Segunda-feira, 19 de Novembro de 2007

Cachet das estrelas

Luciana Abreu subiu a parada. Depois de renegociar o contrato com a SIC, a modesta rapariga que ficou conhecida pela telenovela ‘Floribella’ passou a ganhar mais do que muitas estrelas do mundo da televisão e o seu ordenado, de 20 mil euros, já está a dar que falar.
Luciana Abreu

Ao receber esta pequena fortuna, a menina-bonita de Teresa Guilherme e Francisco Penim deixou incrédulos alguns actores com longos anos de carreira que neste momento passaram a receber um salário de verdadeiros principiantes quando comparado com o de Luciana Abreu.

Actualmente, Alexandra Lencastre, Patrícia Tavares, Diogo Morgado, António Pedro Cerdeira, Sofia Alves e Margarida Vila-Nova estão a receber menos de metade daquilo que ganha Luciana Abreu, que em dois anos de carreira já tem um ordenado de fazer inveja a muitos veteranos.

Mas a verdade é que a actriz soube fazer-se valer do seu poder de negociação. No apogeu da série juvenil ‘Floribella’ e com um carisma cada vez mais forte junto do público infantil, Luciana Abreu acumulou convites e chegou a comunicar à estação de Carnaxide que estava de saída. A presença da actriz na RTP era dada como certa mas, numa reviravolta inesperada, a ‘Flor’ resolveu recuar e mostrou-se disponível para negociar com a SIC.

Em boa hora o fez. Sem projectos que lhe agradassem na estação estatal, onde apenas lhe ofereciam um programa infantil – a actriz viu o sonho de participar em ‘Vila Faia’ furado –, Luciana pediu mais dinheiro a Teresa Guilherme e mostrou-se completamente devota à casa que a projectou na carreira. Com os avanços e recuos, a SIC decidiu agarrar Luciana Abreu com uma proposta mais do que generosa. Actualmente, a actriz tem a sua conta bancária recheada com 20 mil euros por mês, que não serão a sua única fonte de rendimento. Além do ordenado-base, Luciana ganha ainda 15% dos lucros dos concertos ao serviço da banda da ‘Floribella’.

A actriz está radiante com a melhoria das suas condições financeiras, até porque com este aumento dobrou o salário de dois dos veteranos da representação nacional. Ruy de Carvalho e Eunice Muñoz foram ultrapassados pela ‘Flor’ visto que levam para casa cerca de dez mil euros por mês.

Neste momento, Luciana Abreu é das estrelas mais bem pagas da televisão portuguesa e também um caso raro na SIC, que não costuma fazer propostas tão generosas aos seus actores. Na estação de Carnaxide não é hábito abrir os cordões à bolsa e gastar fortunas no ordenado de um actor – recorde-se que Soraia Chaves e Ricardo Pereira não vão além dos quatro mil euros. No meio televisivo é a TVI quem melhor paga às suas estrelinhas, isto se não tivermos em conta as caras recém-chegadas às telenovelas.

Actualmente ser actor já não traz as mesmas vantagens económicas, e não se pense que os jovens que integram o elenco de séries juvenis como ‘Morangos com Açúcar’ têm recibos de ordenado de fazer inveja. É que o salário médio de um ‘moranguito’ não vai muito além dos mil euros mensais. Dedicados ao trabalho, os jovens actores queixam-se de exploração: muitas horas de trabalho nos estúdios e poucas garantias de trabalho futuro.

Os problemas começaram a ser tornados públicos depois da primeira série dos ‘Morangos’ – a única que conseguiu o sucesso pretendido junto dos telespectadores.

Sem trabalho nem perspectivas de virem algum dia a ser integrados em algumas das novas telenovelas da TVI, foram vários os actores que mostraram o seu desagrado em relação à maneira como estavam a ser tratados pela estação de Queluz de Baixo.

Marta Faial e Francisco Froes, entre muitos outros participantes na série, revelaram à Comunicação Social ter vários meses de salários em atraso e, revoltados, explicaram que se sentiam enganados pela TVI, que lhes tinha prometido mundos e fundos sem nada cumprir. Para estes jovens actores, o sonho de representar foi a pouco e pouco ficando pelo caminho. Mas nem todos podem queixar-se. Que o diga Luciana Abreu e os seus 20 mil euros por mês.

LUCIANA ABREU

A actriz fez-se valer da sua popularidade junto do público juvenil e passou a receber um ordenado de estrela. Além do salário mensal, a ‘Floribella’ ganha ainda 15% dos lucros dos concertos da sua banda.

RUY DE CARVALHO E EUNICE MUÑOZ RECEBEM 10 MIL EUROS

Os dois veteranos da representação nacional recebem um cachet no valor de dez mil euros, ou seja, metade daquilo que Luciana Abreu leva para casa ao final do mês. Os profissionais viram-se assim ultrapassados pela ‘Floribella’.

SORAIA CHAVES E RICARDO PEREIRA

São duas das estrelas da SIC mas a verdade é que, juntos, Ricardo Pereira e Soraia Chaves recebem apenas metade do vencimento mensal de Luciana Abreu.

