Sábado, 21 de Julho de 2007

Ana Guiomar: Sinto que eu e o Diogo estamos a crescer juntos

Ana Guiomar

 

Aos 18 anos, Ana Guiomar já não é mais a menina que se tornou popular na série ‘Morangos com Açúcar’. Mais madura, a actriz falou ao Correio Vidas sobre a história de amor com o namorado, nos bastidores da mediática série da TVI, da vida em Lisboa e dos sonhos para o dia em que será muito rica, dona de um iate e de uma casa com 30 guarda-roupas.
Correio Vidas – Está em cena com a peça ‘Confissões de Adolescente’. Aos 18 anos, ainda se sente uma jovem rebelde?

Ana Guiomar – Pelo contrário, sempre fui calminha, nunca passei por aquelas rebeldias de fumar cigarros atrás do pavilhão, nem tive namorados na escola. Era muito caladinha e só era mais calona para estudar. Se calhar perdi um bocadinho com isso. Tenho o 12.º ano por completar, mas é uma coisa que quero fazer já para o ano. Mas agora vou descansar.

– Acabou as gravações da série da RTP 1 ‘Conta-me como Foi’. Vai de férias?

– Vou tentar ir a Barcelona com uma amiga, e depois vou ficar por cá a fazer praia, que é uma coisa que não dispenso. Também estou a pensar ir à Holanda. O meu ex-padrasto vive lá, e até já tenho um quartinho meu em casa dele.

– E com o namorado [o actor Diogo Valsassina], não vai tirar uns dias?

– Infelizmente, não vai dar. O Diogo está a gravar a ‘Ilha dos Amores’ e não posso ir de férias com ele, mas vamos aproveitando os fins-de-semana em comum para fazer qualquer coisa diferente.

– A vossa história é engraçada, conheceram-se nos ‘Morangos’, onde faziam um par romântico. Foi amor à primeira vista?

– Não foi nada amor à primeira vista. Para mim, ele era um colega absolutamente normal. Com o tempo é que nos fomos aproximando, talvez por causa da idade. E, depois, fazermos de par romântico foi uma benesse que a produção nos deu. Nessa altura já namorávamos.

– Pensa que é para a vida?

– Claro que quando uma pessoa está apaixonada diz que sim, que é o amor da nossa vida, mas se não for vai ser um grande amor da minha vida. Mas não penso muito nisso, sou muito nova. Ainda não penso em casar e ter filhos, mas adorava ter 80 anos e a casa cheia de filhos e netos.

– Como é a vossa relação?

– Temos uma relação engraçada, cumprimos as funções de namorados, mas somos amigos e um bocadinho irmãos. Sinto que estamos a crescer juntos.

– Até há pouco tempo vivia em Torres Vedras. Como foi a mudança para Lisboa?

– Já precisava de mudar. Como não tinha carta de condução, passava a vida a apanhar o autocarro para Lisboa. A adaptação não foi nada complicada. Desde pequena que sempre fiz tudo sozinha, por isso, para mim, sair de casa foi fácil, e até gosto das tarefas domésticas, de passar a ferro e de cozinhar.

– A participação nos ‘Morangos’, e depois na novela ‘Tempo de Viver’, deu-lhe alguma independência financeira. O que comprou com o primeiro ordenado?

– Foi a minha cabina de hidromassagem. Entrei numa loja, nem sabia que aquilo existia, mas quis logo levar. Ainda hoje funciona muito bem.

– Como foi passar da Ana Guiomar anónima para uma pessoa que toda a gente conhece?

– Nunca senti muito aquela coisa do ‘ai, não posso sair à rua’, mas também porque morava em Torres Vedras. A minha vida era gravar e apanhar o autocarro do Campo Grande para casa. Continuei a fazer uma vida normal.

– Até onde quer chegar na carreira? O que sonha para o futuro?

– Não faltar trabalho já é muito bom, mas quero fazer de tudo, desde a boazinha à vilã. Claro que sonho em ser muito rica, ter um iate e uma casa com 30 guarda-roupas, mas não faço grandes planos.

REFLEXO

Correio Vidas – O que vê quando se olha ao espelho?

