

Em miúdo dizia que queria ser polícia ou super-herói, mas foi no mundo da moda que deu os primeiros passos. A representação surgiu bem mais tarde na vida de Ricardo Pereira. Em 1999, sobe ao palco ao lado de Ruy de Carvalho com a peça ‘Real Caçada ao Sol’ e desde então nunca mais lhe faltou trabalho. Em 2004, o actor embarca para o Brasil para participar na novela ‘Como uma Onda’ e acaba por lá ficar dois anos. De regresso a Portugal, Ricardo Pereira apresentou um programa com Bárbara Guimarães, fez parte do elenco da telenovela ‘Jura’ e, actualmente, é o ‘conde Máximo’ da ‘Floribella’. Foi durante as gravações que o actor foi fotografado junto ao espelho do camarim. “É-me impossível sair daqui para dar entrevistas, estou aqui preso”, justificou.

Entrevista ao Correio Vidas (Correio da Manhã)

Os luxos dos famosos

Todos garantem serem poupadinhos mas, quando perdem a cabeça, gastam rios de dinheiro para comprar um carro, uma camisola ou um simples par de sapatos. Deco compra de seis em seis meses um relógio ou uma peça de joalharia. Já deu 80 mil euros por um relógio Jacob. O cantor dos D’ZRT, Angélico, teve só por meses um Ferrari, concretizando um sonho. Enquanto Isabel Figueira não olhou ao preço de um casaco para mimar o marido.
Deco e Isabel Figueira

Duas vezes por ano, o craque do Barcelona faz uma visita à sua relojoaria de eleição e leva para casa um modelo de luxo. Deco é louco por acessórios e não olha a dinheiro na altura de entregar o cartão de crédito. A maior extravagância foi um relógio da marca Jacob, que lhe custou 80 mil euros, e a verdade é que o jogador não pareceu arrependido da aquisição.

Mas o luso-brasileiro não é caso único entre os nossos famosos. Apesar de todos garantirem que são poupadinhos e que extravagâncias não são com eles, a verdade é que, pelo menos uma vez na vida, todos perderam o amor ao dinheiro e estoiraram rios de euros num bem de luxo.

Para o cantor dos D’ZRT, Angélico Vieira, mais do que uma extravagância, foi o concretizar de um sonho de menino. Desde criança que o namorado da actriz Rita Pereira ambicionava acelerar ao volante de um Ferrari e assim que conseguiu juntar dinheiro, depois de um Verão em que a banda esteve no auge, não foi de modas: entrou no stande e realizou o desejo de miúdo. O Ferrari – que tantas despesas de manutenção exige – acabou por ser vendido, mas a verdade é que, nos meses em que Angélico foi proprietário do carro, sentiu-se um homem muito mais realizado.

Já entre a ala feminina, não há quem nunca tenha perdido a cabeça por... um par de sapatos. Foi o caso da repórter da SIC Vanessa Oliveira, que quase ia desmaiando quando viu o preço de uns normalíssimos sapatos pretos, de salto alto. Ainda assim, estava tão apaixonada pelo modelito que não conseguiu resistir à compra. Hoje estão arrumados na prateleira.

ANTÓNIO PINTO BASTO: 15 MIL EUROS

Há muito que o fadista queria ter um barco para uns passeios em família e há alguns anos decidiu- -se por um modelo de 15 mil euros. Aquilo que não sabia eram os gastos-extra que o barco lhe viria a dar. “A manutenção é caríssima e não o uso tantas vezes como isso”, confessou.

MANUEL SERRÃO: 5 MIL EUROS

O empresário caprichou numa viagem com alguns amigos. O destino foi Paris e para tal Manuel Serrão deslocou-se no avião Concorde. Durante o fim-de-semana, ficou hospedado num dos melhores hotéis e comeu nos mais finos restaurantes da capital francesa. A viagem de luxo vai ficar para sempre na memória do empresário.

DECO: 80 MIL EUROS

O jogador do Barcelona não se deslumbra com grandes carros ou roupas extravagantes. Ao que Deco não resiste é a uma bela peça de joalharia ou um relógio, principalmente se for da marca Jacob.

