Quarta-feira, 10 de Outubro de 2007

Joaquim Monchique em telenovela brasileira

O actor Joaquim Monchique vai entrar na telenovela «Muralha da China» que o brasileiro Miguel Falabella está a escrever para a Globo.

 

Conta hoje o jornal 24Horas que, Monchique parte no início de 2008 para o Brasil, onde ficará alguns meses para interpretar um português que tem uma padaria, papel que marca a estreia do actor em telenovelas.

Joaquim Monchique revelou ao jornal que a sua personagem quer que toda a família trabalhe na padaria de que é dono, mas tem uma filha «capaz de destronar a Gisele Bundchen», que ele não quer que seja manequim.

«É um papel muito engraçado», garantiu ao 24Horas.

Sábado, 29 de Setembro de 2007

Deborah Secco e Thiago Lacerda em Portugal

Os actores brasileiros vieram a Lisboa promover a TV Globo Portugal

 

  

 

 

 

 

Os actores Deborah Secco e Thiago Lacerda e o apresentador do programa «Altas Horas» Serginho Groisman, estiveram ontem ao final do dia na Estação do Rossio em Lisboa a apresentar a TV Globo Portugal, canal que poderá ser visto já a partir de dia 1 de Outubro na posição 80 da TV Cabo.

 

A grelha do canal é uma selecção da programação da Globo, que oferece entretenimento, informação e educação para toda a família, incluindo mini-séries e telenovelas, programas infantis e de entrevistas, documentários, noticiários, desporto, musicais, bastidores de televisão e humorísticos.

 

   

 

 

 

Alguns dos programas que os portugueses se habituaram a ver no extinto GNT na TV Cabo estão de volta.

«Programa do Jô», «Marília Gabriela entrevista», «Altas Horas», «Video Show», «Mais Você», «Fantástico», «A Grande Família», são alguns dos programas que estão de volta à tv portuguesa.

Entre as novidades para os telespectadores portugueses, a Globo destaca «Toma Lá Dá Cá», «Estrelas», «Esporte Espectacular» e «Por Trás da Fama».

 

  

 

 

Durante o mês de Outubro o sinal do TV Globo Portugal estará aberto no canal 80 para todos os clientes digitais da TV Cabo, a partir de Novembro, o canal assume o posicionamento premium.

 

Com este lançamento a TV Cabo passa a oferecer 94 canais (69 canais base, 12 canais Premium e 13 canais rádio).

Sábado, 18 de Agosto de 2007

Bebel cativa preferência

O destino da personagem ‘Bebel’, a prostituta da novela da SIC ‘Paraíso Tropical’, ainda está em aberto. A personagem de Camila Pitanga conquistou os telespectadores de tal maneira que os autores da novela não se conseguem decidir quanto ao rumo a dar à popular personagem.



A punição da prostituta de ‘Paraíso Tropical’ não será uma tarefa fácil para Gilberto Braga e Ricardo Linhares, autores da novela em exibição no horário nocturno da SIC.

Os telespectadores brasileiros querem a todo o custo um final feliz para ‘Bebel’ por considerarem que isso acabaria com muitos dos preconceitos relacionados com a prostituição. Depois de ‘Olavo’, (Wagner Moura), ter pedido a exclusividade dos serviços de ‘Bebel’, o calçadão ainda vai ser cenário para muitas cenas de Camila Pitanga. O plano para acabar com o casamento daquele que lhe conquistou o coração será um tiro no próprio pé, uma vez que significa o fim da boa vida para a personagem. ‘Olavo’ não a vai perdoar por esta lhe ter destruido o casamento e ‘Urbano’ (Eduardo Galvão) abandona-a depois de descobrir que ela usou o seu dinheiro para se vingar de ‘Olavo’.

Assim, ‘Bebel’ retoma a “vida fácil” que tinha anteriormente para poder pagar as dívidas que fez enquanto esteve com os dois amantes.

TODOS QUEREM UM FINAL FELIZ

As dificuldades que a personagem ainda vai passar ao longo da novela acabam por se tornar num autêntico calvário, e os brasileiros não estão dispostos a assistir a esse desfecho. A verdade é que a forma como ‘Bebel’ fala e a exuberância das suas roupas são considerados por muitos como o retrato da mulher comum que nunca teve privilégios na vida. Apesar disso, o destino adivinha-se cruel e até a actriz Camila Pitanga discorda do castigo final.

PARAÍSO TROPICAL

Canal: SIC

Dia: Segunda a Domingo

Hora: 22H15 (dias úteis)

Formato: Telenovela
CM
Terça-feira, 7 de Agosto de 2007

Atriz brasileira processa revista portuguesa

 

Fiorella Mattheis, é uma actriz brasileira e interpreta actualmente a  vilã Vivian, na serie da globo  Malhação (a extinta New Wave em Portugal).

Esta semana, entrou com uma ação na Justiça contra a revista J, que tem sede no Porto.

 

 

Segundo o advogado da bela, Sylvio Guerra, o processo é por uso indevido de imagem, já que a publicação utilizou ffotografias sensuais do site brasileiro Paparazzo e a matéria foi escrita sem que a actriz fosse ouvida.

 

“Ela não deu uma palavra para a revista. A matéria foi feita com base em declarações a internautas, de um videochat que ela tinha participado, e as fotos são as do site Paparazzo.”

 

“Em um ardiloso jogo de palavras, a matéria leva o leitor a tirar conclusões precipitadas sobre a actriz, mostrando frases como ‘Já fui assediada por mulheres’ e ‘Gosto de fazer amor com cheiro de incenso’”.

 

Como o processo é no Brasil, os representantes da revista serão intimados, por carta rogatória, a prestar esclarecimentos. O processo está na 8º Vara Cível do Rio de Janeiro

 

Cre´ditos: O Fuxico

Sábado, 4 de Agosto de 2007

Paraíso Tropical: Taís aparece morta

 

 

Duas vertentes são as mais prováveis causas da morte de Taís, interpretada por Alessandra Negrini: suicídio ou assassinato.

 

Taís vai aparecer morta na cozinha da casa de Daniel (Fábio Assunção) e Paula (Alessandra Negrini), numa clássica cena de suicídio, aparentemente asfixiada por gás.

Deborah Secco - Prostituta em novela

A actriz brasileira Deborah Secco vai entrar na novela da Globo, ‘Paraíso Tropical’ – também em exibição na SIC –, onde dará vida à prostituta ‘Betina’, amiga de ‘Bebel’ (Camila Pitanga).

