Segunda-feira, 22 de Outubro de 2007

O relógio biológico já está a trabalhar

A ‘Isabel’ da novela ‘Deixa-me Amar’ é já um nome incontornável da representação. Aos 33 anos, São José Correia esbanja sensualidade mas continua consciente de que o objectivo é tornar--se cada vez melhor na arte de representar.
São José Correia

 Vive talvez o momento de maior visibilidade pública. Foi algo que sempre quis?

– A minha carreira tem-se feito quase a ela própria. Não comecei com nenhuma estratégia para ser conhecida. Muitas pessoas fazem tudo para aparecer e depois é que surge o trabalho. Eu sou ao contrário, até porque a minha relação com a Imprensa não é íntima e, por vezes, não é a melhor.

– Lida bem com este aumento de exposição pública?

– Tenho lidado bem. Gosto que as pessoas falem comigo menos quando são mal-educadas. A maior parte é correcta mas o momento é que, às vezes, não é o certo. Mas isto é tudo consequência do trabalho.

– Que balanço faz da ‘Isabel’ da novela ‘Deixa-me Amar’?

– O ‘feed-back’ é muito bom. Não estava à espera de tanto porque a novela dá muito tarde. As pessoas que nos vêem adoram a ‘Isabel’. Tentei compor uma personagem que não fosse uma mulher ofensiva e vulgar. A ‘Isabel’ é atrevida, divertida e as pessoas estão curiosas com o que lhe vai acontecer.

– A imagem de mulher fatal começa a colar-se à sua figura. Incomoda-a esse facto?

– Não me incomoda ser conotada com uma mulher sensual. A consciência da sensualidade é dada de fora para dentro e não de dentro para fora. Nesse aspecto devia ter mais auto-estima. Há dias em que acordo e digo que estou gira e há outros em que preciso de um maquilhador. A minha procura não é a fama mas sim o prestígio.

– Ainda a perturba fazer cenas de sexo?

– Essas cenas são sempre complicadas. Há sempre um grande respeito no palco, mas é constrangedor. Pele com pele é uma coisa muito íntima, quer no trabalho como na vida pessoal. Mas não tenho pruridos.

– A nível profissional, os implantes de silicone abriram-lhe outras portas?

– Não senti diferença, porque quando fiz a ‘Leonor’ [da telenovela ‘Fala-me de amor’] ainda não tinha sido operada. Não gosto de falar disso mas veio ajudar-me na carreira em termos técnicos. Ao fazer a ‘Leonor’, para ter um belo busto precisava de um montão de efeitos. O objectivo não foi esse, mas uma coisa leva à outra. Aumenta a auto-estima, mas a minha atitude como actriz não mudou. Quero que o espectador esteja a olhar nos meus olhos e não para o meu decote.

– Sente-se mais feminina depois da operação?

– Uma actriz não se deve centrar na sua aparência, porque o próximo projecto pode ser o de uma corcunda. Mas fico feliz por esse reconhecimento porque é esse o objectivo da personagem. Fora das novelas tem de perguntar às pessoas que estão comigo (risos), mas sim, sinto-me mais sensual.

- Que cuidados tem com a sua imagem?

– Se calhar devia de ter mais. Devia fazer umas massagens para as gordurinhas na barriga, mas faço abdominais e exercícios de flexibilidade que me dão consciência do meu corpo.

– Aceitaria fazer uma produção fotográfica sensual e arrojada?

– Não recusaria, depende da proposta. As de nu gratuito é que não, porque tem a ver com a forma como lido com a minha intimidade, mas gosto muito do erotismo, de alguma pornografia em literatura. Analiso as propostas como outras quaisquer mas isso nunca aconteceu, tal como o boato de que iria posar para a ‘Playboy’. Não tenho nada contra esse tipo de revistas, mas eu não me considero um alvo.

– A nível sentimental também vive um bom momento? Tem namorado?

– Não é momento nenhum (risos). Não tenho namorado.

– Aos 33 anos, não está a pensar em casar?

– Não é algo que me preocupe. Só se pode começar a pensar nisso quando se encontra a pessoa certa.