Ana Guiomar – Olho-me ao espelho quando acabo de tomar banho, portanto vejo-me lavadinha. Acho que é importante olharmo--nos ao espelho mas numa perspectiva menos física e não naquela do ‘ai, meu Deus, sou tão bonita!’.

– Gosta do que vê?

– Com 18 anos, se não gostasse daquilo que vejo, acho que quando tivesse 30 ia ser uma depressão. Sempre fui muito insegura, mas mais naquela fase da escola. Hoje em dia já não sou assim.

– Nunca lhe apeteceu partir o espelho?

– Não, até porque há a superstição de que partir um espelho é equivalente a sete anos de azar.

– Antes de sair de casa vê-se sempre ao espelho?

– Claro, é obrigatório. Acho que todas as mulheres fazem isso.

– Quem gostaria de ver reflectido no espelho?

– Se calhar uma senhora da limpeza, isso queria dizer que não tinha de fazer as coisas da casa sozinha.

– Um momento marcante na sua vida?

– Quando tirei a carta de condução, há sete meses. Foi uma sensação de liberdade, o grito do Ipiranga. E, claro, o nascimento dos meus dois irmãos, que são a coisa que eu mais amo.

– Uma pessoa de referência?

– A minha avó, que ainda é viva, graças a Deus, e que até aos 120 anos há-de ser. É a pessoa que ainda hoje me dá conselhos e com quem passo o dia inteiro no sofá a ver as ‘Tardes da Júlia’ e a comer as comidinhas caseiras que ela me faz.

– Qualidade e defeito?

– A minha maior qualidade é ser muito bem-disposta, que hoje acho que é muito bom. O defeito é a insegurança, sempre foi. Antes era uma insegurança a nível de tudo, roupa, acho que passou um bocadinho com a idade.

PERFIL

Ana Guiomar nasceu em Lisboa há 18 anos, mas foi em Torres Vedras que passou a juventude. Filha de uma maquilhadora de televisão, desde miúda que se habituou às luzes da ribalta. Na L’Agence desde os 11 anos, fez trabalhos de manequim e participou na série ‘Segredos de Justiça’. Ainda assim, ninguém se lembrava dela quando entrou nos ‘Morangos’. Desde então nunca mais parou. A TVI não desperdiçou o talento e contratou-a para uma outra novela. Em ‘Tempo de Viver’, Ana Guiomar contracenou com nomes como Alexandra Lencastre e, no final, não ficou de braços cruzados. A actriz terminou recentemente as gravações para a série da RTP1 ‘Conta-me Como Foi’ e está em cena com a peça ‘Confissões de Adolescente’. A actriz foi fotografada em frente ao espelho de eleição de sua casa.

Correio da Manhã

Sexta-feira, 20 de Julho de 2007

Marco d’Almeida e Maria João Bastos juntos na Croacia

 

Mal terminou as filmagens de “O Último Condenado à Morte”, Maria João Bastos, 32 anos, partiu de férias para um destino que queria manter secreto. No final do mês de Junho, a actriz viajou para a Croácia, mais concretamente até à bela ilha de Brac, cidade de Bol, para uns dias de praia e descanso. Contudo, não foi sozinha. Marco d’Almeida, 32, protagonista de “Ilha dos Amores” conseguiu tirar uns dias de folga da novela e acompanhou-a.

Os dois foram vistos a passear em clima de grande cumplicidade pelas ruas de Bol e na zona da marina. Nesse dia, Maria João usava um grande e elegante chapéu de abas para se proteger do sol, enquanto Marco se mantinha o tempo todo juntinho a ela. Vindos da praia, pararam para comer e depois dirigiram-se ao hotel onde ficaram hospedados. Questionado sobre esta viagem, Marco não confirmou nem desmentiu.

Afirmou apenas: “Não faço qualquer tipo de comentário. Isso faz parte do meu lado pessoal. Não vou dizer onde passo as minhas férias nem com quem”. Maria João esteve indisponível até ao fecho da edição, embora tenha afirmado no lançamento do livro de Margarida Vila Nova que “nas férias ou em trabalho, há sempre tempo para namorar”. Será que o fez?

