Sábado, 15 de Dezembro de 2007

Sílvia conduz gala a favor da UNICEF

A próxima gala da ‘Operação Triunfo’, que vai para o ar no dia 15 sob o tema ‘Solidariedade’, vai apoiar a UNICEF. Na opinião da apresentadora, o concurso da RTP 1 está “a chegar ao ponto de ebulição”. Sílvia Alberto explicou ao CM: “Sinto que os concorrentes já se agarram ao leme e querem conduzir o barco até ao fim. Sair nesta altura custa muito.”

Sílvia revela que a ‘OT’ deverá terminar a 19 de Janeiro de 2008

Apesar de ser um grupo coeso, já noto alguma competição entre os concorrentes e muita vontade de vencer. Antes via mais essa característica na Rita, que até sair se mostrou sempre obstinada em continuar na escola. Agora isso transparece gradualmente nos outros”, frisa.

A apresentadora lembra que “a ‘Operação Triunfo’ está perto do final, previsto para 19 de Janeiro de 2008”, e anuncia que “nesta quadra festiva nenhum dos directos coincidirá com a véspera quer de Natal quer de Ano Novo, realizando-se ambas nos sábados anteriores, dias 22 e 29”.

“O público, neste momento, está muito presente no programa e usa o seu poder de voto para salvar os candidatos favoritos da votação do júri”, acrescenta Sílvia Alberto.

Aliás, na gala de sábado a solidariedade baseia-se precisamente nas chamadas do público para eleger o seu favorito, parte das quais reverterão a favor da UNICEF e do trabalho com crianças desfavorecidas do Mundo inteiro. As próprias músicas recordam iniciativas musicais de solidariedade, entre as quais o espectáculo dos Trovante por Timor. As convidadas especiais são Susana Félix (musical) e Dina Aguiar (júri).

A poucas semanas da final, Sílvia Alberto faz o seu balanço: “Não me preocupa as audiências, mas sim fazer um bom programa. Vejo na ‘Operação Triunfo’ um programa de qualidade.” E conclui: “O meu desejo é continuar na RTP”.

CURIOSIDADES

‘WE ARE THE WORLD’

Os nove concorrentes que ainda se encontram na escola da ‘OT’ vão cantar em conjunto o tema ‘We Are The World’, que em 1985 reuniu 45 dos maiores músicos norte-americanos num espectáculo que angariou fundos contra a fome em África.

OS NOMEADOS

Denisa e Jonas estão nomeados esta semana. A concorrente madeirense canta ‘Don’t Give Up’, que foi gravado para ajudar famílias africanas com sida. Jonas defende o tema de abertura do Live Aid, ‘Drive’.

OUTRAS MÚSICAS

Nesta 11.ª gala dedicada à solidariedade os concorrentes Vânia e Ricardo interpretam ‘Under My Skin’ e Nuno e Luís cantam o tema ‘Timor’. À dupla Alexandre e Salvador calhou a canção ‘Abraço e Moçambique’.

Sábado, 6 de Outubro de 2007

Sílvia dá força à turma da OT

A tarde de ontem foi duplamente feliz para os alunos da ‘Operação Triunfo’, o programa musical da RTP 1, tanto porque Sílvia Alberto esteve na escola como por o dia ter sido de festa pelos 18 anos do Salvador. O CM acompanhou a apresentadora na visita, que se pautou por momentos descontraídos de convivência, nos intervalos das aulas.
Sílvia tem à esquerda Sara e Rita. Salvador é o segundo à sua direita

Dois dias por semana, Sílvia passa algum tempo com o grupo na escola da ‘OT’, em Lisboa. Ontem, a apresentadora mimou especialmente as nomeadas, Sara e Rita, sendo esta última, estreante em nomeações, frisado estar “contente, empenhada e muito optimista”. A apresentadora diz “nem querer pensar que uma delas terá de sair”.

“Esta semana, o grupo gostou particularmente das músicas que lhes foram atribuídas. As duas nomeadas cantam a solo, os restantes em duetos”, frisou Sílvia Alberto, “entusiasmada” com as interpretações, como as de temas portugueses dos Da Weasel e Humanos. “Os alunos continuam unidos e muito disponíveis para aprender”, concluiu. Correio da Manhã

Domingo, 30 de Setembro de 2007

Em casa não gosto de me sentir diferente

Enquanto aproveitava a manhã livre para passear no Parque das Nações, em Lisboa, Sílvia Alberto falou ao Vidas TV sobre a ‘Operação Triunfo’ e confessa que não se sente uma herdeira de Catarina Furtado. Bem-disposta, a apresentadora recordou também as brincadeiras de miúda no Alentejo e contou como a família reage naturalmente ao seu sucesso.

Vidas TV – Qual o balanço que faz da terceira edição da ‘Operação Triunfo’, ainda muito no início?

Sílvia Alberto – É, realmente, muito cedo para balanços. Quanto à estreia, as imagens falam por si. O espaço é grandioso e os alunos da nova escola muito talentosos. Começámos com o pé direito, com boas vibrações e grandes músicas. Quanto ao resto, teremos que aguardar, mas não há dúvida que é um projecto de grande qualidade.

– É uma referência no mundo da apresentação dentro da sua faixa etária... Isso é uma responsabilidade?

– Responsabilidade, não há como viver sem assumi-la, não é? Seja na apresentação de programas ou em qualquer outra profissão. Não sei se sou uma referência na apresentação mas respondo pelos meus actos e tento cumprir com as minhas obrigações.

– O seu talento é reconhecido por todos e até a consideram a herdeira de Catarina Furtado. É para si um orgulho?