– E filhos?

– Sim, sinto que cada vez mais o meu relógio biológico está a trabalhar. Apetece-me estar mais perto dos bebés e sinto-me mais carinhosa.

– O que gostava de estar a fazer daqui a 20 anos?

– Gostava de fazer mais cinema e de escrever para televisão.

– Tem algum vício?

– Sim, cigarros, cafeína, e rir muito.

– Como surgiu esta polémica do livro ‘Vírgula C’, assinado por Vera Galpe, um suposto pseudónimo seu?

– Não fui eu que escrevi. Sei quem foi e também é uma actriz, daí talvez a confusão, porque também escrevo sobre o erotismo e espero poder vir a escrever para uma série televisiva.

IMAGEM

Vidas TV – Gosta de se ver na televisão?

São José Correia – Às vezes, quando as cenas saem bem. Sou muito autocrítica. Tento controlar determinados aspectos como, por exemplo, nas cenas de grande emoção, para não exagerar.

– Reconhece ter algum tique?

– Acho que não tenho. Tento corrigir os gestos excessivos.

– Mudava alguma coisa?

– Penso que não.

– Qual foi o melhor momento da sua carreira?

– A série de época ‘Paixões Proibidas’ foi talvez o melhor momento, uma vez que a minha personagem era muito rica.

– O momento mais embaraçoso?

– Uma vez, numa peça, subi umas escadas, contei mal os degraus e bati com o nariz na parede. Entrei em cena a chorar e a rir ao mesmo tempo, com imensas dores. Quando terminei a cena deram-me os parabéns pela emoção que, de facto, transmiti.

– Gosta de ser reconhecida?

– Tem dias, mas gosto desde que não aconteçam faltas de respeito.

– Uma referência na televisão?

– A actriz Maria João Luís. [Recentemente fez o papel de ‘Natália’ na novela da TVI ‘Doce Fugitiva’]

– Conteúdo preferido em TV?

– Sou uma devoradora de séries. Adoro ‘Os Sopranos’.

– Hobbies?

– Gosto de escrever e de jogar snooker. Adoro ir à praia, de preferência ao Meco, porque faço nudismo.

PERFIL

Maria José Correia nasceu em Lisboa a 13 de Setembro de 1974 (33 anos). Apesar de não constar no BI, o nome de São foi-lhe dado pela mãe nas primeiras semanas de vida. A mais nova de quatro irmãos passou grande parte da infância na Madeira, de onde os pais são naturais. Iniciou a carreira no teatro aos 19 anos na Companhia de Teatro de Almada. As telenovelas da TVI ‘Ninguém como Tu’, ‘Fala-me de Amor’ e, recentemente, ‘Paixões Proibidas’ (RTP) trouxeram-lhe o reconhecimento do público. Actualmente pertence ao elenco da peça ‘Dentadas’, de Kay Adshead, que vai subir ao palco do Teatro da Comuna no início de Novembro.

Fonte: Correio da Manhã

Sábado, 6 de Outubro de 2007

Actriz recusa ser apenas a sensual

São José Correia, a ‘Isabel’ de ‘Deixa--me Amar’ (TVI) considera a sua personagem “uma delicia. Ela é muito divertida, leve, meiga, sensual e sente-se muito bem com sua imagem”.

São José Correia

A actriz confessa que, a princípio, teve receio que a ‘Isabel’ se confundisse com a sua anterior personagem, a ‘Leonor’, de ’Ninguém Como Tu’. Mas acredita que as distanciou, “apesar de serem as duas muito para a frente e sensuais”.

Dotada de uma sensualidade natural, a intérprete de ‘Isabel’ não considera difícil fazer um papel de sedutora: “Para mim é tão fácil fazer um personagem sensual como uma com ausência de sensualidade, uma tímida ou uma freira. Sou uma actriz como outra qualquer e sou capaz de fazer muitas coisas”.

“Infelizmente, neste País não fazemos o que queremos. Não vale a pena andarmos aqui com conversa fiada porque as coisas não são como queremos. Não posso dizer que não faço isto porque já fiz três personagens sensuais”. Até porque não há mercado de trabalho suficiente para poder recusar, salienta.