Ficção torna-se real
Segundo fontes próximas, a cumplicidade entre a dupla aconteceu no final das gravações da novela da TVI “Tempo de Viver”. Eles interpretavam Raquel e Gonçalo, personagens que terminaram juntas e muito apaixonadas. Nessa altura, a sintonia era tal que circularam rumores de que a ficção tinha passado para a realidade e ambos teriam caído de amores um pelo outro enquanto faziam as cenas mais íntimas.

Nenhum dos dois quis comentar este assunto do foro privado, mas ficou no ar a dúvida, até porque era notório o estado de enamoramento e admiração. Amigos asseguram mesmo que, por esta altura, os dois não se largavam. “Foi o auge da paixão”. O que não quer dizer que tenham assumido um compromisso mais sério. “Vão estando, até porque também são muito amigos”, garantem. Pouco depois, a actriz viajava com a amiga, Margarida Vila Nova, para Amesterdão. Por essa altura, também se comentou que o colega Marco as teria acompanhado.

Entretanto, cada um assumiu os seus compromissos profissionais. Maria João aceitou interpretar a francesa Adelaide no filme de Francisco Manso “O Último Condenado à Morte” e espera agora por novos projectos na TVI, enquanto Marco seguiu para a novela “Ilha de Amores”, na qual é Tomé Valente. A novela não permite ao actor ter muito tempo livre, pois grava intensamente, porém, estes dias de folga no final de Junho foram um bom motivo para voltar a estar com a amiga.

Segunda-feira, 26 de Março de 2007

Segundo a TV Guia: o tubarão é.........

A edição desta semana da TV Guia anuncia, em exclusivo, que a decisão da verdadeira identidade do Tubarão já está tomada. Clara (Gracinda Nave) é a escolhida e vai ser ela a mostrar-se por trás da máscara da personagem-mistério.


À semelhança de Guida (Sofia Aparício) de «Ninguém Como Tu», mais uma vez a aposta recai sobre uma mulher para a chave de todo o mistério. Rejeitada desde sempre pelo patrão e vista só como uma secretária, a mãe de Tomás planeia o fim de Fausto Martins de Mello, seu patrão.

Conhecedora como poucos da empresa e da vida pessoal de Fausto, Clara não tem muitas dificuldades para tecer a teia que, lentamente, vai envolvendo o vilão. Só a casa lhe escapava. Para isso adquire a cumplicidade de Filipe, sobrinho do alvo e passa a dispor de todas as informações.

No fim, com a verdade descoberta, Clara é presa e Vítor, o marido, aproxima-se de Marta, a melhor amiga do casal.

FONTE: TELEVIZOOM

Sábado, 3 de Março de 2007

Austrália vista por Margarida Vila Nova

Uma verdadeira caixinha de surpresas. Nos últimos tempos, e pelas mais diversas razões, Margarida Vila Nova tem surpreendido. E, desta vez, volta a marcar pontos. As gravações de “Tempo de Viver” terminaram no passado dia 18 de Fevereiro e, por isso, a actriz pode finalmente “despir a pele” de Maria Laurinda. Novelas de parte, Margarida já tem em mãos um novo projecto: um diário de viagem, que a editora Guerra e Paz pensa lançar em Maio. E o local eleito para esta aventura foi a Austrália. Uma escolha que se prende, acima de tudo, com a curiosidade da actriz. “Sempre tive muita curiosidade em conhecer lugares distantes com culturas, rituais e tradições diferentes”, explica. Daí a decidir fazer um diário da viagem foi um pulo: “A ideia surgiu há uns meses quando quis planear a viagem. A princípio a intenção era, apenas, ir de férias, repousar e, principalmente, ir para um local distante de tudo. Mas depois fui fazendo investigações e percebi que podia ir mais além do que estava planeado”. Assim, durante mês e meio, a actriz vai viver em pleno todos os aspectos da vida australiana. “Vou cair de pára-quedas numa realidade que desconheço por completo, que nunca vivi. Por isso, a minha ideia é fazer o registo da viagem, recheado de fotos e de todo o material que consiga recolher.”