A actriz, que começa a gravar na próxima semana, conta ter sido convidada por Gilberto Braga e, por isso, refere que não podia dar uma resposta desfavorável ao autor. Deborah Secco irá gravar durante uma semana com Pitanga, “uma querida”, refere, e, por isso, diz que será “óptimo estar ao lado dela”.

Sábado, 28 de Julho de 2007

Antigos Morangos de regresso a casa

Pelo segundo dia consecutivo os estúdios da NBP receberam convidados famosos para gravarem episódio de ‘Morangos com Açúcar’. Depois de Melanie C, ontem foram as presenças de Angélico, dos D’ZRT, e de FF (Fernando Fernandes) que provocaram a surpresa entre o elenco da série juvenil da TVI.

Os artistas cantaram em dueto para os colegas

 

Os ‘ex-moranguitos’ aproveitaram a participação nas gravações para promoverem o último single de FF que, curiosamente, conta com a participação do colega dos D’ZRT. O ‘Xa-Vi Bar’, que pertence a ‘Gonçalo’, foi o local escolhido para os dois jovens cantarem para todo o elenco o tema ‘A Música Nasce Para te Poder Levar’. A ambiciosa ‘Tânia’, assim como a histérica ‘Rute’, foram apenas algumas das personagens que subiram para a barra do bar, dançando em ritmo acelerado.

As fãs também apareceram e mostraram que, apesar de recente, já têm a letra do novo single na ponta da língua. As cenas gravadas nos estúdios de Vialonga vão para o ar no início de Agosto.

Apesar de a série se destacar pela presença de caras novas em cada temporada, tanto FF como Angélico manifestaram-se felizes por voltarem a viver uma experiência semelhante à que lhes deu oportunidade de representar, sublinhando sempre o talento dos colegas que os sucederam.

Actualmente FF está a promover o novo álbum de norte a sul do País, enquanto Angélico continua a actuar com os D’ZRT.

ANGÉLICO NEGA TRAIÇÃO

A recente viagem de Angélico ao Brasil, que gerou muita especulação sobre um possível relacionamento com a apresentadora da TV Record Eliana, foi segundo o cantor “uma maneira de explorar aquilo que se faz por lá e aproveitar para fazer alguns contactos”. Confrontado com a questão de uma crise na relação com Rita Pereira, o artista afirmou estar num momento calmo da vida, desmentindo que alguma vez tenha conhecido a apresentadora brasileira. Em relação a projectos de trabalho, o antigo protagonista de ‘Morangos’ adiantou que, de momento, não tem nada de concreto, apesar de ter realizado testes de imagem no Projac, o centro de produção da Globo no Rio de Janeiro.

Correio da Manhã

Sábado, 17 de Março de 2007

Gianecchini e Priscila Fantin viajam para Aspen

Não se trata de um novo par romântico. Pelo menos na vida real. Na ficção, mais precisamente em Sete Pecados, título provisório da próxima novela de Walcyr Carrasco, que será exibida na Globo após Pé na Jaca, Reynaldo Gianecchini e Priscila Fantin formarão um casal.
 
Os dois atores gravarão as primeiras cenas de seus personagens em Aspen, no Colorado, nos Estados Unidos, em abril. Ele será Dante e a personagem de Priscila ainda não tem nome definido. 
 
Com estréia prevista para o dia 18 de junho, a trama é uma comédia ambientada em São Paulo. Trata-se da estréia de Walcyr na faixa das sete. O autor é conhecido como “Senhor das Seis”, por sempre emplacar novelas de sucesso às 18h. Sete Pecados vai abordar a bondade humana.

Fonte: ofuxico

Domingo, 11 de Março de 2007

Camila Pitanga tira as esperanças das revistas masculinas

 

Como a Bebel, de Paraíso Tropical, Camila Pitanga, aos 29 anos, está exibindo uma forma física de matar de inveja até as outras colegas da novela, bem mais jovens do que ela, e que foram alçadas ao título de musa, principalmente por terem posado nuas.

A actriz corta qualquer esperança das revistas masculinas, que se interessarem por tê-la como capa e recheio desse tipo de publicação.

 

 

 

 

 

 

 

“Não é meu objectivo posar nua, com Bebel ou sem Bebel. Esse assunto é pedra posta. Nem perco tempo com ele, se por acaso receber alguma proposta.”

Camila Pitanga adora ser actriz, mas não gosta de chamar atenção na rua. Para evitar que os holofotes estejam voltados para ela, Camila chega a  vestir-se de forma menos exuberante, sem muita maquilhagem e evita eventos muito badalados.

 

Tudo para ter alguns minutinhos de paz no momento de lazer.

"Ela adora os fãs, o problema não são eles. E sim ser fotografada por onde anda", explicou uma amiga da actriz. 

Sábado, 10 de Março de 2007

Sónia Braga - "A estrela sou eu..."

Há 30 anos encantou Portugal na pele da sensual ‘Gabriela’. Hoje, Sónia Braga está de volta aos ecrãs no papel da sedutora de ‘Páginas da Vida’.

Vocês têm que compreender que eu estou sempre fazendo uma novela”, apelava Sónia Braga aos jornalistas que acompanharam, no Rio de Janeiro (Brasil), as gravações do último episódio de ‘Páginas da Vida’.

Vidrada em fama e holofotes, a actriz não escondeu a cara perante as câmaras e as objectivas. E na festa, que decorreu no Porcão Rio’s, Sónia Braga parecia ser a estrela da novela, pela atitude de vedeta que revestiu a sua entrada no recinto.

O objectivo era mesmo chamar a atenção. Sorrisos, beijos lançados para os fãs, piscares de olho e um insinuante despir do casaco para os fotógrafos, marcaram a entrada da actriz, que demorou mais tempo na ‘passadeira vermelha’ do que qualquer outro colega. Na novela escrita por Manoel Carlos, em exibição na SIC, a pose é a mesma e Sónia Braga bebe cada cena como se fosse a derradeira. Como que agradecendo a Deus o facto de, aos 56 anos e após várias cirurgias estéticas, ter de novo a oportunidade de brilhar no género que, na década de 70, a lançou para a fama na pele da doce e sensual ‘Gabriela’.

Em ‘Páginas da Vida’, Sónia Braga interpreta Tônia, uma artista plástica sedutora, que vive uma paixão tórrida com um homem mais novo e casado (Edson Celulari) e termina a história nos braços de um galã serôdio (Tarcísio Meira) que, curiosamente, é sogro do primeiro. Na vida real, a actriz também é dada como namoradeira. Depois de várias décadas a viver nos Estados Unidos, onde protagonizou um tórrido romance com Robert Redford, o regresso ao Brasil é marcado pelos mexericos amorosos.