“Pelo menos de seis em seis meses, compro um relógio para mim ou para a minha mulher”, conta o jogador luso-brasileiro, exemplificando: “Ofereço-lhe sempre por alturas do Natal e do aniversário e também para mim.”

Entre a sua colecção de relógios conta-se um Jacob modelo Pocket que lhe custou cerca de 80 mil euros. Trata-se de um modelo idêntico ao que Ricardo Quaresma possui mas difere na quantidade de brilhantes. Daí o seu valor ser superior. Ainda no último Natal, Deco surpreendeu a mulher, Jaciara, com mais uma jóia Jacob.

ISABEL FIGUEIRA: 1.200 EUROS

A manequim e apresentadora portuguesa confessou não ser uma pessoa de grandes extravagâncias e que é pouco dada ao lado material das coisas. Isabel Figueira tem uma carreira de sucesso como manequim mas, mesmo assim, prefere investir o dinheiro do que esbanjá-lo em pequenos luxos. Ainda assim, e como prova do seu amor para com o marido, o futebolista César Peixoto, do Sp. Braga, decidiu abrir os cordões à bolsa e presenteá-lo com uma peça de roupa.

“Não sou nada extravagante nas compras, mas uma vez comprei um casaco caríssimo ao César. Custou-me mais de mil euros, mas ele adorou. Comprei-o na loja de uma amiga minha, a Lúcia Garcia, e valeu bem a pena”. Curiosamente, Isabel Figueira nem se recorda da marca do casaco. “Sei que é uma marca conhecida mas não me lembro. Tem pêlo por dentro e é muito giro”, explicou a manequim.

ANGÉLICO: 200 MIL EUROS

O cantor dos D’ZRT perdeu o amor ao dinheiro para realizar um sonho de menino e comprou um Ferrari. Isto apesar de o ter vendido uns meses mais tarde. “É uma máquina, mas os custos com a manutenção e o combustível são enormes”, explicou o namorado da actriz Rita Pereira, que ainda assim se sentiu realizado por acelerar ao volante de um modelo da Ferrari. “Era um sonho de criança e foi bom podê-lo ter concretizado”, explicou o cantor, que agora optou por conduzir um modelito mais económico. Talvez dentro de alguns anos um novo Ferrari possa vir a caminho. O sonho, esse já está concretizado.

VANESSA OLIVEIRA: 500 EUROS

Assim que passou pela montra, a repórter da SIC ficou apaixonada por um par de sapatos. E nem quando viu que custavam mais do que um salário mínimo resistiu a levá-los para casa. “Eram pretos, normalíssimos, mas a verdade é que foi amor à primeira vista”, contou Vanessa Oliveira, que garante não ser rapariga para grandes excentricidades. Na maioria das vezes, a repórter consegue resistir ao impulso consumista e, assegura, só por esta vez perdeu o amor ao dinheiro. “Até tenho vergonha de contar esta história. Nem acredito que comprei uns sapatos tão caros.”

SOUSA CINTRA: 1000 EUROS

“Ainda enquanto presidente do Sporting, perdi a cabeça por uma camisola, de marca italiana, durante uma viagem à Rússia”, recorda Sousa Cintra, adiantando ter dado “centenas de contos” pela peça de roupa. “Ainda tentei regatear mas a funcionária da loja não quis saber”, diz, contando que mais tarde acabou por oferecer a camisola ao filho. “Era um pouco grande. Mas gostei tanto dela...” Sousa Cintra confessa ter sido esta a sua maior extravagância, até porque garante ser “poupado”.

QUARESMA: 20 MIL EUROS

Os relógios são a perdição do jogador do FC Porto. Oriundo de uma família humilde, Ricardo Quaresma conseguiu com esforço uma vida abastada que lhe permite actualmente alguns luxos. Por isso, não resiste a comprar peças de joalharia e relógios. Jacob é a sua marca de eleição, tal como a do colega de selecção Deco. Além de um modelo Pocket que ronda os 20 a 30 mil euros, o jogador tem mais três relógios da Jacob, além de outras peças de joalharia tais como os brincos de diamante.