Partir à aventura
De qualquer forma, uma coisa é garantida: “É sempre a visão da Margarida, o meu olhar sobre aquela realidade”. Indagada sobre a loucura que é fazer malas, Margarida volta a surpreender. “Sou fanática de listas. Na bagagem, não falta o kit de farmácia, o de praia, o computador, máquina fotográfica. Está tudo preparado e divirto-me a fazer isso”, garante, sorridente.

Um lado responsável de Margarida que parece não ser coerente quando revela não ter hotéis marcados, “vou à aventura”, mas que logo se volta a compor quando acrescenta: “Claro que a minha mãe já fez a pesquisa dos melhores locais onde ficar, comer...”

Aliás, a actriz leva consigo o namorado, Rodrigo Freixo, “a companhia certa para esta viagem”. Por isso, não há tempo a perder.

Empresa do autor de ‘Tempo de Viver’ - ScripMakers festeja aniversário

A ScriptMakers, empresa de produção de conteúdos, entre eles ‘Tempo de Viver’, festejou anteontem o primeiro aniversário na presença da maioria do elenco da novela e muitos outros actores e figuras públicas.


Rui Vilhena, autor de ‘Tempo de Viver’ e director da ScriptMakers, brindou com José Eduardo Moniz, director-geral da TVI, ao sucesso de futuras produções.

“Estamos satisfeitos com o sucesso alcançado em apenas um ano. Só podemos esperar um grande futuro”, salientou Vilhena.

Correio da Manhã

Sexta-feira, 1 de Dezembro de 2006

Maria João Bastos: Entrevista com actriz de ‘Tempo de Viver’

Maria João Bastos prepara-se para viver emoções fortes no final de ‘Tempo de Viver’. À semelhança do que aconteceu em ‘Mundo Meu’, onde já disputava o protagonismo com Margarida Vila-Nova, a actriz volta a ganhar destaque na novela da TVI. Agora na pele de Raquel, que persegue ferozmente a sua rival, Maria Laurinda, e desmascara as suas vilanias.

- Na novela ‘Tempo de Viver’, a sua personagem, Raquel, vai entrar numa fase de confronto directo com Maria Laurinda, interpretada por Margarida Vila-Nova?

- Vamos começar a assistir a uma disputa aguerrida entre a Maria Laurinda e a Raquel. O confronto vai ganhar novos contornos e agudizar-se. Como diz uma expressão brasileira, a Raquel ‘vai pegar no pé’ da Maria Laurinda. E vai vigiá-la cada vez mais de perto, descobrir todos os planos que ela engendrou e reunir forças para a desmascarar.

- A Raquel está disposta a tudo para enfrentar a adversária?

- A Maria Laurinda e a Raquel estão a morar na mesma casa e as próximas vigarices da Maria Laurinda vão ser rigorosamente controladas pela Raquel. E o insucesso de algumas dessas vigarices ficará a dever-se à interferência da Raquel.

- A Maria Laurinda leva a bom termo o plano de engravidar do Afonso?

- Veremos como esse projecto vai ser muito prejudicado com a intervenção da Raquel

- Foi publicada uma notícia que dava conta da sua insatisfação com a personagem de ‘Tempo de Viver’. É verdade?

- Não. Essa notícia é completamente falsa. E para provar isso basta assistir à novela. Não tenho razões para me queixar do meu papel. Estou em confronto directo com a Maria Laurinda, que é uma personagem forte. E tenho ainda uma história de amor lindíssima que também tem muito conflito. Está a olhos vistos que é um papel que me dá muito material para trabalhar e que me dá prazer.

- Depois da novela ‘Mundo Meu’, como é trabalhar, de novo, com a Margarida Vila-Nova?

- Além de trabalharmos juntas, o que me dá muito prazer, sentimos que esta representação é como um bom jogo de ping-pong. Entre nós existe uma química muito forte enquanto profissionais. E fazer uma cena, por muito simples que seja, é sempre muito prazeiroso, e algo muito enérgico.

- É grande amiga da Margarida Vila-Nova?

- A Margarida é uma das minhas melhores amigas.

- Por que não teve ninguém a apoiá-la no concurso ‘Canta por Mim’?

