Segunda-feira, 13 de Novembro de 2006

São Correia ficou desiludida com a "sua" Margarida

A viver no Rio de Janeiro há um mês para gravar a co-produção luso-brasileira “Paixões Proibidas”, a actriz falou com a tvmais e confessou estar encantada com este trabalho.

Como é estar a viver noutro país?
São José Correia: Vou vivendo. Embora eu só tenha começado a gravar há cerca de uma semana, está a correr tudo muito bem. O Rio de Janeiro é uma cidade lindíssima e a zona onde estamos a morar, a Barra da Tijuca, é muito tranquila e agradável.

O que é que já fez?
S.J.C.: Muitas coisas, passear, jantar com os colegas em bons restaurantes. O meu próximo desafio vai ser aprender a sambar. Adoro samba!

A sua personagem, a Elisa, é uma das protagonistas da novela, que vive um romance tórrido com o Felipe Camargo. Como está a ser essa experiência?
S.J.C.: Gosto muito dele, é um grande actor. Quanto à minha personagem, também estou encantada com ela. A Elisa é forte, decidida e lasciva, muito carnal e quase amoral. Tem um grande poder de manipulação, mas o seu ponto fraco é a paixão proibida que sente por Alberto, a personagem do Felipe Camargo. Tenho um grande desafio nas mãos.

Um grande desafio que nada tem a ver com a sua última novela...
S.J.C.: Nada, já me afastei disso...

Mas porquê? Foi assim tão mau?
S.J.C.: Não gostei da novela “Fala-me de Amor”. Quando comecei a gravar, tinha muita expectativa e empenho, como tenho sempre em todos os projectos em que me envolvo, mas ao longo da novela o meu entusiasmo esmoreceu, devido a muitos factores.

A saída da Sílvia Rizzo foi um deles?
S.J.C.: Sim, claro que sim. A saída de uma das protagonistas quebrou o ritmo da história, desequilibrou cenas, criando muitas contradições no enredo.

Mas gostou do final escolhido para a Margarida?
S.J.C.: No meio de tudo, acho que sim. Ela acabou com uma esperança de futuro.

Não há nada de positivo que tire da sua participação na novela escrita por Maria João Mira?
S.J.C.: Evidentemente que há e não ponho em causa o trabalho dela. Apenas considero que acabou por ser um projecto fraco. E entrar na novela deu-me muitas alegrias, como, por exemplo, contracenar com a minha “filha” a Sara Barradas. Tenho a certeza que ela terá um futuro brilhante pela frente.

Voltando ao projecto que a trouxe até ao Rio. A São tem alguma paixão proibida?
S.J.C.: Tenho muitas, mas no comments.

Que expectativas tem sobre o sucesso desta novela?
S.J.C.: As mais altas. Tem tudo para vencer. Acho que tanto os brasileiros como os portugueses se vão encantar com o enredo da novela. Eu pelo menos acho que sim, embora não ligue muito a audiências.

Muito sexo
São José Correia e Leonor Seixas interpretam papéis marcantes que vão captar a atenção dos espectadores. A novela exibe cenas de sexo quase explícitas. Um facto que em nada incomoda nenhuma das actrizes. “Se é uma novela de paixões terá de ter, inevitavelmente, muito sexo”, diz Leonor Seixas. São José Correia sublinha as palavras da colega e também a afirmação do director de Programas da Bandeirantes, Juca Silveira, que diz que as cenas de sexo não são gratuitas.

No Brasil, “Paixões Proibidas” estreia já na próxima semana no horário das 22 horas. Nuno Santos pretende transmiti-la em Portugal, em Janeiro de 2007, também em prime time. Estarão as mentalidades portuguesas suficientemente abertas para assistir a esta novela?
Fonte: TV Mais

Sábado, 11 de Novembro de 2006

São José Correia: Vida Infernal ao Lado do paraiso

São José Correia, a Duquesa de Mandeville, explica que “como é uma novela de época” não podem apanhar sol. “O ritmo de gravações ainda não tem sido muito exigente, mas tem sido uma vida infernal mesmo ao pé do paraíso. Estou a viver à beira da praia, mas não posso lá ir. Não me posso queimar nem aparecer com marcas na pele. Resta-nos o jacuzzi e o banho turco, o que já não é mau”, confessa de forma irónica. O problema terá tendência a agravar-se agora que o Verão chega às praias brasileiras. “São só mais oito meses”, remata a actriz.

AULAS DE DANÇA

Para fazer o papel da Duquesa de Mandeville, São José Correia está a aprender a dançar valsas e ‘minouete’: “Eu e o Carlos Vieira temos tido aulas de dança. A minha personagem dá vários saraus e festas no seu salão lisboeta, pelo que foi necessário aprender os passos que se faziam no início do século XIX. A valsa é relativamente fácil, mas o ‘minouete’ é um bocadinho mais complicado. Mas tem sido um prazer enorme.” Correio da Manhã

Merche castigada pela RTP

Merche Romero foi castigada pela RTP e, por isso, já não conduziu ontem o ‘Portugal no Coração’. Em causa esteve, entre outros aspectos, o facto de a apresentadora não ter regressado ao estúdio para a segunda parte do programa de anteontem.

Ninguém sabe se, segunda-feira, Merche Romero voltará aos estúdios de Vila Nova de Gaia para repartir a apresentação do formato da tarde com Júlio Isidro. A Direcção de Programas ainda não terá decidido o que fazer perante “um caso grave”, como qualificaram várias fontes da RTP contactadas pelo CM.

O problema gerado por Merche Romero não tem solução fácil e, por isso, a estação pública “terá de geri-lo com muitas pinças”, sublinharam, ao nosso jornal, diversas fontes da estação. E, de forma unânime, dizem que a explicação para uma gestão cuidadosa se deverá à probabilidade de a apresentadora, deixando a emissora, poder transferir-se para um canal concorrente.

“Quem viu o programa terá ficado com a sensação de que a Merche estaria com um ar enfadado”, diz uma das nossas fontes, que sublinha “o brio profissional de Júlio Isidro”, o qual apresentou a segunda parte já sem a parceira. O que se passou depois ninguém conta. O CM sabe, porém, que o experiente apresentador “está cansado” de trabalhar com Merche e, ontem, ainda de acordo com as nossas fontes, terá inclusive admitido “não apresentar o programa”. No entanto, garantem ao nosso jornal, a Direcção de Programas demoveu o apresentador.

