Quinta-feira, 23 de Agosto de 2007

Cauã Reymond e Grazi Massafera curtem romance na praia

 

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Para quem acreditava que o romance tinha esfriado...

 

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Na última segunda-feira (20), Cauã Reymond levou a actriz Grazi Massafera, para curtir um dia na Praia do Recreio, no Rio de Janeiro.

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Muito sol e ondas refrescantes formaram o cenário perfeito para os pombinhos.

 

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Grazielli, que usava um biquíni colorido, aproveitou para se bronzear, enquanto o seu namorado surfava e fazia suas manobras.

 

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Em seguida, os dois protagonizaram cenas de amor, com direito a beijinhos e carinhos

Sexta-feira, 31 de Março de 2006

Cauã Reymond leva fãs ao delírio

Cauã Reymond, o intérprete de Mateus Guney, em Belíssima, da Globo, fez bonito na passarela do Teen Fashion, que teve sua primeira noite na quarta-feira, dia 29. O evento é considerado pioneiro de moda e comportamento no seguimento jovem.

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Com seu corpão de deixar as mulheres babando, o actor mostrou sua performance de modelo, ao lado de duas jovens. Eles desfilaram para a marca Spezzato Teen.

Sempre simpático, ele não se importou com os gritinhos de bonito, lindo e gostosão, feitos pelo público feminino. Mas a platéia não contou somente com mulheres; homens que entendem de moda também estavam presentes.

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O actor Java Mayam, que actua no folhetim Malhação, da Globo, observou todos os modelitos apresentados e elogiou as peças.

http://ofuxico.uol.com.br

Sábado, 25 de Março de 2006

Cauã Reymond defende Vera Holtz dos piropos nas ruas

Quando começou a gravar as primeiras cenas de Belíssima, na pele de Ornela, uma mulher madura que se apaixona por um garotão, Vera Holtz chamou a atenção pelo visual avançadinho. Cabelos louros alongados, batas modernas e calças jeans justas. Passado o primeiro impacto, é a história da personagem que vem ganhando a aceitação do público.

“No início, a paisagem da Ornela ficou marcada, agora é a história mesmo. O preconceito foi apresentado de forma suave e aparentemente houve uma aceitação. Outro dia, eu e Cauã fomos almoçar no Gero, um restaurante chique de São Paulo e as senhoras faziam sinal de positivo. Em outra ocasião, estávamos gravando no Ibirapuera, eu estava na Mercedes, os rapazes passavam e gritavam ‘Aí, safada!’, os caminhoneiros diziam: ‘Essa mulher é um partidão!’ e o Cauã me defendia. Ele dizia: ‘Pô, respeitem minha namorada!’. Onde quer que eu vá, as mulheres sempre dizem ‘Ah, se eu pudesse! Beija ele por mim!’. É uma resposta muito boa”, diz Vera a OFuxico.

A atriz namora há seis anos um artista plástico que vive em Brasília. Ciúmes, ela garante que ele não sente. E, para ela, a grande descoberta da personagem foi despertar nas pessoas o sentimento de valorização.

“Eu me assustei com a quantidade de Ornelas que passei a ver nas ruas, todas se enfeitando, se valorizando. Isso é gratificante”, destaca.

Fonte: OFuxico

Terça-feira, 28 de Fevereiro de 2006

"Adoro beijar aquela boca linda do Cauã", diz Vera Holtz

Há tempos Vera Holtz não se divertia tanto numa personagem quanto tem acontecido com Ornela. A peruíssima socialite de Belíssima, da TV Globo, tem proporcionado diversos prazeres à atriz. "Adoro beijar aquela boca linda do Cauã Reymond, empolga-se a atriz, se referindo ao jovem ator que vive Mateus, o garoto de programa que é alvo das investidas da coroa na trama de Silvio de Abreu. Vera assume que também adora ser paparicada com manutenções do longo aplique de madeixas louras, maquiagem, figurino e diversos acessórios que têm virado uma espécie de ¿parque de diversões¿ para a atriz de 52 anos. "Adoro ela poder gastar dinheiro sem culpa, ter aquela Mercedes conversível... Mas, no final do dia, fico exausta de ficar com a barriga para dentro e empinada com aquela cinta", pondera.

