Sábado, 15 de Dezembro de 2007

Sílvia conduz gala a favor da UNICEF

A próxima gala da ‘Operação Triunfo’, que vai para o ar no dia 15 sob o tema ‘Solidariedade’, vai apoiar a UNICEF. Na opinião da apresentadora, o concurso da RTP 1 está “a chegar ao ponto de ebulição”. Sílvia Alberto explicou ao CM: “Sinto que os concorrentes já se agarram ao leme e querem conduzir o barco até ao fim. Sair nesta altura custa muito.”

Sílvia revela que a ‘OT’ deverá terminar a 19 de Janeiro de 2008

Apesar de ser um grupo coeso, já noto alguma competição entre os concorrentes e muita vontade de vencer. Antes via mais essa característica na Rita, que até sair se mostrou sempre obstinada em continuar na escola. Agora isso transparece gradualmente nos outros”, frisa.

A apresentadora lembra que “a ‘Operação Triunfo’ está perto do final, previsto para 19 de Janeiro de 2008”, e anuncia que “nesta quadra festiva nenhum dos directos coincidirá com a véspera quer de Natal quer de Ano Novo, realizando-se ambas nos sábados anteriores, dias 22 e 29”.

“O público, neste momento, está muito presente no programa e usa o seu poder de voto para salvar os candidatos favoritos da votação do júri”, acrescenta Sílvia Alberto.

Aliás, na gala de sábado a solidariedade baseia-se precisamente nas chamadas do público para eleger o seu favorito, parte das quais reverterão a favor da UNICEF e do trabalho com crianças desfavorecidas do Mundo inteiro. As próprias músicas recordam iniciativas musicais de solidariedade, entre as quais o espectáculo dos Trovante por Timor. As convidadas especiais são Susana Félix (musical) e Dina Aguiar (júri).

A poucas semanas da final, Sílvia Alberto faz o seu balanço: “Não me preocupa as audiências, mas sim fazer um bom programa. Vejo na ‘Operação Triunfo’ um programa de qualidade.” E conclui: “O meu desejo é continuar na RTP”.

CURIOSIDADES

‘WE ARE THE WORLD’

Os nove concorrentes que ainda se encontram na escola da ‘OT’ vão cantar em conjunto o tema ‘We Are The World’, que em 1985 reuniu 45 dos maiores músicos norte-americanos num espectáculo que angariou fundos contra a fome em África.

OS NOMEADOS

Denisa e Jonas estão nomeados esta semana. A concorrente madeirense canta ‘Don’t Give Up’, que foi gravado para ajudar famílias africanas com sida. Jonas defende o tema de abertura do Live Aid, ‘Drive’.

OUTRAS MÚSICAS

Nesta 11.ª gala dedicada à solidariedade os concorrentes Vânia e Ricardo interpretam ‘Under My Skin’ e Nuno e Luís cantam o tema ‘Timor’. À dupla Alexandre e Salvador calhou a canção ‘Abraço e Moçambique’.

Nuno Santos troca RTP pela SIC

O director de Programação da RTP, Nuno Santos, vai sair da estação pública para ser o novo director de Programas da SIC, substituindo Francisco Penim, anunciou esta quinta-feira fonte ligada ao processo.

 

Nuno Santos é, desde Maio deste ano, director de Programas da Televisão pública, sendo responsável pela programação dos canais internacionais e para telemóveis da RTP.

A sua actividade televisiva começou na RTP, mas foi na SIC que Nuno Santos ganhou protagonismo, tornando-se director de informação da SIC Notícias, de onde se demitiu em 2001, na sequência de um diferendo com o então director-geral de conteúdos da SIC, Emídio Rangel, que o acusou de deslealdade no final de uma auditoria realizada à redacção.

Sem o conhecimento de Rangel, Nuno Santos teria, alegadamente, sugerido aos auditores a fusão das redacções da SIC e da SIC Notícias e o despedimento de alguns redactores, situação que o jornalista desmentiu.

Após uma passagem pela TV Cabo, Nuno Santos tornou-se director-adjunto de Programas da RTP e, em 2004, director de Programas.

A substituição de Francisco Penim leva o ainda director de Programas da SIC a tornar-se, a partir de Janeiro de 2008, Francisco Penim assumirá o cargo de director coordenador de conteúdos da Impresa Digital, anunciou a SIC.

Francisco Penim, responsável pelo lançamento de vários dos canais temáticos da SIC, como seja o SIC Radical com o qual conseguiu chamar a atenção do presidente Francisco Pinto Balsemão, tornou-se director de programas da estação em Setembro de 2005 por escolha directa de Balsemão.

Sucedendo a Manuel Fonseca, a aposta em Penim pretendia fazer a SIC regressar à liderança de audiências, o que não aconteceu.

A SIC tem-se mantido entre o segundo e o terceiro lugar das preferências dos telespectadores portugueses, tendo registado em Agosto passado a pior quota de audiência desde 1994.

Sábado, 6 de Outubro de 2007

Sílvia dá força à turma da OT

A tarde de ontem foi duplamente feliz para os alunos da ‘Operação Triunfo’, o programa musical da RTP 1, tanto porque Sílvia Alberto esteve na escola como por o dia ter sido de festa pelos 18 anos do Salvador. O CM acompanhou a apresentadora na visita, que se pautou por momentos descontraídos de convivência, nos intervalos das aulas.
Sílvia tem à esquerda Sara e Rita. Salvador é o segundo à sua direita

Dois dias por semana, Sílvia passa algum tempo com o grupo na escola da ‘OT’, em Lisboa. Ontem, a apresentadora mimou especialmente as nomeadas, Sara e Rita, sendo esta última, estreante em nomeações, frisado estar “contente, empenhada e muito optimista”. A apresentadora diz “nem querer pensar que uma delas terá de sair”.

“Esta semana, o grupo gostou particularmente das músicas que lhes foram atribuídas. As duas nomeadas cantam a solo, os restantes em duetos”, frisou Sílvia Alberto, “entusiasmada” com as interpretações, como as de temas portugueses dos Da Weasel e Humanos. “Os alunos continuam unidos e muito disponíveis para aprender”, concluiu. Correio da Manhã

Domingo, 30 de Setembro de 2007

Em casa não gosto de me sentir diferente

Enquanto aproveitava a manhã livre para passear no Parque das Nações, em Lisboa, Sílvia Alberto falou ao Vidas TV sobre a ‘Operação Triunfo’ e confessa que não se sente uma herdeira de Catarina Furtado. Bem-disposta, a apresentadora recordou também as brincadeiras de miúda no Alentejo e contou como a família reage naturalmente ao seu sucesso.

Vidas TV – Qual o balanço que faz da terceira edição da ‘Operação Triunfo’, ainda muito no início?

Sílvia Alberto – É, realmente, muito cedo para balanços. Quanto à estreia, as imagens falam por si. O espaço é grandioso e os alunos da nova escola muito talentosos. Começámos com o pé direito, com boas vibrações e grandes músicas. Quanto ao resto, teremos que aguardar, mas não há dúvida que é um projecto de grande qualidade.

– É uma referência no mundo da apresentação dentro da sua faixa etária... Isso é uma responsabilidade?

– Responsabilidade, não há como viver sem assumi-la, não é? Seja na apresentação de programas ou em qualquer outra profissão. Não sei se sou uma referência na apresentação mas respondo pelos meus actos e tento cumprir com as minhas obrigações.

– O seu talento é reconhecido por todos e até a consideram a herdeira de Catarina Furtado. É para si um orgulho?

– Duvido que nos dias que correm alguém herde legados em televisão. A multiplicidade de estilos e a rapidez a que se renova a linguagem e atitude adoptadas fazem com que todos estejamos em constante mutação. Ao longo dos anos de trabalho da Catarina sempre lhe têm encontrado herdeiras, o que só prova que, para além de uma grande profissional, a Catarina tem presença e personalidade. Se é um elogio, só posso ficar orgulhosa, até porque a palavra ‘herança’ pressupõe duas pessoas, quem a deixa e quem recebe o legado, porque de cópias está o Mundo cansado. Espero que ela esteja feliz e aguardo vê-la de regresso aos ecrãs da RTP.

– Qual o seu projecto de sonho?

– Vamos com calma, um dia de cada vez, não tenho pressa de viver. Nem sempre os sonhos se concretizam e amanhã, se calhar, já mudaram, prefiro falar de factos concretos. E estes não está na minha mão decidir mas sim na da direcção de programas. Vou aceitando e recusando, do futuro falaremos amanhã.

– Depois de muitos anos na SIC, sente que encontrou na RTP a sua casa?

– Ficamos sempre contentes quando mudamos de casa, embora tenhamos vivido momentos memoráveis naquela que já deixámos.

– Que recordações guarda do ‘Clube Disney’?

– As viagens pelas cidades portuguesas e o convívio com a equipa. Também guardo os primeiros ensinamentos sobre a profissão. Afinal foi ali que tudo começou.

– A pessoa com quem gostou mais de trabalhar?

– Ui! Muitas dessas pessoas nem sequer trabalham à frente das câmaras, estão nos bastidores e garantem que tudo corra bem.

– Está mais empenhada na carreira, a maternidade está em segundo plano?

– Não falo da vida privada.

– Sim, é sabido que é muito ciosa da sua vida pessoal, mas é inevitável perguntar como está a sua relação com José Mariño?

– Como já disse, não comento, pelas razões já conhecidas.

– E a sua família? Como reage ao facto de a Sílvia ser uma das apresentadoras do momento?

– Trabalho é trabalho, e este é o meu. Se de início era uma novidade, agora reagem com normalidade. A minha irmã até se esquece, o que eu aprecio bastante pois em casa não gosto de me sentir diferente.

– Que recordações guarda da sua infância?

– As paisagens do Baixo Alentejo, a gastronomia, até hoje adoro o pão. Os natais com a família reunida, as tardes de brincadeira na rua, com os amigos, com as minhas primas, sob o olhar atento da minha madrinha. A cumplicidade de um primo que muito admirava e cujos gostos seguia. Os doces feitos pelas mãos sábias da minha avó e da minha madrinha. E tantas outras coisas. Tive uma infância feliz.

– Como ocupa os tempos livres?