A própria responde à imprensa: “Graças a vocês [jornalistas] eu tive um marido e um namorado. Espero que não me separem agora que acabou a novela”. A imprensa brasileira relata ao pormenor o seu namoro com o actor Sidney Sampaio, 29 anos mais novo. Mas Sónia Braga nega ter uma relação séria. “Isso foi a imprensa que inventou”, disse à Correio TV na festa que se seguiu às gravações da trama escrita por Manoel Carlos. “Desde o começo que nós somos amigos. Um dia, num desfile, eu disse que usava uma aliança criada pelo joalheiro António Bernardo e depois dei-lhe uma igual, no Natal, porque ele adora anéis. Foi um presente de amigo. A brincar, disse que ele também usava uma aliança igual e perguntei o que isso significava... e todas as pessoas disseram que estávamos noivos”. No entanto, este é apenas mais um dos casos, verdadeiros ou não, que colecciona.

Foi precisamente há 30 anos que Portugal viu pela primeira vez ‘Gabriela’. A novela, baseada na obra ‘Gabriela, Cravo e Canela’, de Jorge Amado, foi exibida ainda a preto e branco e logo conquistou os espectadores. Na época, o Parlamento parava para assistir ao desempenho de Sónia Braga na pele da ingénua criada que cativava ‘seu Nacib’ e Portugal rendia-se ao erotismo de uma desconhecida de pele queimada e longos cabelos negros e a um género que logo se tornou dominante nas grelhas das televisões. Sónia Braga vivia o seu grande momento de estrelato.

E nem a novela ‘Dancin Day’s’, que mostrou uma actriz mais sofisticada, e os vários papéis no cinema, como ‘Dona Flor e Seus dois Maridos’, ‘A Dama do Lotação’ e ‘Eu te Amo’, conseguiram explorar tão bem a natureza indomável da actriz. “Foi uma personagem que marcou muito”, recordou Sónia Braga numa entrevista. “Até chegar à Gabriela, eu fazia personagens muito tristes, muito feias. Através dela, descobri todo um universo da sensualidade da mulher brasileira, e foi muito bom nesse aspecto”. “A Gabriela é o que há de melhor. Ela é a Natureza. Não tem nenhum sentido intelectual ou académico... Essa é a melhor revolução”.

A sensualidade despojada e inata da actriz, a par de um aparente despojamento de vedetismo, abriram portas para uma carreira internacional. Os Estados Unidos foram o destino óbvio para dar continuidade ao sucesso. Na meca do cinema, Sónia Braga brilhou em filmes de culto como ‘O Beijo da Mulher Aranha’ (1985), de Hector Babenco, onde contracenou com Raul Julia e William Hurt, ou ‘Lua Sobre Parador’ (1988), de Paul Mazursky.

E em finais dos anos 90, voltou ao Brasil para interpretar ‘Tieta’, uma realização de Cacá Diegues que marcou o reencontro com as personagens criadas pelo génio literário de Jorge Amado. Nessa altura, a actriz referiu que, tal como Tieta, também ela voltara ao Brasil para “continuar a ser amada, para ficar perto”.

O desgaste dos anos fizera-se sentir. Nos Estados Unidos, Sónia Braga ainda participou nos filmes ‘The Milagro Beanfield’ (1988), de Robert Redford, e ‘The Rockie’ (1990), de Clint Eastwood, e em algumas séries de televisão, como ‘Cosby Show’, ‘O Sexo e a Cidade’ e ‘Alias, a Vingadora’. Mas a falta de papéis de destaque aniquilaram a alegria da actriz. E o regresso ao Brasil e às novelas da Globo era mais do que um desejo.

No entanto, Sónia Braga estava ciente de que o excesso de peso e as rugas eram um entrave à sua recuperação. Agastada por uma depressão crónica, decidiu submeter-se a um tratamento radical. E entregou-se às mãos do famoso cirurgião Pitanguy, que levou três anos a ‘reconstruir’ a actriz.

Franca e atrevida Sónia Braga estreou-se nos palcos com a produção brasileira da peça ‘Hair’ em 1967 e chegou à televisão através do programa infantil ‘Vila Sésamo’. Em Portugal, participou em carnavais e na criação do vídeo ‘Amália Traída’, de Francesco Vezzolli. Sobre os anos passados nos EUA, disse: “Já chamei o meu período americano de exílio cultural, de retiro. Fiquei fora porque não era convidada para filmar ou porque recebia propostas que me ofendiam.”

EROTISMO NA PELE DE 'GABRILELA'

Na pele da sensual Gabriela, na novela da Globo, Sónia Braga teve o ponto alto da sua carreira e explorou o erotismo como até então nunca tinha sido visto na televisão. A personagem, escrita por Jorge Amado, transmitia uma carga sensual inesperada, que a actriz transcreveu através da figura selvagem, longos cabelos negros, corpo torneado e pele queimada pelo sol.

Sexta-feira, 1 de Dezembro de 2006

Maria João Bastos: Entrevista com actriz de ‘Tempo de Viver’

Maria João Bastos prepara-se para viver emoções fortes no final de ‘Tempo de Viver’. À semelhança do que aconteceu em ‘Mundo Meu’, onde já disputava o protagonismo com Margarida Vila-Nova, a actriz volta a ganhar destaque na novela da TVI. Agora na pele de Raquel, que persegue ferozmente a sua rival, Maria Laurinda, e desmascara as suas vilanias.

- Na novela ‘Tempo de Viver’, a sua personagem, Raquel, vai entrar numa fase de confronto directo com Maria Laurinda, interpretada por Margarida Vila-Nova?

- Vamos começar a assistir a uma disputa aguerrida entre a Maria Laurinda e a Raquel. O confronto vai ganhar novos contornos e agudizar-se. Como diz uma expressão brasileira, a Raquel ‘vai pegar no pé’ da Maria Laurinda. E vai vigiá-la cada vez mais de perto, descobrir todos os planos que ela engendrou e reunir forças para a desmascarar.

- A Raquel está disposta a tudo para enfrentar a adversária?

- A Maria Laurinda e a Raquel estão a morar na mesma casa e as próximas vigarices da Maria Laurinda vão ser rigorosamente controladas pela Raquel. E o insucesso de algumas dessas vigarices ficará a dever-se à interferência da Raquel.

- A Maria Laurinda leva a bom termo o plano de engravidar do Afonso?