– Duvido que nos dias que correm alguém herde legados em televisão. A multiplicidade de estilos e a rapidez a que se renova a linguagem e atitude adoptadas fazem com que todos estejamos em constante mutação. Ao longo dos anos de trabalho da Catarina sempre lhe têm encontrado herdeiras, o que só prova que, para além de uma grande profissional, a Catarina tem presença e personalidade. Se é um elogio, só posso ficar orgulhosa, até porque a palavra ‘herança’ pressupõe duas pessoas, quem a deixa e quem recebe o legado, porque de cópias está o Mundo cansado. Espero que ela esteja feliz e aguardo vê-la de regresso aos ecrãs da RTP.

– Qual o seu projecto de sonho?

– Vamos com calma, um dia de cada vez, não tenho pressa de viver. Nem sempre os sonhos se concretizam e amanhã, se calhar, já mudaram, prefiro falar de factos concretos. E estes não está na minha mão decidir mas sim na da direcção de programas. Vou aceitando e recusando, do futuro falaremos amanhã.

– Depois de muitos anos na SIC, sente que encontrou na RTP a sua casa?

– Ficamos sempre contentes quando mudamos de casa, embora tenhamos vivido momentos memoráveis naquela que já deixámos.

– Que recordações guarda do ‘Clube Disney’?

– As viagens pelas cidades portuguesas e o convívio com a equipa. Também guardo os primeiros ensinamentos sobre a profissão. Afinal foi ali que tudo começou.

– A pessoa com quem gostou mais de trabalhar?

– Ui! Muitas dessas pessoas nem sequer trabalham à frente das câmaras, estão nos bastidores e garantem que tudo corra bem.

– Está mais empenhada na carreira, a maternidade está em segundo plano?

– Não falo da vida privada.

– Sim, é sabido que é muito ciosa da sua vida pessoal, mas é inevitável perguntar como está a sua relação com José Mariño?

– Como já disse, não comento, pelas razões já conhecidas.

– E a sua família? Como reage ao facto de a Sílvia ser uma das apresentadoras do momento?

– Trabalho é trabalho, e este é o meu. Se de início era uma novidade, agora reagem com normalidade. A minha irmã até se esquece, o que eu aprecio bastante pois em casa não gosto de me sentir diferente.

– Que recordações guarda da sua infância?

– As paisagens do Baixo Alentejo, a gastronomia, até hoje adoro o pão. Os natais com a família reunida, as tardes de brincadeira na rua, com os amigos, com as minhas primas, sob o olhar atento da minha madrinha. A cumplicidade de um primo que muito admirava e cujos gostos seguia. Os doces feitos pelas mãos sábias da minha avó e da minha madrinha. E tantas outras coisas. Tive uma infância feliz.

– Como ocupa os tempos livres?

– Os tempos livres rimam com verde e azul ou natureza e mar. Tento visitar outras paisagens que me encham as vistas. Leio e durmo o dobro. Trato dos meus bonsais. E penso em mil e uma ideias para escrever, para renovar a casa, para cozinhar, para desenhar Ideias, ideias, ideias, que na sua maioria não chegam a ver a concretização.

– Que cuidados tem com a sua imagem?

– Não fico com maquilhagem durante muito tempo no rosto, a minha alimentação é praticamente vegetariana e espero regressar ao Pilates ainda no próximo mês.

IMAGEM

Vidas TV – Gosta de se ver na televisão?

Sílvia Alberto – Tem dias.

– Reconhece ter algum tique?

– Faço regularmente a minha auto-avaliação e tento sempre corrigir o que não me deixou satisfeita.

– O que mudaria?

– O trabalho é um processo contínuo que se pretende evolutivo. Nesse sentido, faz-se frequentemente alterações, ajusta-se detalhes. Há sempre mudanças, e se passam imperceptíveis a quem recebe só o produto final, óptimo.

– O melhor momento da carreira?

– O ‘Clube Disney,‘ os ‘Ídolos’ e a final do ‘Dança Comigo’ são, para já, os marcos deste meu percurso.

– E o mais embaraçoso?

– Esse guardo-o para mim.

– Gosta de ser reconhecida na rua?

– Fico até bastante constrangida, sem jeito.

– Uma pessoa de referência na televisão?

– Inúmeras pessoas. Temos óptimos profissionais, é impossível escolher um só.

– O que gosta de ver em televisão?

– Aprecio séries como ‘Prison Break’, ‘Boston Legal’, ‘Weeds’, ‘Arrested Development’ e tantas outras. Aguardo o regresso do ‘Gato Fedorento’. Vejo o ‘Jornal da Noite’, acompanho o programa do Jorge Gabriel, um ou outro documentário que passe na RTP2, e não há tempo para muito mais.

PERFIL

Sílvia Alberto nasceu a 18 de Maio de 1981, em Lisboa. Em 2000 estreia-se como apresentadora do ‘Clube Disney’ (RTP1). Fez ainda ‘Clube da Europa’ (RTP2). Em 2002, vai para a SIC como repórter no ‘Catarina.com’.

Com a saída de Catarina Furtado de Carnaxide, Sílvia assume o programa, que é renovado, passando a chamar-se ‘Flash’ e, mais tarde, ‘Êxtase’. Conduz ‘Ídolos’, uma gala dos ‘Globos de Ouro’ e ‘Senhora Dona Lady’.