Júlio Isidro, questionado pelo CM, declinou comentar o caso, “por respeito”, disse, remetendo-nos para a Direcção de Programas. Esta, por sua vez, fez saber, através do gabinete de Imprensa, que não tecia comentários sobre o assunto.

A agente da apresentadora, Beatriz Lemos, afirmou ao CM que Merche esteve no programa de quinta-feira até ao fim, tendo tirado o dia de ontem “para tratar de assuntos pessoais no Porto”. Por sua vez a agente de Óscar Romero confirma a versão, fidedigna, do nosso jornal, ou seja, a sua irmã não fez companhia a Júlio Isidro até ao final do programa. Mas, “felizmente, não se deveu a nenhum problema familiar”, garantiu. Correio da Manhã

RTP negoceia série de época com a NBP

acção passa-se entre 1940 e 1945, enquanto decorria a Segunda Grande Guerra, e os refugiados dos dois lados do conflito encontravam exílio em Lisboa. O livro de Domingos Amaral conheceu o título "Enquanto Salazar dormia", mas como o próprio autor explica o Presidente do Conselho de Ministros da época não é personagem na ficção, embora seja o seu regime o pano de fundo das intrigas com espiões e as festas faustosas que chegaram a juntar no mesmo hotel ingleses e germânicos. Embora em festas diferentes.

Nuno Santos, director de Programas da RTP, confirmou, ao JN, as negociações em curso com a produtora NBP. "Estamos na fase de desenvolvimento dos guiões para vir a fazer esta série de época". Nuno Santos conta que o guião tem características que se inscrevem na linha de ficção de época que tem vindo a ser desenvolvida pela estação. Recorde-se que a RTP dedicou uma produção a Barbosa do Bocage e transmitiu a série "Quando os lobos uivam", baseada no livro homónimo de Aquilino Ribeiro, só para falar nas mais recentes.

A ideia de fazer uma série a partir do livro "Enquanto Salazar dormia" acompanhou a escrita da obra, ainda que o guião não siga à risca a narrativa lançada no mercado em Maio, conta Domingos Amaral. "O livro é ponto de partida mas a série consegue ser mais vasta". O escritor e também director da revista Maxmen acrescentou, por exemplo, personagens a pensar no formato televisivo.

As cenas como as festas no Hotel Avis, actual Sheraton, em Lisboa, que decorriam em simultâneo e em espaços próximos, apesar de um dos encontros juntar simpatizantes alemães e outro convidados da embaixada inglesa, estão já previstas na ficção televisiva.

A narrativa pretende mostrar uma "Lisboa fascinante e pouca conhecida", sintetiza o autor. Na época, Portugal recebia refugiados vindos de várias partes da Europa. "Lisboa foi o palco onde coexistiam os dois lados da guerra. O Palácio do Estoril chegou a ser uma espécie de Riviera". Domingos Amaral centrou a história num espião luso-britãnico que tem por missão desmantelar as redes de espionagem nazis.

O livro conta já com sete edições e mais de 20 exemplares vendidos. À proposta de um guião base entregue à NBP, seguiram-se os vários capítulos com todas as indicações que requerem as séries televisivas.


RTP negoceia série

de época com a NBP

Parceria com a NBP O avanço do projecto com a NBP, do grupo Media Capital, proprietário da TVI. Mas Nuno Santos não vê estranheza neste tipo de relação "É uma situação típica de mercado em aberto". A questão coloca-se porque Teresa Guilherme, responsável pela ficção da SIC, criticou a RTP por recorrer à maior produtora nacional, quando deveria, no seu entender, incentivar a produção própria. As farpas foram lançadas por causa da parceria da RTP com a Band que contou com a NBP para a produção da novela "Paixões Proibidas". Icto. Para Nuno Santos, esta ligação e a recente em curso com a NBP são "coisas diferentes".

JN
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Domingo, 5 de Novembro de 2006

Ninguém vai escapar aos "Gatos Fedorento"

“À partida vamos fazer 13 episódios... ou então é só até o Nuno Santos decidir desligar a máquina...”, começa por dizer Zé Diogo Quintela, falando sobre o novo programa dos Gato Fedorento, numa pequena pausa das gravações. “Diz que é Uma Espécie de Magazine” estreou, dia 29, na RTP1, e, segundo Miguel Góis, é “um talk-show sem a parte do talk... é só mesmo show”, ou, na opinião de Ricardo Araújo Pereira, “o conceito do programa é... não haver conceito!”.


Esta nova aposta marca uma ruptura com o formato a que habituaram o público, pois, embora continuem a existir sketches humorísticos, “o programa tem interacção com a assistência e uma maior ligação com a actualidade, quer a nível de acontecimentos quer de personagens”, explicou Zé Diogo Quintela. “Queremos que o sketch valha por si, ou seja, quem não está informado sobre o tema fica a compreender o que se passa”, acrescentou.
“Temos, claro, momentos de humor, e até é possível que haja convidados, mas não vão ser entrevistados... Vamos ver se conseguimos trazer alguns políticos, mas não devem alinhar. De qualquer forma, não deixaremos de tentar”, afirmou Tiago Dores.


No que diz respeito aos momentos musicais, “os portugueses podem ficar descansados”, assegura Tiago, pois os quatro humoristas não vão afinar as gargantas. “Só cantamos no genérico e, além disso, o nosso programa até dá à mesma hora que o ‘Canta por Mim’, portanto nós seríamos o parente pobre...”, esclarece Zé Diogo.


“Na realidade, o objectivo do programa é sermos expulsos da RTP”, confessou Ricardo Araújo Pereira, enquanto os “Gatos” preparavam um sketch alusivo ao programa “Grandes Portugueses”, apresentado por Maria Elisa. “Sim, até porque, quando assinámos contrato, não apertámos a mão a nenhum administrador, fizemos manguitos e eu até risquei o carro do Nuno Santos... Mas nem assim...”, lamentou José Diogo, confessando que os Gato Fedorento estão “bastante entusiasmados e com pica” para este novo projecto.