- Veremos como esse projecto vai ser muito prejudicado com a intervenção da Raquel

- Foi publicada uma notícia que dava conta da sua insatisfação com a personagem de ‘Tempo de Viver’. É verdade?

- Não. Essa notícia é completamente falsa. E para provar isso basta assistir à novela. Não tenho razões para me queixar do meu papel. Estou em confronto directo com a Maria Laurinda, que é uma personagem forte. E tenho ainda uma história de amor lindíssima que também tem muito conflito. Está a olhos vistos que é um papel que me dá muito material para trabalhar e que me dá prazer.

- Depois da novela ‘Mundo Meu’, como é trabalhar, de novo, com a Margarida Vila-Nova?

- Além de trabalharmos juntas, o que me dá muito prazer, sentimos que esta representação é como um bom jogo de ping-pong. Entre nós existe uma química muito forte enquanto profissionais. E fazer uma cena, por muito simples que seja, é sempre muito prazeiroso, e algo muito enérgico.

- É grande amiga da Margarida Vila-Nova?

- A Margarida é uma das minhas melhores amigas.

- Por que não teve ninguém a apoiá-la no concurso ‘Canta por Mim’?

- Preferi não ter ninguém, nem amigos, nem família. A Margarida Vila-Nova queria muito ir, porque eu também a apoiei quando ela cantou, mas eu não quis lá ninguém. O programa é de entretenimento. A minha participação está ligada a uma causa e eu acho esta vertente de solidariedade muito interessante. Não fui para lá com nenhuma pretensão de ganhar ou de provar nada como cantora. Fui lá para me divertir e para o público conhecer a tentativa da Maria João cantar.

- Continuou a gravar a novela ao mesmo tempo que fazia os ensaios do ‘Canta por Mim’. Como reage a este ritmo intenso?

- Muito bem. Gosto de trabalhar com adrenalina, dá-me muito prazer.

- Tem projectos de trabalho no Brasil?

- Ao contrário do que tenho lido por aí não vou fazer nenhuma novela. Nem cinema. O que está previsto é um programa de televisão para a TV Globo. É um trabalho que vai exigir a minha presença apenas uma vez por mês, e durante quatro dias.

- Que tipo de programa é esse?

- Algo na linha ‘Do Comando’. E não posso dizer mais nada... Para já não conto ir ao Brasil nos próximos seis meses.

- Está nos seus projectos fazer uma carreira internacional?

- Não tenho planos. Sei que quero trabalhar com muita força e ter bons personagens para interpretar. Em Portugal, no Brasil ou noutra qualquer parte do Mundo. Não sei se terei oportunidade de fazer uma carreira internacional, mas se tiver tentarei sem qualquer medo, sem reservas. Mas não faço disto um objectivo.

- Como aprecia o trabalho do Rui Vilhena, o autor e guionista de ‘Tempo de Viver’?

- Adoro o Rui. É um autor extraordinário de novela contemporânea. É fantástico trabalhar com um bom texto. É o melhor que um actor pode ter. E é a inteligência da escrita que caracteriza o Rui.

- Nas novelas, as mulheres roubaram o protagonismo aos homens. As grandes figuras de cartaz são a Maria João Bastos, a Luciana Abreu, a Fernanda Serrano, a Sofia Alves... Como analisa este fenómeno?

- A figura feminina é muito mais apelativa. E vende mais. E isto vê-se na ficção, nas capas das revistas, na moda

- Tem 14 anos de carreira e a sua evolução na interpretação é muito notória. Foi só a experiência que contribuiu para esta evolução?

- A experiência e o muito trabalho que tenho feito ao longo destes anos. As novelas ensinam muito, mas a par das gravações tenho estudado muito. Isto é uma coisa que as pessoas não sabem, mas invisto imenso na aprendizagem, em cursos. O meu crescimento enquanto actriz deve-se também muito a isso.

- Depois de ‘Jura’, novela em exibição na SIC, o sexo vai ganhar protagonismo na ficção nacional?

- Acho que esse é apenas um caminho. Não é o caminho. E se o tema for bem desenvolvido, por que não?

- Como é a sua relação com a imprensa?

- Nunca falo sobre a minha vida pessoal, que gosto de preservar. Mantendo esta limitação é uma relação de respeito. Fazemos parte de um todo e o respeito é a base para que tudo funcione bem.

- Como reage quando alguma coisa corre menos bem?

- No momento pensa-se na melhor forma de agir. Tento fazer com que percebam que, além de ter uma exposição pública, também sou uma pessoa que quer ter uma posição mais reservada em relação à vida.

- Quando começou a tornar-se figura pública foi obrigada a repensar na sua imagem e exposição pública, entre outras coisas?

- Não reflecti sobre o assunto, naturalmente fui aprendendo, porque ninguém nasce ensinado. Até chegar a um nível em que sei o que quero. Neste momento, consigo conciliar a minha vida profissional que tem uma exposição pública com a minha vida pessoal que é privada. Parece-me a mim que tenho conseguido encontrar um equilíbrio.

- É verdade que vai fazer uma pausa na representação para fazer um curso de culinária e outro de fotografia?

- É verdade. Apetece-me parar um bocadinho. Será uma pausa desejada. Não quero, de todo, parar a minha carreira, porque adoro representar e a minha carreira é a minha vida. Mas fiz duas produções seguidas e apetece-me viver outras coisas, estar em contacto com outras realidades, outras pessoas, daí a vontade de aprender mais línguas, fazer um curso de culinária e de fotografia. E isto só é possível se eu fizer uma breve paragem e viver mais para mim, para a minha família, fazer aquilo que estou sempre a adiar. Isto vai-me engrandecer enquanto pessoa e actriz. Aparecerei renovada para encarar projectos futuros.

PASSOS DE UMA CARREIRA

DA MODA À TV

Maria João Bastos nasceu em Benavente. Há 30 anos. No final da adolescência chegou a Lisboa para estudar e licenciou-se em Ciências da Comunicação. Começou a trabalhar como manequim aos 19 anos. Declinou o primeiro papel numa novela, ‘Os Lobos’, porque teria de posar nua. Uma cara bonita e um corpo nu eram o passaporte com que recusava estrear-se na representação. Estreou-se em ‘Cinzas’, na RTP. Participou, na SIC, nas séries ´Médico de Família’ (SIC), ‘Querido Professor’ e ‘A Minha Família é uma Animação’. Em 2002, e a convite da Globo, rumou ao Brasil.

‘TEMPO DE VIVER’

Maria João Bastos é Raquel, uma viúva que volta a Lisboa após o 11 de Setembro.