CACHET DAS ESTRELAS

Luciana Abreu: 20.000 euros

Alexandra Lencastre: 12.000 euros

Ruy de Carvalho: 10.000 euros

Eunice Muñoz: 10.000 euros

Pedro Lima: 8.000 euros

Sofia Alves: 8.000 euros

Fernanda Serrano: 8.000 euros

António Pedro Cerdeira: 8.000 euros

Margarida Vila-Nova: 6.000 euros

Patrícia Tavares: 5.000 euros

Soraia Chaves: 4.000 euros

Ricardo Pereira: 4.000 euros

Sara Prata: 1.000/1.500 euros

Correio da Manhã

Terça-feira, 25 de Setembro de 2007

Actriz quer família unida

Desde que começou a relação com o actual marido, Celso Cleto, que a vida de Sofia Alves deixou de ser um mar de rosas. A actriz vive amargurada por a família não aceitar o seu casamento com o encenador e garantiu a amigos próximos que o melhor presente que poderia ter no seu aniversário – é já no próximo dia 25 que Sofia Alves comemora 33 anos – seria reconciliar-se com os pais.
Prestes a completar 33 anos, Sofia Alves garante que a melhor prenda de aniversário seria reconciliar-se com os pais

A Sofia só quer paz na vida dela. Mais do que qualquer bem material, o que ela queria ter no aniversário era a família unida”, contou uma fonte próxima da ‘Clara Machado’, da telenovela da TVI ‘Ilha dos Amores’, que acrescenta ainda: “A Sofia só pede que os pais aceitem o marido.”

Mas a verdade é que a reconciliação parece não estar para breve. Os pais da actriz nunca aceitaram a relação e deixaram-no claro no dia do casamento, no passado mês de Janeiro, ao não comparecerem ao enlace.

Esta rejeição em nada abala o amor entre Sofia Alves e Celso Cleto, que desde sempre mostraram ter uma relação sólida, capaz de superar todos os obstáculos. Mas a verdade é que a protagonista de ‘Ilha dos Amores’ fica triste por não poder contar com alguns dos pilares da sua vida no dia-a-dia.

Talvez os pais decidam fazer-lhe uma surpresa no dia do aniversário. CM

Quinta-feira, 30 de Agosto de 2007

Paixão junta Clara e Tomé

 

 

Sofia Alves e Marco d’Almeida vão finalmente protagonizar as tão ansiadas cenas de sexo. Na pele de Clara Machado da Câmara, a personagem central da telenovela líder de audiências, ‘Ilha dos Amores’, da TVI, Sofia Alves vai mostrar mais uma grande actuação.

O encontro entre os dois surge após uma desavença. Clara enfrentara um desgosto, ao acreditar nas mentiras da antiga namorada de Tomé Valente, o seu par amoroso na história, interpretado por Marco d’ Almeida. Essas mentiras haviam-na levado a acabar a relação. Mas o amor entre o casal é mais forte e a verdade impôs-se. Clara e Tomé esclarecem tudo e reatam o namoro com confiança reforçada. Os dois passam a noite juntos, numa cena quente que deverá ser exibida durante a próxima semana.

Essas cenas mais íntimas que os protagonistas têm de gravar em várias fases da telenovela tornam-se, como explicou Sofia Alves à Correio TV, “mais fáceis, pela confiança e amizade entre ambos”. Basta lembrar que os dois actores já haviam contracenado como par amoroso em ‘Jóia de África’, série que passou em 2002, igualmente na TVI.

Num dos próximos episódios, Clara procura Tomé e este mostra à empresária a gravação de uma importante conversa que tivera com Vera (Cláudia Vieira), antiga namorada. Nessa conversa, Vera propunha a Tomé a troca da quota deste na fábrica de chá da família de Clara por uma gravação que revelava toda a verdade. Ou seja, a vilã confessa ter mentido a Clara, convencendo-a das intenções interesseiras de Tomé quanto aos Machado da Câmara. Ao ouvir a gravação da proposta de Vera, Clara começa a acreditar na inocência de Tomé. Contudo, a jovem empresária receia voltar a magoar-se e diz a Tomé não entender como ele foi capaz de se envolver com Vera. O herdeiro de Jaime Valente garante que só ela lhe interessa e diz-lhe que lhe dará tempo para que volte a confiar nele.

Apaixonada e já certa do que Vera armara uma cilada contra Tomé, Clara hesita entre ficar ou sair de casa do namorado. Mas acaba por não resistir, abraça-o e os dois caem nos braços um do outro. Depois, trocam um beijo apaixonado eos dois decidem pasar a noite juntos.

SEMPRE A LIDERAR: APELO AÇORIANO

A história envolve. Os actores, protagonistas, em particular, convencem. Os cenários naturais da ilha açoriana de S. Miguel deslumbram. Esta mistura de ingredientes pode responder pelo share tão favorável e o quase invariável primeiro lugar nas audiências da novela da TVI. Correio da Manhã

 

 

 

 

Quarta-feira, 21 de Março de 2007

Sofia Alves confessa:"Estou feliz com o Celso e é isso que importa"

O sorriso delicado e a voz doce escondem uma mulher cheia de garra para lutar apaixonadamente pelos seus sonhos. Não é à toa que, aos 33 anos, Sofia Alves já exibe no currículo uma colecção de papéis marcantes em televisão e teatro.

  

Também não foi por acaso que, a poucos dias do seu casamento, um boato posto a circular na internet, através de um blog, que colocava em causa a integridade moral da actriz e a orientação sexual do seu marido, o encenador Celso Cleto, de 42 anos, a abalou, mas não a conseguiu derrubar.