São José lamenta que exista uma “tendência para rotular os actores “. “Não me sinto rotulada nem quero pensar dessa maneira. Um actor transforma-se e é isso que o define. Não quero acreditar que estou rotulada como a gaja sensual, não tem nada a ver”, desabafa.

Na novela ‘Deixa-me Amar’, ‘Isabel’ ainda vai surpreender. E tanto pressiona o amante ‘Carlos’ (interpretado por António Pedro Cerdeira) que este acaba por deixar a mulher e mudar-se para casa dela, no prédio em frente. Mas a paixão é sol de pouca dura.

No entanto, ‘Isabel’ não desanima. E sendo a personagem de São José Correia uma manequim, usa roupas inspiradas nas das grandes divas do cinema dos anos 50, que a fazem sonhar. “Ela é uma manequim sem trabalho e procura tudo o que a tire do bairro [Alfama] e que a faça sentir-se como as actrizes. Aquele cabelo armado, aquelas roupas, os saltos altos, os lábios pintados de vermelho servem para ela se distanciar da triste realidade em que vive”, salienta São José Correia. Pela parte que lhe toca, a actriz gostava que ‘Isabel’ acabasse nos braços de um homem rico e sensual, ao estilo de George Clooney. Correio da manhã

Domingo, 11 de Março de 2007

São José Correia afirma não ter problemas em fazer cenas de sexo em "Paixões Proibidas"

Como é seu nome de batismo e por que adotou o artístico Soa José Correia?
Me chamo Maria José Correia Silva. Adotei São José porque gosto dos dois nomes juntos. Foi uma decisão minha, entre todas as escolhas esse foi o nome artístico que mais gostei.

Você atuou em vários trabalhos diferentes, tanto na Tv, teatro e cinema. Quando foi que despertou em você a vontade de ser atriz?
Um pouco antes de terminar a escola decidi fazer teatro. Entrei na Companhia de Teatro Almada, uma das mais antigas de Portugal. Depois fiquei no elenco fixo da companhia por 10 anos.

Muitas pessoas aqui no Brasil têm curiosidade para saber se você é solteira, casada ou se tem filhos. Como é sua vida em Portugal?
Não, não sou casada. Nem tenho filhos. Sou solteira. Não tenho tempo, minha vida em Portugal é só trabalho. Me divido entre TV, teatro e um pouco de cinema.

Bate muita saudade de Portugal?
Sinto saudade dos meus amigos que estão lá, da minha mãe, da minha sobrinha... Muitas pessoas. Neste momento, lá está frio...Gosto do calor daqui que é diferente, mas ele dá uma preguiça...

Mas, falando sobre o Brasil, o que você mais gostou daqui?
Da natureza! Que coisa espetacular! Olho em volta dos prédios, dos morros e vejo que estou sempre em contato com a natureza. O Rio é cercado de água por todos os lugares. Parece que a natureza está vigiando a cidade...

Já deu para conhecer bem o Brasil?
Só conheço aqui em volta do Rio, não conheço muito bem o Brasil. No carnaval vou para Salvador com a Band. Eu e o Erom Cordeiro vamos ficar no camarote da Band. Me falaram que o carnaval de Salvador é especial e eu quero conhecer. Não me sinto muito à vontade em multidões, mas, como vou ficar no camarote, espero me divertir muito. Também sinto vontade de conhecer o Ceará.

Qual é a principal diferença entre os brasileiros e os portugueses?
Os brasileiros são mais leves e deixam os problemas com menos importância. Nós portugueses somos mais preocupados. Não sei dizer o que é melhor, porque são dois povos diferentes e tudo tem seus dois lados. Acho que nós portugueses poderíamos ser mais descontraídos e os brasileiros mais preocupados.

Como está sendo a experiência de viver a Elisa em "Paixões Proibidas"?
A Elisa me desperta muita curiosidade quando chegam os episódios. Ela é diferente de tudo que eu já fiz na carreira, está muito à frente de seu tempo, é cativante.