FORMATO: Novela

HORÁRIO: 2ª a 6ª

CANAL: TVI

CONTRAPONTO

A MÁ DA FITA

Em ‘Tempo de Viver’, Margarida Vila-Nova é a vilã Maria Laurinda. Papel oposto ao que fazia em ‘Mundo Meu’, onde assumia o papel da órfã Rita.

A MAIS SENSATA

Na pele de Raquel, Maria João Bastos é a mais racional da trama em exibição na TVI. Um bálsamo, depois de ter sido a megera e enlouquecida Sofia de ‘Mundo Meu’.

PERCURSO NA REPRESENTAÇÃO TELEVISIVA

- Em ‘Ganância’, na SIC, (2001), no papel de Joana. Contracena com Amílcar Azenha, o vilão da trama.

- Estreou-se na Globo com ‘O Clone’.‘Sabor da Paixão’ foi a sua segunda novela brasileira.

- Em 2005, a actriz era a vilã e perturbada Sofia Salgado. Já nesta novela era rival de Margarida Vila-Nova.

- ‘Canta por Mim’. A actriz cantou e encantou o júri do programa da TVI, que a votou para entrar na semifinal.  FONTE: Correio da Manhã

 

 

Sábado, 18 de Novembro de 2006

Com novo visual, atores de Cobras & Lagartos festejam o final da trama

A descontração que moveu os 178 capítulos da novela Cobras & Lagartos, da Globo, deu o tom da festa de despedida da trama de João Emanuel Carneiro, que chegou ao fim na noite de sexta-feira (17). Elenco e a equipe técnica se reuniram na churrascaria Porção Rio’s, no Flamengo, para assistir ao último capítulo do folhetim.
 
Taís Araújo – sem o aplique, com os cabelos naturais -  e Lázaro Ramos – sem o bigode louro e careca - chegaram junto com Carolina Dieckamnn – de visual rastafari - e o namorado, Thiago Worcman. Em seguida, Ângela Vieira e Miguel Paiva e Totia Meirelles, turma que conseguiu assistir desde o primeiro bloco.
 
“Foi um trabalho muito bom, e quando é feito em equipe, dá mais certo ainda. É importante ressaltar que o que vimos ao longo dos capítulos é fruto de uma equipe dedicada”, destaca Lázaro.
 
Ângela Vieira elogia a boa convivência.
 
“Acima do resultado positivo, o mais importante foi a boa conivência entre toda a equipe. Poucas vezes vi uma integração tão bacana”, afirma.
 
Leonardo Miggiorin assistiu a exibição a partir do segundo bloco e chegou à churrascaria no mesmo momento em que os humoristas do Pânico na TV apareceram no local, um com uma cobra de verdade e outro com um enorme lagarto. Cientes da presença de Vesgo e Silvio, alguns atores entraram por outra passagem.
 
Mariana Ximenes foi de carona com Luiza Mariani e assistir a partir do terceiro bloco. A atriz, que vive uma fase de estranho repúdio à imprensa, pediu que o motorista se aproximasse da grade que separava jornalistas da entrada, para evitar assédio.
 
Ao final do capítulo, Nanda Costa, intérprete de Madá, a assassina do vilão Estevão – fato que OFuxico antecipou na manhã de ontem - (Henri Castelli), chegou à festa.
 
“Esse mistério foi um misto de surpresa e presente. Fico grata ao João Emanuel e ao Wolf, que me deram essa oportunidade”, diz.
 
Um vídeo com making off da novela, entremeado por depoimentos do elenco, foi exibido, emocionando a todos. Em seguida, DJs assumiram o comando da festa. Lázaro e Taís não resistiram ao funk e dançaram sem parar.
 
Já era 22h16 quando o fim da festa foi anunciado e àquela altura muita gente já havia deixado o local, a exceção de Taís e Lázaro. O casal fez questão de participar da homenagem à equipe técnica, que recebeu prêmios.
 
Cléo Pires, com os cabelos pintados de preto e um pouco mais curtos, conta que terá pouco tempo de descanso.
 
“Serão apenas cinco dias de férias, feliz por ter participado dessa novela. Logo começo a filmar o longa Meu Nome Não É Johnny”, diz a atriz, que sofreu com as brincadeiras do Pânico.
 
Daniel de Oliveira, que viveu o Duda, participou da festa ao lado da namorada, Vanessa Giácomo. De lá, seguiu para sua cidade natal, Belo Horizonte.
 
“Foram oito meses de ralação positiva. Vou agorinha para BH ver meu Galo (Atlético Mineiro) ser campeão”, diz.
 
Ailton Graça afirma que se divertiu do início ao fim do folhetim.
 
“Não teve um dia sequer sem pura diversão em cena. Minha felicidade maior foi conhecer de perto o trabalho do Wolf. Agradeço ao João Emanuel por me convidar para ajudar a contar a história do Foguinho”, diz.
 
As ausências ficaram por conta de Francisco Cuoco e Henri Castelli. A imprensa já havia deixado a parte externa da festa quando Marília Pera chegou com o marido.
Fonte: ofuxico.com.br

Segunda-feira, 23 de Outubro de 2006

A Tvmais acompanhou Ricardo Pereira na sua partida para Paris, onde grava novela da Globo

Os dois anos que passou no Rio de Janeiro não modificaram em nada a maneira de ser, franca e descontraída, de Ricardo Pereira. Aos 27 anos, o actor está de volta a Portugal com a mesma boa disposição de sempre, mas com um pezinho no Brasil, a segunda casa. Projectos cá e lá também não lhe faltam. Presentemente, é o protagonista da novela “Jura”, o apresentador de “Exclusivo” e agora também o Thierry da novela brasileira “Pé na Jaca”, cujas gravações se iniciaram esta semana em Paris.

Com Ricardo, na Cidade Luz, estiveram Deborah Secco, com quem contracena, e Malu Mader, que faz parte da equipa de produção

Por causa desta, Ricardo teve de voar para a Cidade Luz, onde permaneceu três dias ao lado de Fernanda Lima, Malu Mader e Deborah Secco. No entanto, garante que tem tempo para tudo e vive longe do stresse. Só ainda não encontrou a mulher da sua vida, depois de se ter separado de Danielle Suzuki. “Estou bem assim”, garante.A tvmais acompanhou o actor até ao aeroporto e conta-lhe as novidades.