– Os tempos livres rimam com verde e azul ou natureza e mar. Tento visitar outras paisagens que me encham as vistas. Leio e durmo o dobro. Trato dos meus bonsais. E penso em mil e uma ideias para escrever, para renovar a casa, para cozinhar, para desenhar Ideias, ideias, ideias, que na sua maioria não chegam a ver a concretização.

– Que cuidados tem com a sua imagem?

– Não fico com maquilhagem durante muito tempo no rosto, a minha alimentação é praticamente vegetariana e espero regressar ao Pilates ainda no próximo mês.

IMAGEM

Vidas TV – Gosta de se ver na televisão?

Sílvia Alberto – Tem dias.

– Reconhece ter algum tique?

– Faço regularmente a minha auto-avaliação e tento sempre corrigir o que não me deixou satisfeita.

– O que mudaria?

– O trabalho é um processo contínuo que se pretende evolutivo. Nesse sentido, faz-se frequentemente alterações, ajusta-se detalhes. Há sempre mudanças, e se passam imperceptíveis a quem recebe só o produto final, óptimo.

– O melhor momento da carreira?

– O ‘Clube Disney,‘ os ‘Ídolos’ e a final do ‘Dança Comigo’ são, para já, os marcos deste meu percurso.

– E o mais embaraçoso?

– Esse guardo-o para mim.

– Gosta de ser reconhecida na rua?

– Fico até bastante constrangida, sem jeito.

– Uma pessoa de referência na televisão?

– Inúmeras pessoas. Temos óptimos profissionais, é impossível escolher um só.

– O que gosta de ver em televisão?

– Aprecio séries como ‘Prison Break’, ‘Boston Legal’, ‘Weeds’, ‘Arrested Development’ e tantas outras. Aguardo o regresso do ‘Gato Fedorento’. Vejo o ‘Jornal da Noite’, acompanho o programa do Jorge Gabriel, um ou outro documentário que passe na RTP2, e não há tempo para muito mais.

PERFIL

Sílvia Alberto nasceu a 18 de Maio de 1981, em Lisboa. Em 2000 estreia-se como apresentadora do ‘Clube Disney’ (RTP1). Fez ainda ‘Clube da Europa’ (RTP2). Em 2002, vai para a SIC como repórter no ‘Catarina.com’.

Com a saída de Catarina Furtado de Carnaxide, Sílvia assume o programa, que é renovado, passando a chamar-se ‘Flash’ e, mais tarde, ‘Êxtase’. Conduz ‘Ídolos’, uma gala dos ‘Globos de Ouro’ e ‘Senhora Dona Lady’.

Devido às más audiências, o programa é retirado do ar e a entrada de Francisco Penim na direcção da SIC deixa Sílvia sem convites e, por isso, volta para a RTP. Substitui Catarina Furtado no ‘Dança Comigo’, apresenta ‘Aqui Há Talento’ e agora a ‘Operação Triunfo’. CM

Ao estilo da cantora Xuxa

Continua a negar que tem acordo firmado com a RTP mas há muito que o contrato entre Luciana Abreu e a estação está mais do que fechado. Tanto que a ‘Floribella’ já sabe tudo o que vai fazer na sua nova casa. A RTP vai apostar na actriz para o elenco de ‘Vila Faia’ mas não se fica por aqui. A estação quer explorar também um outro lado de Luciana: o de apresentadora.
A actriz já assinou contrato com a RTP, onde, além da participação em ‘Vila Faia’, vai apresentar um programa infantil

Ao estilo da cantora brasileira Xuxa, a actriz vai ter um programa destinado ao público infantil no qual se fará valer do carinho conquistado pelos mais novos na telenovela ‘Floribella’. O novo programa de Luciana Abreu será exibido aos domingos e irá para o ar no mesmo horário que outrora pertenceu a Merche Romero e ao seu ‘Factor M’.

Talvez uma coincidência na vida da actriz e da apresentadora, que ficaram recentemente ligadas por um outro factor: Cristiano Ronaldo. Apesar de nunca se ter confirmado qualquer envolvimento entre o futebolista do Manchester e a antiga menina-bonita de Francisco Penim, a verdade é que a actriz alimentou o falatório ao aparecer ao lado da irmã do jogador, Kátia Aveiro, no desafio que opôs a Selecção Nacional à do Liechtenstein.

Luciana Abreu nunca confirmou o romance mas a mãe da actriz fez questão de apimentar a história ao garantir a uma publicação que Cristiano Ronaldo daria um excelente genro. A polémica devolveu Luciana Abreu às capas das revistas cor-de-rosa numa altura em que a actriz andava a ser pouco falada.

Com o ‘empurrão’ do futebolista, a actriz vê-se de novo nas luzes da ribalta e reza agora a todos os santinhos para que o seu programa na RTP tenha o sucesso desejado.

CM

Sexta-feira, 31 de Agosto de 2007

Catarina Furtado em «Vila Faia»

 

 

A apresentadora de televisão Catarina Furtado deve voltar aos écrãs da RTP logo a seguir ao nascimento do segundo filho, mas para representar.

 

Conta hoje o jornal 24Horas que está prevista uma participação especial de Catarina no remake na telenovela «Vila Faia».

 

O parto da apresentadora está previsto para Outubro, devendo Catarina voltar ao trabalho logo no início de 2008.

 

A gravidez da «namoradinha de Portugal» foi anunciada em directo, pela própria, num «Dança Comigo» especial de solidariedade.

Festival Eurovisão da Dança é já amanhã

A apresentadora da RTP Sónia Araújo representa Portugal no concurso

 

 

O primeiro Festival Eurovisão de Dança realiza-se já amanhã, em Londres.

 

A representar Portugal no concurso estará o par vencedor da segunda série do programa da RTP «Dança Comigo», Sónia Araújo (apresentadora da «Praça da Alegria») e o dançarino Ricardo Silva.

 

Sónia Araújo e Pedro Ricardo

 

O par português dançará primeiro em estilo jive um tema de Madonna e depois, em estilo livre, um tema de Astor Piazzola, estando as duas coreografias a cargo de Marco di Camillis.

Na emissão da RTP, que irá para o ar às 20h00, os comentários estarão a cargo de Isabel Angelino, que estará acompanhada de dois especialistas em dança, Alberto Rodrigues (da Federação Portuguesa de Dança Desportiva) e Marco di Camillis.

Quinta-feira, 30 de Agosto de 2007

A rentrée televisiva em Portugal

Concursos, ficção em português, reality-shows e o regresso de alguns formatos de sucesso marcam a «rentrée» dos três principais canais portugueses.

 

A TVI promete a partir do próximo mês novas produções em português e mais formatos de entretenimento.

«A TVI vai manter as linhas de uma ficção forte, de um entretenimento forte e de uma informação forte», afirmou sexta-feira o director-geral da estação, José Eduardo Moniz, num encontro com a imprensa.

De acordo com o responsável, o canal vai continuar a apostar «na criação de hábitos» e numa grelha «sem grandes perturbações e que mantém o mesmo modelo coerente desde 2000».

Sobre as novas apostas de programação do canal, José Eduardo Moniz acrescentou ainda que envolveram um investimento «extremamente significativo».

Entre as principais novidades da estação de Queluz de Baixo está a novela portuguesa «Deixa-me Amar», com estreia agendada para o final de Setembro.

Ainda em português, a estação está a preparar para Novembro o projecto «Imperius», cujos primeiros episódios estão a ser escritos e que será filmado em Goa (Índia).

Também em fase de preparação (selecção de actores e de adaptação de guiões) está «Equador», produção baseada no livro do jornalista Miguel Sousa Tavares e que será rodada em São Tomé e Príncipe.

A TVI vai contar ainda com uma nova edição do programa «Dr. Preciso de Ajuda», agora apresentada pela jornalista Raquel Matos Cruz, do reality-show «Cantando e Dançando por um Casamento de Sonho» e a nova série infanto-juvenil «Detective Maravilhas».

A quinta temporada de «Morangos com Açúcar» e a adaptação desta produção para o cinema são outras das novidades do canal, que terá, pelo menos, 2 novos formatos de informação até ao final do ano.

Outro dos argumentos da TVI vai continuar a ser a transmissão por jornada de um jogo de um dos três principais clubes (Porto, Benfica e Sporting) da Liga Portuguesa de Futebol.

A transmissão de 35 jogos do Campeonato Nacional de Futsal, por duas épocas, é uma das novidades da SIC para a nova temporada.

A estação do grupo Impresa, que irá transmitir um jogo por semana, assinou hoje o acordo com a Federação Portuguesa de Futebol (FPF).

Em declarações aos jornalistas, o director de programas da estação, Francisco Penim, afirmou que a SIC quer dar visibilidade a esta modalidade, prometendo «uma transmissão mais dinâmica» e a transformação das «vedetas do futsal em super-estrelas».

O primeiro jogo, entre as equipas do Benfica e do Sporting de Braga, vai para o ar no dia 9 de Setembro.

Com estreia também já agendada para domingo está o «Família SuperStar», um talent show que se propõe descobrir, em horário nobre, a família mais talentosa do país na área musical.

Para os finais de tarde e a antecipar o prime-time, a SIC vai estrear segunda-feira um novo programa diário de entretenimento apresentado pelo humorista Fernando Rocha.

«A Ganhar É Que A Gente Se Entende» é um original da estação de Carnaxide, que combina os géneros concurso e call TV (participação dos concorrentes via telefone) com espaços de entretenimento.

Para Outubro, o canal privado, que celebra 15 anos de emissões nesse mês, tem já agendado alguns projectos.

Uma das acções é a iniciativa «A SIC é Minha», que vai dar a oportunidade a 15 jovens que tenham nascido em Outubro de 1992 de participarem nos trabalhos do canal de televisão.

O regresso do programa «Operação Triunfo» é uma das novidades da RTP1 para a nova temporada televisiva.

Com apresentação de Sílvia Alberto, o formato, com estreia a 22 de Setembro, vai novamente procurar cantores e acompanhar o seu quotidiano dentro de uma academia.

O concurso «Acha Que Sabe Mais do Que Uma Criança de 10 Anos?» é outra das propostas já divulgadas pelo canal público que arranca a 17 de Setembro.