“Só se morrer alguém, que não seja o Miguel, claro, é que paramos... Quer dizer... se for o Miguel, celebramos um bocadinho e tal e continuamos...” Apesar de “Diz que é Uma Espécie de Magazine” apresentar diferenças relativamente aos outros programas dos Gato Fedorento, o contrato assinado com a estação pública prevê que haja a possibilidade de voltarem ao formato anterior.


Relativamente à reacção do público, Zé Diogo Quintela acha que, embora possam “ferir susceptibilidades, as pessoas vão gostar, até porque, volta e meia, aquilo vai ter piada”.

TV Mais

Sábado, 4 de Novembro de 2006

Band aposta forte em "Paixões proibidas"

A próxima novela da estação Bandeirantes, "Paixões Proibidas", vai contar com uma forte operação publicitária no Brasil. A ficção que também será exibida pela RTP - é, aliás, apresentada no Rio de Janeiro, na próxima segunda-feira - será divulgada pela Band em anúncios de jornais, revistas, "outdoors" e táxis, numa campanha em que se investiu mais de dois milhões e 400 mil euros.

A notícia avançada pela agência Estado sublinha ainda que a quantia supera o aplicado na campanha de "Floribella", um grande êxito da Bandeirantes. Gastou-se em "Paixões proibidas", que se baseia em obras de Camilo Castelo Branco ("Amor de perdição", "Mistérios de Lisboa" e "O livro negro do padre Dinis"), mais 30% do que o usado com o produto juvenil.

A novela em causa é feita em parceria com a RTP e conta, por isso, com a participação de um pequeno núcleo de actores portugueses. Leonor Seixas, São José Correia e Virgílio Castelo destacam-se no grupo. Refira-se que a nova novela marca o regresso do género ao horário nocturno da televisão pública portuguesa. Foi adiantado que será emitida em "late-night".

Antes de começar a ser gravada, "Paixões Proibidas" foi alvo de críticas da parte de Teresa Guilherme. A responsável pela ficção da SIC acusou a RTP de estar a investir fora do país e de não estimular o mercado nacional. Nuno Santos, director de Programas da RTP, desvalorizou as apreciações, dizendo que se estava perante uma "situação normal do mercado". Sublinhou ainda "O que importa é o bom projecto que faz sentido no serviço público". Recentemente, comunicou que a RTP está disposta a investir em ficção nacional destinada ao horário das tardes.

Em Portugal, as gravações decorreram em Coimbra, Montemor-o-velho e Lisboa. No Brasil, têm tido lugar na cidade cenográfica de quase três mil metros quadrados edificada em Jacarepaguá. Com esta investida, a Band não fica também atrás da TV Record. Refira-se que não muito longe estão instalados o estúdios Projac, da TV Globo. Como diz a agência Estado a zona já poderia ter a placa "Hollywood é aqui".


Sexta-feira, 7 de Abril de 2006

Jorge Andrade - Exclusivo gravado

As gravações do primeiro ‘Exclusivo Mundial’, programa sobre o Campeonato do Mundo de futebol, que estreia domingo, estão concluídas.

Jorge Andrade, internacional luso, de fora do Mundial devido a lesão, dará a conhecer a vida dos futebolistas da selecção nacional.

Fonte: Correio da Manhã

Quinta-feira, 6 de Abril de 2006

RTP reforça-se no humor. TVI garante mais Óscares

ARTP1 aproveitou o MIPTV, a feira de conteúdos para televisão que decorreu esta semana em Cannes, para reservar e garantir formatos que irão aumentar "a linha de diversidade" da sua programação, como revelou ao DN, Nuno Santos, director de programas da estação.Assim, de um conjunto de formatos para o prime time, o responsável da RTP destaca Camara Café, um programa de humor, que "tem apresentado excelentes resultados no mercado espanhol, francês e italiano", e cuja reserva já ficou feita.



"Uma das preocupações que trazia com a linha de programação tinha a ver com o 11 de Setembro e o Mundial de Futebol", assumiu Nuno Santos. Nesse sentindo, chegou a "um acordo de princípios para a aquisição" de um conjunto de documentários que assinalam os cinco anos sobre os atentados de Nova Iorque e ainda três séries dedicadas ao futebol: More Than a Game, de origem inglesa, The Art of Football, alemão e do canal Arte, um trabalho documental sobre Maradona.

Nuno Santos reservou ainda documentários sobre Chernobyl, o Julgamento de Nuremberga, os descobrimentos portugueses (um trabalho alemão) e sobre Angola. Segundo o programador da televisão pública foi também "pré-comprada" uma série documental Prehistoric Park, à FremantleMedia.

Seguindo a sua aposta nas minisséries, a RTP garantiu a Dama das Camélias, uma produção italiana, Dresden, de origem alemã, e um "êxito francês", Dolmen, uma história de mistério contada em cinco episódios. Os filmes Brokeback Mountain, O Fiel Jardineiro e Instinto Fatal 2 vão ter exibição garantida no operador público.

"Este ano assisti a uma maior oferta de light entertainement em detrimento dos reality shows", analisou Nuno Santos fazendo notar que está perante "um mercado bastante dinâmico e muito concorrido", onde "os asiáticos estão presentes em força". Mas não encontrou "nenhum produto revolucionário".

Óscares na TVI até 2010A TVI garantiu os direitos de transmissão dos Óscares até 2010. Para Margarida Vitória Pereira, responsável pelos formatos internacionais da estação, o MIPTV não trouxe grandes novidades. "Foi mais do mesmo", disse ao DN. Ainda assim, a TVI adquiriu à Hallmark algumas minisséries de catástrofes e reservou também a série Surface, uma espécie de Lost [Perdidos], que "está a ser um sucesso nos EUA".

" As nossas expectativas estão em Los Angeles, onde vamos estar daqui a um mês e meio, e nessa altura visionaremos todas as séries-piloto que vão estrear no mercado americano em Setembro", admitiu.