- Preferi não ter ninguém, nem amigos, nem família. A Margarida Vila-Nova queria muito ir, porque eu também a apoiei quando ela cantou, mas eu não quis lá ninguém. O programa é de entretenimento. A minha participação está ligada a uma causa e eu acho esta vertente de solidariedade muito interessante. Não fui para lá com nenhuma pretensão de ganhar ou de provar nada como cantora. Fui lá para me divertir e para o público conhecer a tentativa da Maria João cantar.

- Continuou a gravar a novela ao mesmo tempo que fazia os ensaios do ‘Canta por Mim’. Como reage a este ritmo intenso?

- Muito bem. Gosto de trabalhar com adrenalina, dá-me muito prazer.

- Tem projectos de trabalho no Brasil?

- Ao contrário do que tenho lido por aí não vou fazer nenhuma novela. Nem cinema. O que está previsto é um programa de televisão para a TV Globo. É um trabalho que vai exigir a minha presença apenas uma vez por mês, e durante quatro dias.

- Que tipo de programa é esse?

- Algo na linha ‘Do Comando’. E não posso dizer mais nada... Para já não conto ir ao Brasil nos próximos seis meses.

- Está nos seus projectos fazer uma carreira internacional?

- Não tenho planos. Sei que quero trabalhar com muita força e ter bons personagens para interpretar. Em Portugal, no Brasil ou noutra qualquer parte do Mundo. Não sei se terei oportunidade de fazer uma carreira internacional, mas se tiver tentarei sem qualquer medo, sem reservas. Mas não faço disto um objectivo.

- Como aprecia o trabalho do Rui Vilhena, o autor e guionista de ‘Tempo de Viver’?

- Adoro o Rui. É um autor extraordinário de novela contemporânea. É fantástico trabalhar com um bom texto. É o melhor que um actor pode ter. E é a inteligência da escrita que caracteriza o Rui.

- Nas novelas, as mulheres roubaram o protagonismo aos homens. As grandes figuras de cartaz são a Maria João Bastos, a Luciana Abreu, a Fernanda Serrano, a Sofia Alves... Como analisa este fenómeno?

- A figura feminina é muito mais apelativa. E vende mais. E isto vê-se na ficção, nas capas das revistas, na moda

- Tem 14 anos de carreira e a sua evolução na interpretação é muito notória. Foi só a experiência que contribuiu para esta evolução?

- A experiência e o muito trabalho que tenho feito ao longo destes anos. As novelas ensinam muito, mas a par das gravações tenho estudado muito. Isto é uma coisa que as pessoas não sabem, mas invisto imenso na aprendizagem, em cursos. O meu crescimento enquanto actriz deve-se também muito a isso.

- Depois de ‘Jura’, novela em exibição na SIC, o sexo vai ganhar protagonismo na ficção nacional?

- Acho que esse é apenas um caminho. Não é o caminho. E se o tema for bem desenvolvido, por que não?

- Como é a sua relação com a imprensa?

- Nunca falo sobre a minha vida pessoal, que gosto de preservar. Mantendo esta limitação é uma relação de respeito. Fazemos parte de um todo e o respeito é a base para que tudo funcione bem.

- Como reage quando alguma coisa corre menos bem?

- No momento pensa-se na melhor forma de agir. Tento fazer com que percebam que, além de ter uma exposição pública, também sou uma pessoa que quer ter uma posição mais reservada em relação à vida.

- Quando começou a tornar-se figura pública foi obrigada a repensar na sua imagem e exposição pública, entre outras coisas?

- Não reflecti sobre o assunto, naturalmente fui aprendendo, porque ninguém nasce ensinado. Até chegar a um nível em que sei o que quero. Neste momento, consigo conciliar a minha vida profissional que tem uma exposição pública com a minha vida pessoal que é privada. Parece-me a mim que tenho conseguido encontrar um equilíbrio.

- É verdade que vai fazer uma pausa na representação para fazer um curso de culinária e outro de fotografia?

- É verdade. Apetece-me parar um bocadinho. Será uma pausa desejada. Não quero, de todo, parar a minha carreira, porque adoro representar e a minha carreira é a minha vida. Mas fiz duas produções seguidas e apetece-me viver outras coisas, estar em contacto com outras realidades, outras pessoas, daí a vontade de aprender mais línguas, fazer um curso de culinária e de fotografia. E isto só é possível se eu fizer uma breve paragem e viver mais para mim, para a minha família, fazer aquilo que estou sempre a adiar. Isto vai-me engrandecer enquanto pessoa e actriz. Aparecerei renovada para encarar projectos futuros.