A novela também estreou recentemente em Portugal. Como está sendo para você ser acompanhada, ao mesmo tempo, pelos portugueses e brasileiros?
Não tenho pensando muito nisso. Como não estreamos no mesmo tempo, já que lá foi só em janeiro, recebo muitas mensagens perguntando sobre a personagem. É estranho porque aqui algumas cenas já aconteceram. Está todo mundo comentando! Só não perguntam as próximas cenas porque sabem que eu não conto mesmo.

Na novela você aparece constantemente em cenas de sexo. Já tinha feito esse tipo de exposição em algum outro trabalho?
Já fiz várias cenas de sexo em outros trabalhos, mas não tão apuradas como essas. Mais sensuais, não o ato sexual em si. Essas cenas são mais complicadas porque tratam da intimidade, mas tudo bem para mim.

Depois da novela você tem algum projeto em vista?
Volto para Portugal e vou fazer uma peça de teatro em Lisboa, no mês de agosto. Ainda não tem nome definido, mas trata-se da violência doméstica.

Com sua volta a Portugal, você espera fazer outro trabalho no Brasil?
Por enquanto, não tenho previsão. Quero voltar aqui daqui um tempo. Mas, trabalhar longe de casa é algo muito difícil.



entrevista retirada do site:  http://www.portaldoleaolobo.com.br/int_nasgarras.asp?ID=37 no dia 26.02.07
Domingo, 26 de Novembro de 2006

Actriz portuguesa protagoniza cenas de sexo em "Paixões Proibidas"

Maria Conceição José Correia é uma atriz ainda desconhecida no Brasil. Mas em Portugal, São José Correia, como é chamada com a abreviatura de seu nome, é uma das atrizes de maior renome, comparável a Glória Pires por aqui. Pela primeira vez no Brasil, a bela lisboeta é uma das apostas da Band na escalação do elenco português para Paixões Proibidas.

Na trama adaptada por Aimar Labacki, Elisa, personagem de São José, é a tradução da sensualidade. Criada na aristocracia parisiense, Elisa de Mandeville é a Duquesa de Ponthieu.

Com sobrenome nobre, a personagem, órfã de mãe na infância, é uma mulher sofrida e referência materna para o problemático irmão Arthur, vivido pelo também português Carlos Vieira.

Arthur vive uma relação possessiva com a irmã. Ele sente ciúmes da paixão de Elisa por Alberto, de Felipe Camargo. "Meu núcleo é mínimo. O Carlos é o único colega português com quem contraceno. De brasileiros, minhas cenas são mesmo com o Felipe. Essa dualidade faz com que minhas aparições sejam muito ricas", valoriza, com seu carregado sotaque lusitano.

No meio desse triângulo, que tem uma faceta quase incestuosa, a portuguesa de 33 anos só estranha um pouco as cenas para lá de "calientes" com Alberto. Como Elisa é uma personagem passional e sedutora, volta e meia aparece em tórridas tomadas com o amante, "takes" que não são tão usuais nas novelas gravadas em Portugal. "São cenas muito difíceis. A equipe toda fica constrangida com o nu, mas contei com o apoio do Felipe. Na verdade, nunca tive cenas tão elaboradas sexualmente como essas", confessa a atriz, que na trama lusitana Ninguém Como Tu, em 2005, também viveu a também "calorosa" Leonor.

"Mas o Ignácio Coqueiro trabalha bem a sexualidade da Elisa com sensualidade. Não são cenas gratuitas de sexo", defende São, referindo-se ao diretor de Paixões Proibidas.

Mas o que a atriz realmente tem estranhado em sua primeira visita ao Brasil é não ser reconhecida nas ruas nem ser perseguida pelos "paparazzi", como acontece em Portugal. "Lá não posso nem sair com um amigo e ir a um café que já inventam um romance. Ainda bem que não me inventam muitos namoros. Sou quieta", garante a atriz, ainda solteira.