SIC traz Jamie Oliver

Perante todas as possibilidades de oferta do MIPTV, o que mais surpreendeu Teresa Guilherme, directora de produção nacional da SIC, foi "a quantidade de ficção em torno de mulheres". Sem adiantar as opções que fez em Cannes, sublinhou que "o mercado está cada vez mais competitivo e a língua espanhola está a atacar em força. No entanto, os EUA continuam a ter as melhores séries". Mas de acordo com o site da Fremantle Media, a SIC reservou no MIPTV Jamie's School Dinners, com o famoso chef britânico Jamie Oliver. Também a SIC Mulher comprou uma nova temporada de Martha Stewart's.

Já a SIC Radical renovou séries como South Park e Buffy, mas o grande destaque de Vítor Figueiredo, director da estação, vai para o regresso de Daily Show de John Stewart. Reservando mais novidades para a semana, antecipou ao DN a compra de três séries de anime (animação japonesa), Gravion, Gad Guard e Desert Punk - com as duas primeiras a estrear já em Maio. Mas não é tudo. "Vai haver muito anime novo na Radical", adiantou.

Fonte: DN

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Domingo, 26 de Março de 2006

"Essas Mulheres" é a novela que vai substituir "A Escrava Isaura"

A protagonista e heroína de "Essas Mulheres", a nova novela da RTP, é Aurélia, interpretada por Christine Fernandes. Num roteiro clássico de mocinha, Aurélia é uma rapariga pobre que fica milionária ao receber uma herança inesperada. Esse poder traz-lhe forças para correr atrás do seu grande amor, Fernando Seixas (Gabriel Braga Nunes), que é comprometido.

Carla Regina interpreta Glória, que, no decorrer da novela, muda de nome e passa a chamar-se Lúcia. Glória, amiga de Aurélia na adolescencia, é órfã de mãe e tem o pai doente. Sem dinheiro, ela vê-se obrigada a prostituir-se para ajudar a familia. No entanto, esta vai ser expulsa de casa, e vai trocar o nome com o de uma prostituta que morre (Lúcia), acabando pos se tornar a cortesã mais famosa da cidade. No fim, acaba por apaixonar-se por Paulo (João Vitti), um jovem rico, que vai enfrentar muitos preconceitos por isto.

Mila é interpretada por Mirian Freeland. Ela é uma jovem rica e inconformada com as limitações e preconceitos da sua época. Tem problemas com a mãe, Leocádia (Ana Beatriz Nogueira), que não aceita a sua maneira de ser. Por causa destes problemas, acaba por sofrer distúrbios psicológicos, o que a levará a ser tratada por um médico negro, Augusto (Alexandre Moreno), por quem se apaixona e vive um conturbado romance.

"Essas Mulheres" é mais uma prova do investimento do canal brasileiro Rede Record em teledramaturgia de qualidade. Entre as novas aquisições de peso vindas da TV Globo, estão Ana Rosa, Sérgio Mamberti, Celso Frateschi, Leonardo Miggiorin e Ana Beatriz Nogueira.

Gato bate A Herança

A estreia do ‘Gato Fedorento’ foi o décimo programa mais visto, anteontem, alcançando números superiores aos que vem registando ‘A Herança’. O formato apresentado por José Carlos Malato, que vai para o ar a seguir ao ‘Telejornal’, era o que melhores resultados atingia no horário nobre da estação.

Colocando de lado as audiências obtidas pelo futebol, conclui-se que a RTP 1 não atingia um resultado tão elevado desde o período em que Jorge Gabriel apresentava o concurso ‘Quem Quer Ser Milionário’. Inclusivamente, os números de anteontem – o ‘Gato Fedorento’ ficou perto dos 1,2 milhões de telespectadores – ultrapassam os de José Carlos Malato com ‘A Herança’.

A estreia dos humoristas suscita uma pergunta: o desempenho corresponde às expectativas criadas? Nuno Santos, director de Programas da estação pública, prefere destacar que “numa estação que tem público normalmente acima dos 45 anos, o programa teve um comportamento muito bom nas áreas urbanas e junto de públicos mais novos”. O responsável mostra-se confiante e diz que estes “números são um sinal de mudança”.

Ricardo Araújo Pereira, a figura mais visível do quarteto de humoristas, não se mostra muito interessado na questão das audiências. “A nossa ambição é fazer um programa que tenha qualidade. A própria génese do canal passa pouco pelas audiências.” Ainda assim, não deixa de sublinhar que “este foi, sem dúvida, o nosso melhor resultado de sempre”.

Esta foi a segunda experiência do ‘Gato Fedorento’ em sinal aberto. Em Junho, a SIC exibiu, recorde-se, o programa à mesma hora de ‘Morangos com Açúcar’, da TVI, sendo visto por 425 mil espectadores. Tão mau resultado esteve na origem da saída do quarteto de Carnaxide.

Francisco Rui Cádima, professor de Ciências da Comunicação, diz-se “decepcionado” com a nova série do ‘Gato’, por apresentar “pouco detalhe ao nível do texto”, considerando--a “pouco madura” .

‘Dei-te Quase Tudo’ voltou a ser o programa mais visto anteontem. A novela da TVI foi seguida por 1,4 milhões de pessoas.

HUMORISTAS 'DESPREZAM' PROGRAMA

Os humoristas portugueses não estiveram entre os espectadores que seguiram a estreia do ‘Gato Fedorento’. Herman José, Nicolau Breyner, Raul Solnado, Aldo Lima e Bruno Nogueira, por exemplo, não viram o programa da RTP 1.

Compromissos profissionais e jantares foram motivos apontados para o ‘desprezo’ a que votaram o ‘Gato’. O apresentador de ‘Herman SIC’ garantiu-nos, porém, que tinha deixado a gravar para, claro, ver o desempenho do quarteto de humoristas.

Fonte: correio da manhã

Segunda-feira, 13 de Março de 2006

Aos 30 anos, Cristina Alves investe nos sonhos que idealizou para a sua vida

A apresentadora de televisão fala de maternidade e admite: “conheço pessoas que nunca quiseram ser mães e não são menos mulheres por isso”

Exigente, perfeccionista e amiga dos seus amigos são características desta capricorniana de sorriso franco e brilho no olhar. Aos 30 anos, Cristina Alves é um dos rostos que diariamente entram em casa dos portugueses. Há cerca de ano e meio no programa "Portugal no Coração", da RTP, adora o que faz e sente que as experiências acumuladas lhe têm permitido crescer, num percurso sem rotinas e marcado pela concretização de sonhos.