Como surgiu o convite para integrar a novela “Pé na Jaca”?
Ricardo Pereira: Fui convidado pela Globo para fazer a parte de Paris da novela, que é a do início. E aceitei, de acordo com a disponibilidade que tinha. Claro que avaliei as complicações inerentes ao facto de estar a fazer o “Exclusivo” e “Jura”, mas como são tudo projectos SIC e esta é parceira da Globo não houve qualquer tipo de problema.

Qual vai ser a sua personagem?
R.P.: Chama-se Thierry e é um bon vivant. Vive em Lisboa, mas passou muito tempo em Paris. Pouco mais sei, porque comecei a ler, mas estava tão cansado que acabei por adormecer.

Quanto tempo vai permanecer em Paris?
R.P.: Apenas três dias. Depois volto. Continuo a gravar “Jura” e “Exclusivo” até uma nova ida para Cannes e outra para o Brasil. Tudo ainda este ano. Até Dezembro, a minha participação deverá estar concluída. Assumiu-se que podia ser uma participação maior, mas eu tenho contrato com a SIC e, em princípio, não deverei continuar.

O contrato com a SIC dura até quando?
R.P.: Essa é uma questão que só diz respeito a mim e à SIC.

De que forma é que se aguenta este ritmo de trabalho?
R.P.: Hoje em dia poupo-me imenso. Aceito muita coisa, mas também recuso imensas. Quando era mais novo, aguentava facilmente e ainda conseguia ir jantar a casa de um amigo, passear, ir mais vezes ao cinema. Agora não é assim. Fico em casa a estudar, a descansar, a jantar bem, vou mais vezes ao ginásio. Sempre que tenho trabalhos no Norte procuro ir de avião ou tenho alguém que me leva. Tenho um equilíbrio de vida muito grande e estou tranquilo.

Inevitavelmente, fala-se do seu reencontro com Danielle Suzuki em “Pé na Jaca”...
R.P.: A Danielle não vai estar em Paris. Irei reencontrá-la no Brasil. Vou dar-lhe um grande abraço e perceber se ela está bem. Acho que está, porque nós falamos semanalmente, temos uma boa relação de amizade.

Desde que ficou solteiro têm-lhe sido apontadas várias namoradas, como Catarina Jardim Leitão ou Roberta Medina. Está de novo apaixonado?
R.P.: Não. Não tenho namorada. Estou sozinho, estou bem, tranquilo, em paz. Não procuro, neste momento, uma pessoa. Nem penso nisso. Tenho os meus amigos e tem sido com eles com quem tenho estado. Porventura, até me têm arranjado várias namoradas que fazem parte do meu grupo de amigos.

Falando de “Jura”. Já vimos muita gente a despir-se, mas o Ricardo parece defendido...
R.P.: Não estou defendido. Toca a todos. Também terei as minhas loucuras, mas sou o mais tranquilo do grupo. Sou o que está casado há mais tempo, o que é mais sério, mais chato. Mas esperem para ver... Há surpresas!

Quer dizer que também o Paulo vai transgredir?
R.P.: Claro que sim. Tal como todos nós transgredimos. O facto de se ter princípios não quer dizer que não se tenha oscilações. É bom experimentar os pólos de vez em quando para ver até onde se pode ir. Ser certinho demais é chato. Deve experimentar-se. Errar também faz bem.

TV Mais

Quarta-feira, 5 de Abril de 2006

Novelas - Lima Duarte muito decepcionado

É o merchandising que manda na Globo
Um dos maiores nomes de toda a História da televisão brasileira, Lima Duarte, está, aos 76 anos, decepcionado e irritado com o meio em que desenvolveu o seu talento e o projectou para o Mundo. Em entrevista ao jornal ‘Folha de S. Paulo’, o conceituado actor criticou, sem dó nem piedade, a estação Globo, onde trabalha há 35 anos, afirmando-se “cansado” de fazer novelas e condenou o poder do ‘merchandising’ (propaganda de produtos) que ele, apesar de fazer duas promoções, na novela ‘Belíssima’, detesta.
Cansado de telenovelas, Lima Duarte gostaria de dedicar-se somente ao cinema

Não gosto de fazer, é meio aviltante, é contrário ao personagem. Tem de se pegar direito [no produto], virar o rótulo para a câmara e fica lá a miúda do ‘merchandising’ a dizer como fazer a cena. Às vezes pergunto: não é o director que manda? E os directores ficam calados, é o ‘merchandising’ que manda”, conta o veterano actor, para depois alfinetar: “Pagam muito mal ao actor, é uma porcaria. Mas ouvi dizer que um só ‘merchandising’ dá para pagar quase o meu salário na novela inteira. Puxa vida, será?”

Apaixonado pelo cinema, ainda mais depois que foi dirigido pelo português Manoel de Oliveira, ele gostaria de dedicar-se somente à sétima arte e que o seu personagem Murat, de ‘Belíssima’, fosse o último da sua carreira em novelas. Já era para ter parado na anterior, mas convenceram-no, dizendo-lhe que ia contracenar com o que chamou de “pesos pesados”, referindo-se, claro está, a Fernanda Montenegro e Irene Ravache. Mas Lima Duarte não quer continuar.

“Está cada vez mais cansativo fazer novela. Estão a escrever a mesma história há 40 anos, eu faço o mesmo personagem e o público chora a mesma lágrima, sempre no mesmo horário”, critica Lima Duarte, que tem palavras ainda mais duras para outra jóia da Globo, o programa jornalístico ‘Fantástico’, exibido nas noites de domingo: “Não engulo o ‘Fantástico’. Damo-lhes uma entrevista e depois mostram- -nos como se fossemos imbecis. O ‘Fantástico’ transforma qualquer opinião em m... por causa da edição, que é calamitosa. Como a da Globo, de modo geral.”

Falando sobre o convite que a concorrente TV Record lhe fez para deixar a Globo, Lima Duarte conta que os directores da emissora lhe disseram para pedir o que quisesse, pois para eles dinheiro não é problema. Ele respondeu, sarcástico, “para mim também não”, recusando a oferta dos que chamou “essa turma lá dessa igreja”, referindo-se ao domínio que a Igreja Universal do Reino de Deus tem sobre o canal acabado de entrar na portuguesa TV Cabo.

Sem papas na língua, Lima Duarte classificou a poderosa Globo como “uma droga”, mas, inesperadamente contemporizador, concluiu: “Diante das opções que aí estão, ainda fico com a Globo...”

QUASE VICE-PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Intérprete de personagens inesquecíveis, a verdade é que o emocionante ‘Sassá Mutema’ de ‘O Salvador da Pátria’ teve tanta repercussão no Brasil que quase levou Lima Duarte para o mais alto escalão do poder.