Casou-se, a 2 de Janeiro deste ano, com o homem que diz amar e admirar, perante o olhar atento do seu único filho, Guilherme, de cinco anos, fruto da sua anterior relação amorosa. A ausência dos pais e da irmã da actriz, a quem sempre foi muito ligada, foi sentida. Por respeito aos laços familiares que sempre os unirão, Sofia prefere não falar nesse assunto. Desde esse dia, na sua mão esquerda, exibe, com visível orgulho, uma aliança com a inscrição “O amor é fogo que arde sem se ver”.

– Duas semanas após o seu casamento, partiu, em trabalho, para os Açores. Como está a viver essa experiência?
Sofia Alves – Apesar do ritmo alucinante das gravações, é sempre muito relaxante chegar à janela do quarto e ter o mar como fundo. Os Açores são um autêntico jardim.

– Que expectativas tem em relação a esta novela?
– São muito altas. Acho que estamos perante um projecto de elevada qualidade que conta com um elenco fortíssimo, com uma história clássica e muito bem concebida, da autoria da Maria João Mira, com quem já tive o prazer de trabalhar várias vezes. Para mim é sempre um desafio.

– É complicado viver dividida entre os Açores e Lisboa?
– Claro que a distância de casa, as horas de trabalho intensas, o pouco tempo livre e o grande volume de texto que tenho que decorar diariamente fazem de cada novela uma viagem longa e difícil, mas o facto de estar muito bem apoiada ajuda muito.

– O seu filho tem-na acompanhado nestas viagens. É reconfortante, depois de um dia de trabalho, ter o sorriso do Guilherme à sua espera?
– O Guilherme tem e terá sempre o melhor de mim. É no sorriso dele que encontro o meu.

– Deve ser complicado conseguir um equilíbrio emocional quando o trabalho a obriga a estar longe da família...
– Não é uma profissão nada fácil a de actriz, e quem pensa que temos a vida facilitada não tem noção alguma da nossa realidade. Por vezes temos que reunir forças extra, ter uma disciplina e orientação muito grandes em termos de agenda. Mas não estamos nunca sós. Acabamos por criar laços de amizade em trabalho, que nos ajudam a ultrapassar algumas das saudades de casa, como aconteceu há cinco anos, quando estive em Moçambique a gravar a Jóia de África. Nessa altura, foi muito duro estar ausente tanto tempo e não poder ter o meu filho comigo, pois não existiam condições básicas de saúde e de segurança. Eu apanhei malária. Neste trabalho, para além dele se deslocar comigo muitas vezes, nunca estou mais de dois dias seguidos em S. Miguel. É uma grande vantagem estar perto da família, permite-me estar sempre muito tranquila.

– Nunca se sentiu tentada a ter uma vida mais fácil?
– Nunca escolho o caminho mais fácil. Sou muito lutadora e persistente. Sei muito bem dosear a vida profissional e a pessoal. O meu marido é encenador, estamos ligados pela mesma profissão. E pode parecer estranho, mas isso facilita muito a nossa vida pessoal. A minha vida seria muito difícil se não estivesse realizada, sem fazer o que gosto. Adoro a minha profissão.

– Está casada há pouco mais de dois meses. Mudou alguma coisa na sua vida o ter renovado esse compromisso de amor?
– Sinto que estou casada há quase quatro anos. Todos os dias dou graças a Deus por ter a sorte de ter construído – com bases sólidas – uma relação de respeito, amor e partilha, que não passou pela assinatura de um papel. Estou feliz, e é isso que importa.

– Ainda se sente magoada pela maldade de quem tentou tornar menos feliz esse momento?
– Em relação ao blog, é óbvio que não esqueço. A justiça pode tardar, mas chegará.

– Quem foi o seu apoio nesses dias, que imagino terem sido de sentimentos contraditórios?
– Não tivemos sentimentos contraditórios. Foi algo pensado e planeado com antecedência. Foi uma surpresa para todos, mas gosto desse lado bom e simples da vida. Sem protocolo e etiqueta.

– Sente que evoluiu, como profissional e mulher, ao lado do seu marido?
– O Celso é um grande profissional e um grande mestre para os actores. Todas as pessoas que têm trabalhado em projectos encenados por ele, tanto em Portugal como no estrangeiro, têm uma admiração e um respeito muito grandes pela capacidade de trabalho, pela qualidade e pelo lado humano e sensível que o caracterizam. Sou uma grande fã do trabalho do Celso e é óbvio que aprendo muito com ele.

– Quem a conhece bem diz que a Sofia tímida e doce deu lugar a uma mulher mais madura, consciente das suas escolhas...
– A maternidade foi fundamental na minha forma de estar na vida. As minhas prioridades mudaram e o meu amadurecimento foi consequente.

– Sente também que a vida a ensinou a fechar-se mais, até como uma forma de se proteger?
– Não encaro a vida dessa forma. Entendo que só devo proteger e viver cada vez mais para o meu filho, o meu marido e as crianças [referindo-se às duas filhas que o marido tem do anterior casamento, Inês e Rita, de 15 e nove anos, respectivamente]. É a família que eu construí que é o centro da minha atenção. Sou cada vez mais selectiva e cuidadosa nas minhas escolhas e intimidade. As minhas verdadeiras amizades prevalecem sempre.