Com regresso também confirmado está «Portugal no Coração», que vai contar com os novos apresentadores João Baião e Tânia Ribas de Oliveira.

Agência Lusa

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Domingo, 29 de Julho de 2007

Luciana Abreu a caminho da RTP?

 

O meu futuro a Deus pertence.” É assim que Luciana Abreu, de 22 anos, reage quando confrontada com as notícias que recentemente chegaram a público sobre a sua ida para a RTP, e continua: “Neste momento, estou completamente dedicada às gravações de ‘Floribella’, que terminam em Dezembro. Em relação ao resto, está tudo no segredo dos Deuses”.

 

 

Apesar de nada dizer sobre o interesse da RTP em tê-la como estrela da estação pública, Luciana Abreu admite: “Estou aberta a qualquer proposta, até porque não tenho vínculo com nenhum canal”. E assim é. O contrato de Luciana é com a empresa de Teresa Guilherme, que produz a novela da SIC.


Ao que a tvmais apurou, o interesse da RTP por Luciana manifestou-se na final da terceira edição de “Dança Comigo”, que a jovem venceu e que deu àquele canal a liderança nas audiências desse dia. A proposta está em cima da mesa, mas os contornos da mesma ainda não estão definidos, nem sequer se falou em números, pois, e ao contrário do que foi publicado, Luciana não foi sondada para integrar o elenco do remake de “Vila Faia”.


Nuno Santos não prestou qualquer declaração em relação a este assunto, uma vez que à data de fecho desta edição o director de Programas da RTP estava de férias.


Mas a posição oficial da estação pública sobre esta notícia chegou-nos através do gabinete de imprensa: “A RTP e a produtora estão neste momento a desenvolver as personagens para ‘Vila Faia’. Por isso, seria prematuro a confirmação de actores”. Da parte da SIC, o silêncio foi a palavra de ordem, até porque o contrato de Luciana Abreu com a estação de Carnaxide só termina em Dezembro.

Sexta-feira, 30 de Março de 2007

Catarina Furtado prefere Mário Soares a Sócrates

RTP 1: Para participar no 'Dança Comigo'

Catarina Furtado não trocava Mário Soares por José Sócrates. Mas, apesar da confissão, dificilmente a apresentadora conseguirá ter o antigo Presidente da República a participar na terceira temporada de ‘Dança Comigo’, que arranca sábado, em Elvas.

A apresentadora também gostava de ter futebolistas no programa

A estrela do programa da RTP 1 disse ontem, na apresentação à imprensa, que a simplicidade do formato está na base do seu sucesso. Mas o êxito de ‘Dança Comigo’ pode ter outra dimensão se, por exemplo, se registar a adesão de políticos. “Gostava de ter mais políticos” no programa, “gostava de ver a desconstrução” dos políticos em palco, diz Catarina Furtado. E interpelada pelo CM se o político que elegeria para participar no formato seria José Sócrates, a apresentadora foi peremptória: “Gostava mais de ter Mário Soares.” Para tudo ou para quase tudo há uma explicação. Basta uma simples pausa para reflexão. Catarina fez a pausa e acrescentou: “Eu já dancei com Mário Soares... na emissão de inauguração da SIC. Foi uma valsa.”

Mas, para lá dos políticos, a vedeta da televisão pública não esconde que outro tipo de portugueses desejava ter no seu programa. Engenheiros que fazem estudos sobre a Ota ou gestores da Universidade Independente? Nem uns nem outros. “Gostava de ver futebolistas no ‘Dança Comigo’.”

No arranque da terceira temporada, depois de amanhã, a seguir ao programa ‘Voz do Cidadão’ e a partir do Coliseu de Elvas – onde, a 28 de Abril, actuará o bailarino Joaquín Cortez –, Catarina Furtado apresentará os ‘dançarinos’ Isabel Figueira, Valentina Torres, José Fidalgo e Pedro Guedes, os quais se submeterão às apreciações de São José Lapa, João Baião e Marco de Camillis, os jurados-residentes. No primeiro de uma série de 14 emissões, cujas meias-finais – também por ‘cunha’ de Catarina Furtado – poderão realizar-se fora de portas, Artur Agostinho é o convidado para integrar o júri.

Construído há seis meses, no local onde funcionava uma praça de toiros, o Coliseu de Elvas acolherá, sábado, três mil pessoas, embora o espaço – entre Madrid e Lisboa não há outro igual – possa albergar 6500. Mas o palco, elevado, e as estruturas cenográficas acabam por roubar espaço para assistentes. Ganha o espectáculo televisivo, fruto, também, de uma maior luminosidade introduzida pela produtora, a Endemol.

À semelhança da anterior edição, o ‘Dança Comigo’ terá uma sessão com anónimos. O programa, em moldes ainda a definir, elegerá o par que representará Portugal, em Setembro, em Londres, num Festival Europeu de dança que congregará 15 países.

Merche combate horário frágil

Sei quais são os pontos fracos da nossa programação e este é um deles”, reconhece Nuno Santos, director de Programas da RTP, justificando assim a escolha de Merche Romero para apresentar ‘Factor M’, magazine de 90 minutos que estreia amanhã, às 11h30

Maria João Vieira, Liliana Santos, Merche Romero

Maria João Vieira, Liliana Santos, Merche Romero

Merche tem “grande empatia” com o público, “generosidade” e “nervo”. É, por tudo isto, a pessoa certa para a RTP “agarrar um público adulto e mais jovem, entre os 25 e os 44 anos, e mais urbano”, explica o director da estação pública. Marta Crawford, psicóloga, e antiga apresentadora do ‘A, B Sexo’, na TVI, Liliana Santos, actriz e manequim, e Maria João Vieira, jornalista, são as colaboradoras residentes do novo magazine e “aposta forte” da RTP 1.

‘Factor M’, que para a equipa do programa pode significar “mulher, manhã, modernidade e mudança”, vai abordar questões sobre psicologia, moda, decoração, saúde e bem-estar, livros, teatro e cinema, entre outros temas.

O novo espaço semanal vai, também, espreitar a vida privada e profissional dos famosos. “Mas não vamos fazer corte e costura”, diz a apresentadora.

Apostada em esbater a fragilidade da programação aos sábados de manhã, a apresentadora diz que o directo é o registo da sua preferência, porque é com ele que os programas de televisão ganham “mais autenticidade”. “Acredito plenamente neste projecto e nesta equipa. E não me assusta o horário”, sublinha Merche Romero, que vê em ‘Factor M’ um novo passo na aprendizagem e na carreira.

Depois de quatro anos no ‘Portugal no Coração’, a sua “grande escola”, Merche Romero diz que o formato conduzido por Júlio Isidro e Marta Leite de Castro “cresceu e vingou” e “cada apresentador tem a sua forma de estar. A equipa do ‘Portugal no Coração’ está bem e fico contente por ela”.

Benfiquista ferrenha, Merche Romero, de trinta anos, que continuará a viver no Porto, promete torcer, quinta-feira, em Barcelona, no Estádio Montejuic, pelo Benfica, que defronta o Espanhol. CM

Sexta-feira, 23 de Março de 2007

"Prison break" vai ter terceira temporada

 

 

 

 

 

Acadeia norte-americana Fox deu luz verde para a produção da terceira temporada de "Prison break". A série, exibida em Portugal, apresentada como a grande aposta da estação para 2006, tem uma legião de fãs em todos os países por onde é transmitida e chegou a ter dez milhões de espectadores nos Estado Unidos, durante a exibição da primeira sequência de episódios.

Na primeira temporada, recebeu o prémio de revelação em drama televisivo do People's Choice Award e na edição deste ano dos Globos de Ouro, "Prison break" foi uma das nomeadas para o prémio de Melhor Série Dramática. O actor Wentworth Miller, que interpreta o personagem principal, "Michael Scofield", também recebeu a nomeação de Melhor Actor na mesma categoria.

A série conta a história de um homem, "Michael", que assalta um banco para ser preso numa cadeia de alta segurança onde organiza a sua fuga e a do irmão "Lincoln Burrows" (Dominic Purcell), que ali se encontra no corredor da morte. Para isso, tem de contar com o auxílio de alguns reclusos que se juntam a "Michael" na evasão.

A recta final desta fuga pode ser vista - ou revista, uma vez que a RTP1 terminou no último domingo a emissão da primeira temporada - num especial de três episódios que o canal do cabo por assinatura Fox vai exibir amanhã.

Numa emissão especial, que arranca pelas 17 horas, é dado a conhecer os bastidores de "Prison break", com comentários de alguns dos actores a respeito das personagens que interpretam. Seguem-se os três episódios que antecedem a grande final, cuja emissão vai para o ar no dia 29. Na segunda temporada, que ainda não tem estreia marcada em Portugal, os foragidos tentam não ser capturados e as suas histórias separam-se. Porém, Paul Scheuring, criador de "Prison break", citado pela TV Globo, adiantou que nos próximos episódios os personagens vão reencontrar-se e que a série vai regressar ao "conceito fundamental".

Do elenco fazem ainda parte os actores Robin Tunney, Amaury Nolasco, Wade Williams, Paul Adelstein e Sarah Wayne Callies, entre outros.

Domingo, 11 de Março de 2007

São José Correia afirma não ter problemas em fazer cenas de sexo em "Paixões Proibidas"

Como é seu nome de batismo e por que adotou o artístico Soa José Correia?
Me chamo Maria José Correia Silva. Adotei São José porque gosto dos dois nomes juntos. Foi uma decisão minha, entre todas as escolhas esse foi o nome artístico que mais gostei.

Você atuou em vários trabalhos diferentes, tanto na Tv, teatro e cinema. Quando foi que despertou em você a vontade de ser atriz?
Um pouco antes de terminar a escola decidi fazer teatro. Entrei na Companhia de Teatro Almada, uma das mais antigas de Portugal. Depois fiquei no elenco fixo da companhia por 10 anos.

Muitas pessoas aqui no Brasil têm curiosidade para saber se você é solteira, casada ou se tem filhos. Como é sua vida em Portugal?
Não, não sou casada. Nem tenho filhos. Sou solteira. Não tenho tempo, minha vida em Portugal é só trabalho. Me divido entre TV, teatro e um pouco de cinema.