Mas nem tudo foram flores na carreira de atriz. Ao mesmo tempo que Vera saboreia as futilidades de Ornela, a atriz faz uma retrospectiva de como tudo começou, há mais de três décadas, em Tatuí, cidade do interior de São Paulo, onde nasceu. Desde a adolescência começou a trabalhar e deu duro como locutora de rádio, decorou carros alegóricos para o tímido desfile de Carnaval da sua cidade, até conseguir ir para São Paulo em 1974, para fazer faculdade de Arte Dramática. Logo depois se mudou para o Rio e começou a fazer teatro até estrear na tevê muito depois, já em 1989, como a divertida Fanny de Que Rei Sou Eu?, que tinha um forte apelo cômico. "Trabalhos tragicômicos têm mais o meu perfil, é a leitura que eu tenho da vida. Assim tenho uma região maior de sentimentos a explorar", analisa.

E seus personagens, independentemente da carga cômica ou dramática, viram uma espécie de coleção para a atriz. Até pouco tempo atrás, Vera tinha o hábito de desenhar cada um deles em papel, com um tamanho bem pequeno, que era uma maneira dela conseguir visualizá-los de uma forma onde poderia ter uma espécie de controle sobre eles. "Eles ficam na minha vida como um parque de estátuas, como esculturas do Aleijadinho. Fico mais múltipla e solta para dar vida a cada um", avalia a atriz.

Para a Ornela, soube que você "criou" o verbo Ornelar. O que significa?
Vera Holtz - (risos). Encontrei o Silvio Abreu e a Denise Saraceni no São Paulo Fashion Week do ano passado, quando eles me chamaram para o papel, mas eu não tinha noção do que poderia ser a Ornela. Essa coisa do cabelo longo louro, esse imaginário feminino. Não tinha idéia. Mas ela é uma animação, adoro Ornelar! Primeiro que os homens mais velhos se divertem e brincam comigo. Dizem que estou espalhando o Mal, que é um péssimo exemplo para as mulheres e que estou acabando com a praia deles. Você vê? Outro dia abracei um senhor na rua que veio me xingar. Mas é preciso ter um "background" para fazer um papel desses. A mulherada me fala entre os dentes: "você está pegando o Cauã Reymond..." (risos). É tudo entre os dentes, secreto, com uma pontinha de inveja. Os gays dizem que estou inflacionando o mercado, que estou pagando muito caro para o michê, que ele não merece. Então é muito divertido. Mas eu não fico expondo a Ornela na rua, a não ser quando estou gravando, que saio montada. Raramente ando maquiada. O cabelo sempre está preso.

Onde você buscou referências para essa composição?
VH - Gosto de me aprofundar na leitura do texto. Para mim é mais fácil. Fui para São Paulo observar um pouco as mulheres da alta sociedade. Acho que ela é uma homenagem à Eliana Tranchesi (dona da grife Daslu). Mas isso foi uma referência antes das acusações de sonegação e outras que ela tem sido acusada (risos). Depois disso, meu inconsciente deu pane e comecei a rir. Na realidade, a idéia original é de uma mulher que se sofistica em São Paulo através dessas grifes internacionais. Ela não trabalha, é uma dondoca. Lá, grande parte das mulheres estão sempre impecáveis, com os cabelos arrumados, sapato perfeito, carro lustrado... São alegres e têm uma vida muito boa. O lazer de São Paulo é de primeira. O mundo deles é cosmopolita. Ela é uma mulher educada, filha de italianos. Mas acredito que ela não seja quatrocentona...

Ela é o oposto da sua última personagem, a Generosa, a mulher do mato mal humorada de Cabocla. Como foi essa transição da caboclona para uma perua?
VH - (risos). Eu precisava fazer a Generosa. Depois da Santana (de Mulheres Apaixonadas), não tinha como fazer uma coisa explosiva e nem estava preparada para isso. Precisava passar pela carranca dessa mulher do mato, que tem um registro emocional pequeno, que é muito arcaica. A Generosa é a negação do afeto, do amor, da liberdade. Na Ornela tudo é divertido, mas demoro uma hora e meia para fazer cabelo e maquiagem. Para gravar Cabocla eu chegava 10 minutos antes, botava o chinelão de couro, soltava o barrigão, ficava assim (fica corcunda). Com a Ornela, tenho de ficar com as cabeleireiras correndo atrás de mim, coloco umas cintas por baixo da roupa para fazer cinturinha. Ela é gorda, mas meio violãozinho. Tenho de trabalhar sustentada, empinada com o cinturão e barriga para dentro, cheia de jóias. Fico exausta no final do dia.