– Nesta produção vestiu a pele de modelo e posou...
– A Evita Peroni é uma marca internacional muito prestigiada e foi uma honra ser o rosto da campanha, pelo segundo ano consecutivo.

– Como é que idealiza a sua vida daqui a 10 anos?
– Vivo um dia de cada vez. Preparo-me para quando chegar aos 40 estar pronta para os grandes projectos e papéis da dramaturgia internacional. Gostava de estar com os que amo, tê-los perto de mim e com saúde. Só peço isso... CARAS

Sábado, 2 de Dezembro de 2006

Eles são mal comportados

Já por duas vezes, Júlio Isidro fica sem a sua parceira. Para a RTP, a gota de água deu-se quando Merche se recusou a terminar uma emissão de “Portugal no Coração”

 

Há duas semanas, a apresentadora de “Portugal no Coração”, Merche Romero, voltou às capas de revistas e jornais e não pelos melhores motivos. A loira da RTP1 tinha deixado um dos programas a meio, pois não apareceu para apresentar a segunda parte. Quem teve de o fazer, sozinho, foi Júlio Isidro, que, mais uma vez, mostrou o seu profissionalismo e se alheou das polémicas.

Tudo aconteceu depois de Merche ter tido uma discussão com o produtor. Ela queria dar continuidade ao programa num determinado local do plateau, mas a produção não lhe fez a vontade. A apresentadora, sem razão aparente, ficou fora de si e começou a gritar. Garante quem assistiu que não foi uma cena bonita de se ver. Merche utilizou uma linguagem pouco própria ao falar com um superior hierárquico e recusou-se a levar o programa avante, colocando a emissão em perigo.

A apresentadora acabou por ser suspensa por Nuno Santos, director de programas da RTP, que não a deixou apresentar “Portugal no Coração”, nem no dia seguinte nem durante as semanas seguintes.

A discussão nos estúdios do Porto levou Nuno Santos a tomar uma posição: difundiu um comunicado no qual afirmava que a apresentadora tinha tido “um comportamento grave na sequência de uma natural divergência de opinião no âmbito do programa que estava a ser efectuado em directo”. Em reunião, e depois também através de comunicado, Merche pediu desculpa pela sua conduta e foi perdoada.

Só que antes, quando inquirida pelos jornalistas, que já sabiam do sucedido, faltou à verdade. Disse que não tinha havido confusão e a sua falta no dia seguinte estava prevista. A agente da apresentadora, Beatriz Lemos, disse à tvmais: “As polémicas são feitas pela imprensa. A Merche foi resolver um problema na régie e não teve tempo para voltar a entrar no programa. Amanhã (referia-se ao dia 14) estará de volta”. No entanto, não foi essa a ordem que o director de programas lhe deu poucas horas depois, quando se reuniu com ela com carácter de urgência.

Merche acabou por ficar fora de antena durante duas semanas, tempo durante o qual foi substituída por Cristina Alves. Quanto ao ordenado, recebeu-o sempre por inteiro, mesmo enquanto suspensa das suas funções. O psicólogo clínico Quintino Aires tem uma explicação para este tipo de comportamento. “É imaturidade. As últimas investigações indicam que as características da personalidade não são um processo linear.

Avançam e recuam no tempo. Provavelmente, o que está a acontecer é que alguns deles sempre foram imaturos. Noutros, o facto de serem vedetas, a força que têm e o que ganham fazem com que características da personalidade antiga voltem a ganhar força e, naturalmente, surge a imaturidade.” E vai mais longe: “A maturidade aguenta-se à custa do controlo social.

As exigências e o receio da reacção dos outros levam a que se mantenha e garanta essa maturidade. Quando se vive num ambiente em que o social não nos exige isso, perde-se as características de maturidade que se tinham ganho. E, na verdade, muitas dessas pessoas, que são actores muito conhecidos ou apresentadores não têm grande pressão por parte das produções que os rodeiam. É como se tivessem medo deles e isso leva a que eles percam essa questão do controlo.”

Antecedentes
Esta não foi, contudo, a primeira vez que a espanhola ferveu em pouca água. No final de Setembro, depois de uma violenta discussão ao telefone, Merche recusou-se a trabalhar e foi Júlio Isidro quem também assegurou a emissão. A sua atitude não foi bem vista no seio da RTP. Farta dos seus comportamentos de menina mimada, a produção de “Portugal no Coração” pô-la a preparar entrevistas durante oito dias.

Recorde-se que estes foram tempos complicados para a apresentadora, que estava ainda no rescaldo da separação do futebolista Cristiano Ronaldo. Chegou a chorar em directo no programa “Só Visto!” e queixou-se dos tempos que tinha vivido ao lado do jogador: “Foi muita pressão sobre mim”. Nos estúdios do Monte da Virgem, conta quem com ela se cruzava que Merche andava nervosa e maldisposta. Tinha, também, alguma dificuldade em cumprir horários.

Nada como ir uns tempos para fora do País, devem ter pensado os seus superiores. Depois de ter ficado nos bastidores, Merche foi enviada para os Estados Unidos e Canadá, onde durante duas semanas realizou reportagens junto das comunidades portuguesas. Porém, no regresso, manteve as mesmas atitudes, que conduziram ao referido “castigo”.