Bate muita saudade de Portugal?
Sinto saudade dos meus amigos que estão lá, da minha mãe, da minha sobrinha... Muitas pessoas. Neste momento, lá está frio...Gosto do calor daqui que é diferente, mas ele dá uma preguiça...

Mas, falando sobre o Brasil, o que você mais gostou daqui?
Da natureza! Que coisa espetacular! Olho em volta dos prédios, dos morros e vejo que estou sempre em contato com a natureza. O Rio é cercado de água por todos os lugares. Parece que a natureza está vigiando a cidade...

Já deu para conhecer bem o Brasil?
Só conheço aqui em volta do Rio, não conheço muito bem o Brasil. No carnaval vou para Salvador com a Band. Eu e o Erom Cordeiro vamos ficar no camarote da Band. Me falaram que o carnaval de Salvador é especial e eu quero conhecer. Não me sinto muito à vontade em multidões, mas, como vou ficar no camarote, espero me divertir muito. Também sinto vontade de conhecer o Ceará.

Qual é a principal diferença entre os brasileiros e os portugueses?
Os brasileiros são mais leves e deixam os problemas com menos importância. Nós portugueses somos mais preocupados. Não sei dizer o que é melhor, porque são dois povos diferentes e tudo tem seus dois lados. Acho que nós portugueses poderíamos ser mais descontraídos e os brasileiros mais preocupados.

Como está sendo a experiência de viver a Elisa em "Paixões Proibidas"?
A Elisa me desperta muita curiosidade quando chegam os episódios. Ela é diferente de tudo que eu já fiz na carreira, está muito à frente de seu tempo, é cativante.

A novela também estreou recentemente em Portugal. Como está sendo para você ser acompanhada, ao mesmo tempo, pelos portugueses e brasileiros?
Não tenho pensando muito nisso. Como não estreamos no mesmo tempo, já que lá foi só em janeiro, recebo muitas mensagens perguntando sobre a personagem. É estranho porque aqui algumas cenas já aconteceram. Está todo mundo comentando! Só não perguntam as próximas cenas porque sabem que eu não conto mesmo.

Na novela você aparece constantemente em cenas de sexo. Já tinha feito esse tipo de exposição em algum outro trabalho?
Já fiz várias cenas de sexo em outros trabalhos, mas não tão apuradas como essas. Mais sensuais, não o ato sexual em si. Essas cenas são mais complicadas porque tratam da intimidade, mas tudo bem para mim.

Depois da novela você tem algum projeto em vista?
Volto para Portugal e vou fazer uma peça de teatro em Lisboa, no mês de agosto. Ainda não tem nome definido, mas trata-se da violência doméstica.

Com sua volta a Portugal, você espera fazer outro trabalho no Brasil?
Por enquanto, não tenho previsão. Quero voltar aqui daqui um tempo. Mas, trabalhar longe de casa é algo muito difícil.



entrevista retirada do site:  http://www.portaldoleaolobo.com.br/int_nasgarras.asp?ID=37 no dia 26.02.07
Sábado, 3 de Março de 2007

Merche Romero recebe telefonemas ameaçadores

O relacionamento com Cristiano Ronaldo terminou há quase meio ano mas, ainda assim, Merche Romero continua “na berlinda” pelo mesmo assunto. Desta vez, fontes próximas da apresentadora garantem que terá recebido mensagens ameaçadoras no seu telemóvel, motivadas por acusações que terá feito a ex-namoradas do puto-maravilha. Contactada pela tvmais, Merche confirma: “Recebi telefonemas anónimos e percebi que eram de mulheres brasileiras. Como não sabia quem eram, nunca acusei ninguém”, sublinha.

Assim sendo, a história obriga-nos a recuar no tempo. Senão vejamos: quando ainda namorava com o futebolista, um jornal diário avançou que Merche teria acusado Jessie Gueitolo e Jordana Jardel, ambas ex-namoradas do jogador, de quererem terminar o seu namoro com o craque. Nessa altura, em Julho de 2006, em entrevista ao jornal “24horas”, a primeira “acusada” defendeu-se, dizendo que nunca tinha telefonado à manequim.

Em Agosto do mesmo ano, a corda rebentou e deu-se a separação de Merche e Ronaldo. Muitas foram as especulações sobre os motivos que teriam levado ao fim da relação, mas o que é verdade é que, em Setembro, em entrevista exclusiva ao programa da RTP “Só Visto!”, a apresentadora desabafava com emoção: “Há muita maldade. É pena as pessoas ficarem felizes com a infelicidade dos outros”.

Achas na fogueira
A este rol de acontecimentos, junta-se um dado mais recente. No passado dia 10 de Fevereiro, o “Correio da Manhã” narrou um incidente que se teria passado na discoteca Chic, no Porto. De acordo com aquele jornal, em conversa com amigos, Merche terá insultado as duas jovens brasileiras, afirmando que tudo tinham feito para aparecer na imprensa.

Contactadas pelos jornalistas, tanto Jordana como Jessie desvalorizaram o assunto, dizendo que nem tinham reparado na presença de Merche Romero e que também não era a primeira vez que seriam alvo dos seus insultos. Mais uma vez, Merche acha que este é um golpe baixo. “Nunca abri a boca para falar sobre essas meninas, nem sequer as vi lá”, ironiza. De qualquer forma, e mesmo acreditando que voltar a tocar neste assunto é “um pretexto para elas serem faladas”, a espanhola não pretende reagir judicialmente: “Quero que isto acabe. Deixem-me em paz”. Aliás, em jeito de remate, atira: “Desejo-lhes as maiores felicidades”.

“Vivo com o meu irmão”
Enquanto o programa não começa, Merche vai aproveitando para “curtir” a sua nova casinha. Desde que decidiu viver em Gaia, onde se sente bem, a apresentadora não tem feito muitas visitas a Lisboa. Muito menos agora que o seu irmão mais novo, santiago, partilha a casa com ela. Ir todas as semanas a Lisboa para gravar o seu novo programa na RTP, não é problema para Merche. “Não vai ser difícil, mas vou ter saudades porque agora vivo com o meu irmão.

A minha vida é aqui”, desabafa. Mas logo depois remata, com nova confiança: “É tudo uma questão de organização e até é pertinho. A viagem faz-se muito bem. Depois, tenho família cá e lá, portanto, sempre tenho a oportunidade de os ver a todos”.

Novo Programa
Durante mais de quatro anos, Merche foi a cara do “Portugal no Coração” mas agora vai ter um programa à sua medida. Charme é o que não vai faltar a partir de 24 de Fevereiro, aos sábados de manhã, por volta das 12.30h.

O nome ainda está no segredo dos deuses mas a apresentadora avançou pormenores. “Vai ser um programa interessante, virado para toda a família”, explica. Trata-se, portanto, de um talk-show abrangente onde “vamos pôr as pessoas a par do que se passa: inaugurações, peças de teatro, dicas de beleza, notícias da semana”, adianta. Há até espaço para “dar a conhecer o lado mais simples dos artistas, porque há muito para além do que se vê!”, garante.

Sábado, 27 de Janeiro de 2007

Concurso ‘Aqui Há Talento’ estreia AMANHÃ

Há menos de um ano na RTP, Sílvia Alberto assume pela primeira vez a condução a solo de um programa. E, num formato que devolve o palco ao Portugal anónimo, a apresentadora mostra desejo de surpreender o público com a revelação de um talento escondido. Isto numa altura em que afirma ter deixado de pensar num futuro na área da representação.

-‘Aqui Há Talento’ está quase a começar. O nervosismo já se nota?

- Bem, o formato é gravado previamente e isso deixa-me mais confortável. Depois, não há motivos para ter receios. Quando se está a trabalhar com uma equipa tão talentosa não há esse problema. Em relação ao trabalho desenvolvido até agora, sinto-me confortável e acho que temos um programa muito divertido.

- Já gravou o primeiro programa. O que pode o público esperar de ‘Aqui Há Talento’?

- Confesso que tinha algum receio em relação aos talentos que poderiam aparecer. Pode não parecer, mas é complicado. Os primeiros dois programas são audições, por isso, os candidatos têm uma plateia de trezentas pessoas à frente, o júri e uma série de pessoas em casa. Estão a ser avaliados por muita gente e isso requer muita coragem. Temia que não aparecessem muitos candidatos, mas foi surpreendente o número de pessoas que estiveram nos ‘castings’. Inclusive, temos talentos muito bons e muito variados. Desde ‘stand-up comediants’, a um rapaz que faz música apenas com o estalar dos dedos, desde bailarinos a palhaços, a travestis, há uma série de talentos escondidos espalhados por aí.

- Quantas pessoas concorreram ao ‘Aqui Há Talento’?

- Tenho a ideia de que, na última fase de ‘castings’, havia duas mil incrições. Não é nada comparável ao ‘Ídolos’, mas o programa ainda não é conhecido.

- Depois do sucesso de ‘Dança Comigo’, este é o programa certo para as noites de sábado na RTP?

- É. É um formato curto, termina logo em Março, mas é o programa certo. Não só para a RTP, mas também no panorama actual da televisão portuguesa. Temos vivido de programas com figuras públicas. Tanto o ‘Dança Comigo’ na RTP como o ‘Canta Por Mim’ na TVI. Este programa devolve o palco aos anónimos. E cumpre uma função de serviço público: divulgar artistas que nunca tiveram uma oportunidade.

- E para si, é o programa ambicionado?

- Todos os programas são ambicionados. É um bom programa, apesar de ser curto. Às vezes são precisos cinco ou seis meses para sentir que o projecto agarra as pessoas. Se houver uma segunda temporada, ai sim, estará a prova de que valeu a pena. Mas é um programa que faz todo o sentido nesta fase. É importante para a estação e também é importante para mim começar o ano com um programa como o ‘Aqui Há Talento’. Ainda por cima num ano tão importante para a RTP como é o do cinquentenário.

- Já foi surpreendida pelo talento de algum dos concorrentes?

- Já, já. Logo no primeiro programa. Eu não queria desvendar muito porque é algo que se vai ver quando o programa estiver no ar, mas posso dizer que vamos ter uma revelação no canto. Uma rapariga muito nova com uma voz tremenda. Na dança há outra, nas artes circenses também. Em cada área há surpresas por descobrir, mas não posso contar mais. Até para não influir.