Devido às más audiências, o programa é retirado do ar e a entrada de Francisco Penim na direcção da SIC deixa Sílvia sem convites e, por isso, volta para a RTP. Substitui Catarina Furtado no ‘Dança Comigo’, apresenta ‘Aqui Há Talento’ e agora a ‘Operação Triunfo’. CM

Sábado, 29 de Setembro de 2007

Mar de lágrimas na Operação Triunfo

As lágrimas rolaram, anteontem, nos rostos da generalidade dos alunos da terceira edição de ‘Operação Triunfo’ (‘OT’), em exibição na RTP 1. Neste que foi o terceiro dia de aulas na escola da ‘OT’, em Campo de Ourique, alguma ansiedade veio ao de cima e, soube o CM, muito choro marcou a tarde, sobretudo nos casos de Jonas, o artista de circo de Odivelas, com 21 anos, Jessica, concorrente de Oeiras, com 19, e Ana Rita, finalista de Enfermagem de Guimarães, com 20.

A professora Paula Oliveira apoiou o aluno, Jonas

 

 

Os primeiros momentos de tensão deveram-se à exigência nas aulas, afinal, algo que era expectável, para garantir galas de qualidade neste novo programa de talentos de voz que ocupa as noites de sábado da RTP 1.

Toda a equipa da ‘OT’ fez os possíveis para animar os alunos, nomeadamente a professora Paula Oliveira, a psicóloga Nádia Vissram e, até, a apresentadora das galas, Sílvia Alberto, que fez questão de ajudar a levantar o ânimo do grupo.

A explicação para o desânimo quase geral foi, dizem os alunos, “o grau de exigência das aulas diárias”.

A chorar, Jonas parece fazer ‘concorrência’ a Emanuel, o candidato que mais se emocionou na primeira gala. A sensação era, explica Jonas, “de que tudo o que fazíamos antes com a voz parecia, afinal, que o fazíamos mal. Como se estivéssemos a aprender tudo do zero!”

O CM teve informação de que, até ao final do dia, tudo se compôs, depois da sessão de grupo com a psicóloga Nádia Vissram.

CM

Sábado, 27 de Janeiro de 2007

Concurso ‘Aqui Há Talento’ estreia AMANHÃ

Há menos de um ano na RTP, Sílvia Alberto assume pela primeira vez a condução a solo de um programa. E, num formato que devolve o palco ao Portugal anónimo, a apresentadora mostra desejo de surpreender o público com a revelação de um talento escondido. Isto numa altura em que afirma ter deixado de pensar num futuro na área da representação.

-‘Aqui Há Talento’ está quase a começar. O nervosismo já se nota?

- Bem, o formato é gravado previamente e isso deixa-me mais confortável. Depois, não há motivos para ter receios. Quando se está a trabalhar com uma equipa tão talentosa não há esse problema. Em relação ao trabalho desenvolvido até agora, sinto-me confortável e acho que temos um programa muito divertido.

- Já gravou o primeiro programa. O que pode o público esperar de ‘Aqui Há Talento’?

- Confesso que tinha algum receio em relação aos talentos que poderiam aparecer. Pode não parecer, mas é complicado. Os primeiros dois programas são audições, por isso, os candidatos têm uma plateia de trezentas pessoas à frente, o júri e uma série de pessoas em casa. Estão a ser avaliados por muita gente e isso requer muita coragem. Temia que não aparecessem muitos candidatos, mas foi surpreendente o número de pessoas que estiveram nos ‘castings’. Inclusive, temos talentos muito bons e muito variados. Desde ‘stand-up comediants’, a um rapaz que faz música apenas com o estalar dos dedos, desde bailarinos a palhaços, a travestis, há uma série de talentos escondidos espalhados por aí.

- Quantas pessoas concorreram ao ‘Aqui Há Talento’?

- Tenho a ideia de que, na última fase de ‘castings’, havia duas mil incrições. Não é nada comparável ao ‘Ídolos’, mas o programa ainda não é conhecido.

- Depois do sucesso de ‘Dança Comigo’, este é o programa certo para as noites de sábado na RTP?

- É. É um formato curto, termina logo em Março, mas é o programa certo. Não só para a RTP, mas também no panorama actual da televisão portuguesa. Temos vivido de programas com figuras públicas. Tanto o ‘Dança Comigo’ na RTP como o ‘Canta Por Mim’ na TVI. Este programa devolve o palco aos anónimos. E cumpre uma função de serviço público: divulgar artistas que nunca tiveram uma oportunidade.

- E para si, é o programa ambicionado?

- Todos os programas são ambicionados. É um bom programa, apesar de ser curto. Às vezes são precisos cinco ou seis meses para sentir que o projecto agarra as pessoas. Se houver uma segunda temporada, ai sim, estará a prova de que valeu a pena. Mas é um programa que faz todo o sentido nesta fase. É importante para a estação e também é importante para mim começar o ano com um programa como o ‘Aqui Há Talento’. Ainda por cima num ano tão importante para a RTP como é o do cinquentenário.

- Já foi surpreendida pelo talento de algum dos concorrentes?

- Já, já. Logo no primeiro programa. Eu não queria desvendar muito porque é algo que se vai ver quando o programa estiver no ar, mas posso dizer que vamos ter uma revelação no canto. Uma rapariga muito nova com uma voz tremenda. Na dança há outra, nas artes circenses também. Em cada área há surpresas por descobrir, mas não posso contar mais. Até para não influir.

- E a Sílvia? Depois de ter dançado no ‘Dança Comigo’, vai revelar algum talento escondido desta vez?

- Eu sei que a produção está com ideias, algumas até engraçadas, que podemos explorar mais à frente no programa. Para já apenas digo que estou disponível para os desafios que eles me queiram colocar, com a ressalva de que, num grupo tão vasto de talentos, eu sou a menos talentosa.