Maria João Silveira também entrou em rota de colisão com a produção de “Portugal no Coração”.

Outros casos
Quem também teve problemas com a RTP foi a jornalista e apresentadora Maria João Silveira, que foi afastada de “Portugal no Coração”, que conduzia com José Carlos Malato e Merche Romero. À revista CARAS, confidenciou: “Não foi o programa da minha vida”. Maria João entrou em conflito com a produção e, em consequência, foi fazer reportagem. Mas, pouco tempo depois, pediu baixa psicológica. Esteve a tratar uma depressão e quando regressou ao trabalho já não tinha lugar no talk-show da estação pública.

José Carlos Pereira já foi avisado duas vezes pela NBP. Atrasos e falta de respeito pelos colegas foram os motivos, tanto em “Morangos”, como em “Baía das Mulheres”

O actor José Carlos Pereira também tem tido alguns problemas de disciplina. Neste momento, ainda faz parte do elenco de “Morangos com Açúcar”, mas está de saída. Apesar da discrição com que o assunto foi tratado na NBP, produtora da série, que afirmou que este estava com “problemas pessoais”, o certo é que o actor causou rebuliço nos estúdios.

José Carlos esteve uma semana sem gravar, depois de se ter exaltado quando soube que a sua participação não iria até ao final da temporada, terminando em Janeiro. Os responsáveis pela produção não toleraram a sua postura e foi dispensado. Até porque ele já tinha sido chamado à atenção por chegar atrasado e criar mau ambiente. Nesta altura, José Carlos encontra-se a gravar as suas últimas cenas finais. Não chegará ao Verão, altura em que termina mais uma temporada da novela juvenil da TVI.

Este é mesmo um caso difícil. Não é a primeira vez que o Vítor de “Morangos” tem um comportamento passível de sanção pela entidade empregadora. Ainda era um caloiro, em “Anjo Selvagem”, e já era conhecido por não respeitar horários. Depois, em 2004, quando gravava “Baía das Mulheres”, não compareceu a um dia de trabalho nem avisou a produção. A acção causou à NBP um prejuízo de milhares de euros. “Foi chamado para uma reunião com o director-geral e outras chefias, e levou um valente puxão de orelhas. Esteve mesmo para ser despedido”, referiu fonte ligada à produtora.

Só não aconteceu porque a novela estava no fim. A mesma sorte não teve a actriz Glória Férias. Problemas com drogas, que ela chegou a admitir, e falta de cumprimento ditaram a sua saída da novela “Dei-te Quase Tudo”. Guilhermina, a sua personagem, morreu subitamente.

Arrependidos
Em 2004, quando decorriam as gravações da primeira série de “Morangos”, Diogo Amaral, que era o vilão da história, também perdeu as estribeiras. Dessa vez, os jornalistas, convidados a acompanhar a rodagem das cenas foram o alvo da fúria do actor. Diogo gritou, esbracejou e ameaçou os jornalistas quando foram captadas imagens suas ao lado de Joana Solnado, colega e namorada na vida real. “Vais apagar isso e é já”, disse.

 

Inexperiente, Diogo Amaral não aguentou a pressão e explodiu com a imprensa, depois de ter sido fotografado ao lado de Joana Solnado

E continuou no mesmo tom. “Acabou. Vais-te embora. Já não tiras mais fotos, mais ninguém fotografa.” Só se acalmou quando falou com o director-geral da NBP, João Dinis, ao telemóvel e conversou com a relações públicas, Inês Cortez. Uma conduta insólita em Diogo, conhecido por ser correcto, cumpridor e educado.

O actor justificou-se mais tarde, alegando que estava cansado e as cenas com os travestis eram duras de fazer. Porém, não se livrou da chamada de atenção das chefias para que tal não voltasse a acontecer. Até agora, não se lhe conhece mais nenhum episódio do género.

O caso Sofia Alves
Dois anos antes deste incidente, Sofia Alves cortava relações com Teresa Guilherme por causa do programa “As Manhãs de Sofia”. Bateu com a porta e saiu do programa. Na altura, Teresa garantiu à tvmais que ia para tribunal, não por a actriz ter quebrado o contrato mas pelas considerações que tinha tecido publicamente sobre a sua produtora. “Vou processar a Sofia, pois ela ofendeu a minha equipa. Ela vai ter de retractar-se e, para provar que não quero o dinheiro para nada, a importância que eu ganhar vai para uma instituição de caridade”, garantiu a actual responsável pela ficção nacional da SIC.

Sofia Alves sentiu-se ultrapassada nas decisões de “As Manhãs de Sofia” e bateu com a porta ruidosamente. Avisou Moniz, mas esqueceu-se de Teresa Guilherme, a produtora do programa

A guerra foi declarada quando Sofia Alves decidiu demitir-se do programa produzido por Teresa. Queixou-se, posteriormente, de estar à margem das decisões tomadas. Na produtora, ninguém estava à espera da reacção da então apresentadora. Sem aviso prévio, numa tarde a seguir ao programa, Sofia dirigiu-se ao gabinete de José Eduardo Moniz para lhe comunicar que não apresentaria mais “As Manhãs de Sofia”. Depois, deu uma entrevista ao jornal “Correio da Manhã” para contar as suas razões. Ainda não tinha falado com Teresa Guilherme. A produtora ficou a saber que não tinha apresentadora para o dia seguinte pelo jornal, que lhe ligou em busca da sua versão dos factos.