No Brasil, São assegura que não tem tido tempo para sair. A portuguesa praticamente vive no itinerário estúdio-cidade cenográfica-casa. Morando provisoriamente na Barra, bairro da Zona Oeste do Rio, São garante que quando não está sob o pesado figurino de época, passa seus dias estudando o comportamento das mulheres do século 19. "Você sabia que elas não cruzavam as pernas? E nem cruzavam os braços?" indaga bem-humorada.

Todo este afinco na composição de Elisa reflete o cuidado da atriz ao elaborar sua primeira personagem de época. Além de pesquisar se as palavras que recebe no roteiro realmente existiam no século 19 em Portugal, São conta com o acompanhamento de uma fonoaudióloga para fazer com que seu Português fique mais audível para os brasileiros. Aliás, essa produção, que é quase um intercâmbio luso-brasileiro, tem sido um motivo de orgulho para São. "Essa parceria abre um mercado maravilhoso. Nessa novela, os portugueses e os brasileiros têm a mesma importância. Ninguém serve a ninguém", elogia.

Mas ao ser questionada se pretende continuar fazendo novelas no Brasil, São mostra que já aprendeu a se desvencilhar com o típico jeitinho brasileiro. "Não penso muito na frente. Estou entregue a esse projeto de coração e alma. Só espero que dê audiência", torce.

Informação retirada do site brasileiro: http://exclusivo.terra.com.br/interna/0,,OI1255550-EI1487,00.html

Segunda-feira, 13 de Novembro de 2006

São Correia ficou desiludida com a "sua" Margarida

A viver no Rio de Janeiro há um mês para gravar a co-produção luso-brasileira “Paixões Proibidas”, a actriz falou com a tvmais e confessou estar encantada com este trabalho.

Como é estar a viver noutro país?
São José Correia: Vou vivendo. Embora eu só tenha começado a gravar há cerca de uma semana, está a correr tudo muito bem. O Rio de Janeiro é uma cidade lindíssima e a zona onde estamos a morar, a Barra da Tijuca, é muito tranquila e agradável.

O que é que já fez?
S.J.C.: Muitas coisas, passear, jantar com os colegas em bons restaurantes. O meu próximo desafio vai ser aprender a sambar. Adoro samba!

A sua personagem, a Elisa, é uma das protagonistas da novela, que vive um romance tórrido com o Felipe Camargo. Como está a ser essa experiência?
S.J.C.: Gosto muito dele, é um grande actor. Quanto à minha personagem, também estou encantada com ela. A Elisa é forte, decidida e lasciva, muito carnal e quase amoral. Tem um grande poder de manipulação, mas o seu ponto fraco é a paixão proibida que sente por Alberto, a personagem do Felipe Camargo. Tenho um grande desafio nas mãos.

Um grande desafio que nada tem a ver com a sua última novela...
S.J.C.: Nada, já me afastei disso...

Mas porquê? Foi assim tão mau?
S.J.C.: Não gostei da novela “Fala-me de Amor”. Quando comecei a gravar, tinha muita expectativa e empenho, como tenho sempre em todos os projectos em que me envolvo, mas ao longo da novela o meu entusiasmo esmoreceu, devido a muitos factores.

A saída da Sílvia Rizzo foi um deles?
S.J.C.: Sim, claro que sim. A saída de uma das protagonistas quebrou o ritmo da história, desequilibrou cenas, criando muitas contradições no enredo.

Mas gostou do final escolhido para a Margarida?
S.J.C.: No meio de tudo, acho que sim. Ela acabou com uma esperança de futuro.

Não há nada de positivo que tire da sua participação na novela escrita por Maria João Mira?
S.J.C.: Evidentemente que há e não ponho em causa o trabalho dela. Apenas considero que acabou por ser um projecto fraco. E entrar na novela deu-me muitas alegrias, como, por exemplo, contracenar com a minha “filha” a Sara Barradas. Tenho a certeza que ela terá um futuro brilhante pela frente.

Voltando ao projecto que a trouxe até ao Rio. A São tem alguma paixão proibida?
S.J.C.: Tenho muitas, mas no comments.