- Era capaz de participar neste concurso?

- Não sei. Como sou muito persistente e teimosa, se tivesse algum talento extraordinário, se achasse que era realmente boa naquilo que fazia, se calhar até concorria. Mas não sei se teria a coragem que eles têm.

- Que orientação lhe deram na RTP para se preparar para o ‘Aqui Há Talento’?

- A preparação que eu tive foi visionar os formatos americano e francês, que são completamente distintos do nosso. No formato americano há mais espaço para bizarrias, há sempre um ‘cowboy’ pronto a fazer ‘strip-tease’ ou uma velhota a cantar rap. E, ainda que haja alguns loucos saudáveis no nosso país, acredito que somos um povo mais contido. Sem dúvida que o nosso programa vai realçar mais os verdadeiros talentos e menos aqueles talentos de rua, mais tontos, mais bizarros...

- Preferia um formato com conteúdos mais ousados ou, como disse, mais bizarros?

- Acho que como está, está muito bem. Está elegante e motivante.

- Em 2006 fez duas participações em ‘sketches’ do Gato Fedorento. Como foi esta colaboração?

- Eu sou fã dos Gatos desde os primeiros tempos na SIC Radical. Sempre acompanhei o trabalho deles. Da primeira vez o convite partiu da produtora deles, a Ana Torres, com quem eu já trabalhei. Pediram-me para participar num ‘sketch’ e eu aceitei logo. Principalmente porque me sentia confortável. Eu não sou actriz e eles também não. Isso foi uma vantagem pois estávamos ali sobretudo para nos divertirmos.

- A experiência é para repetir?

- Se a moda é fazer um ‘sketch’ em cada série do Gato, estou disponível. Da mesma forma que estou disponível para os levar ao ‘Aqui Há Talento’.

- Depois de ‘Zona J’ e ‘Amo-te Teresa’ não voltou a fazer cinema. A carreira de actriz está definitivamente posta de lado?

- Principalmente agora, que estou a estudar dramaturgia e trabalho com actores, tenho a consciência de que nunca serei uma actriz brilhante. Há muitos actores brilhantes, alguns dos quais são agora meus colegas, mas acho que cada pessoa se deve dedicar à sua área. O cinema é muito interessante e ainda recebo convites para curtas-metragens. Quando os projectos são inócuos, engraçados e interessantes, acabo por aceitar pois é mais forte do que eu. Por outro lado, quando a solicitação requer alguma estrutura que eu não tenho, sou incapaz de aceitar. Mas não é uma área que eu repudie ou diga não farei.

RECORDAÇÕES DE 'DANÇA COMIGO'

"FOI UM DUPLO DESAFIO"

Um dos momentos altos da carreira de Sílvia Alberto foi a primeira edição de ‘Dança Comigo’, em 2006. Sucedendo a Catarina Furtado na condução do programa, a apresentadora confessa agora que foram tempos de nervosismo: “No ‘Dança Comigo’ tive dois desafios. Primeiro, pegar num programa que já ia a meio e que tinha como apresentadora uma das melhores do nosso país. Depois, quando o Nuno Santos me disse que ia estar perante uma plateia de 7500 pessoas. Para quem tem 25 anos é uma grande aposta. Acredito que estávamos os dois igualmente nervosos. Eu pelo acontecimento, o Nuno pela aposta. Mas ninguém deixou ficar mal ninguém.”

FORMAÇÃO ACADÉMICA É OBJECTIVO

DRAMATURGIA DÁ AJUDA

Numa fase em que tenta coordenar mais uma época de exames com a estreia de um programa na televisão, Sílvia Alberto salienta que o curso de dramaturgia é uma mais-valia para a sua carreira de apresentadora: “O curso permite unir a linguagem do teatro e receber um leque de conhecimentos que fazem falta para a minha profissão.

PAULO DIAS, SÍLVIA RIZZO E JOAQUIM MONCHIQUE FORMAM O JÚRI

AVALIAÇÃO SERÁ EXIGENTE

Sílvia Alberto considera que o júri é “equilibrado dentro de visões opostas”. “O Paulo Dias é o mais exigente. Por ser produtor, avalia como se fosse colocar o espectáculo em palco. O Joaquim Monchique, por ser artista, é mais condescendente. Curiosamente, a Sílvia Rizzo senta-se no meio deles e, fazendo jus ao ditado, é a virtuosa do grupo”, sublinha.

'AQUI HÁ TALENTO'

Canal: RTP1

Dia: sábados

Hora: 22h00

Estreia: Domingo (22h15)

Formato: concurso

Correio da Manhã

Sábado, 30 de Dezembro de 2006

O que há para ver na TV - Novas produções para 2007

Nos festejos dos 50 anos, a estação pública estreia mais ficção falada em português e concursos de entretenimento.

São José Correia em ‘Paixões Proibidas’, e Sílvia Alberto em ‘Aqui Há Talento’

A produção nacional marca o arranque das celebrações dos 50 anos da RTP, com a estreia, já no dia 8, da telenovela ‘Paixões Proibidas’. Esta co-produção entre a estação pública portuguesa e a brasileira TV Bandeirantes baseia-se em três contos de Eça de Queiroz e conta uma série de amores impossíveis retratados no século XIX.