Correio da Manhã

Merche com açúcar

 

 

 

 

A bela Merche Romero chegou cheia de energia ao pavilhão Rota dos Móveis, em Lordelo, Paredes, para apresentar um espectáculo muito especial. Dirigida a um público juvenil, a noite começou com a actuação dos alunos da Dance4Kids, que dançaram alguns dos temas preferidos da apresentadora.

A meio, uma surpresa: Nuno Janeiro, Sara Salgado, Tiago Carreira e Sara Prata (o Sam, a Filipa, o Lourenço e a Becas de “Morangos com Açúcar”) também subiram ao palco para gáudio da plateia. Aí, Merche usou da sua experiência em directos televisivos e soube puxar a conversa, proporcionando até a interacção entre os fãs e seus os ídolos.

Fã da novela

 

“Quando estou em casa, dou sempre uma espreitadela nos ‘Morangos’, pois tenho na novela algumas pessoas conhecidas, com quem já me cruzei em trabalhos”, contou. Uma participação na novela da TVI está posta de parte: “Estou na RTP, mas não ponho de parte um dia experimentar a representação. Já o fiz, mas não foi para o ar, pois não consegui terminar a minha prestação. Mas eu não gosto de fazer grandes planos, por isso é melhor as coisas acontecerem primeiro para depois falarmos”.

Em mais um evento apresentado por ela, Merche Romero voltou a estar confiante, lidando bem com o improviso. “Foi exactamente nas últimas três semanas que me soltei. Até aí tinha muita coisa que me prendia. Agora sinto-me solta e isso reflecte-se no meu trabalho”, reconheceu.

 

 

O mais assediado “Felizmente as pessoas gostam do Lourenço, talvez porque é muito desastrado, gosta de toda a gente e é muito engraçado. É óptimo!”, afirmou Tiago Carreira, após a chuva de piropos. Pelo meio, o jovem até recebeu um pedido de casamento de uma adolescente de 14 anos, mas será que ele aceitaria?

“Se for só por gostar do Lourenço, não. Mas se for pelo Tiago... Contudo, não estou a planear isso”, confessou timidamente. Na ficção, Lourenço perdeu a namorada e “agora está a querer ajudar a Luna. Já descobriu que não é um ET, mas não sei o que virá a seguir”, desvenda Tiago, deixando adivinhar uma eventual saída da produção da TVI.

 

Fã até chorou!
O seu papel em “Morangos com Açúcar” pretende sensibilizar a sociedade para as limitações de um deficiente motor que use uma cadeira de rodas para se deslocar, e parece que está a resultar. Em Paredes, Nuno Janeiro, de 29 anos, deparou com um grupo de jovens que, “em choque”, quase se ajoelharam à sua frente, não parando de chorar. “Foi a primeira vez que me aconteceu, mas, para mim, é muito positivo, pois significa que o Sam chega ao coração deles.”

Luciana Abreu a caminho da RTP?

 

O meu futuro a Deus pertence.” É assim que Luciana Abreu, de 22 anos, reage quando confrontada com as notícias que recentemente chegaram a público sobre a sua ida para a RTP, e continua: “Neste momento, estou completamente dedicada às gravações de ‘Floribella’, que terminam em Dezembro. Em relação ao resto, está tudo no segredo dos Deuses”.

 

 

Apesar de nada dizer sobre o interesse da RTP em tê-la como estrela da estação pública, Luciana Abreu admite: “Estou aberta a qualquer proposta, até porque não tenho vínculo com nenhum canal”. E assim é. O contrato de Luciana é com a empresa de Teresa Guilherme, que produz a novela da SIC.


Ao que a tvmais apurou, o interesse da RTP por Luciana manifestou-se na final da terceira edição de “Dança Comigo”, que a jovem venceu e que deu àquele canal a liderança nas audiências desse dia. A proposta está em cima da mesa, mas os contornos da mesma ainda não estão definidos, nem sequer se falou em números, pois, e ao contrário do que foi publicado, Luciana não foi sondada para integrar o elenco do remake de “Vila Faia”.