Antes da televisão, trabalhou – quase uma década – como manequim e, pelo meio, tirou uma licenciatura em Letras e foi professora. Contudo, sentia que aquele não era o caminho a seguir e por iniciativa própria participou num casting para a então NTV. Não foi seleccionada, mas a ousadia de que deu provas valeu-lhe o convite para um outro programa do canal por cabo, até que chegou à RTP, que lhe granjeou projecção e reconhecimento na rua. Tímida confessa, não se intimida com as abordagens do público nem sente a sua privacidade beliscada, talvez porque mantém uma atitude discreta no que respeita à sua privacidade.

Bastante comunicativa, Cristina Alves contém-se nas palavras de foro privado, embora confirme que tem namorado. Sem reservas, considera os pais e a irm㠖 mais velha ano e meio – o seu porto de abrigo por altura das pequenas tempestades que, em certos momentos, varrem as nossas vidas. Não se arrepende de nada do que fez e não esconde a vontade de correr ainda mais para ser feliz.

Antes de ser um dos rostos de "Portugal no Coração" passou pelas passarelas e até chegou a ser professora.

– Sempre teve como meta a televisão?
Cristina Alves – Tinha o sonho da informação e cheguei, inclusive, a entrar em Jornalismo, em Coimbra, depois de ter tirado a licenciatura em Letras. Mas já estava a dar aulas e achei que não teria tempo para mais um curso. Por vezes, parecia mesmo que estava sentada a uma janela a ver a vida a passar lá fora... Já tinha o meu curso, já estava a trabalhar, e era altura de ter a minha independência profissional. Mas sentia isso até que participei num casting para a NTV, e a partir daí as coisas foram acontecendo.

– Tem saudades do ensino?
– Não, porque nunca entrei na rotina. Sempre tive consciência de que o meu caminho não era por ali. Gosto de puxar por mim, de correr, e a dada altura, apesar de os alunos puxarem por nós, já não chegava.

– Percebe-se em si alguma timidez. Concorda?
– Sim, sempre fui tímida. Era do género de corar por tudo e por nada. Ainda sou, mas no trabalho abstraio-me totalmente, porque tenho um objectivo e o esquema todo montado na minha cabeça.

– Não se sente incomodada quando é reconhecida na rua?
– De facto, há pessoas que me abordam e me cumprimentam como se me conhecessem muito bem, mas são sempre muito simpáticas e não me incomoda nada, nem deixo que isso me altere. Não me preocupa nada ter todos os olhares em cima de mim, pois não irei mudar em nada.

– Fala com entusiasmo do seu trabalho. É ambiciosa?
– Sou ambiciosa no bom sentido. Tenho o objectivo de ser feliz, e isso implica várias coisas, entre as quais a realização pessoal. Mas não sou uma mulher de carreira, no sentido de só ligar ao trabalho, pois ligo, sobretudo, à vida e a tudo o que me faça feliz.

– Tanto está no Porto como em Lisboa, Trás-os-Montes... Como organiza a sua vida?
– É difícil, mas não gosto de rotina. Hoje, não só não tenho rotina como também a minha vida muda de um dia para o outro, literalmente! Mas já estou habituada e o meu saco é feito e desfeito várias vezes por semana. Graças a isso, agora sou mais prática a fazer a mala.

“Sou romântica no sentido em que acredito nas pequenas coisas da vida. Ser romântico é dar valor às coisas boas.”

– E a vida pessoal como se estrutura com tantas mudanças?
– É óbvio que se ressente. Os meus amigos reclamam que não saio com eles, até porque, quando tenho tempo, também gosto de ficar sossegada no meu espaço. Gosto de sair só quando me apetece!

– É uma pessoa romântica?
– Sim, no sentido em que acredito nas pequenas coisas da vida. Ser romântico é dar valor às coisas boas e, nesse sentido, sou bastante romântica.

– Aos 30 anos, já sentiu o apelo da maternidade?
– Acho que todas as mulheres já sentiram o desejo de ter filhos, porque é uma coisa que faz parte da condição feminina. Mas também conheço pessoas que nunca quiseram ser mães e não são menos mulheres por isso. Depende das mulheres e da altura em que se está, da forma como se olha para a vida e se é importante ou não num preciso momento.

– É feliz?
– Sou bastante, porque, no geral, tenho todos os motivos para o ser, embora, como todo o ser humano, queira sempre mais.

Fonte: Caras

Segunda-feira, 27 de Fevereiro de 2006

RTP desvenda quem é "o rapaz de São Roque"

Em dia de Carnaval, a RTP apresenta um documentário sobre Pedro Pauleta, o ponta-de-lança açoriano que bateu o recorde de golos marcados pela Selecção Nacional e que joga actualmente no Paris St. Germain. O trabalho é de Paulo Catarro, que explicou ao DN que a ideia "surgiu quando se previa que Pauleta ia bater o recorde de golos do Eusébio, na Selecção". A partir daí, foi avançar para "dar a conhecer a pessoa do Pauleta, que atingiu um patamar na sua carreira" acessível a poucos e que "tem algumas particularidades, como facto de nunca ter jogado no campeonato português" e de ter uma forte ligação aos Açores.

O jornalista da RTP refere ainda que o trabalho "vai à descoberta do mundo de Pauleta. Foram descobertas imagens dele, a jogar, com nove anos. Depois são apresentadas as principais fases, ouvindo os familiares, colegas, treinadores e mesmo Mota Amaral", ex-presidente do Governo Regional dos Açores e ex-presidente da Assembleia da República.

Paulo Catarro acrescenta que este documentário quer também mostrar o que o Pauleta é hoje. "Tornou-se num símbolo dos Açores. E é muitas vezes chamado para iniciativas de solidariedade social e outras acções, típicas de uma grande estrela". A carreira do jogador é seguida desde os tempos nos Açores, passando pelo Estoril, pelos clubes espanhóis, pela entrada em França e pela "conquista" de Paris. Na Selecção Nacional são apresentados os dados mais marcantes de Pauleta, com destaque para os golos. Os comentários ficam a cargo de jogadores como Cristiano Ronaldo ou Figo, mas também de Luiz Felipe Scolari. A concluir, Eusébio fala do novo recorde do Pauleta.