PASSOS DE UMA CARREIRA

DA MODA À TV

Maria João Bastos nasceu em Benavente. Há 30 anos. No final da adolescência chegou a Lisboa para estudar e licenciou-se em Ciências da Comunicação. Começou a trabalhar como manequim aos 19 anos. Declinou o primeiro papel numa novela, ‘Os Lobos’, porque teria de posar nua. Uma cara bonita e um corpo nu eram o passaporte com que recusava estrear-se na representação. Estreou-se em ‘Cinzas’, na RTP. Participou, na SIC, nas séries ´Médico de Família’ (SIC), ‘Querido Professor’ e ‘A Minha Família é uma Animação’. Em 2002, e a convite da Globo, rumou ao Brasil.

‘TEMPO DE VIVER’

Maria João Bastos é Raquel, uma viúva que volta a Lisboa após o 11 de Setembro.

FORMATO: Novela

HORÁRIO: 2ª a 6ª

CANAL: TVI

CONTRAPONTO

A MÁ DA FITA

Em ‘Tempo de Viver’, Margarida Vila-Nova é a vilã Maria Laurinda. Papel oposto ao que fazia em ‘Mundo Meu’, onde assumia o papel da órfã Rita.

A MAIS SENSATA

Na pele de Raquel, Maria João Bastos é a mais racional da trama em exibição na TVI. Um bálsamo, depois de ter sido a megera e enlouquecida Sofia de ‘Mundo Meu’.

PERCURSO NA REPRESENTAÇÃO TELEVISIVA

- Em ‘Ganância’, na SIC, (2001), no papel de Joana. Contracena com Amílcar Azenha, o vilão da trama.

- Estreou-se na Globo com ‘O Clone’.‘Sabor da Paixão’ foi a sua segunda novela brasileira.

- Em 2005, a actriz era a vilã e perturbada Sofia Salgado. Já nesta novela era rival de Margarida Vila-Nova.

- ‘Canta por Mim’. A actriz cantou e encantou o júri do programa da TVI, que a votou para entrar na semifinal.  FONTE: Correio da Manhã

 

 

Segunda-feira, 16 de Outubro de 2006

TVI - ‘Tempo de Viver’ grava cenas no Cemitério de Oeiras

As cenas do encontro entre Marco d’Almeida (vestido de preto) e Maria João Bastos (sentada), na pele de ‘Gonçalo’ e ‘Raquel’, foram gravadas ontem no Cemitério de Oeiras

Marco d’Almeida e Maria João Bastos gravaram ontem de manhã, no Cemitério Municipal de Oeiras, a cena em que os seus personagens, ‘Gonçalo’ – afinal, ressuscitou – e ‘Raquel’, se encontram. O CM revela-lhe os pormenores de um dos momentos mais marcantes de ‘Tempo de Viver’.

Gonçalo’ poderá ser visto, já nos episódios da próxima semana, a vaguear pelo cemitério depois do funeral do irmão ‘Afonso’ (Hugo Tavares). O vilão ficará, entretanto, surpreendido com a presença de uma bela mulher a rezar numa campa. Trata-se de ‘Raquel’, que nem sonha que está na presença do homem a quem atribuiu a morte do marido. Depois de uma troca de olhares e muitos sorrisos à mistura, a ‘tradutora’ aceita boleia de ‘Gonçalo’, convencida de que acaba de conhecer o homem da sua vida.

A cena do funeral de ‘Afonso’ foi gravada à tarde. Familiares e amigos dos ‘Martins de Mello’ dão de caras com ‘Gonçalo’, não ganhando para o susto. Ele conta que a sua ausência – foi dado como morto, recorde-se, nos atentados, de há cinco anos, às Torres Gémeas – se deveu a amnésia, confessando, porém, ao ‘padrasto (José Wallenstein) que tivera de simular a morte, com medo de sofrer represálias do dono do colar que roubara.