O actor conta que em 89, ano de eleições presidenciais, quando ‘Sassá Mutema’, o trabalhador analfabeto que aprende a ler e se torna líder, prendia milhões de pessoas à TV, foi chamado para uma reunião com os quatro maiores nomes de então do Partido da Social Democracia Brasileira. Os senadores Fernando Henrique Cardoso, José Richa, José Serra e Mário Covas convidaram-no a ser candidato a vice-presidente da República. Covas era o candidato a presidente.

A candidatura seria apadrinhada pela Globo e lançada no ‘Fantástico’. Mas o actor não aceitou, pois a filha pediu-lhe para não se meter em política, “para não o destruírem”. Lima reconhece que, se ele e Covas tivessem concorrido, venceriam.

DISCURSO DIRECTO

CINEMA

“Fiz 37 filmes e tenho outros cinco para entrar em cartaz e ninguém fala nisso. É uma tortura. Só falam no Sassá Mutema. Há uma grande falta de cuidado em analisarem a minha obra.”

OLIVEIRA

“Manoel de Oliveira é um querido amigo. Sinceramente, nem penso nele como cineasta, mas, sim, como pessoa, uma pessoa que é ‘legal’. Gostamos de comer e beber vinho juntos.”

LULA E SÍLVIO

“Em 89, a Globo achou que o Sassá Mutema era o Lula, mas não era. O Sassá era muito maior. E o Sílvio Santos? É o maior químico do Brasil: consegue transformar as tardes de domingo numa m...”

Fonte: Correio da Manhã

Segunda-feira, 27 de Março de 2006

Lima Duarte - Globo e Lula são alvos

Lima Duarte criticou, em entrevista à ‘Folha de São Paulo’, a edição “catastrófica” das novelas da Globo, onde trabalha há 35 anos.

O actor de ‘Belíssima’ diz que não quer fazer mais novelas e que Lula “é imbecil”.

Fonte: Correio da Manhã

Domingo, 12 de Março de 2006

Thiago Rodrigues será o protagonista de Páginas da Vida

Thiago Rodrigues ( o Bernardo de New Wave) será o protagonista da nova novela da Globo,  Páginas da Vida, de acordo com a coluna Controle Remoto, do jornal O Globo. O jovem actor, teve o seu teste muito bem avaliado pelo autor Manoel Carlos e fará par romântico com Ana Paula Arósio.

   

Ana Paula Arósio       Fernanda Vasconcelos     Thiago Rodrigues


Nos primeiros capítulos do folhetim ele contracenará com Fernanda Vasconcellos, que viveu a jovem Betina também em New Wave. Mas a personagem da actriz morrerá e Thiago vai-se envolver com Ana Paula Arósio, ainda segundo a coluna.

Páginas de Vida:

Páginas da Vida é o título provisório da novela que substituirá Belíssima no horário das 20 horas da Rede Globo, com estréia prevista para julho de 2006. Escrita por Manoel Carlos,dirigida por Luciano Sabino,Fabrício Mamberti,Teresa Lampreia e Frederico Mayrink,com direção de núcleo de Jayme Monjardim.

Glória Pires valoriza a direcção dos actores

Ela tem uma carreira de 30 anos marcada por actuações brilhantes e inesquecíveis na televisão brasileira. Depois de uma longa temporada afastada do ecrã, Glória Pires está de volta como uma das protagonistas da trama de Silvio Abreu, "Belíssima", que está em exibição em Portugal, através da SIC. O seu papel é o de uma milionária discreta. Ou melhor, era. Nesta fase da novela, o desafio é transformar a sonsa numa "mulher de armas".

"Estou especialmente feliz com este trabalho. A trama é muito gostosa, já o foi na altura de ler os capítulos e continua a sê-lo na hora de ver o material pronto. É uma novela bonita, bem feita, tem um ambiente de muita alegria. Mesmo sendo trabalhosa, difícil de fazer, justamente porque tem muito detalhe", conta. "Tenho tido oportunidade de trabalhar com óptimos colegas".

Foram vários os motivos que levaram a actriz a fazer uma espécie de pausa na dedicação à família para voltar a actuar numa novela, que sempre exige um ritmo de trabalho acelerado. O primeiro, diz Glória Pires, foi nunca ter feito uma trama de Silvio de Abreu, apesar do autor já a ter convidado anteriormente para outras produções. "Lembro que quando isso aconteceu acabei entrando em outras produções como 'Desejos de mulher' e a novela 'As filhas da mãe'".

Pesou igualmente o elenco de primeira linha com que iria trabalhar. "Gostei de saber que contracenaria com estrelas como Tony Ramos, Fernanda Montenegro e, pela primeira vez, com Cláudia Abreu, profissionais com quem sempre quis trabalhar. Estou muito feliz com o resultado", avalia.

A natureza contida, tímida, insegura e discreta da personagem Júlia Assumpção exigem, segundo ela, um trabalho delicado de interpretação. "Tudo é difícil. Não tem um momento fácil. É preciso pensar com a cabeça da personagem, fazer com que aquilo tenha sentido. Alguns autores têm essa preocupação, escrevem para uma personagem ao invés de apenas fazerem colagem de cenas, o que facilita o acto de interpretar". Há o risco de surgirem problemas quando o autor se limita a juntar cenas, deixa o alerta. Pode, assim, tornar "indiferente se aquilo que vai ser apresentado caberia na sua personagem ou não".

Em "Belíssima", deixa bem claro, "sou obrigada a ter um trabalho de interpretação. O que é maravilhoso, pois vai além de um cuidado estético",

Glória Pires também se desmancha em elogios à directora Denise Saraceni, que, segunda ela, tem cuidado especial com a dramaturgia, a lógica da cena, a psicologia da personagem desenvolvida. "Um actor sente-se muito bem acompanhado quando tem um director ali preocupado em te dar as devidas orientações", diz.

A união entre a dramaturgia e a preocupação estética sempre marcaram a sua carreira. "Sinto que os jovens que trabalham na novela, os assistentes de direcção, que estão começando, estão a aprender com quem se preocupa com isso. E quando você aprende com quem sabe, vai aprender melhor". Diz que existe essa preocupação em "Belíssima", da parte de Silvio Abreu e de Denise Saraceni. O último trabalho que fez com a Denise foi a minissérie "Memorial de Maria Moura", onde também houve esse cuidado", concluiu.

Brasil: ‘Rafael’, ‘Serena’ e ‘Cristina’ morrem

'Alma Gémea’ terminou sexta-feira com uma audiência recorde para o horário da tarde. A novela que a SIC está a exibir registou picos de 56% e um ‘share’ de 74%.