Para focar o jogador, Paulo Catarro escolheu o jogo Portugal-Letónia para seguir Pauleta com uma só câmara durante os 90 minutos. Seria neste desafio que o "açor" viria a bater o mítico recorde do pantera negra.

O documentário de 41 minutos foi ainda enriquecido com "um grande trabalho de pesquisa nos arquivos da RTP, também nos Açores", para mostrar "um grande jogador, com uma personalidade muito atraente, a todos os níveis. E muito humilde". Segundo o autor do trabalho, a melhor frase é de Mota Amaral, quando diz que "gostamos dele, porque ainda hoje é o rapaz de São Roque". O trabalho da RTP é transmitido amanhã, dia de Carnaval, perto das 22.30.

Fonte: DN

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Sábado, 25 de Fevereiro de 2006

O que fazer com a Globo?

José Eduardo Moniz veio esta semana dizer que gostaria muito de ter as novelas brasileiras da Globo na sua grelha. Presumindo-se que não está a pensar abandonar a produção de ficção portuguesa, Moniz admite desta forma que é possível fazer conciliar os dois tipos de produto numa só grelha.

A afirmação, que não é surpreendente, surge numa altura em que a SIC está a braços com um drama interno: tendo alimentado o monstro brasileiro, é agora a sua principal vítima. A aposta intensiva do canal en novelas brasileiras à tarde e à noite vem desde meados de 90, quando a SIC roubou à RTP o exclusivo da ficção da família Marinho. E durante anos a fio o filão brasileiro rendeu muito e bem. Não vão muito longe os tempos em que, durante a tarde, a estação tinha mais de 50% de quota de mercado, cilindrando por completo a concorrência.

Paulatinamente (por efeitos do cansaço dos formatos e pelo nascimento de um fenómeno chamado Morangos com Açúcar), a SIC cedeu e hoje, à excepção de New Wave, mais nenhuma das novelas que exibe lidera consistentemente o segmento horário em que é exibida. Ainda quarta-feira, por exemplo, às 14.00, A Lua Disse-me, uma novela cheia de talentosos actores brasileiros e escrita por Miguel Falabella, era humilhada com 7,9% de share (não, não é engano, é mesmo 7,9% de share), contra 62,4% de A Escrava Isaura, na RTP.

O cenário à noite é melhor, mas não permite sorrir. Quer Alma Gémea, quer Belíssima, quer Um Só Coração não chegam aos 30 pon- tos de quota de mercado e ficam muito aquém da produção portuguesa da NBP que a TVI emite.

Com um contrato de exclusivi-dade para Portugal que durará até 2009 (se não for denunciado antes por qualquer das partes), a SIC tem de saber dar a volta à situação. Por um lado, as novelas brasileiras não deixaram de ter qualidade e, assim sendo, até na lógica de racionalidade da grelha, é um negócio que compensa em Carnaxide. Mas, por outro lado, as preferências do público português mudaram, a qualidade dos produtos portugueses cresceu e há que fazer alguma coisa para mudar o jogo das audiências.

Rato como é, Moniz veio aumentar a pressão sobre Penim. Ao dizer que gostaria de ter as novelas da Globo, não só transmite um sinal ao mercado (que obviamente há muito que chegou ao grupo brasileiro) como vem dizer à SIC que faria com elas mais do que esta faz. Uma coisa Moniz não faria, seguramente: tornar a sua grelha dependente de um só produto, ainda por cima externo e impossível de ser controlado.

Fonte: DN

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Gatos em Março na RTP

O ‘Gato Fedorento’ regressa ao pequeno ecrã, agora na RTP 1, em Março, com a série ‘Lopes da Silva’. Para já, hoje arranca a segunda fase das promoções.“O nome ‘Lopes da Silva’ não tem nenhuma razão especial.

São dois nomes simples e bastante comuns em Portugal. O que eles [Gato Fedorento] me disseram é que queriam um nome composto, em vez de Meireles, Fonsecas ou Barbosa, porque estavam num canal maior e justificava-se os dois nomes”, refere Ana Torres, produtora do programa.

O quarteto de humoristas – Ricardo Araújo Pereira, José Diogo Quintela, Tiago Dores e Miguel Góis – já gravou ‘sketches’ suficientes para a primeira série, composta de 13 programas, de 25 minutos cada, cuja estreia está agendada para Março, mas ainda sem data conhecida.

‘Lopes da Silva’ promete ser bastante diversificado. “Tem um bocadinho de tudo: críticas à vida social e sátira a algumas personagens nacionais, nomeadamente da vida social e do futebol. Também haverá um telejornal e entrevistas pseudo-intelectuais”, refere Ana Torres, garantindo que, desta vez, os políticos serão poupados: “Não estamos virados para a política. Os ‘Gato’ não acham grande graça aos políticos.”

Os políticos José Sócrates, Pedro Santana Lopes e José Junqueiro foram, recorde-se, a imagem da primeira fase de promoção do programa, mas apenas “porque usavam frases dos ‘Gatos’”, explica Ana Torres. “Vamos ter três fases diferentes de ‘promos’. A próxima começa hoje, agora com os ‘Gatos’”, diz a produtora.

As gravações de ‘Lopes da Silva’ têm decorrido a bom ritmo e, fundamentalmente, com muito humor, como convém. “Divertimo-nos muito e somos, produção e a equipa técnica, para os ‘Gatos’, como que um pequeno auditório”, conta Ana Torres, revelando que já há cerca de 50 ‘sketches’ gravados. “Temos material suficiente para a primeira leva de programas.”

Ana Torres confessa que o sucesso do ‘Gato Fedorento’ – conquistado em grande parte na SIC Radical – tem aberto muitas portas. “Têm muitos fãs, o que nos facilitou bastante a vida, sobretudo quando quisemos gravar no Convento do Beato e no Cinema S. Jorge. Todos se mostram muito receptivos”, conclui.

Fonte: Correio da Manhã 

Domingo, 19 de Fevereiro de 2006

Ano de direcção de Nuno Santos com balanço positivo

Nuno Santos, director de programas da RTP1 fez, esta sexta-feira, um ano à frente dos destinos da programação da estação pública.