- E a Sílvia? Depois de ter dançado no ‘Dança Comigo’, vai revelar algum talento escondido desta vez?

- Eu sei que a produção está com ideias, algumas até engraçadas, que podemos explorar mais à frente no programa. Para já apenas digo que estou disponível para os desafios que eles me queiram colocar, com a ressalva de que, num grupo tão vasto de talentos, eu sou a menos talentosa.

- Era capaz de participar neste concurso?

- Não sei. Como sou muito persistente e teimosa, se tivesse algum talento extraordinário, se achasse que era realmente boa naquilo que fazia, se calhar até concorria. Mas não sei se teria a coragem que eles têm.

- Que orientação lhe deram na RTP para se preparar para o ‘Aqui Há Talento’?

- A preparação que eu tive foi visionar os formatos americano e francês, que são completamente distintos do nosso. No formato americano há mais espaço para bizarrias, há sempre um ‘cowboy’ pronto a fazer ‘strip-tease’ ou uma velhota a cantar rap. E, ainda que haja alguns loucos saudáveis no nosso país, acredito que somos um povo mais contido. Sem dúvida que o nosso programa vai realçar mais os verdadeiros talentos e menos aqueles talentos de rua, mais tontos, mais bizarros...

- Preferia um formato com conteúdos mais ousados ou, como disse, mais bizarros?

- Acho que como está, está muito bem. Está elegante e motivante.

- Em 2006 fez duas participações em ‘sketches’ do Gato Fedorento. Como foi esta colaboração?

- Eu sou fã dos Gatos desde os primeiros tempos na SIC Radical. Sempre acompanhei o trabalho deles. Da primeira vez o convite partiu da produtora deles, a Ana Torres, com quem eu já trabalhei. Pediram-me para participar num ‘sketch’ e eu aceitei logo. Principalmente porque me sentia confortável. Eu não sou actriz e eles também não. Isso foi uma vantagem pois estávamos ali sobretudo para nos divertirmos.

- A experiência é para repetir?

- Se a moda é fazer um ‘sketch’ em cada série do Gato, estou disponível. Da mesma forma que estou disponível para os levar ao ‘Aqui Há Talento’.

- Depois de ‘Zona J’ e ‘Amo-te Teresa’ não voltou a fazer cinema. A carreira de actriz está definitivamente posta de lado?

- Principalmente agora, que estou a estudar dramaturgia e trabalho com actores, tenho a consciência de que nunca serei uma actriz brilhante. Há muitos actores brilhantes, alguns dos quais são agora meus colegas, mas acho que cada pessoa se deve dedicar à sua área. O cinema é muito interessante e ainda recebo convites para curtas-metragens. Quando os projectos são inócuos, engraçados e interessantes, acabo por aceitar pois é mais forte do que eu. Por outro lado, quando a solicitação requer alguma estrutura que eu não tenho, sou incapaz de aceitar. Mas não é uma área que eu repudie ou diga não farei.

RECORDAÇÕES DE 'DANÇA COMIGO'

"FOI UM DUPLO DESAFIO"

Um dos momentos altos da carreira de Sílvia Alberto foi a primeira edição de ‘Dança Comigo’, em 2006. Sucedendo a Catarina Furtado na condução do programa, a apresentadora confessa agora que foram tempos de nervosismo: “No ‘Dança Comigo’ tive dois desafios. Primeiro, pegar num programa que já ia a meio e que tinha como apresentadora uma das melhores do nosso país. Depois, quando o Nuno Santos me disse que ia estar perante uma plateia de 7500 pessoas. Para quem tem 25 anos é uma grande aposta. Acredito que estávamos os dois igualmente nervosos. Eu pelo acontecimento, o Nuno pela aposta. Mas ninguém deixou ficar mal ninguém.”

FORMAÇÃO ACADÉMICA É OBJECTIVO

DRAMATURGIA DÁ AJUDA

Numa fase em que tenta coordenar mais uma época de exames com a estreia de um programa na televisão, Sílvia Alberto salienta que o curso de dramaturgia é uma mais-valia para a sua carreira de apresentadora: “O curso permite unir a linguagem do teatro e receber um leque de conhecimentos que fazem falta para a minha profissão.

PAULO DIAS, SÍLVIA RIZZO E JOAQUIM MONCHIQUE FORMAM O JÚRI

AVALIAÇÃO SERÁ EXIGENTE

Sílvia Alberto considera que o júri é “equilibrado dentro de visões opostas”. “O Paulo Dias é o mais exigente. Por ser produtor, avalia como se fosse colocar o espectáculo em palco. O Joaquim Monchique, por ser artista, é mais condescendente. Curiosamente, a Sílvia Rizzo senta-se no meio deles e, fazendo jus ao ditado, é a virtuosa do grupo”, sublinha.

'AQUI HÁ TALENTO'

Canal: RTP1

Dia: sábados

Hora: 22h00

Estreia: Domingo (22h15)

Formato: concurso

Correio da Manhã

Domingo, 7 de Janeiro de 2007

Nus de Leonor aquecem RTP

'Quando gravámos estava super descontraída'

Leonor Seixas será objecto de desejo em ‘Paixões Proibidas’, a novela produzida entre a RTP e a Band (TV Bandeirantes) que estreia terça-feira, no âmbito das comemorações dos 50 anos da RTP. A actriz é, juntamente com São José Correia, uma das protagonistas femininas da trama baseada na obra de Camilo Castelo Branco que reúne portugueses e brasileiros num elenco de luxo.
A história, cuja acção remonta ao século XIX, centra-se num triângulo amoroso fruto de uma paixão proibida. Adelaide (papel interpretado por Leonor Seixas), é uma portuguesa casada com Estêvão (papel interpretado por Nuno Pardal), que se envolve num romance escaldante com Manuel de Azevedo (Leonardo Carvalho). As imagens já suscitaram a atenção dos espectadores no Brasil, onde a novela estreou no dia 11 de Novembro. Isto porque Leonor Seixas surge praticamente nua nas cenas eróticas que protagoniza com o filho da conhecida Christiane Torloni.

'É UMA NOVELA DE PAIXÕES'

“A novela vai ter muitas cenas ousadas. Mas não sou só eu que vou aparecer desse modo”, explica a actriz. “É natural que assim aconteça. É uma novela de paixões, de relações entre pessoas numa época particular”, afirma antes de revelar que foi com grande à vontade que gravou os momentos mais escaldantes. “As cenas foram encenadas pelo melhor realizador do mundo. O Ignácio Coqueiro é um anjo e preparou tudo muito bem. Quando gravámos estava super descontraída. Por outro lado, o Leonardo é maravilhoso e damo-nos muito bem, pelo que não houve problema algum.”

CENAS OUSADAS EM HORÁRIO NOBRE

Para o director de programas da RTP, Nuno Santos, as cenas ousadas, que vão ser exibidas em horário nobre, também não são motivo de preocupação. “‘Paixões Proibidas’ só poderá ter um excelente acolhimento em Portugal” referiu na apresentação que decorreu no Brasil. “É uma novela que doseia sentimentos. Mas que mistura paixão ardente com uma componente sexual mais forte.” No Brasil, a novela foi classificada para maiores de 12 anos e autorizada a ser exibida a partir das 21h00.

A Band, por opção, colocou o formato a partir das 22h00 e faz passar um aviso antes do iníco dos episódios onde se lê “programa inadequado para menores de 14 anos”. Em Portugal, ‘Paixões Proibidas’ irá para o ar às 21h00, na mesma faixa horária em que SIC e TVI exibem, respectivamente, as novelas juvenis ‘Floribella’ e ‘Doce Fugitiva’. Ainda na apresentação de ‘Paixões Proibidas’, no Rio de Janeiro, Nuno Santos foi apoiado pelo seu homólogo da Band, Juca Silveira. “Não há nada que não seja adequado ao horário. No Brasil foi classificada para as 21h00. Existe sexo, sim, mas nada é gratuito. Tudo está contextualizado”, referiu o responsável da estação brasileira.

DATAS DE ESTREIA

Curiosamente, as datas de estreia de ‘Paixões Proibidas’ no Brasil e em Portugal não coincidiram, o que é estranho considerando que a novela é uma co-produção entre as duas estações. Apesar de chegar à RTP com quase dois meses de atraso face à Band, Nuno Santos não vê nisso uma desvantagem. “Não ficamos a perder. Preferimos fazer uma campanha promocional muito forte, deixar passar a época de Natal e depois colocar a novela inserida no contexto de programação dos 50 anos da RTP”, defende.

A residir actualmente no Rio de Janeiro, cidade onde vai ficar até terminar as gravações em Maio, Leonor Seixas mostra-se visivelmente satisfeita com a oportunidade conquistada e expectante no que diz respeito ao futuro: “Estou a adorar viver aqui. Identifico-me imenso com o Rio de Janeiro. É uma cidade que já conhecia, que tem imenso a ver comigo. É um sonho concretizado, pois há imenso tempo que queria vir para o Brasil trabalhar. Não só fazer televisão, mas também cinema e teatro. Portanto, sinto-me muito contente por estar aqui.”

Tanto que, mesmo tendo direito a uns dias de folga e a viagens de avião, Leonor Seixas preferiu ficar no Rio de Janeiro para celebrar a passagem de ano. No entanto, nem tudo é fácil e a actriz portuguesa reconhece que existem diferenças substanciais na forma de trabalhar. “É diferente, sim. Estamos numa cidade estranha, o que influencia logo. Tanto a cidade como os brasileiros, tudo tem um ritmo diferente. Depois não estamos em casa, estamos num aparthotel. E, naturalmente, o esquema de trabalho é diferente. Desde a planificação da semana aos estúdios. Mesmo a equipa técnica é diferente. É o dobro da nossa. Aqui há muitas câmaras em estúdio, são câmaras por todos os lados”, confessa.

E até a forma como o realizador se relaciona com os actores é uma novidade: “O trabalho do realizador também difere do que se faz em Portugal. Há realmente muitas diferenças.” Como exemplo, Leonor Seixas refere que, ao contrário do que se passa normalmente na produção de novelas em Portugal, em ‘Paixões Proibidas’ os actores têm em mão “30 episódios do guião”. “É muito bom para uma novela. Temos uma base mais sólida do que é habitual”, salienta a actriz.