O temperamento e o astral das personagens influenciam o seu comportamento, ocorre alguma simbiose?
VH - Eu achava que não, mas hoje acredito que sim. No caso da Ornela, por exemplo, que tem uma grande curiosidade em viver, realmente me empresta um astral positivo. A Santana foi uma personagem que me entristeceu muito. Até achava que estava doente. Parece que ela fechou meus chacras. Minha parte de criatividade e sexualidade foi travada na época porque eu mergulhei naquele universo. Não dava para fazer um trabalho de brincadeira. Agora queria mesmo fazer um papel de mulher rica e sem culpa. A Ornela é uma borboleta de mel, gostosa, adocicada e leve.

Ela era o contraponto da Bia Falcão. Como foi perder a melhor amiga dela?
VH - Eu fiquei muito triste, me apeguei à Fernanda (choraminga).... Gostei dela, estou triste. Desculpe, que eu falo e choro mesmo... A Fernanda é especial. Foi terrível para a Ornela. Nunca soube como a Ornela poderia ser amiga daquela mulher. A Ornela tem uns 50 e poucos anos e a Bia era uns 20 anos mais velha. Elas pareciam aquela dupla, o Pink e o Cérebro (risos). Eu sou o Pink. Não tem casamentos em que a mulher não sabe nada do que o marido faz? Sou do interior e acompanhei processos afetivos que a mulher era de uma alienação absoluta. A Ornela era o contraponto da Bia, não julgava nada. Fiquei tristíssima, arrasada. A sorte é que ela é uma mulher esperta. Gosta de homens bonitos e paga para isso.

Como você analisa essa abordagem da prostituição masculina?
VH - Confesso que nunca nenhuma mulher chegou para mim eu disse que pagava um garoto. Mas elas falam que se pudessem pagar um menino daqueles elas o teriam. Falam isso do lado do marido. O Cauã é muito dedicado. Gosta do que faz. Brincamos muito com isso e sempre tiramos fotos para eu mostrar para o Fernando (namorado da atriz). É um jogo para provocar. Combinamos que nas cenas de sexo não faríamos nada com fissura, com cara de tesão. Decidimos fazer como se eu tivesse a idade dele e ele a minha. Um encontro amoroso de duas pessoas que gostam de transar, mas nada de tara ou perversão.

Esse lado sexual tem alguma semelhança com a Marta, sua personagem de Presença de Anita, que seduzia o empregado?
VH - Aquela era pervertida. A Marta mandava, tinha uma coisa de poder com o empregado, era a sinhazinha que tomava conta do pai, da fazenda. Ela gostava de pegar o negro, de achar que tinha poder como branca. Não é igual ao desejo da Ornela, que é mais livre e contemporâneo. Aquilo mexeu com a mulherada. Foi quase uma cebola, tinha camadas e camadas. As mulheres lentamente se revelavam com um desejo sexual secreto de transar com um negro. Teve muita discussão de rua.

O que te dá mais prazer na Ornela?
VH - Eu gosto dessa liberdade de ir e vir que ela tem e esse saber lidar com o dinheiro sem culpa. No Brasil as pessoas têm muita culpa, ela é generosa. O que o dinheiro paga para ela não é caro. Adoro ter aquela Mercedes conversível (risos). Gosto desses cuidados com ela, com o figurino, desses paparicos de roupa e cabelo. Acho ótimo trabalhar com o Cauã, beijar aquela boca linda... O resto eu trabalho muito, tenho de decorar muito texto. O elenco também é maravilhoso. Trabalhei com a Denise (Saraceni) em A Muralha, quando fiz a Mãe Cândida. Fomos muito felizes naquela minissérie. Esse reencontro com a Denise é muito familiar para mim.

Quais dos seus trabalhos que você destacaria como os mais marcantes na tevê?
VH - Acho que minha primeira personagem na tevê, em Que Rei Sou Eu?, a Fanny. Aquela turma toda marcou com uma linguagem nova, um belíssimo texto, uma sátira à sociedade brasileira. O cenário e o figurino eram deslumbrantes, nossa! Jorge Fernando! Tudo era novo, tinha o frescor da inovação. Não tem como não lembrar das perucas, a transformação para entrar em cena. Aquele universo todo era encantador. Também gostei muito de Vamp, daquele mundo lúdico. Gosto de novelas realistas também, mas essas são as mais divertidas, tem efeitos especiais, adoro essas brincadeiras. Gosto desse jogo.