Empossado no cargo no início de Fevereiro de 2005 - mas aprovado pela Alta Autoridade para a Comunicação Social, 15 dias depois -, Nuno Santos, que ocupava o cargo de director-adjunto na RTP1 com Luiz Andrade, continuou a estratégia que visava a aproximação da estação ao público, nomeadamente mais jovem, sem perder o seu público de sempre.

Algo que, um ano volvido, o director de programas da estação pública conseguiu de forma positiva, segundo José Mariño, director da Antena 3, ao DN. "A RTP1 tem trilhado um caminho interessante na aproximação ao seu público. E isto sem muitos meios", defende Mariño, que salienta o facto deste "desafio só ser possível à custa de muito trabalho e dedicação".

Também José Manuel Fernandes, director do Público considera que, "genericamente, a RTP tem evoluído positivamente". Salientando o equilíbrio das contas, destaca o crescimento das audiências da estação (na ordem dos 24%), prova de que "não foi necessário baixar os padrões de qualidade da programação". Isto apesar dos "telejornais continuarem muito grandes", adverte. Para este responsável o destaque vai ainda para a "alternativa às novelas brasileiras" da concorrência. E aponta a ficção histórica - séries como a Ferreirinha ou em exibição o Bocage -, para os filmes a horas pouco tardias, os concursos - de que é exemplo Quem Quer ser Milionário, O Cofre ou a A Herança - que estimulam a cultura geral.

Rui Vilhena, argumentista e escritor da novela de sucesso da TVI Ninguém Como Tu considera as opções de programação de Nuno Santos "muito interessantes". Contribuem para o momento " interessante que os autores, actores ou argumentistas vivem na ficção portuguesa, que é de muito boa qualidade". "Os Gatos Fedorentos", são um exemplo disso mesmo", conclui Vilhena.

Fonte: DN

Quinta-feira, 16 de Fevereiro de 2006

RTP 1: Depois da má experiência de 2005


Renato Júnior produziu as canções que Vânia e Bruno Nicolau interpretarão a 10 de Março
Renato Júnior produziu as canções que Vânia e Bruno Nicolau interpretarão a 10 de Março

Festival da Canção contra falta de alma

A RTP quer evitar o erro cometido no ano passado e, por isso, optou por fazer o Festival da Canção regressar à sua forma tradicional: o concurso. O objectivo é encontrar uma canção com alma e identificada com o País.

Vânia de Oliveira, que participou na ‘1.ª Companhia’, Beto e a luso-australiana Madison Lucia são alguns dos concorrentes.

Nuno Santos reconhece o equívoco de 2005 e, por isso, optou pelo retomar da velha tradição do festival, com dois objectivos: “Primeiro, encontrar uma boa canção para representar Portugal; segundo, fazer um grande programa televisivo”. O director de Programas da RTP 1 esclareceu que a mudança de formato se deve a uma lição aprendida no ano passado, em Kiev, onde se realizou o Festival Eurovisão, no qual Portugal foi representado pelo duo ‘2B’: “Em 2005 optámos por encomendar uma canção, pois permitia um maior controlo. Verificámos que havia um défice de alma. Era uma canção sem traço de portugalidade, demasiado parecida com as outras”.

Este ano, o canal público preferiu convidar cinco produtores – Elvis Veiguinha, José Marinho, Luís Oliveira, Renato Júnior e Ramon Galarza – , pedindo-lhes para encontrar dois intérpretes para outras tantas canções. Os destaques vão para Beto, Vânia e Lara Afonso, que já têm algum nome no mundo da música.

No Festival da Canção, agendado para 10 de Março, no Centro de Congressos de Lisboa, o público poderá escolher o cantor que quererá ver em no Eurofestival, a realizar em Maio na cidade de Atenas, mas a decisão também dependerá do júri (os cinco nomes ainda não foram revelados).

DEZ CANDIDATOS

1. ‘UM DIA DUREI’

Intérprete: Bruno Nicolau

2. ‘ALMA NOVA’

Intérprete: Lara Afonso

3. ‘TU E EU’

Intérprete: Madison Lucia

4. ‘BEM MAIS ALÉM’

Intérprete: Mariafolia

5. ‘NUNCA MAIS DIGAS ADEUS’

Intérprete: Ricardo Moraes

6. ‘SEI QUEM SOU’

Intérprete: Vânia de Oliveira

7. ‘DURMO COM PEDRAS NA CAMA’

Intérprete: Natalie Insoandé

8. ‘VEM DANÇAR’

Intérprete: Non Stop

9. ‘O AMOR É UMA FONTE’

Intérprete: Beto

10. ‘AS MINHAS GUITARRAS’

Intérprete: Cuca

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Quarta-feira, 15 de Fevereiro de 2006

RTP procura novas caras para o seu entretenimento

Cara bonita? Não necessariamente. Mais de 18 anos, boa dicção, capacidade de improviso ou empatia com a câmara são algumas das condições para ser apresentador ou apresentadora de um qualquer formato de entretenimento no universo dos canais da RTP.

Para tal, basta seguir as três fases que constituem o casting lançado pela estação pública, a nível nacional - Faro, Lisboa e Porto -, que visa "identificar novos valores para a apresentação de formatos na área do entretenimento", explica, ao DN, Hugo Andrade, subdirector de programas e coordenador do projecto.

A primeira fase corresponde à inscrição no site da RTP, numa área devidamente criada para o efeito. Aí, o candidato recebe um número, que deverá colocar no formulário a preencher, e esperar pela segunda fase, o casting propriamente dito. De 17 a 19 de Fevereiro, nas instalações da RTP, na Avenida Marechal Gomes da Costa, dia 21 na Biblioteca de Faro e 23 e 24 nos estúdios da RTP do Monte da Virgem, no Porto.

"Até ao momento já recebemos cerca de quatro mil inscrições", avança Hugo Andrade. O trabalho que se segue "é o mais difícil, mas também o mais aliciante", defende o subdirector da estação pública, que já viveu experiências semelhantes, nomeadamente, no início da TVI. Por ele, recorda, passou Clara de Sousa, actualmente pivot da SIC.