Nem queria acreditar na atitude da actriz, que a deixou numa situação complicada: não tinha apresentadora para o dia a seguir e 100 pessoas podiam ter ficado sem trabalho se a TVI cancelasse o programa no seguimento deste problema. Acabou por convidar Rita Salema para conduzir com ela os programas seguintes, pois esta tinha estado muito bem na rubrica de culinária. Sofia ainda apareceu de surpresa para avisar o público que estava doente. Nunca mais se falaram e Sofia Alves esteve algum tempo afastada da estação de Queluz, voltando em “A Jóia de África”.

Nenhuma destas acções é justificável, segundo afirma o médico Quintino Aires. “Não é uma coisa normal. Há responsabilidades. O trabalho destas pessoas tem implicações demasiado grandes. Não podem diminuir a sua responsabilização. São milhares de euros envolvidos e trabalhos com enorme visibilidade, nos quais qualquer acção tem logo grandes implicações.”

TV Mais

Eles são mal comportados

Há duas semanas, a apresentadora de “Portugal no Coração”, Merche Romero, voltou às capas de revistas e jornais e não pelos melhores motivos. A loira da RTP1 tinha deixado um dos programas a meio, pois não apareceu para apresentar a segunda parte. Quem teve de o fazer, sozinho, foi Júlio Isidro, que, mais uma vez, mostrou o seu profissionalismo e se alheou das polémicas.

Tudo aconteceu depois de Merche ter tido uma discussão com o produtor. Ela queria dar continuidade ao programa num determinado local do plateau, mas a produção não lhe fez a vontade. A apresentadora, sem razão aparente, ficou fora de si e começou a gritar. Garante quem assistiu que não foi uma cena bonita de se ver. Merche utilizou uma linguagem pouco própria ao falar com um superior hierárquico e recusou-se a levar o programa avante, colocando a emissão em perigo.

A apresentadora acabou por ser suspensa por Nuno Santos, director de programas da RTP, que não a deixou apresentar “Portugal no Coração”, nem no dia seguinte nem durante as semanas seguintes.

A discussão nos estúdios do Porto levou Nuno Santos a tomar uma posição: difundiu um comunicado no qual afirmava que a apresentadora tinha tido “um comportamento grave na sequência de uma natural divergência de opinião no âmbito do programa que estava a ser efectuado em directo”. Em reunião, e depois também através de comunicado, Merche pediu desculpa pela sua conduta e foi perdoada.

Só que antes, quando inquirida pelos jornalistas, que já sabiam do sucedido, faltou à verdade. Disse que não tinha havido confusão e a sua falta no dia seguinte estava prevista. A agente da apresentadora, Beatriz Lemos, disse à tvmais: “As polémicas são feitas pela imprensa. A Merche foi resolver um problema na régie e não teve tempo para voltar a entrar no programa. Amanhã (referia-se ao dia 14) estará de volta”. No entanto, não foi essa a ordem que o director de programas lhe deu poucas horas depois, quando se reuniu com ela com carácter de urgência.

Merche acabou por ficar fora de antena durante duas semanas, tempo durante o qual foi substituída por Cristina Alves. Quanto ao ordenado, recebeu-o sempre por inteiro, mesmo enquanto suspensa das suas funções. O psicólogo clínico Quintino Aires tem uma explicação para este tipo de comportamento. “É imaturidade. As últimas investigações indicam que as características da personalidade não são um processo linear.

Avançam e recuam no tempo. Provavelmente, o que está a acontecer é que alguns deles sempre foram imaturos. Noutros, o facto de serem vedetas, a força que têm e o que ganham fazem com que características da personalidade antiga voltem a ganhar força e, naturalmente, surge a imaturidade.” E vai mais longe: “A maturidade aguenta-se à custa do controlo social.

As exigências e o receio da reacção dos outros levam a que se mantenha e garanta essa maturidade. Quando se vive num ambiente em que o social não nos exige isso, perde-se as características de maturidade que se tinham ganho. E, na verdade, muitas dessas pessoas, que são actores muito conhecidos ou apresentadores não têm grande pressão por parte das produções que os rodeiam. É como se tivessem medo deles e isso leva a que eles percam essa questão do controlo.”

Antecedentes
Esta não foi, contudo, a primeira vez que a espanhola ferveu em pouca água. No final de Setembro, depois de uma violenta discussão ao telefone, Merche recusou-se a trabalhar e foi Júlio Isidro quem também assegurou a emissão. A sua atitude não foi bem vista no seio da RTP. Farta dos seus comportamentos de menina mimada, a produção de “Portugal no Coração” pô-la a preparar entrevistas durante oito dias.

Recorde-se que estes foram tempos complicados para a apresentadora, que estava ainda no rescaldo da separação do futebolista Cristiano Ronaldo. Chegou a chorar em directo no programa “Só Visto!” e queixou-se dos tempos que tinha vivido ao lado do jogador: “Foi muita pressão sobre mim”. Nos estúdios do Monte da Virgem, conta quem com ela se cruzava que Merche andava nervosa e maldisposta. Tinha, também, alguma dificuldade em cumprir horários.