Que expectativas tem sobre o sucesso desta novela?
S.J.C.: As mais altas. Tem tudo para vencer. Acho que tanto os brasileiros como os portugueses se vão encantar com o enredo da novela. Eu pelo menos acho que sim, embora não ligue muito a audiências.

Muito sexo
São José Correia e Leonor Seixas interpretam papéis marcantes que vão captar a atenção dos espectadores. A novela exibe cenas de sexo quase explícitas. Um facto que em nada incomoda nenhuma das actrizes. “Se é uma novela de paixões terá de ter, inevitavelmente, muito sexo”, diz Leonor Seixas. São José Correia sublinha as palavras da colega e também a afirmação do director de Programas da Bandeirantes, Juca Silveira, que diz que as cenas de sexo não são gratuitas.

No Brasil, “Paixões Proibidas” estreia já na próxima semana no horário das 22 horas. Nuno Santos pretende transmiti-la em Portugal, em Janeiro de 2007, também em prime time. Estarão as mentalidades portuguesas suficientemente abertas para assistir a esta novela?
Fonte: TV Mais

Sábado, 11 de Novembro de 2006

São José Correia: Vida Infernal ao Lado do paraiso

São José Correia, a Duquesa de Mandeville, explica que “como é uma novela de época” não podem apanhar sol. “O ritmo de gravações ainda não tem sido muito exigente, mas tem sido uma vida infernal mesmo ao pé do paraíso. Estou a viver à beira da praia, mas não posso lá ir. Não me posso queimar nem aparecer com marcas na pele. Resta-nos o jacuzzi e o banho turco, o que já não é mau”, confessa de forma irónica. O problema terá tendência a agravar-se agora que o Verão chega às praias brasileiras. “São só mais oito meses”, remata a actriz.

AULAS DE DANÇA

Para fazer o papel da Duquesa de Mandeville, São José Correia está a aprender a dançar valsas e ‘minouete’: “Eu e o Carlos Vieira temos tido aulas de dança. A minha personagem dá vários saraus e festas no seu salão lisboeta, pelo que foi necessário aprender os passos que se faziam no início do século XIX. A valsa é relativamente fácil, mas o ‘minouete’ é um bocadinho mais complicado. Mas tem sido um prazer enorme.” Correio da Manhã

Quarta-feira, 8 de Novembro de 2006

São José Correia assusta-se com banhistas

São José Correia, que integra o elenco de Paixões Proibidas, da TV Bandeirantes, ficará no Brasil até Abril. Instalados num apartamento de frente para o mar, na Barra da tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro, a actriz conta à reportagem de OFuxico que levou um grande susto, na semana passada, ao abrir a janela do seu apartamento.


 
“Desde que cheguei, vi dias nublados. Mas acordei diante de um solzão e fui logo abrir a janela. Quase gritei e chamei a segurança, ao ver que as pessoas que lotavam as areias da praia estavam viradas pra minha varanda, eu não sabia o motivo. Aí explicaram-me que aqui as pessoas acompanham o movimento do sol.”
 
São José está a adorar o Brasil, mas diz ter sido enganada justamente pela promessa de clima sempre bom.
 
“Não trouxe roupa de inverno porque disseram que aqui não faz frio. Enganaram-me! Cheguei há um mês e ainda não reclamei de calor. Mesmo assim, tenho que caminhar na praia com protetor solar fortíssimo. A novela é de época e não podemos ter nenhuma marquinha”, destaca.
 
Solteira, a atriz de 32 anos gostou do estilo despojado do homem brasileiro.
 
“Os homens são muito charmosos, têm uma liberdade sexual que não temos em Portugal. Aqui já se atingiu um nível que lá está longe de chegar. O que nos apaixona é a alegria de viver e a espontaneidade de vocês”, elogia.

Nome comum em Portugal

Uma das principais actrizes da atualidade em Portugal, São José Correia se chama Conceição e explica que “São” é a abreviatura de seu nome.
 