A curiosidade natural dos trabalhadores camarários e de quem estava no cemitério a prestar homenagem aos entes queridos não perturbou as gravações.

'SPIDER-MAN 2' ASSEGURADO

‘Spider-Man 2’, ‘Mr & Mrs. Smith’ e ‘King Kong’ são alguns dos filmes que José Eduardo Moniz comprou, recentemente, em Cannes. O director-geral da estação adquiriu, ainda, o terceiro ano de ‘Dr. House’, dando assim continuidade a uma das melhores séries produzidas nos EUA nos últimos anos.

Entretanto, no programa ‘Canta por Mim’ de domingo à noite, Manuela Moura Guedes – “o passarinho lá de casa quando canta”, como refere o marido – fará dupla com André Sardet, este em substituição de Rui Veloso. Por outro lado, ‘Pedro, o Milionário’ passa, definitivamente, a ser exibido à segunda-feira.

Fonte: Correio da Manhã

Segunda-feira, 9 de Outubro de 2006

Tempo de Viver’ - Fátima atacada

As emoções na novela da TVI ‘Tempo de Viver’ vão estar ao rubro durante a próxima semana, com tentativa de homicídio, morte e regresso polémico.
‘Bárbara’  vai tentar matar ‘Fátima’ (na foto) com uma faca

 No episódio que será exibido depois de amanhã, ‘Bárbara’ (papel interpretado por Dalila Carmo) vai tentar matar a sua rival ‘Fátima’ (Alexandra Lencastre). Tudo acontece durante a festa de anos surpresa da mãe de ‘Maria Laurinda’ (Margarida Villa-Nova) e a cena promete muita confusão e dramatismo.

E será também na próxima semana – terça ou quarta-feira – que os telespectadores vão assistir à morte de ‘Afonso’ (Hugo Tavares).

O ‘playboy’ vai cair de um prédio, onde se encontrava com o prostituto ‘Bruno’ (José Fidalgo), e vai deixar no ar mais um mistério.

E para fechar a semana com ‘chave de ouro’, a novela viverá mais um momento de tensão com o regresso de ‘Gonçalo’ (Marco d’Almeida), que supostamente morreu durante o ataque terrorista às Torres Gémeas de Nova Iorque (exibido no primeiro episódio). Para apimentar a história, ‘Gonçalo’ vai viver um romance com ‘Raquel’ (Maria João Bastos).

Fonte: Correio da Manhã

Sábado, 7 de Outubro de 2006

A vida difícil de José Fidalgo

Antes de cada cena, José Fidalgo, o Bruno de “Tempo de Viver” reza ao Pai Zé, pedindo-lhe que não o deixe ficar mal. Depois, benze-se. O ritual repete-se todos os dias, sem excepção, o que não passa despercebido aos olhos dos colegas e técnicos. Usa ainda um escapulário e, no seu discurso, a expressão “graças a Deus” é utilizada inúmeras vezes. A religião está muito vincada em José Fidalgo, talvez porque o seu percurso se assemelha ao do menino pobre que conseguiu subir na vida a pulso.

Tal como a sua personagem, que passou por dificuldades e teve de se “virar” para sobreviver, José Manuel Fidalgo Soares, também teve um percurso de vida difícil. A grande diferença entre ficção e realidade é que ele nunca escolheu o caminho mais fácil para vencer. Aos 27 anos, é considerado um dos actores promessa da nova geração, bem como um dos sex symbols do momento, mas nem sempre foi assim.

Nasceu, em Lisboa, a 5 de Agosto de 1979, no seio de uma família de quatro pessoas. Mas, quando ainda era muito pequeno, e segundo confidenciou a pessoas com quem já trabalhou, o pai saiu de casa, emigrou e não deu notícias durante uma longa temporada. A memória da figura paterna foi para José uma incógnita durante anos. Foi a mãe quem esteve sempre por perto, bem como a irmã, Carla, 34 anos. Para sobreviver, a senhora trabalhava como ama e não media esforços para que nada faltasse aos filhos. Luxos foram coisas a que nunca se habituou, mas o afecto sempre fez parte da sua vida.