Nada como ir uns tempos para fora do País, devem ter pensado os seus superiores. Depois de ter ficado nos bastidores, Merche foi enviada para os Estados Unidos e Canadá, onde durante duas semanas realizou reportagens junto das comunidades portuguesas. Porém, no regresso, manteve as mesmas atitudes, que conduziram ao referido “castigo”.

Outros casos
Quem também teve problemas com a RTP foi a jornalista e apresentadora Maria João Silveira, que foi afastada de “Portugal no Coração”, que conduzia com José Carlos Malato e Merche Romero. À revista CARAS, confidenciou: “Não foi o programa da minha vida”. Maria João entrou em conflito com a produção e, em consequência, foi fazer reportagem. Mas, pouco tempo depois, pediu baixa psicológica. Esteve a tratar uma depressão e quando regressou ao trabalho já não tinha lugar no talk-show da estação pública.

O actor José Carlos Pereira também tem tido alguns problemas de disciplina. Neste momento, ainda faz parte do elenco de “Morangos com Açúcar”, mas está de saída. Apesar da discrição com que o assunto foi tratado na NBP, produtora da série, que afirmou que este estava com “problemas pessoais”, o certo é que o actor causou rebuliço nos estúdios.

José Carlos esteve uma semana sem gravar, depois de se ter exaltado quando soube que a sua participação não iria até ao final da temporada, terminando em Janeiro. Os responsáveis pela produção não toleraram a sua postura e foi dispensado. Até porque ele já tinha sido chamado à atenção por chegar atrasado e criar mau ambiente. Nesta altura, José Carlos encontra-se a gravar as suas últimas cenas finais. Não chegará ao Verão, altura em que termina mais uma temporada da novela juvenil da TVI.

Este é mesmo um caso difícil. Não é a primeira vez que o Vítor de “Morangos” tem um comportamento passível de sanção pela entidade empregadora. Ainda era um caloiro, em “Anjo Selvagem”, e já era conhecido por não respeitar horários. Depois, em 2004, quando gravava “Baía das Mulheres”, não compareceu a um dia de trabalho nem avisou a produção. A acção causou à NBP um prejuízo de milhares de euros. “Foi chamado para uma reunião com o director-geral e outras chefias, e levou um valente puxão de orelhas. Esteve mesmo para ser despedido”, referiu fonte ligada à produtora.

Só não aconteceu porque a novela estava no fim. A mesma sorte não teve a actriz Glória Férias. Problemas com drogas, que ela chegou a admitir, e falta de cumprimento ditaram a sua saída da novela “Dei-te Quase Tudo”. Guilhermina, a sua personagem, morreu subitamente.

Arrependidos
Em 2004, quando decorriam as gravações da primeira série de “Morangos”, Diogo Amaral, que era o vilão da história, também perdeu as estribeiras. Dessa vez, os jornalistas, convidados a acompanhar a rodagem das cenas foram o alvo da fúria do actor. Diogo gritou, esbracejou e ameaçou os jornalistas quando foram captadas imagens suas ao lado de Joana Solnado, colega e namorada na vida real. “Vais apagar isso e é já”, disse.

E continuou no mesmo tom. “Acabou. Vais-te embora. Já não tiras mais fotos, mais ninguém fotografa.” Só se acalmou quando falou com o director-geral da NBP, João Dinis, ao telemóvel e conversou com a relações públicas, Inês Cortez. Uma conduta insólita em Diogo, conhecido por ser correcto, cumpridor e educado.

O actor justificou-se mais tarde, alegando que estava cansado e as cenas com os travestis eram duras de fazer. Porém, não se livrou da chamada de atenção das chefias para que tal não voltasse a acontecer. Até agora, não se lhe conhece mais nenhum episódio do género.

O caso Sofia Alves
Dois anos antes deste incidente, Sofia Alves cortava relações com Teresa Guilherme por causa do programa “As Manhãs de Sofia”. Bateu com a porta e saiu do programa. Na altura, Teresa garantiu à tvmais que ia para tribunal, não por a actriz ter quebrado o contrato mas pelas considerações que tinha tecido publicamente sobre a sua produtora. “Vou processar a Sofia, pois ela ofendeu a minha equipa. Ela vai ter de retractar-se e, para provar que não quero o dinheiro para nada, a importância que eu ganhar vai para uma instituição de caridade”, garantiu a actual responsável pela ficção nacional da SIC.

A guerra foi declarada quando Sofia Alves decidiu demitir-se do programa produzido por Teresa. Queixou-se, posteriormente, de estar à margem das decisões tomadas. Na produtora, ninguém estava à espera da reacção da então apresentadora. Sem aviso prévio, numa tarde a seguir ao programa, Sofia dirigiu-se ao gabinete de José Eduardo Moniz para lhe comunicar que não apresentaria mais “As Manhãs de Sofia”. Depois, deu uma entrevista ao jornal “Correio da Manhã” para contar as suas razões. Ainda não tinha falado com Teresa Guilherme. A produtora ficou a saber que não tinha apresentadora para o dia seguinte pelo jornal, que lhe ligou em busca da sua versão dos factos.

Nem queria acreditar na atitude da actriz, que a deixou numa situação complicada: não tinha apresentadora para o dia a seguir e 100 pessoas podiam ter ficado sem trabalho se a TVI cancelasse o programa no seguimento deste problema. Acabou por convidar Rita Salema para conduzir com ela os programas seguintes, pois esta tinha estado muito bem na rubrica de culinária. Sofia ainda apareceu de surpresa para avisar o público que estava doente. Nunca mais se falaram e Sofia Alves esteve algum tempo afastada da estação de Queluz, voltando em “A Jóia de África”.