“Existe muita São em Portugal, é um nome tradicional, vem de Conceição. Me chamo Maria Conceição José Correia”, explica.
Fonte: Ofuxico

Sábado, 4 de Novembro de 2006

Band aposta forte em "Paixões proibidas"

A próxima novela da estação Bandeirantes, "Paixões Proibidas", vai contar com uma forte operação publicitária no Brasil. A ficção que também será exibida pela RTP - é, aliás, apresentada no Rio de Janeiro, na próxima segunda-feira - será divulgada pela Band em anúncios de jornais, revistas, "outdoors" e táxis, numa campanha em que se investiu mais de dois milhões e 400 mil euros.

A notícia avançada pela agência Estado sublinha ainda que a quantia supera o aplicado na campanha de "Floribella", um grande êxito da Bandeirantes. Gastou-se em "Paixões proibidas", que se baseia em obras de Camilo Castelo Branco ("Amor de perdição", "Mistérios de Lisboa" e "O livro negro do padre Dinis"), mais 30% do que o usado com o produto juvenil.

A novela em causa é feita em parceria com a RTP e conta, por isso, com a participação de um pequeno núcleo de actores portugueses. Leonor Seixas, São José Correia e Virgílio Castelo destacam-se no grupo. Refira-se que a nova novela marca o regresso do género ao horário nocturno da televisão pública portuguesa. Foi adiantado que será emitida em "late-night".

Antes de começar a ser gravada, "Paixões Proibidas" foi alvo de críticas da parte de Teresa Guilherme. A responsável pela ficção da SIC acusou a RTP de estar a investir fora do país e de não estimular o mercado nacional. Nuno Santos, director de Programas da RTP, desvalorizou as apreciações, dizendo que se estava perante uma "situação normal do mercado". Sublinhou ainda "O que importa é o bom projecto que faz sentido no serviço público". Recentemente, comunicou que a RTP está disposta a investir em ficção nacional destinada ao horário das tardes.

Em Portugal, as gravações decorreram em Coimbra, Montemor-o-velho e Lisboa. No Brasil, têm tido lugar na cidade cenográfica de quase três mil metros quadrados edificada em Jacarepaguá. Com esta investida, a Band não fica também atrás da TV Record. Refira-se que não muito longe estão instalados o estúdios Projac, da TV Globo. Como diz a agência Estado a zona já poderia ter a placa "Hollywood é aqui".


Quarta-feira, 5 de Abril de 2006

São José Correia critica a SIC

Em declarações à TV7Dias desta semana, a actriz lamenta a atitude da SIC em promover mais aquilo que é medíocre e menos aquilo que é bem feito.

"Temos o caso do Até Amanhã Camaradas, que não teve nenhuma promoção. Nenhuma! E é uma obra que diz respeito a toda a gente. No cinema, o Crime do Padre Amaro já foi visto por milhares. Porquê? Está tudo reduzido a um par de mamas. É assim que a SIC quer promover trabalho nacional?"

Já em relação à TVI, é elogiosa: "Se há estação que promoveu e promove o que é português é a TVI. E aí temos que tirar o chapéu. Eles fazem-no muito bem. Mas se não fossem eles a apostar na produção nacional, ainda hoje estávamos a almoçar, a lanchar e a jantar Brasil."

Informação retirada do forum (SIC) do site www.televizoom.com

Quinta-feira, 23 de Março de 2006

São José Correia: “Não dou muito tempo às angústias”

Aos 16 anos São José Correia apaixonou-se pelo teatro e aos 19 começou a trabalhar profissionalmente na Companhia de Teatro de Almada. Aos 31 tem já um percurso invejável quer no teatro quer na televisão, onde ultimamente a temos visto dar vida a mulheres sensuais e inteligentes. O estereótipo mudou, entretanto, com as personagens que interpreta presentemente.


Na telenovela "Fala-me de Amor" é Margarida, uma mulher fria que se habituou a viver no mundo profissional dos homens, e na peça Memória da Água, em cena no Teatro Armando Cortez, é uma médica com uma atitude algo arrogante perante a vida e, principalmente, perante uma das duas irmãs (papéis interpretados por Dalila Carmo e Manuela Couto, que, juntamente com Filipe Ferrer, Joaquim Horta e Maria José Pascoal, formam o elenco desta peça), afinal uma maneira de esconder alguns traumas.
Na vida real, São José Correia mostra-se uma mulher de energia inesgotável, capaz de cancelar umas férias irrecusáveis caso lhe apareça um bom trabalho. Não nega que, de vez em quando, possa ser “um bocadinho angustiada”, mas acrescenta que “não dou muito tempo à angústia”. Até porque, explica, “já basta ter um trabalho que, só por si, cria algumas angústias por não ser certo”.