Com a acção a desenrolar-se a partir de 1805 entre Portugal e o Brasil, ‘Paixões Proibidas’ é uma novela de época, facto que não atemoriza a jovem actriz. “Tenho feito vários trabalhos de época e gosto imenso. Não sei porquê, mas ando há algum tempo a fazer muitas produções históricas.

Por isso, de maneira alguma, me seria difícil adaptar. Até já tenho vontade de fazer algo contemporâneo, de calças de ganga e T-shirt.” Recorde-se que, no Verão de 2006, Leonor Seixas esteve em cena no Teatro da Trindade com a peça ‘O Terramoto’, cuja acção decorria em 1755.

Antes tinha feito ‘Até Amanhã Camaradas’, uma série baseada no romance homónimo de Álvaro Cunhal, passada nos anos quarenta, e ‘Inês de Castro’, que recuava ao século XII. “Não me faz muita diferença que a novela seja de época. Interessa-me fazer trabalhos de qualidade, que sejam aliciantes. Se decorrem em 1300 ou 2040, não me preocupa”, sustenta. No entanto, Leonor Seixas reconhece que as produções de época têm um elemento que a cativa: “As roupas, é claro!”

NO RIO DE JANEIRO

No Rio de Janeiro estão também São José Correia, Virgílio Castelo, Ana Bustorf, Maria Luís, Nuno Pardal, Carlos Vieira, Pedro Lamares e Henrique Viana, que só esta semana se juntou ao grupo. A primeira, conhecida das novelas da TVI ‘Fala-me de Amor’ e ‘Ninguém Como Tu’, também está a causar furor no Brasil. Os atributos físicos e as cenas ousadas que São José Correia protagoniza têm chamado a atenção e a actriz, com a personagem Elisa de Mandeville, já é considerada uma das revelações de ‘Paixões Proibidas’.

Em destaque está também Virgílio Castelo, que acumula o papel de Padre Diniz – um justiceiro solitário que deambula de noite pelas ruas do Rio de Janeiro – com o cargo de realizador-adjunto. A presença do português tem agradado principalmente ao realizador principal, Ignácio Coqueiro, que sauda a parceria efusivamente. “Se não fossemos parceiros em tudo, não era possível levar este projecto por diante e a harmonia com o Virgílio Castelo foi muito importante para isso.

Conseguimos mostrar a toda a equipa o trabalho que queriamos fazer”, defende. Já para o actor português, o enfâse deve ser colocado antes na qualidade do texto e na capacidade dos actores que compõem o elenco. “Julgo que não há grande diferença entre os actores portugueses e os brasileiros. São todos muito parecidos.

O que toda a gente me tem dito é que este é o melhor texto que já tiveram em mãos”, salienta Virgílio Castelo. Aliás, a adaptação de Aimar Labaki aos romances ‘Amor de Perdição’, ‘Mistérios de Lisboa’ e ‘O Livro Negro do Padre Dinis’ reúne o consenso tanto de actores como de realizador e responsáveis das estações televisivas.

PAIXÕES PROIBIDAS

ESTREIA: 09/01/07

HORA: 21h00

FORMATO: Novela

ELENCO: Flávio Galvão, Suzy Rêgo, Celso Frateschi, Juliane Trevisol, Felipe Camargo, Maria Carolina Ribeiro, Leonor Seixas, Nuno Pardal, São José Correia

SEXO DESDE O PRIMEIRO EPISÓDIO

VIOLÊNCIA MARCA ESTREIA

Logo nos primeiros minutos do capítulo de estreia de ‘Paixões Proibidas’, Simão, personagem interpretada por Miguel Thiré, aparece numa cena ousada a ‘divertir-se’ com uma amante espanhola. Ainda no mesmo episódio, Joaquim (Eirom Cordeiro), viola uma escrava no dia em ela subiria ao altar. De seguida, o mesmo personagem mata dois escravos e quase afoga uma criança por esta o ter atingido com algumas gotas de água. As cenas ousadas protagonizadas pelas actrizes portuguesas deverão surgir logo na primeira semana de exibição.

CIDADE CINEMATOGRÁFICA ALTERA DIA-A-DIA DE COLÓNIA PARA DOENTES MENTAIS

DEFICIENTES E FIGURANTES

Para criar os cenários exteriores da vila de Resende, a produção transformou a Colónia Juliano Moreira numa ‘cidade cenográfica’. O local, embora já não funcione como hospício, mantém algumas construções intactas onde vivem doentes e famílias que por ali ficaram após o encerramento do hospital, em meados da década de 50. Sem necessitar de fazer grandes alterações, a Band aproveitou ainda para ajudar alguns dos doentes e deu-lhes trabalho como figurantes da novela com direito a uma remuneração condigna.

'NOME DE CÓDIGO: SINTRA'

ESTREIA DIA 7 NA RTP 1

Integrada na programação dos 50 anos, a RTP exibe uma realização de Jorge Paixão da Costa. Série policial de 13 episódios, prolonga o mistério do texto original de Eça de Queirós e Ramalho Ortigão ‘Os Mistérios da Estrada de Sintra’, com Adriano Luz, Fernando Luís, Margarida Marinho e Ana Bustorf.

Fonte: Correio da Manhã

Sábado, 30 de Dezembro de 2006

O que há para ver na TV - Novas produções para 2007

Nos festejos dos 50 anos, a estação pública estreia mais ficção falada em português e concursos de entretenimento.

São José Correia em ‘Paixões Proibidas’, e Sílvia Alberto em ‘Aqui Há Talento’

A produção nacional marca o arranque das celebrações dos 50 anos da RTP, com a estreia, já no dia 8, da telenovela ‘Paixões Proibidas’. Esta co-produção entre a estação pública portuguesa e a brasileira TV Bandeirantes baseia-se em três contos de Eça de Queiroz e conta uma série de amores impossíveis retratados no século XIX.

‘Aqui Há Talento’ é outra das apostas da estação pública para o primeiro mês do ano. O programa de entretenimento, apresentado por Sílvia Alberto, destina-se a descobrir a melhor aptidão artística dos concorrentes e dura três semanas. Para 2007, a RTP prepara ainda uma nova versão de ‘Vila Faia’ (a primeira telenovela portuguesa), ‘Conta-me como Passou’, numa produção portuguesa do grande sucesso espanhol que retrata a história do país através das várias gerações de uma família, e ainda as duas mini-séries ‘O Testamento’, baseada na obra de Carlos Vale Ferraz, ‘A Ilha dos Escravos’, uma co-produção entre Portugal, Cabo Verde e Brasil, e ‘A Minha Família’, em que se destaca a interpretação de Fernando Luís.

NAS PRIVADAS

MAIS FICÇÃO

A SIC e a TVI escolhem produtos de ficção para o próximo ano. Na estação de Carnaxide destaca-se a estreia da telenovela ‘A Vingança’, novos episódios da ‘sitcom’ ‘Aqui Não Há quem Viva’ e o humor de ‘Hora H’, que marca o regresso de Herman José ao registo da caricatura. A Quatro promete um regresso aos ‘reality shows’, com a estreia da quinta edição de ‘Big Brother’ e a exibição de uma nova novela, ‘A Ilha dos Amores’, da autoria de Maria João Mira.

Sábado, 2 de Dezembro de 2006

Eles são mal comportados

Já por duas vezes, Júlio Isidro fica sem a sua parceira. Para a RTP, a gota de água deu-se quando Merche se recusou a terminar uma emissão de “Portugal no Coração”

 

Há duas semanas, a apresentadora de “Portugal no Coração”, Merche Romero, voltou às capas de revistas e jornais e não pelos melhores motivos. A loira da RTP1 tinha deixado um dos programas a meio, pois não apareceu para apresentar a segunda parte. Quem teve de o fazer, sozinho, foi Júlio Isidro, que, mais uma vez, mostrou o seu profissionalismo e se alheou das polémicas.

Tudo aconteceu depois de Merche ter tido uma discussão com o produtor. Ela queria dar continuidade ao programa num determinado local do plateau, mas a produção não lhe fez a vontade. A apresentadora, sem razão aparente, ficou fora de si e começou a gritar. Garante quem assistiu que não foi uma cena bonita de se ver. Merche utilizou uma linguagem pouco própria ao falar com um superior hierárquico e recusou-se a levar o programa avante, colocando a emissão em perigo.

A apresentadora acabou por ser suspensa por Nuno Santos, director de programas da RTP, que não a deixou apresentar “Portugal no Coração”, nem no dia seguinte nem durante as semanas seguintes.

A discussão nos estúdios do Porto levou Nuno Santos a tomar uma posição: difundiu um comunicado no qual afirmava que a apresentadora tinha tido “um comportamento grave na sequência de uma natural divergência de opinião no âmbito do programa que estava a ser efectuado em directo”. Em reunião, e depois também através de comunicado, Merche pediu desculpa pela sua conduta e foi perdoada.

Só que antes, quando inquirida pelos jornalistas, que já sabiam do sucedido, faltou à verdade. Disse que não tinha havido confusão e a sua falta no dia seguinte estava prevista. A agente da apresentadora, Beatriz Lemos, disse à tvmais: “As polémicas são feitas pela imprensa. A Merche foi resolver um problema na régie e não teve tempo para voltar a entrar no programa. Amanhã (referia-se ao dia 14) estará de volta”. No entanto, não foi essa a ordem que o director de programas lhe deu poucas horas depois, quando se reuniu com ela com carácter de urgência.

Merche acabou por ficar fora de antena durante duas semanas, tempo durante o qual foi substituída por Cristina Alves. Quanto ao ordenado, recebeu-o sempre por inteiro, mesmo enquanto suspensa das suas funções. O psicólogo clínico Quintino Aires tem uma explicação para este tipo de comportamento. “É imaturidade. As últimas investigações indicam que as características da personalidade não são um processo linear.

Avançam e recuam no tempo. Provavelmente, o que está a acontecer é que alguns deles sempre foram imaturos. Noutros, o facto de serem vedetas, a força que têm e o que ganham fazem com que características da personalidade antiga voltem a ganhar força e, naturalmente, surge a imaturidade.” E vai mais longe: “A maturidade aguenta-se à custa do controlo social.