Nuno Santos não prestou qualquer declaração em relação a este assunto, uma vez que à data de fecho desta edição o director de Programas da RTP estava de férias.


Mas a posição oficial da estação pública sobre esta notícia chegou-nos através do gabinete de imprensa: “A RTP e a produtora estão neste momento a desenvolver as personagens para ‘Vila Faia’. Por isso, seria prematuro a confirmação de actores”. Da parte da SIC, o silêncio foi a palavra de ordem, até porque o contrato de Luciana Abreu com a estação de Carnaxide só termina em Dezembro.

Eliana diz nem conhecer seu suposto amor português

 

A apresentadora Eliana da Record afirma que anda mesmo curtindo a solteirice e se divertindo muito, freqüentando boates e saindo com as amigas.

Recentemente a imprensa ventilou a possibilidade de ela ter se envolvido com o ator português Angélico Vieira. Por intermédio de sua assessora Eliana afirmou: “Me desculpem a franqueza, mas não tenho noção de quem seja essa pessoa.”  

Fonte: Ofuxico

Rita Pereira e Angélico na maior!

 

Segundo uma notícia publicada recentemente, Angélico Vieira estaria de partida para o Brasil, para integrar o elenco de uma novela, o que iria colocar em risco a relação com Rita Pereira. A verdade é que o cantor dos D’ZRT já esteve em terras de Vera Cruz para conhecer melhor o mercado e já regressou.

 

 

Ou seja, o namoro do casal nunca esteve em causa. Prova disso foi o desfile Moda Famalicão, no qual ambos participaram.

 

Cada vez que subiram à passarela, arrancaram gritos da plateia. “Não foi a primeira vez que desfilámos juntos, mas é sempre agradável, porque permite-nos estar juntos”, disse Angélico.
TVMais

 

Sábado, 28 de Julho de 2007

Antigos Morangos de regresso a casa

Pelo segundo dia consecutivo os estúdios da NBP receberam convidados famosos para gravarem episódio de ‘Morangos com Açúcar’. Depois de Melanie C, ontem foram as presenças de Angélico, dos D’ZRT, e de FF (Fernando Fernandes) que provocaram a surpresa entre o elenco da série juvenil da TVI.

Os artistas cantaram em dueto para os colegas

 

Os ‘ex-moranguitos’ aproveitaram a participação nas gravações para promoverem o último single de FF que, curiosamente, conta com a participação do colega dos D’ZRT. O ‘Xa-Vi Bar’, que pertence a ‘Gonçalo’, foi o local escolhido para os dois jovens cantarem para todo o elenco o tema ‘A Música Nasce Para te Poder Levar’. A ambiciosa ‘Tânia’, assim como a histérica ‘Rute’, foram apenas algumas das personagens que subiram para a barra do bar, dançando em ritmo acelerado.

As fãs também apareceram e mostraram que, apesar de recente, já têm a letra do novo single na ponta da língua. As cenas gravadas nos estúdios de Vialonga vão para o ar no início de Agosto.

Apesar de a série se destacar pela presença de caras novas em cada temporada, tanto FF como Angélico manifestaram-se felizes por voltarem a viver uma experiência semelhante à que lhes deu oportunidade de representar, sublinhando sempre o talento dos colegas que os sucederam.

Actualmente FF está a promover o novo álbum de norte a sul do País, enquanto Angélico continua a actuar com os D’ZRT.

ANGÉLICO NEGA TRAIÇÃO

A recente viagem de Angélico ao Brasil, que gerou muita especulação sobre um possível relacionamento com a apresentadora da TV Record Eliana, foi segundo o cantor “uma maneira de explorar aquilo que se faz por lá e aproveitar para fazer alguns contactos”. Confrontado com a questão de uma crise na relação com Rita Pereira, o artista afirmou estar num momento calmo da vida, desmentindo que alguma vez tenha conhecido a apresentadora brasileira. Em relação a projectos de trabalho, o antigo protagonista de ‘Morangos’ adiantou que, de momento, não tem nada de concreto, apesar de ter realizado testes de imagem no Projac, o centro de produção da Globo no Rio de Janeiro.

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