‘Aqui Há Talento’ é outra das apostas da estação pública para o primeiro mês do ano. O programa de entretenimento, apresentado por Sílvia Alberto, destina-se a descobrir a melhor aptidão artística dos concorrentes e dura três semanas. Para 2007, a RTP prepara ainda uma nova versão de ‘Vila Faia’ (a primeira telenovela portuguesa), ‘Conta-me como Passou’, numa produção portuguesa do grande sucesso espanhol que retrata a história do país através das várias gerações de uma família, e ainda as duas mini-séries ‘O Testamento’, baseada na obra de Carlos Vale Ferraz, ‘A Ilha dos Escravos’, uma co-produção entre Portugal, Cabo Verde e Brasil, e ‘A Minha Família’, em que se destaca a interpretação de Fernando Luís.

NAS PRIVADAS

MAIS FICÇÃO

A SIC e a TVI escolhem produtos de ficção para o próximo ano. Na estação de Carnaxide destaca-se a estreia da telenovela ‘A Vingança’, novos episódios da ‘sitcom’ ‘Aqui Não Há quem Viva’ e o humor de ‘Hora H’, que marca o regresso de Herman José ao registo da caricatura. A Quatro promete um regresso aos ‘reality shows’, com a estreia da quinta edição de ‘Big Brother’ e a exibição de uma nova novela, ‘A Ilha dos Amores’, da autoria de Maria João Mira.

Sexta-feira, 31 de Março de 2006

Silvia Alberto - crónica

Nunca fui clubística nem tão-pouco partidária, fico antes naquela linha ténue que separa a ética da estética. Inclino-me para a ética mais por defeito do que por feitio.

Quis a bendita que me iniciasse na dança antes sequer de aprender a dançar. Contra conversas de cha-cha-cha de um demagogo enfermo qualquer, vale a inconsciência dos heróis e a vontade das crianças.

Há que aceitar o convite para dançar, ainda que o bolero não seja o nosso forte.

Acabei de rever Cat on a Hot Tin Roof , nervos fora, não sobra nada. Visto a camisola e aceito dançar em pontas num telhado de vidro, qual Cinderela com sapatinhos de cristal. O risco, feito ruga por via do amadurecimento, tece os contornos do dever . "A sina tem que cumprir-se…", ecoa Florbela, que desta me Espanca.

Dizem que a idade conquista ponderação, sensatez e sapiência… só ainda não cheguei lá. Percebi que, afinal, a televisão não é assim tão distinta do futebol. Os adeptos são aos milhares. Sempre se segue atentamente a estratégia do adversário e depois há os defesas, os avançados, os pontas-de-lança. Não faltam os que ficam fora de jogo e os goleadores natos. Há ainda os que, vaiados ou não, mudam de clube.

O objectivo é o de sempre: proporcionar o maior espectáculo do mundo. Mudam-se as camisolas, mas os adeptos são os mesmos. O importante é não defraudar o público e, com verdade e clareza, continuar a crescer e a evoluir. Claro que é sempre difícil mudar de casa, mas também é bom reencontrar velhos amigos. Afinal, somos todos uma grande "família", a trabalhar para o mesmo objectivo.

Eu, que nunca fui muito entendida no assunto, vesti a camisola de Dança Comigo para marcar golo, porque nisto do futebol ninguém joga para o empate. E num ápice, o vaivém desenfreado, o ímpeto voraz que tudo arrasta, como diria Honoré de Balzac. "…As luzes, o entusiasmo geral, a ilusão do palco." Cresce a adrenalina, como subiria o pano em noite de estreia. Acção!

DN

Domingo, 29 de Janeiro de 2006

Silvia Alberto: Saída da SIC foi "um alívio mediático" para Penim

Têm sido escritas muitas mentiras. Inclusivamente, disse-se que havia rixas antigas entre mim e o Penim. É ridículo. Não houve qualquer problema entre nós, apenas um desencontro entre interesses, é normal.
 
É importante esclarecer esta minha saída da SIC, até porque esta é a primeira e última vez que falarei sobre isto. O capítulo SIC, que muito me orgulha e honra, fecha-se com es-ta entrevista. Ora, o que se passou é que, quando acabou o Senhora Dona Lady, o Penim e o Pedro Costa disseram-me que contavam comigo e para eu aguardar por uma proposta. Foi o que fiz durante dois meses, período durante o qual me mantive em silêncio, sem dar entrevistas, e numa incógnita total sobre o meu futuro.
 
Em Novembro, foi-me feita uma proposta meio à pressa para eu apresentar durante duas semanas o espaço da manhã, entre o final do SIC 10 Horas e o início do Fátima. Eu recusei, de facto. Achei que não havia lógica em aceitar aquela proposta, só para tapar um buraco, quando não havia qualquer definição sobre o meu papel na SIC.
 
Depois, continuei em silêncio. Mantive-me atenta ao que se passava, vi as promoções na SIC às estrelas da estação, o spot das mulheres SIC e, apesar de não tirar conclusões precipitadas, achei estranho ninguém me ter falado nada e eu não aparecer naquelas promoções.
 
Percebi que isso era um sinal de mudança, de viragem. E até percebo que possa ser uma viragem necessária. Há uma nova direcção, tem as suas ideias, os seus projectos e é legítimo que faça as escolhas.
Mas podiam-me ter dito alguma coisa. Eu teria percebido se tivessem sido claros.
 
Sim, mas eu achei estranha a proposta. Eu sempre fiz entretenimento, a própria SIC direccionou-me para essa área.
Sim, mas para mim não era motivador, até porque o registo seria sempre informativo. Por outro lado, eu voltei a estudar. E fazer esse programa diariamente, a partir das 07.00, significava levantar-me todos os dias às cinco da manhã, o que seria difícil acumular.
 