Fonte: Terra.com.br

Domingo, 15 de Janeiro de 2006

Diante de muitos famosos, Cauã Reymond vira águia

Num dos desfiles mais esperados de sábado (14) no Fashion Rio, uma platéia lotada de estrelas assistiu Cauã Reymond encerrar o desfile da Complexo B. O ator foi o último a entrar na passarela, como Homem-Águia, personalizando o tema da coleção outono-inverno 2006 da marca.

Cléo Pires nos bastidores do desfile da Complexo B

Cléo Pires nos bastidores do desfile

Cauã usava galochas brancas (a nova aposta da grife), calça jeans desbotada, camiseta azul marinho e as asas da águia que, surpreendendo os fotógrafos ficaram armadas, simulando o vôo da ave. O público aplaudiu e as meninas, nada discretas, gritavam “lindo”para ele.

A coleção de Beto Neves é inspirada num sonho, segundo ele, “uma luta contra a mesmice e uma visão utópica do desejo de voar, assim como é utópico o inverno do Rio”.

Ao som de Carcará, de Caetano Veloso, o desfile da Complexo B usou muitas sobreposições, jeans, camisetas coloridas e, principalmente, tons de cinza, azul marinho, verde e rosa.

Além de uma das trilhas sonoras mais aplaudidas do Fashion Rio, a Complexo B trouxe um texto narrado por Jean Willys, campeão do BBB 5. Ele, que usava uma camisa da loja estampada com São Jorge, era só elogios à grife:

- Adoro a Complexo B, porque as roupas traduzem a identidade brasileira e as peças são lindas e muito funcionais. Essa pra mim é a verdadeira função da moda.

Na platéia estavam Carol Castro, Cleo Pires, Lucinha Lins, Luiz Salem e a modelo Maryeva, que foi paparicar o namorado, David Chaloub, que desfilou pela marca.

Bruno Gagliasso e Camila Rodrigues foram prestigiar, mais uma vez Thiago Gagliasso, em seu segundo desfile no Fashion Rio. O irmão do ator usava galochas pretas, bermuda cargo bege e camiseta marrom com jaqueta verde-limão.

Bruno chegou, viu fotos do irmão na passarela e, como bom coruja, perguntou: “ele está bonito?”. Depois do desfile, o comentário era um só:

- Eu queria ter visto ele da frente da passarela, mas achei ótimo. O que eu posso falar, né?

As fotos do desfile:

Cleo Pires na platéia estrelada da Complexo B


Desta vez Carol Castro não perdeu o desfile do namorado
 

Na passarela, Thiago Gagliasso
 
Cauã Reymond foi a estrela do desfile
 

O ator encerrou o fashion show
 
Ele encarnou a águia, inspiração do estilista da grife
 
Cléo Pires e amigos aplaudem o desfile
 
 

Carol Castro
 
Bruno Gagliasso e Camila Rodrigues não perderam o desfile de Thiago Gagliasso


Bruno Gagliasso atento aos passinhos do irmão na passarela
 

Cauã no backstage
 
Carol parabeniza o namorado top com um beijo
Informações e fotos do site Babado.ig.com.br

Domingo, 18 de Dezembro de 2005

Cauã Reymond, depois da separação, lava a roupa na casa da avó

Cauã entra em seu carro ao deixar a casa da avó

Cauã Reymond, que recentemente se separou de Alinne Moraes, sexta-feira (16) foi almoçar na casa da avó, que mora no Leblon.

O intérprete de Mateus da novela global Belíssima chegou por volta das 12h40 e, quando foi embora, por volta das 15h, carregava uma trouxa de roupa e camisas em cabides.

Ao abrir o porta-malas de seu carro, estacionado na rua, possibilitou que chinelos e mais sacolas com outras peças fossem vistos por quem passava por lá. Parece que Cauã está tendo de lavar a roupa suja fora de casa...