Fidalgo cresceu entre fraldas, chupetas e biberões, o que lhe despertou a vontade de ter filhos cedo. “Gostava de ser pai. Não tenho filhos, mas adoro crianças. A minha mãe foi ama durante oito anos e sei muito bem tratar de um bebé”, referiu. No entanto, ainda não chegou a hora. “Primeiro tenho de me apaixonar e casar-me. As crianças precisam dos pais ao lado.

” A frase indicia o quanto ficou marcado pela ausência paterna. Acabou, no entanto, por conhecer o pai anos mais tarde quando este regressou. “Quando o Zé era adolescente ele voltou, com mais dinheiro. Pensava que podia comprar a amizade do filho, mas não conseguiu”, refere fonte que prefere não ser identificada. “Apesar de conhecer o pai, a pedido da mãe, a quem está muito ligado, mantém uma relação muito distante com ele. Nem sequer tem o hábito de lhe telefonar nas datas festivas.”

Trabalhar aos 14
Para fazer face às dificuldades económicas e ao perceber que era bonito resolveu tentar uma carreira na moda. Tinha 14 anos quando fez o seu primeiro anúncio publicitário. Chegou a Milão e Atenas, embora nunca tenha pisado uma passarela por não ter altura suficiente. Apesar de ganhar bons cachês, a sua prioridade continuou a ser a escola. Foi, aliás, enquanto estudava no Liceu Maria Amália Vaz de Carvalho, em Lisboa, que pisou o palco pela primeira vez. Tinha 16 anos.

A paixão foi crescendo. Seguiram-se outras peças e workshops de representação que lhe foram ensinando a técnica. Em 2000, foi escolhido para apresentar o programa “Clube Disney”, na RTP1, e deu nas vistas. Entregou o currículo na NBP, a maior produtora de ficção nacional e pouco tempo depois estava a dar vida a António, o irmão da personagem de Virgílio Castelo em “O Olhar da Serpente”. Era inexperiente, contudo mostrou-se esforçado e humilde. “Ele é um bom miúdo, trabalhador, e tem a sorte de dar nas vistas. Não há, em Portugal, muitos actores com as suas características físicas”, refere a mesma fonte.

Inegavelmente, a sua beleza saltou à vista. Faltavam-lhe, porém, as bases teóricas. Mal terminou as gravações, resolveu inscrever-se na OficinActores, a escola da NBP. Mais uma vez, colocava-se a questão monetária. O curso era dispendioso e Fidalgo não tinha a verba necessária disponível. Teve de pedir um empréstimo bancário e arranjar fiador.

Segue-se “Queridas Feras”, na qual vestiu a pele de Alex, um biólogo que tenta conquistar o amor do filho, depois de ter sido um pai ausente durante anos: “Gostei muito de fazer o Alex por ser uma pessoa que, passados 12 anos, quis ter o filho com ele, quis redimir-se dos erros que cometeu e lutou por isso. Fez-me lembrar pessoas que me são próximas e estiveram na mesma situação. A mensagem é ‘nunca é tarde’”. Mais uma referência ao seu singular percurso de vida.

Em 2005, é convidado para integrar “Ninguém Como Tu”, novela recordista de audiências, onde interpreta Miguel, o herói romântico. Melhor trampolim era impossível. O seu desempenho convence e é logo destacado para a produção de Rui Vilhena que se segue: “Tempo de Viver”, onde interpreta um prostituto, Bruno.

Vive sozinho
Ao mesmo tempo que a vida profissional lhe corre de feição, vai atingindo também determinadas etapas pessoais. Orgulha-se de viver sozinho há sete anos e de, com o que ganha, continuar a conseguir ajudar a família. Há cerca de dois anos, quando a irmã teve de fazer obras na sua casa, recebeu-a de braços abertos no seu apartamento, bem como ao cunhado e ao sobrinho, Simão. “O meu miúdo”, como o trata carinhosamente. Mas, sempre que lhe perguntam sobre algo mais privado, mostra-se reservado, prefere resguardar-se. “Quero que respeitem a minha privacidade”, é uma frase que repete constantemente. Alega que nem sempre foi assim tão defensivo, mas que teve de aprender a lidar com a imprensa, que, segundo ele, nem sempre escreve exactamente o que diz.

Fonte: TV Mais

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