Sabia. O Manuel Fonseca sabia disso e o Penim também soube desde cedo. Acho que era razoável esperar alguma flexibilidade da direcção de programas da SIC para esta questão. Acho que merecia isso.
 
Ele disse-me claramente que em 2006 este era o único projecto que a SIC teria para mim. E essa é a razão principal da minha saída. Não estava habituada a trabalhar numa casa onde não havia lugar a consensos. No fundo, senti que, ao dizer-me aquilo, o Penim estava a abrir-me a porta.
 
Porque o normal seria tentar um consenso, procurar um outro desafio onde me sentisse motivada. E o que me foi dito é que aquele era o único projecto que tinham para mim. Ou aceitava, ou não havia mais nada. Penso, aliás, que a minha saída da SIC foi um alívio mediático para a direcção de programas.
 
Porque assim sempre se pode dizer que fui eu que não aceitei as propostas e me fui embora.
 
Pois, era capaz de ser...
 
Não sei se paguei alguma factura, mas que senti claramente que não era um dos rostos da SIC, senti. Tanto que nem fui apresentada como tal. É verdade que sempre me transmitiram que contavam comigo, mas, na prática, não era isso que sentia. Houve sempre um grande desinteresse.
 
Sim, percebo que sim, tanto que respeitei esse período e aguardei dois meses por uma proposta. Mas que era uma proposta que eu não podia aceitar.
 
Não quero entrar por aí. Isso seria pressupor que existe um carácter maquiavélico nas pessoas do lado de quem decide. E eu não quero acreditar nisso.
 
Sim, foi na mesma altura, mas é importante esclarecer uma coisa. Recebi, de facto, uma chamada do Nuno Santos, uma semana antes do Penim me fazer a proposta. Mas houve adiamentos e acabei por só me encontrar com o Nuno Santos, depois de ter conhecido a proposta da SIC.
 
Não, magoada, não, mas saio triste. É legítimo que cada director goste mais de trabalhar com umas pessoas do que com outras. É normal que um novo director não goste tanto do meu trabalho como outro. Isso é normal no mercado de trabalho. Gostava é que me tivessem dito isso.
 
Claro que sim. Eu estava entusiasmada com a nova SIC. Eu queria trabalhar e continuar com a camisola vestida. Até poderiam ter dito que não me achavam o supra-sumo, que as coisas iam mudar, mas ao menos eu sabia com o que contava. Já demonstrei ser uma apresentadora multifacetada e conduzi programas que teria sido fácil recusar. Provavelmente, se me tivessem dito as coisas de outra forma, eu até teria aceite o programa da manhã. Ou o da tarde...
 
Nota: Esta entrevista foi retirada do site do Diário de Noticias, mas as perguntas feitas à Silvia Alberto durante a entrevista não se encontram lá, de maneira que não se percebe muitas vezes o contexto das respostas da Silvia.
Domingo, 22 de Janeiro de 2006

"Dança comigo" junta Catarina e Sílvia Alberto

Nova cara da estação assegura as emissões quando a apresentadora se retirar devido à gravidez Programa desafia celebridades a enfrentarem o salão de baile

Catarina Furtado e Sílvia Alberto são as apresentadoras da nova aposta da RTP1 para as noites de sábado, a partir da segunda quinzena de Fevereiro. O programa chama-se "Dança comigo", é inspirado num formato australiano e, como o nome indica, está relacionado com esta arte, mais concretamente com as danças de salão.

As primeiras emissões serão conduzidas por Catarina Furtado que, mais tarde, em virtude da sua gravidez, irá passar o testemunho à mais recente contratação da estação pública. Recorde-se que Sílvia Alberto também substituiu Catarina Furtado na SIC, no programa "Flash" que ocupou o lugar na grelha de "Catarina.com".

"Olhamos para a Sílvia como uma pessoa com grande potencial e talento", disse ontem aos jornalistas Nuno Santos, director de programas da RTP1, acrescentando que este não será o único projecto da apresentadora no canal.


Emissões em directo

Mas não são apenas estes os trunfos da estação para cativar os espectadores. Trata-se de "uma produção sofisticada" da responsabilidade da Endemol; actualmente com formatos a surgirem nas três estações generalistas e que, curiosamente terá dois programas a competirem no mesmo horário, este e "Pegar ou largar", com Rui Unas, na SIC.

Os programas são emitidos em directo a partir dos estúdios da Venda do Pinheiro, transformados em salão de baile, com direito a orquestra e a interpretações ao vivo, e vai colocar celebridades a competirem entre si - com a ajuda de dançarinos profissionais - nos vários géneros, não só nas típicas danças de salão, como o tango e o cha-cha-cha, mas também no hip-hop ou nos ritmos africanos. "O programa ajusta-se a cada país. No caso português a ligação a África faz todo o sentido", explicou Nuno Santos.

O desempenho de cada par será apreciado por um júri também ele célebre João Baião, São José Lapa e Marco de Camillis - que acumula as funções de coreógrafo. Todas as semanas uma personalidade é convidada a juntar-se-lhes. Mas é ao público que cabe escolher o melhor par de cada emissão, através do telefone. A RTP e a Endemol vão abdicar da sua parte nas receitas das chamadas que deverão reverter para uma instituição de solidariedade social.

Um outro aspecto ainda a salientar são os ensaios que percorrerão o país, de modo a dar a conhecer a realidade das danças de salão em Portugal e que depois terão excertos exibidos nos programas semanais.