Quinta-feira, 10 de Novembro de 2005

Cauã Reymond e Alinne Moraes confirmam fim do casamento de três anos

Os atores Cauã Reymond e Alinne Moraes, que nunca acharam necessário assinar papel para se sentirem casados, colocaram um ponto final na união de três anos. A confirmação foi feita para OFuxico pela assessoria de imprensa da Artes Cênicas, empresa que cuida dos interesses profissionais do casal.

“Dificilmente falamos sobre vida pessoal de nossos artistas. Só podemos confirmar a veracidade da separação. Mas não temos autorização para fornecer detalhes”, afirmou a assessoria.

Considerado um dos mais belos casais jovens do meio artístico, Alinne e Cauã jamais fizeram a linha grudados. Eles costumavam comparecer a eventos da noite carioca sozinhos.

Na estréia de Belíssima, na última segunda-feira, dia 7,  por exemplo, quando o elenco se reuniu para comemorar na boate Nuth, na Barra, o ator justificou, com pouca empolgação, a ausência da mulher. Disse apenas que ela estava muito apertada e, por isso, não compareceu. Sequer detalhou se Alinne estava presa nas gravações de Bang Bang, novela em que interpreta Penny Lane. Pode ter sido um sinal de que o relacionamento já havia terminado.

Antes de se tornarem atores, Alinne e Cauã fizeram sucesso como modelos, inclusive nas passarelas internacionais. Em um desses desfiles, se conheceram em Paris, no final da década de 90, mas Cauã sempre destacou que “não rolou” nada entre eles, até porque, na época, ambos estavam comprometidos com outros parceiros.

O reencontro de Alinne e Cauã aconteceu em 2002, no Rio de Janeiro, terra dele, para onde Alinne, uma paulista de Sorocaba, havia se mudado um pouco antes para interpretar Rosana, na novela Coração de Estudante.

No auge a paixão, Cauã não media esforços para comprovar o quanto era romântico. Em março de 2003, durante o show do grupo de rock mexicano Mana, cuja música Vivir Sin Aire era tema de Clara, personagem de Alinne em Mulheres Apaixonadas, ele simulou estar passando mal. Jogou-se no chão e pediu à amada para pegar o remédio que estava no bolso de sua calça. Não era remédio e sim um caixinha que dentro continha um lindo anel de prata com uns brilhantinhos, conforme relembrou Alinne por diversas vezes, quando contava sobre o casamento dos dois.

Em 2004, surgiu a oportunidade para o casal atuar na mesma novela. Isso ocorreu em Da Cor do Pecado, na qual Cauã fazia o papel de Thor e Alinne interpretava Moa.

Quarta-feira, 9 de Novembro de 2005

Cauã Reymond: “Vera Holtz é minha cliente VIP”

Cauã Reymond em cena de Belíssima
Cauã Reymond em cena de Belíssima

 

Cauã Reymond interpreta Mateus, um garoto de programa “de luxo”, em Belíssima, nova novela das 20h da Globo, que estreou segunda-feira (7) ( no Brasil)  na grade de programação no lugar de América.

Mateus, que só tem clientes classe A, não precisa do dinheiro para viver. Faz da prostituição um jeito de ter uma renda extra.

- Meu personagem é um grande retrato da sociedade onde o jovem não tem perspectiva. Quem tem beleza acaba vendendo. Não que seja justificável, mas existem coisas na cabeça dele, sentimentos que fazem com que ele queira optar por esse tipo de trabalho. Por exemplo, ele não tem mãe e sai sempre com mulheres mais velhas.

Vera Holtz faz papel da socialite Ornella Sabatini, uma das ricaças que procura o serviço de Mateus.

- A Vera é o máximo. Poderíamos dizer que ela é minha cliente VIP. Ela me pega, me sacode. A gente se diverte em cena, contou Cauã

Terça-feira, 27 de Setembro de 2005

Alinne Morais e Cauã

Alinne e Cauã: competição de flashes

Rolou saia justa na festa de lançamento da novela "Bang Bang", neste domingo, no Villa Country, em São Paulo. Alguns fotógrafos pediam para que Cauã Reymond se afastasse de sua namorada Alinne Moraes na hora dos cliques. Tudo porque ela é uma das protagonistas da trama de Mario Prata e ele estava só de acompanhante.  

 

* Não se preocupe não, Cauã. Logo chega o lançamento de "Belíssima" - novela que substituirá América, onde o ator vai viver um garoto de programa.

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