Nesta segunda fase, onde participam desde apresentadores seniores e jovens da estação, passando por técnicos, como realizadores ou operadores de câmaras, os candidatos são filmados para posterior selecção. Um processo que conta também com o contributo do Centro de Formação da RTP. No final, apenas 10 serão os eleitos. Reconhecendo que todas as selecções "têm sempre uma pontinha de injustiça", Hugo Andrade diz que, ainda assim, vale a pena, pois esta é uma forma de "dar oportunidade a pessoas que nunca sonharam com ela". Pode acontecer, inclusivamente, que surjam candidatos mais talhados para a informação. "Sobre esses daremos conhecimento à direcção de informação", diz.

Apurados os 10 eleitos, há que "identificar os projectos na RTP para envolver estas pessoas", explica o responsável. E é aí que, muitas vezes, começa um outra fase, a da verdadeira concorrência, uma vez que estes novos talentos terão pela frente outros apresentadores de qualidade já a trabalhar na estação".

Fonte: Diário de Noticias

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Segunda-feira, 13 de Fevereiro de 2006

RTP satisfeita com estreia do concurso

"DANÇA COMIGO" A direcção de Programas da RTP achou "óptimo" o resultado das audiências de "Dança comigo", que anteontem estreou, com apresentação de Catarina Furtado. A estação fez saber que os números obtidos estão acima da sua média. O concurso registou 29% de "share" (calculado entre os estavam a ver televisão naquele período), e isto apesar de ter uma duração longa, como se sublinha. Ficou em sexto na tabela do dia. A RTP valoriza ainda o facto de "agregar público diferenciado". Fonte: JN
Sexta-feira, 10 de Fevereiro de 2006

RTP compra mais uma novela à Rede Record

Depois do sucesso de "A escrava Isaura", a estação escolheu "Essas mulheres" para reforçar parceria Noticiário local é um dos projectos da emissora para Portugal

"Essas mulheres" é o nome da nova telenovela que a RTP comprou à Rede Record, confirmou ao JN fonte da estação pública. Depois do sucesso de "A escrava Isaura" (líder de audiências no horário a que é emitida) a ficção de época regressa à RTP1, porém sem garantia que venha a ocupar o mesmo horário.

Inspirada em três romances de José de Alencar, "Senhora", "Diva" e "Lucíola", a trama conta a história de três mulheres cujas vidas foram radicalmente transformadas pelo amor. "Aurélia", "Glória" e "Mila" são as personagens principais, interpretadas por Christine Fernandes, Carla Regina e Miriam Freeland, respectivamente.

A aposta da Rede Record na "teledramaturgia" (termo usado no Brasil para caracterizar os produtos de ficção no país) é uma das linhas mestras da estação para conseguir alcançar a liderança de audiências. As restantes são o desporto e a informação, conforme explicou ao JN Aroldo Martins, presidente da Record Internacional.

Mas é para a primeira que neste momento vai o maior destaque. A criação dos estúdios Recnov (Recorde Novelas), no Rio de Janeiro, vai permitir a rodagem em simultâneo de seis produções diferentes. Apesar de ainda não estarem a funcionar em toda a sua capacidade, é no Recnov que está a ser gravado o mais recente sucesso da emissora "Prova de amor", que conta com uma participação especial do actor português Ricardo Pereira, tem tidos resultados próximos aos da Globo.


Aposta em Portugal

A emitir em Portugal através da Cabovisão, Bragatel, TV Tel, Pluricanal e por satélite, a estação continua em negociações com a TV Cabo para passar a integrar a oferta desta distribuidora. Porém o responsável preferiu não adiantar pormenores sobre a evolução do negócio.

Aroldo Martins avançou ainda que a entrada na oferta da TV Cabo não irá alterar a grelha do canal. "Não vamos transformar a programação da Record numa emissão feita para Portugal", disse, frisando, contudo, que existem projectos para alguns programas feitos no nosso país, como por exemplo, um noticiário local, programas para jovens e ainda emissões especiais por altura do Mundial de Futebol e durante o Verão. O palco destes serão os estúdios de Lisboa inaugurados em Novembro.

Fonte:Jornal de Noticias

Catarina Furtado admite estar nervosa com estreia

RTP - A 48 horas do arranque de ‘Dança Comigo’

Catarina Furtado confessa estar nervosa com a estreia de ‘Dança Comigo’, concurso de dança com pessoas conhecidas, que arranca amanhã na RTP 1, em horário nobre, logo após o ‘Telejornal’. Por sua vez, a substituta Sílvia Alberto – ocupará o lugar de Catarina quando a gravidez não lhe permitir trabalhar – garante estar tranquila.
Catarina Furtado

Apesar da experiência na apresentação de programas, Catarina Furtado não esconde o receio. “Ainda sofro nas estreias. Mas isso é a consciência de que há uma equipa a trabalhar a sério no projecto”, diz a futura mãe, referindo-se ao facto de ter medo de ser ela a falhar, ‘estragando’ o trabalho de toda um conjunto de profissionais.

A nova cara da RTP, Sílvia Alberto, que só deverá entrar em acção lá para o segundo mês de ‘Dança Comigo’, parece mais segura, até porque terá mais tempo para se preparar: “Não tenho grandes receios”.

A 48 horas da estreia, o director de programas, Nuno Santos, e o director da Endemol, Piet-Hein Bakker, deslocaram-se aos estúdios da United, em Pêro Pinheiro, para, na companhia de Catarina Furtado e Sílvia Alberto, apresentar o cenário onde decorrerá o programa ‘Dança Comigo’.

O ‘set’, construído no mesmo estúdio onde se faziam as galas da ‘1.ª Companhia’, tem como atracção principal a pista de dança, que ainda não está concluída. Piet-Hein diz tratar-se de um cenário inspirado no modelo espanhol: “É muito maior. Tem lugar para mais de 200 pessoas”. Nuno Santos anunciou o quarto elemento do júri. Ana Bola junta-se a Marco de Camillis, João Baião e São José Lapa para avaliar Dani, Dina Aguiar, Vítor de Sousa e Sofia Aparício, os concorrentes.

CINCO MESES

A gravidez de Catarina Furtado nota-se cada vez mais a cada dia que passa. A apresentadora já sabe que será uma menina, mas não desvenda o nome escolhido para a bebé.

Fonte: Correio da Manhã

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