Fonte: JN

Sábado, 7 de Janeiro de 2006

Sílvia Alberto em choque com formatos da SIC




Depois de substituir Catarina Furtado como a menina bonita da SIC, a apresentadora de ‘Ídolos’ e ‘Sonho de Mulher’ entra em ruptura com Francisco Penim. Futuro passa pela RTP.

 

Sílvia Alberto está em ruptura com a SIC. Após as polémicas causadas com o seu afastamento do programa ‘Êxtase’ e mais tarde com o fim abrupto de ‘Senhora Dona Lady’, a apresentadora não se encaixa nos novos projectos da estação de Carnaxide. E alegadamente, a proposta do novo director de Programas da estação, Francisco Penim, para se juntar a Pedro Mourinho na condução do novo espaço de informação das 07h00 às 10h00, não terá sido suficiente para a apresentadora permanecer no canal. Depois de duas edições de ‘Ídolos’, de duas galas dos ‘Globos de Ouro’ e do defunto ‘Senhora Dona Lady’ – que co-apresentou com Herman José –, a apresentadora não terá gostado de ter sido ‘esquecida’ durante as promoções das estrelas da estação e não aceitou trocar os programas do horário nobre pelas manhãs, horário em que já esteve quando substituiu Fátima Lopes no ‘SIC 10 Horas’ durante as férias desta.

Na altura, referiu: “Não sendo este um formato óbvio para mim, em termos de idade e de perfil, é certamente um privilégio saber que a direcção de programas da SIC [então liderada por Manuel Fonseca] acredita na minha capacidade para substituir uma apresentadora como a Fátima Lopes, ainda que por pouco tempo.”

Terá sido, precisamente, a sua ligação a Manuel Fonseca – para quem Sílvia Alberto “criou um estilo e revelou uma das mais talentosas personalidades televisivas dos últimos anos”– que terá ditado o atrito com a nova direcção de programas da estação. Segundo fonte próxima da SIC, a relação entre Sílvia Alberto e Francisco Penim não tem sido muito positiva uma vez que a apresentadora não é uma pessoa ‘fácil’ e era uma aposta quase pessoal de Manuel Fonseca, director de Programas da SIC até meados de Setembro, altura em que foi substituido por Penim. Na altura Manuel Fonseca afirmava: “Há outros projectos a que a Sílvia pode ajudar a dar vida.” Recorde-se que foi Francisco Penim quem decidiu terminar com o ‘reality show’ ‘Senhora Dona Lady’ quando o programa ainda só tinha algumas semanas mas já registava drásticas quedas nas audiências. Desde então, Sílvia Alberto não voltou a aparecer na televisão e em Carnaxide fala-se que o afastamento é devido a rancores antigos.

Outra das razões apontadas para a saída de Sílvia da SIC é o formato que lhe foi proposto. Apesar de ter sido a repórter de Catarina Furtado em ‘Catarina.com’ e de ter feito a cobertura do ‘Rock in Rio’, Sílvia não pretenderia fixar-se num programa de informação. Para além disso, a apresentadora também não tem qualquer vínculo com a estação de Pinto Balsemão, sendo apenas contratada por programa, pelo que é livre de sair e mudar para outra estação, o que deverá estar para breve. Para Carlos Dias da Silva, coordenador de Sílvia Alberto nos tempos de ‘Êxtase’, se se vier a verificar a saída da apresentadora isso “será uma perda para a SIC. A Sílvia fez um bom percurso e é uma pessoa com qualidades para vencer. Criou raízes na SIC. Se sair é mais uma prova de que algo está errado na estação”. Sílvia Alberto foi a cara de ‘Êxtase’ durante mais de uma centena de edições. Na altura da sua saída do magazine, Sílvia afirmou estar “a fechar um capítulo na minha carreira, de forma tranquila, pacífica e ponderada”.

A Correio TV apurou que Sílvia Alberto é a cara pretendida pela RTP para apresentar o programa ‘Dança Comigo’, previsto para estrear em Fevereiro. Catarina Furtado seria a primeira escolha para este formato, uma vez que frequentou o Conservatório. No entanto, a apresentadora de ‘Chuva de Estrelas’ (SIC) e ‘Operação Triunfo’ (RTP1) encontra-se neste momento a fazer o programa de solidariedade ‘Príncipes do Nada’, também para a estação pública, o que a afastará de um programa de entretenimento.

‘Dança Comigo’ é um formato que gira em torno das danças de salão e que tem como atractivo principal o facto de os concorrentes serem pessoas famosas que terão de aprender a dançar. Os parceiros serão dançarinos profissionais ou com provas dadas no mundo da dança. Em países como Espanha, Estados Unidos ou Reino Unido – onde já teve várias edições – o formato tem tido um enorme êxito de audiências. Não muito diferente do formato de ‘Ídolos’, programa que Sílvia Alberto e Pedro Granger transformaram num sucesso, a jovem apresentadora parece ser a escolha ideal para o trabalho. Para o actor, actualmente a protagonizar a novela ‘Dei-te Quase Tudo’, da TVI, “a Sílvia é um dos maiores talentos em Portugal e estará bem em qualquer um dos canais. Só tenho pena de não trabalhar com ela”, confessa Granger.

Em Portugal o programa terá a duração de oito semanas e fala-se para já que foram convidados famosos como Mónica, Rubim e João Melo, todos ex-concorrentes dos ‘reality shows’ da TVI. Seguindo o formato internacional, ‘Dança Comigo’ terá dois apresentadores (um homem e uma mulher), faltando ainda escolher quem será o co-apresentador que se juntará a Sílvia Alberto na condução do programa.