As almas de ‘Rafael’  (foto) e ‘Serena’ sobem juntas ao Céu

O último episódio da telenovela da Globo, transmitido às 18h00 do Brasil, atingiu uma audiência apenas possível no horário nobre. Em cada 100 televisores, 74 estavam sintonizados em ‘Alma Gémea’.

Correspondendo a tanta expectativa, o autor, Walcyr Carrasco, deixou de lado o marasmo dos tradicionais finais cor-de-rosa e matou os protagonistas, ‘Rafael’ (Eduardo Moscóvis) e ‘Serena’ (Priscila Fantin). ‘Cristina’ (Flávia Alessandra) também morre, num incêndio.

No final, as almas dos dois apaixonados saem dos seus corpos juntas e sobem ao Céu, desaparecendo numa estrela. A última imagem da novela mostra um casal de crianças, já nos dias de hoje, insinuando que ‘Rafael’ e ’Serena’ voltaram à vida.

Correio da Manhã

Sexta-feira, 3 de Março de 2006

Público insulta actriz de 'Belíssima'

Letícia paga por Érica

O público brasileiro tece severas críticas a Letícia Birkheuer, a intérprete de ‘Érica’ em ‘Belíssima’ (SIC). A actriz está a pagar pelas maldades da personagem, sobretudo depois desta ter seduzido e dormido com o padrasto.

Letícia Birkheuer

“As pessoas estão muito chateadas com a ‘Érica’. Ouço alguns palavrões, seguidos de frases como ‘não faça isso com a sua mãe’”, refere a actriz, adiantando: “Fico satisfeita, pois a personagem está a provocar reacções nas pessoas.”

Segundo Letícia a personalidade forte de ‘Érica’ deve-se a ‘Bia Falcão’ (Fernanda Montenegro). “O grande problema dela é ter sido criada pela ‘Bia’. A distância da mãe, ‘Julia’ [Glória Pires], e o exemplo de mau carácter da avó facilitaram as coisas para que ela seduzisse ‘André’ [Marcello Anthony] sem o menor peso na consciência.”

Apesar das características de ‘Érica’, a actriz espera um desfecho feliz para a sua personagem.

Fonte: Correio da Manhã

Terça-feira, 28 de Fevereiro de 2006

"Todos morrem de pena do Cemil", diz Leopoldo Pacheco

Há pouco mais de três meses no ar como o romântico Cemil em Belíssima, da Globo, Leopoldo Pacheco mostra-se um tanto surpreso. O motivo é a repercussão gerada por seu personagem na trama de Silvio de Abreu.

Embora não seja o galã da novela, o ator confessa que fica impressionado com o assédio do público, que a todo momento gosta de lhe dar os mais variados conselhos. O principal deles, por exemplo, é tomar cuidado com o romance que mantém com a Mônica, interpretada por Camila Pitanga. "O mais engraçado é que todos morrem de pena dele. Eles chegam até a me confortar, como se eu fosse um amigo íntimo", entrega, entre risos.

Em seu terceiro trabalho na tevê - ele estreou na minissérie Um Só Coração, da Globo, e protagonizou o "remake" de A Escrava Isaura, da Record -, Leopoldo está bastante satisfeito por participar de sua primeira novela das oito. O ator, contudo, não está tendo muito tempo para curtir a temporada no Rio de Janeiro, já que tem gravado num ritmo bastante intenso. "Como freqüento vários núcleos, gravo direto. Às vezes, não posso sequer passar o fim de semana na minha São Paulo", assegura.

Apesar da correria, Leopoldo não tem do que reclamar. Afinal, Cemil possibilita ao ator ressaltar vários elementos que ainda não havia feito na tevê. "Ele é um cara mimado pela mãe, que não se conforma com o fato de ter sido abandonado pela ex-mulher. É muito diferente do Leôncio em A Escrava Isaura, o que é ótimo", compara. Leia a entrevista com o ator:

P - É sua primeira novela das oito na Globo. Como tem sido a repercussão nas ruas?
R - É incrível. Uma novela das oito proporciona uma visibilidade louca, pois tem um alcance muito abrangente. O assédio é muito maior. E isso se reflete nas abordagem dos telespectadores. O mais interessante é que as pessoas que me param nas ruas são para falar que gostam muito do Cemil, que é íntegro, correto. Acontece, porém, que muitas têm pena dele. É engraçado ser confortado pelo público.

P - Além de Belíssima, você também está no ar com a reprise de A Escrava Isaura, da Record. O público reconhece você como o Leôncio?
R - Sem dúvida. Mas o mais interessante é que são personagens muito diferentes entre si e algumas pessoas não os diferenciam, não percebem que são distintos. Um é muito mau e o outro é muito bom. Às vezes, penso que estão falando do Cemil, mas, na verdade, estão comentando sobre o Leôncio. Fazem a maior confusão.

P - O Cemil, aliás, é o oposto do vilão Leôncio em A Escrava Isaura. Foi difícil mudar da água para o vinho?
R - A gente sempre tem uma pequena "biblioteca" guardada na memória. Todos nós, atores, temos um "repertório" de personagens para nos inspirar na hora de compor os mais variados papéis. Além disso, o fato da trama se passar em São Paulo e por eu também ser paulistano facilita o trabalho de composição. Me sinto até mesmo mais à vontade para interpretá-lo, já que conheço a realidade da cidade.

P - Ter feito o Leôncio, aliás, abriu as portas para você entrar em Belíssima?
R - É claro que ter feito o personagem na novela da Record foi um dos motivos que me levou à Globo. Mas também tem todo o meu trabalho no teatro ao longo de 25 anos de profissão. Além disso, Silvio de Abreu, que me conhece dos palcos, disse que estava escrevendo um personagem para mim na sua próxima novela e me queria no elenco. Foi uma junção de vários fatores, acredito.

P - Com 25 anos de carreira no teatro, o Cemil é seu terceiro trabalho na tevê. Qual avaliação você faz dessas participações?
R - Não tenho do que reclamar. Pelo contrário. Tenho muito orgulho de todos os três. Fiz um bom personagem em Um Só Coração, gostei muito do Leôncio de A Escrava Isaura e agora tenho a oportunidade de fazer outro bom papel. O Leôncio, por exemplo, tinha uma paixão doentia por Isaura e isso era muito legal de destacar na hora de interpretá-lo. Já o Cemil é um cara do bem, trabalhador, romântico, que procura ser bastante correto na vida.
Fonte: Terra

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