Nenhuma destas acções é justificável, segundo afirma o médico Quintino Aires. “Não é uma coisa normal. Há responsabilidades. O trabalho destas pessoas tem implicações demasiado grandes. Não podem diminuir a sua responsabilização. São milhares de euros envolvidos e trabalhos com enorme visibilidade, nos quais qualquer acção tem logo grandes implicações.”

Sexta-feira, 31 de Março de 2006

Sofia Alves no palco da Fábrica do Inglês, em Silves

Foto

A Fábrica do Inglês recebe, a peça de teatro «Socorro, estou grávida», com Sofia Alves, no dia 8 de Abril, às 21h30.

O texto original, da autoria de Inês Pedrosa e Patrícia Reis, consiste num monólogo sobre uma mulher (Sofia Alves) que acaba de saber que está grávida. O desespero toma conta da personagem, que tenta perceber o que lhe aconteceu e como ficou grávida, «Socorro estou grávida!».

O humor é a nota dominante desta peça, na qual a personagem procura o diálogo com o público e o seu telemóvel.

A direcção está a cargo de Celso Cleto, com a colaboração de Américo Tovar nos figurinos, José Luís Reis nas luzes, Raul Ribeiro no som, Cristina Gomes na maquilhagem, Cila Barros como cabeleireira e Rui Moreno na fotografia.

O preço do bilhete é de 15 euros e, no caso de ser incluído jantar, aumentará para 26 euros.

Sofia Alves
Fonte: http://www.barlavento.online.pt/

Sábado, 11 de Março de 2006

Capa com actriz terá sido substituída

A actriz Sofia Alves, que actualmente protagoniza a novela da TVI "Fala-me de amor", negou ontem, através da sua agente, Marta Carvalho, a notícia de que teria interposto uma providência cautelar à publicação da última revista "TV7Dias" .

Mas, segundo noticiou ontem o "Correio da manhã", a actriz terá impedido a publicação da revista, na qual se podia ler "O filho é que sofre", através de uma providência cautelar. Medida que teria provocado "prejuízos na ordem dos 150 mil euros". É que a tal ordem do tribunal teria alegadamente chegado à Impala (detentora da publicação) numa altura em que "já as máquinas tinham imprimido cerca de 60%" da tiragem. A capa teria sido substituída por João Kléber.

Diz o mesmo jornal que as alegadas razões para a atitude de Sofia Alves residem no facto de a capa com a fotografia do filho da actriz pressupor uma invasão da vida privada. Da parte da actriz não se confirma nem desmente qualquer iniciativa de impedimento da saída da publicação.

Também o chefe de redacção daquela publicação semanal, José Paulo Canelas, limita-se a dizer que "não houve providência cautelar". A directora da revista, Luísa Jeremias, não quis prestar esclarecimentos.

Fonte:JN

Quinta-feira, 23 de Fevereiro de 2006

TVI: Sofia, Sílvia, São e Sandra protagonizam Fala-Me de Amor

Fala-me a 6 de Março

A telenovela da TVI ‘Fala-me de Amor’ tem estreia marcada para 6 de Março, revelou ontem o director-geral da estação, José Eduardo Moniz, que, garante, trata-se de uma história para os homens descobrirem o mundo das mulheres.
Moniz com as protagonistas: Sandra, Sofia, São e Sílvia
Moniz com as protagonistas: Sandra, Sofia, São e Sílvia

Durante a apresentação de ‘Fala-me de Amor’, realizada ontem, Moniz levantou um pouco o véu do que será a substituta de ‘Mundo Meu’. “Conta a história de quatro mulheres. Os seus problemas, angústias, alegrias e objectivos. Tudo isto num ambiente muito urbano”, explicou, garantindo que os telespectadores masculinos vão aderir: “Os homens também vêem telenovelas. Esta servirá para eles descobrirem o mundo das mulheres e, talvez, para que as compreendam melhor.”

Também presente na apresentação, Maria João Mira, a autora, que já trabalhou na telenovela ‘Morangos com Açúcar’, disse que teve como objectivo “escrever uma história moderna e muito dinâmica”. “Com o seu desenrolar, focamos vários assuntos problemáticos para as mulheres, que trazem muito da vida real de cada um de nós para a telenovela”, afirma.

FARTA DE SER COITADINHA

A principal protagonista, Sofia Alves, que regressa ao pequeno ecrã três anos após ‘O Teu Olhar’, em 2003, assume que “estava completamente farta” de fazer o papel de coitadinha, ou seja, de personagens “sem grande motivação. Foi importante para mim, mas estava na altura de evoluir e provar que posso e consigo fazer outras coisas”, afirmou a actriz, frisando: “É a altura certa para regressar”. E volta no papel de ‘Sara Varela’, uma mulher egocêntrica que não olha a meios para atingir os fins. Violada na adolescência, lutará pela custódia da filha.

Coincidência, ou talvez não, o nome das quatro protagonistas – Sofia Alves, Sílvia Rizzo, São José Correia e Sandra Faleiro – começa pela letra ‘S’: “Queremos, também, que signifique... sucesso.”

Fonte: Correio da Manhã

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