Esta parceria reforça a Endemol, a produtora que irá transformar ‘Dança Comigo’ em realidade, no panorama da televisão portuguesa. Ao produzir ‘Dança Comigo’ para a RTP, a empresa dirigida por Piet-Hein Bakker, consegue o pleno no que às televisões generalistas portuguesas diz respeito e coloca programas seus na SIC e na RTP enquanto prepara novos ‘reality shows’ para a TVI.

Sílvia Alberto iniciou a sua carreira televisiva como apresentadora do ‘Clube Disney’ e desde então nunca mais parou. Depois da experiência com os mais novos entrou para a SIC pela mão de Catarina Furtado. Primeiro como repórter e depois como apresentadora de ‘Catarina.com’. Seguiram-se os magazines ‘Flash’ e ‘Êxtase’, este último conduzido por Sílvia Alberto durante mais de cem edições. Entretanto apresentou duas edições do concurso musical ‘Ídolos’ e juntou-se a Herman José e Fátima Lopes na apresentação da gala dos Globos de Ouro também por duas vezes. Sílvia Alberto foi também nomeada para um Globo de Ouro na categoria de apresentadora de entretenimento e conduziu o concurso ‘Sonho de Mulher’. Já em 2005 substituiu Fátima Lopes na apresentação do ‘SIC 10 Horas’ durante as férias desta.

A última aparição de Sílvia Alberto na televisão foi durante o (pouco) tempo que durou o ‘reality show’ ‘Senhora Dona Lady’, novamente ao lado de Herman José. No entanto, a direcção da SIC mudou e Francisco Penim acabou com o programa três semanas depois do seu início. Desde então Sílvia Alberto não teve mais tempo na antena da SIC. Embora seja assumidamente uma apresentadora de televisão, também já teve uma breve passagem pelo mundo do cinema quando participou no filme de Leonel Vieira ‘Zona J’. A apresentadora é namorada de José Mariño, apresentador do programa da SIC Radical ‘Beatbox’ e que em 2006 regressará à Antena 3 como director-adjunto.

OS PROGRAMAS MAIS MARCANTES DA APRESENTADORA NA ESTAÇÃO DE CARNAXIDE

'SENHORA DONA LADY'

Estreou a 16/09/05 e ficou em 10º lugar no top dos mais vistos. A 4 de Outubro, Francisco Penim (recém-nomeado director de programas) pegou fogo à casa.

'GLOBOS DE OURO'

Durante a gestão de Manuel Fonseca, Sílvia Alberto era uma das meninas bonitas da SIC. Com a saída de Catarina Furtado, passou a ser o rosto dos prémios de TV.

'ÍDOLOS'

A consagração deu--se ao lado de Pedro Granger com ‘Ídolos’, que estreou em 2003 na SIC. A segunda versão confirmou a sintonia entre os dois apresentadores, hoje fora da SIC.

A NAMORADINHA DE PORTUGAL

Sílvia Alberto é um dos rostos mais frescos da televisão portuguesa.

- Idade: 24 anos.

- Estreia: Clube Disney.

- Canal: SIC.

'DANÇA COMIGO' ESTREIA EM FEVEREIRO NA RTP1

REINO UNIDO

Uma nova série de ‘Sctrictly Come Dancing’ vai para o ar em Abril deste ano. A final de 2005 foi vista por cerca de 10 milhões de espectadores.

ESPECIAL

A 2 de Janeiro deste ano um especial sobre o gelo cativou a audiência. O púbico rendeu-se ao ‘glamour’ que recria os programas da Eurovisão.

ESPANHA

‘Mira Quién Baila’ junta um grupo de famosos a interpretar danças de salão ao lado de profissionais do género. O sucesso exigiu novas séries.

DANÇAS DE SALÃO

O formato ‘Dança Comigo’ recupera o género das danças de salão. Já exibido em países como Reino Unido, Espanha, Itália, Austrália e México, este programa junta um grupo de gente famosa (das mais diversas áreas) a dançar ritmos como tango, cha cha cha, rumba e outros ao lado de dançarinos profissionais. O melhor ganha um prémio chorudo.

TVE ACUSADA DE PLÁGIO

A primeira versão deste programa estreou em Maio de 2004 na BBC. Pouco depois, a TVE pôs no ar um programa semelhante o que levou a estação pública britânica a processar a sua congénere espanhola. Com produção da Gestmusic Endemol, o formato espanhol alegou ter “50 diferenças” em relação ao original.

ENDEMOL AGARRA AS TRÊS GENERALISTAS

ENTRETENIMENTO PARA TODOS OS CANAIS

O ano de 2006 marca o pleno da produtora holandesa Endemol. A RTP1 estreia ‘Dança Comigo’, a SIC o concurso ‘Pegar ou Largar’ e a TVI estuda novos ‘reality shows’. Tudo com chancela da Endemol.

 

Informação retirada do site do Correio da Manhã

Terça-feira, 3 de Janeiro de 2006

Sílvia Alberto não esta satisfeita com a SIC

RTP ou SIC?

RTP ou SIC ?

Sílvia Alberto não está satisfeita com a SIC e vai sair da estação de Carnaxide. Segundo o jornal Correio da Manhã, a saída da apresentadora está relacionada com o mal-estar gerado, depois de ela ter rejeitado dois programas que lhe foram propostos por Francisco Penim. O que também pode ter tido influência foi o facto de o director de programas da SIC ter apresentado Barbara Guimarães, Rui Unas, Soraia Chaves, Bruno Nogueira e Ricardo Pereira como as "estrelas" do canal e ter deixado Sílvia de fora. RTP pode ser o novo destino da apresentadora.

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