De facto, o trabalho é presentemente a grande preocupação da actriz, que se habituou a concretizá-lo a um ritmo muito intenso desde os tempos da Companhia de Teatro de Almada, quando conseguia estar envolvida em três peças ao mesmo tempo. E o hábito é tal que São José não se dá tempo para pensar no lado mais pessoal da sua vida. Está solteira e diz que para já o trabalho é a sua prioridade.


Garante que o relógio biológico ainda não bateu, mas sabe que um dia chegará a sua hora. “Hei-de sentir essa necessidade, mas por enquanto não aconteceu. Para mim, um filho implica família, isso implica amor, e… esses são temas com os quais não lido muito bem. Ainda não aconteceu”, remata, confessando que o seu afecto está neste momento completamente direccionado para a mãe. “A minha mãe é o meu braço direito, o meu coração, a minha cabeça… É tudo para mim.”


Depois das diversas figuras fortes que tem vindo a desempenhar nos últimos anos, a actriz afirma que está à espera da oportunidade para dar corpo à sua primeira personagem frágil e doce. “Gostava de explorar esse meu lado”, assume sem rodeios. Até lá, vai continuar a esbanjar energia, tanta que, admite, “às vezes não sei o que fazer com ela”. E conclui: “Deve ser por isso que trabalho muito.”

Caras

Quinta-feira, 23 de Fevereiro de 2006

TVI: Sofia, Sílvia, São e Sandra protagonizam Fala-Me de Amor

Fala-me a 6 de Março

A telenovela da TVI ‘Fala-me de Amor’ tem estreia marcada para 6 de Março, revelou ontem o director-geral da estação, José Eduardo Moniz, que, garante, trata-se de uma história para os homens descobrirem o mundo das mulheres.
Moniz com as protagonistas: Sandra, Sofia, São e Sílvia
Moniz com as protagonistas: Sandra, Sofia, São e Sílvia

Durante a apresentação de ‘Fala-me de Amor’, realizada ontem, Moniz levantou um pouco o véu do que será a substituta de ‘Mundo Meu’. “Conta a história de quatro mulheres. Os seus problemas, angústias, alegrias e objectivos. Tudo isto num ambiente muito urbano”, explicou, garantindo que os telespectadores masculinos vão aderir: “Os homens também vêem telenovelas. Esta servirá para eles descobrirem o mundo das mulheres e, talvez, para que as compreendam melhor.”

Também presente na apresentação, Maria João Mira, a autora, que já trabalhou na telenovela ‘Morangos com Açúcar’, disse que teve como objectivo “escrever uma história moderna e muito dinâmica”. “Com o seu desenrolar, focamos vários assuntos problemáticos para as mulheres, que trazem muito da vida real de cada um de nós para a telenovela”, afirma.

FARTA DE SER COITADINHA

A principal protagonista, Sofia Alves, que regressa ao pequeno ecrã três anos após ‘O Teu Olhar’, em 2003, assume que “estava completamente farta” de fazer o papel de coitadinha, ou seja, de personagens “sem grande motivação. Foi importante para mim, mas estava na altura de evoluir e provar que posso e consigo fazer outras coisas”, afirmou a actriz, frisando: “É a altura certa para regressar”. E volta no papel de ‘Sara Varela’, uma mulher egocêntrica que não olha a meios para atingir os fins. Violada na adolescência, lutará pela custódia da filha.

Coincidência, ou talvez não, o nome das quatro protagonistas – Sofia Alves, Sílvia Rizzo, São José Correia e Sandra Faleiro – começa pela letra ‘S’: “Queremos, também, que signifique... sucesso.”

Fonte: Correio da Manhã

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