As exigências e o receio da reacção dos outros levam a que se mantenha e garanta essa maturidade. Quando se vive num ambiente em que o social não nos exige isso, perde-se as características de maturidade que se tinham ganho. E, na verdade, muitas dessas pessoas, que são actores muito conhecidos ou apresentadores não têm grande pressão por parte das produções que os rodeiam. É como se tivessem medo deles e isso leva a que eles percam essa questão do controlo.”

Antecedentes
Esta não foi, contudo, a primeira vez que a espanhola ferveu em pouca água. No final de Setembro, depois de uma violenta discussão ao telefone, Merche recusou-se a trabalhar e foi Júlio Isidro quem também assegurou a emissão. A sua atitude não foi bem vista no seio da RTP. Farta dos seus comportamentos de menina mimada, a produção de “Portugal no Coração” pô-la a preparar entrevistas durante oito dias.

Recorde-se que estes foram tempos complicados para a apresentadora, que estava ainda no rescaldo da separação do futebolista Cristiano Ronaldo. Chegou a chorar em directo no programa “Só Visto!” e queixou-se dos tempos que tinha vivido ao lado do jogador: “Foi muita pressão sobre mim”. Nos estúdios do Monte da Virgem, conta quem com ela se cruzava que Merche andava nervosa e maldisposta. Tinha, também, alguma dificuldade em cumprir horários.

Nada como ir uns tempos para fora do País, devem ter pensado os seus superiores. Depois de ter ficado nos bastidores, Merche foi enviada para os Estados Unidos e Canadá, onde durante duas semanas realizou reportagens junto das comunidades portuguesas. Porém, no regresso, manteve as mesmas atitudes, que conduziram ao referido “castigo”.

Maria João Silveira também entrou em rota de colisão com a produção de “Portugal no Coração”.

Outros casos
Quem também teve problemas com a RTP foi a jornalista e apresentadora Maria João Silveira, que foi afastada de “Portugal no Coração”, que conduzia com José Carlos Malato e Merche Romero. À revista CARAS, confidenciou: “Não foi o programa da minha vida”. Maria João entrou em conflito com a produção e, em consequência, foi fazer reportagem. Mas, pouco tempo depois, pediu baixa psicológica. Esteve a tratar uma depressão e quando regressou ao trabalho já não tinha lugar no talk-show da estação pública.

José Carlos Pereira já foi avisado duas vezes pela NBP. Atrasos e falta de respeito pelos colegas foram os motivos, tanto em “Morangos”, como em “Baía das Mulheres”

O actor José Carlos Pereira também tem tido alguns problemas de disciplina. Neste momento, ainda faz parte do elenco de “Morangos com Açúcar”, mas está de saída. Apesar da discrição com que o assunto foi tratado na NBP, produtora da série, que afirmou que este estava com “problemas pessoais”, o certo é que o actor causou rebuliço nos estúdios.

José Carlos esteve uma semana sem gravar, depois de se ter exaltado quando soube que a sua participação não iria até ao final da temporada, terminando em Janeiro. Os responsáveis pela produção não toleraram a sua postura e foi dispensado. Até porque ele já tinha sido chamado à atenção por chegar atrasado e criar mau ambiente. Nesta altura, José Carlos encontra-se a gravar as suas últimas cenas finais. Não chegará ao Verão, altura em que termina mais uma temporada da novela juvenil da TVI.

Este é mesmo um caso difícil. Não é a primeira vez que o Vítor de “Morangos” tem um comportamento passível de sanção pela entidade empregadora. Ainda era um caloiro, em “Anjo Selvagem”, e já era conhecido por não respeitar horários. Depois, em 2004, quando gravava “Baía das Mulheres”, não compareceu a um dia de trabalho nem avisou a produção. A acção causou à NBP um prejuízo de milhares de euros. “Foi chamado para uma reunião com o director-geral e outras chefias, e levou um valente puxão de orelhas. Esteve mesmo para ser despedido”, referiu fonte ligada à produtora.

Só não aconteceu porque a novela estava no fim. A mesma sorte não teve a actriz Glória Férias. Problemas com drogas, que ela chegou a admitir, e falta de cumprimento ditaram a sua saída da novela “Dei-te Quase Tudo”. Guilhermina, a sua personagem, morreu subitamente.

Arrependidos
Em 2004, quando decorriam as gravações da primeira série de “Morangos”, Diogo Amaral, que era o vilão da história, também perdeu as estribeiras. Dessa vez, os jornalistas, convidados a acompanhar a rodagem das cenas foram o alvo da fúria do actor. Diogo gritou, esbracejou e ameaçou os jornalistas quando foram captadas imagens suas ao lado de Joana Solnado, colega e namorada na vida real. “Vais apagar isso e é já”, disse.

 

Inexperiente, Diogo Amaral não aguentou a pressão e explodiu com a imprensa, depois de ter sido fotografado ao lado de Joana Solnado

E continuou no mesmo tom. “Acabou. Vais-te embora. Já não tiras mais fotos, mais ninguém fotografa.” Só se acalmou quando falou com o director-geral da NBP, João Dinis, ao telemóvel e conversou com a relações públicas, Inês Cortez. Uma conduta insólita em Diogo, conhecido por ser correcto, cumpridor e educado.

O actor justificou-se mais tarde, alegando que estava cansado e as cenas com os travestis eram duras de fazer. Porém, não se livrou da chamada de atenção das chefias para que tal não voltasse a acontecer. Até agora, não se lhe conhece mais nenhum episódio do género.

O caso Sofia Alves
Dois anos antes deste incidente, Sofia Alves cortava relações com Teresa Guilherme por causa do programa “As Manhãs de Sofia”. Bateu com a porta e saiu do programa. Na altura, Teresa garantiu à tvmais que ia para tribunal, não por a actriz ter quebrado o contrato mas pelas considerações que tinha tecido publicamente sobre a sua produtora. “Vou processar a Sofia, pois ela ofendeu a minha equipa. Ela vai ter de retractar-se e, para provar que não quero o dinheiro para nada, a importância que eu ganhar vai para uma instituição de caridade”, garantiu a actual responsável pela ficção nacional da SIC.

Sofia Alves sentiu-se ultrapassada nas decisões de “As Manhãs de Sofia” e bateu com a porta ruidosamente. Avisou Moniz, mas esqueceu-se de Teresa Guilherme, a produtora do programa

A guerra foi declarada quando Sofia Alves decidiu demitir-se do programa produzido por Teresa. Queixou-se, posteriormente, de estar à margem das decisões tomadas. Na produtora, ninguém estava à espera da reacção da então apresentadora. Sem aviso prévio, numa tarde a seguir ao programa, Sofia dirigiu-se ao gabinete de José Eduardo Moniz para lhe comunicar que não apresentaria mais “As Manhãs de Sofia”. Depois, deu uma entrevista ao jornal “Correio da Manhã” para contar as suas razões. Ainda não tinha falado com Teresa Guilherme. A produtora ficou a saber que não tinha apresentadora para o dia seguinte pelo jornal, que lhe ligou em busca da sua versão dos factos.

Nem queria acreditar na atitude da actriz, que a deixou numa situação complicada: não tinha apresentadora para o dia a seguir e 100 pessoas podiam ter ficado sem trabalho se a TVI cancelasse o programa no seguimento deste problema. Acabou por convidar Rita Salema para conduzir com ela os programas seguintes, pois esta tinha estado muito bem na rubrica de culinária. Sofia ainda apareceu de surpresa para avisar o público que estava doente. Nunca mais se falaram e Sofia Alves esteve algum tempo afastada da estação de Queluz, voltando em “A Jóia de África”.

Nenhuma destas acções é justificável, segundo afirma o médico Quintino Aires. “Não é uma coisa normal. Há responsabilidades. O trabalho destas pessoas tem implicações demasiado grandes. Não podem diminuir a sua responsabilização. São milhares de euros envolvidos e trabalhos com enorme visibilidade, nos quais qualquer acção tem logo grandes implicações.”

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Eles são mal comportados

Há duas semanas, a apresentadora de “Portugal no Coração”, Merche Romero, voltou às capas de revistas e jornais e não pelos melhores motivos. A loira da RTP1 tinha deixado um dos programas a meio, pois não apareceu para apresentar a segunda parte. Quem teve de o fazer, sozinho, foi Júlio Isidro, que, mais uma vez, mostrou o seu profissionalismo e se alheou das polémicas.

Tudo aconteceu depois de Merche ter tido uma discussão com o produtor. Ela queria dar continuidade ao programa num determinado local do plateau, mas a produção não lhe fez a vontade. A apresentadora, sem razão aparente, ficou fora de si e começou a gritar. Garante quem assistiu que não foi uma cena bonita de se ver. Merche utilizou uma linguagem pouco própria ao falar com um superior hierárquico e recusou-se a levar o programa avante, colocando a emissão em perigo.

A apresentadora acabou por ser suspensa por Nuno Santos, director de programas da RTP, que não a deixou apresentar “Portugal no Coração”, nem no dia seguinte nem durante as semanas seguintes.

A discussão nos estúdios do Porto levou Nuno Santos a tomar uma posição: difundiu um comunicado no qual afirmava que a apresentadora tinha tido “um comportamento grave na sequência de uma natural divergência de opinião no âmbito do programa que estava a ser efectuado em directo”. Em reunião, e depois também através de comunicado, Merche pediu desculpa pela sua conduta e foi perdoada.

Só que antes, quando inquirida pelos jornalistas, que já sabiam do sucedido, faltou à verdade. Disse que não tinha havido confusão e a sua falta no dia seguinte estava prevista. A agente da apresentadora, Beatriz Lemos, disse à tvmais: “As polémicas são feitas pela imprensa. A Merche foi resolver um problema na régie e não teve tempo para voltar a entrar no programa. Amanhã (referia-se ao dia 14) estará de volta”. No entanto, não foi essa a ordem que o director de programas lhe deu poucas horas depois, quando se reuniu com ela com carácter de urgência.

Merche acabou por ficar fora de antena durante duas semanas, tempo durante o qual foi substituída por Cristina Alves. Quanto ao ordenado, recebeu-o sempre por inteiro, mesmo enquanto suspensa das suas funções. O psicólogo clínico Quintino Aires tem uma explicação para este tipo de comportamento. “É imaturidade. As últimas investigações indicam que as características da personalidade não são um processo linear.

Avançam e recuam no tempo. Provavelmente, o que está a acontecer é que alguns deles sempre foram imaturos. Noutros, o facto de serem vedetas, a força que têm e o que ganham fazem com que características da personalidade antiga voltem a ganhar força e, naturalmente, surge a imaturidade.” E vai mais longe: “A maturidade aguenta-se à custa do controlo social.

As exigências e o receio da reacção dos outros levam a que se mantenha e garanta essa maturidade. Quando se vive num ambiente em que o social não nos exige isso, perde-se as características de maturidade que se tinham ganho. E, na verdade, muitas dessas pessoas, que são actores muito conhecidos ou apresentadores não têm grande pressão por parte das produções que os rodeiam. É como se tivessem medo deles e isso leva a que eles percam essa questão do controlo.”

Antecedentes
Esta não foi, contudo, a primeira vez que a espanhola ferveu em pouca água. No final de Setembro, depois de uma violenta discussão ao telefone, Merche recusou-se a trabalhar e foi Júlio Isidro quem também assegurou a emissão. A sua atitude não foi bem vista no seio da RTP. Farta dos seus comportamentos de menina mimada, a produção de “Portugal no Coração” pô-la a preparar entrevistas durante oito dias.

Recorde-se que estes foram tempos complicados para a apresentadora, que estava ainda no rescaldo da separação do futebolista Cristiano Ronaldo. Chegou a chorar em directo no programa “Só Visto!” e queixou-se dos tempos que tinha vivido ao lado do jogador: “Foi muita pressão sobre mim”. Nos estúdios do Monte da Virgem, conta quem com ela se cruzava que Merche andava nervosa e maldisposta. Tinha, também, alguma dificuldade em cumprir horários.

Nada como ir uns tempos para fora do País, devem ter pensado os seus superiores. Depois de ter ficado nos bastidores, Merche foi enviada para os Estados Unidos e Canadá, onde durante duas semanas realizou reportagens junto das comunidades portuguesas. Porém, no regresso, manteve as mesmas atitudes, que conduziram ao referido “castigo”.

Outros casos
Quem também teve problemas com a RTP foi a jornalista e apresentadora Maria João Silveira, que foi afastada de “Portugal no Coração”, que conduzia com José Carlos Malato e Merche Romero. À revista CARAS, confidenciou: “Não foi o programa da minha vida”. Maria João entrou em conflito com a produção e, em consequência, foi fazer reportagem. Mas, pouco tempo depois, pediu baixa psicológica. Esteve a tratar uma depressão e quando regressou ao trabalho já não tinha lugar no talk-show da estação pública.

O actor José Carlos Pereira também tem tido alguns problemas de disciplina. Neste momento, ainda faz parte do elenco de “Morangos com Açúcar”, mas está de saída. Apesar da discrição com que o assunto foi tratado na NBP, produtora da série, que afirmou que este estava com “problemas pessoais”, o certo é que o actor causou rebuliço nos estúdios.

José Carlos esteve uma semana sem gravar, depois de se ter exaltado quando soube que a sua participação não iria até ao final da temporada, terminando em Janeiro. Os responsáveis pela produção não toleraram a sua postura e foi dispensado. Até porque ele já tinha sido chamado à atenção por chegar atrasado e criar mau ambiente. Nesta altura, José Carlos encontra-se a gravar as suas últimas cenas finais. Não chegará ao Verão, altura em que termina mais uma temporada da novela juvenil da TVI.

Este é mesmo um caso difícil. Não é a primeira vez que o Vítor de “Morangos” tem um comportamento passível de sanção pela entidade empregadora. Ainda era um caloiro, em “Anjo Selvagem”, e já era conhecido por não respeitar horários. Depois, em 2004, quando gravava “Baía das Mulheres”, não compareceu a um dia de trabalho nem avisou a produção. A acção causou à NBP um prejuízo de milhares de euros. “Foi chamado para uma reunião com o director-geral e outras chefias, e levou um valente puxão de orelhas. Esteve mesmo para ser despedido”, referiu fonte ligada à produtora.

Só não aconteceu porque a novela estava no fim. A mesma sorte não teve a actriz Glória Férias. Problemas com drogas, que ela chegou a admitir, e falta de cumprimento ditaram a sua saída da novela “Dei-te Quase Tudo”. Guilhermina, a sua personagem, morreu subitamente.

Arrependidos
Em 2004, quando decorriam as gravações da primeira série de “Morangos”, Diogo Amaral, que era o vilão da história, também perdeu as estribeiras. Dessa vez, os jornalistas, convidados a acompanhar a rodagem das cenas foram o alvo da fúria do actor. Diogo gritou, esbracejou e ameaçou os jornalistas quando foram captadas imagens suas ao lado de Joana Solnado, colega e namorada na vida real. “Vais apagar isso e é já”, disse.

E continuou no mesmo tom. “Acabou. Vais-te embora. Já não tiras mais fotos, mais ninguém fotografa.” Só se acalmou quando falou com o director-geral da NBP, João Dinis, ao telemóvel e conversou com a relações públicas, Inês Cortez. Uma conduta insólita em Diogo, conhecido por ser correcto, cumpridor e educado.

O actor justificou-se mais tarde, alegando que estava cansado e as cenas com os travestis eram duras de fazer. Porém, não se livrou da chamada de atenção das chefias para que tal não voltasse a acontecer. Até agora, não se lhe conhece mais nenhum episódio do género.

O caso Sofia Alves
Dois anos antes deste incidente, Sofia Alves cortava relações com Teresa Guilherme por causa do programa “As Manhãs de Sofia”. Bateu com a porta e saiu do programa. Na altura, Teresa garantiu à tvmais que ia para tribunal, não por a actriz ter quebrado o contrato mas pelas considerações que tinha tecido publicamente sobre a sua produtora. “Vou processar a Sofia, pois ela ofendeu a minha equipa. Ela vai ter de retractar-se e, para provar que não quero o dinheiro para nada, a importância que eu ganhar vai para uma instituição de caridade”, garantiu a actual responsável pela ficção nacional da SIC.

A guerra foi declarada quando Sofia Alves decidiu demitir-se do programa produzido por Teresa. Queixou-se, posteriormente, de estar à margem das decisões tomadas. Na produtora, ninguém estava à espera da reacção da então apresentadora. Sem aviso prévio, numa tarde a seguir ao programa, Sofia dirigiu-se ao gabinete de José Eduardo Moniz para lhe comunicar que não apresentaria mais “As Manhãs de Sofia”. Depois, deu uma entrevista ao jornal “Correio da Manhã” para contar as suas razões. Ainda não tinha falado com Teresa Guilherme. A produtora ficou a saber que não tinha apresentadora para o dia seguinte pelo jornal, que lhe ligou em busca da sua versão dos factos.

Nem queria acreditar na atitude da actriz, que a deixou numa situação complicada: não tinha apresentadora para o dia a seguir e 100 pessoas podiam ter ficado sem trabalho se a TVI cancelasse o programa no seguimento deste problema. Acabou por convidar Rita Salema para conduzir com ela os programas seguintes, pois esta tinha estado muito bem na rubrica de culinária. Sofia ainda apareceu de surpresa para avisar o público que estava doente. Nunca mais se falaram e Sofia Alves esteve algum tempo afastada da estação de Queluz, voltando em “A Jóia de África”.

Nenhuma destas acções é justificável, segundo afirma o médico Quintino Aires. “Não é uma coisa normal. Há responsabilidades. O trabalho destas pessoas tem implicações demasiado grandes. Não podem diminuir a sua responsabilização. São milhares de euros envolvidos e trabalhos com enorme visibilidade, nos quais qualquer acção tem logo grandes implicações.”

Sábado, 18 de Novembro de 2006

Merche Romero pede desculpa à RTP

Na passada quinta-feira, dia 9, estalou o verniz nos estúdios do Monte da Virgem, em Vila Nova de Gaia. Durante a emissão de “Portugal no Coração”, e segundo fontes da RTP, Merche Romero teve uma forte divergência com a produção do programa e acabou por não fazer a última parte, que teve de ser conduzida apenas por Júlio Isidro, o seu parceiro desde que José Carlos Malato saiu.


O facto foi sobejamente comentado no meio e o seu comportamento considerado “grave” pela Direcção de Programas, que resolveu reunir-se com a apresentadora para decidir o seu futuro na emissora pública.

Apesar da gravidade da situação – não se conhece nenhuma semelhante na história da televisão portuguesa –,
o desfecho foi o melhor para ambas as partes e a hipótese de despedimento da apresentadora está fora de cenário. Merche admitiu que errou, lesando os interesses da televisão pública, pediu desculpa formalmente, e Nuno Santos, o director de Programas da RTP, deu-lhe uma segunda chance, reconhecendo o seu valor e empenho enquanto profissional (ver comunicado RTP).


No entanto, a espanhola ainda não volta ao ecrã esta semana, devendo fazê-lo apenas na próxima semana. Até, lá, deverá estar em período de reflexão e descanso. Quem conduzirá a emissão ao lado do veterano será Cristina Alves, que já intervinha pontualmente em “Portugal no Coração” e veio da RTPN.


Deverão, contudo, continuar a ser emitidas as reportagens que Merche fez na sua passagem de dois meses pelos Estados Unidos e Canadá. Alheio a polémicas está Júlio Isidro, que não se preocupa com as “partennaires” que vai tendo durante o programa. “Eu sei que vou continuar a apresentar de certeza. E trabalho com qualquer profissional. Estou habituado a tudo. Até já me caiu o cenário durante a condução de um programa.


Não fiquei nada afectado com esta situação, nem com o facto de ter estado em directo sozinho”, afirma. Tal como não se incomodou com os rumores que circulam de que está cansado de trabalhar com Merche Romero. “Não faço qualquer comentário sobre os meus colegas. A única coisa que me cansa é andar sempre de um lado para o outro, entre Lisboa e o Porto”, sublinha ainda.


Resta saber como será daqui para a frente. A apresentadora garante, em comunicado, que a partir de agora irá orientar a sua vida pessoal e profissional como mais tranquilidade, mas a verdade é que é conhecida por ser muito impulsiva.
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