Sábado, 15 de Dezembro de 2007

A Mariana Monteiro é linda de morrer

Com um contrato de exclusividade com a TVI para os próximos dois anos, o actor Pedro Granger garante que a nova novela está a ser muito importante para a sua carreira e que contracenar com a ‘ex-moranguita’, Mariana Monteiro, tem sido uma boa experiência.

'Para ser uma pessoa completa não posso refugiar-me  só no trabalho', afirma o actor

Correio Vidas – Durante o Verão foi disputado pela SIC e TVI. Por que decidiu manter-se no canal de Queluz?

Pedro Granger – Recuando no tempo, tenho trabalhado com todas as estações. Depois do ‘Dei-te Quase Tudo’, como qualquer actor, estava no mercado. No Verão passado houve alguns convites por parte da SIC, da RTP, mas como a TVI já vinha a falar comigo de uma exclusividade e, perante os moldes que o José Eduardo me colocou, fazia sentido. Daí ter assinado por dois anos. Confesso que tenho gostado muito das pessoas com quem tenho trabalhado, quer na TVI quer na NBP, e o Moniz é uma pessoa importante na minha vida profissional.

– Como está a correr a personagem?

– Um grande desafio. É uma personagem que, à partida, se pode pensar que tem como objectivo o amor impossível, mas acaba por ser um registo mais sóbrio comparando com o ‘Rodrigo’ de ‘Dei-te Quase tudo’. O ‘Salvador’ é mais maduro mas depois vai ter a problemática das vidas passadas.

– Faz par amoroso com a Mariana Monteiro...

– Está a ser muito bom trabalhar com uma rapariga que, para além de ser linda de morrer, é super-profissional, muito talentosa e tem sido uma óptima colega.

– Teme algum desgaste de imagem?

– Cada um faz a sua gestão. Para mim é impensável fazer duas novelas consecutivas e as pessoas sabem isso. Tenho 28 anos e continuo a apostar na formação e na reciclagem. Gosto de fazer teatro, cinema e tenho um método de trabalho onde não consigo fazer tudo ao mesmo tempo. Preciso de desligar botões para ter motivação para fazer novos projectos. Tento empenhar-me a mil por cento e depois intercalar com outros projectos. Há actores que conseguem fazer tudo ao mesmo tempo: teatro, novelas, cinema, mas eu quero ser justo comigo e com o público.

– Como gere o seu tempo?

– Há alturas, como esta, de maior desgaste e trabalho em que quase não tenho tempo para estar com a família, namorada e amigos. Mas para ser uma pessoa completa preciso disto tudo e não me posso refugiar só no trabalho. Tive de me ensinar a separar as coisas e a vivê-las. Agora estou muito absorvido com trabalho mas vou ter de compensar a seguir.

– Como lida com o assédio?

– A partir do momento em que faço televisão sei que vou ficar mais exposto e de certa maneira vou fazer parte da vida de muita gente. Ou seja temos de estar receptivos às abordagens das pessoas na rua e graças a Deus as pessoas são simpáticas. Claro que há dias em que estamos com melhor feitio, mas costumo dizer que o meu patrão é o público e o mínimo que posso fazer é agradecer. Agora que lido com isso de uma forma complicada lido. Gosto muito de ter o meu espaço

– Que cuidados tem com a sua imagem?

– Sou precisamente o mesmo que era há 10 anos, quando comecei. Não tenho essa obsessão, mas há que ter certas preocupações.

– Casamento faz parte dos seus planos?

– Neste momento estou mais focado no lado profissional, mas costumo dizer que tudo corre bem no ‘Reino da Dinamarca’. Acredito na instituição do casamento. Sou católico praticante e acredito na instituição que é a família, mas tudo a seu tempo.

– Mas aos 28 anos não pensa nisso?

– Já pensei e deixei de pensar. Tudo passa por fases da vida, da pessoa com quem se está e do que se faz no momento.

–Qual foi a sua reacção depois de ser noticiado que o Pedro tinha sido visto numa discoteca gay?

– O que é que interessa se estava numa festa lésbica? Estavam a chamar-me lésbica? Acho que a partir do momento em que as coisas começam a correr bem, há a necessidade básica de atacar e surgem todo o tipo de boatos. Se há uma jornalista homofóbica que decide implicar porque estou numa festa lésbica, não há problema nenhum. Não tenho vergonha nenhuma em ter ido a essa festa e de ter amigas lésbicas.

– Prefere fazer teatro, cinema ou televisão?

– Confesso que do que tenho mais saudades é da apresentação, porque aí tinha a parte da escrita de textos que eu gosto imenso.

– Qual o seu maior sonho profissional e pessoal?

– O sonho impossível seria trabalhar com o Tim Burton (risos). A possibilidade de o concretizar é mínima. O pessoal é ser cada vez mais feliz. Há quem diga que a felicidade é um estado anormal, por isso o meu sonho é ser o mais anormal possível.

– Quando era mais novo sonhava ser actor? Como surgiu essa hipótese?

– Comecei há 10 anos e pouco havia. Sempre achei que era uma realidade tão longe da minha que pensei ser impossível. Até que de repente caiu-me nas mãos a oportunidade de viver este sonho que julgava impossível.

IMAGEM

Vidas TV – Gosta de se ver na Televisão?

Pedro Granger – Prefiro ver outras pessoas, sinceramente.

– Tem algum tique?

– Todos temos. Há sempre arestas a limar.

– Mudava alguma coisa?

– Vou corrigindo, naturalmente, conforme a personagem.

– Melhor momento da sua carreira?

– O que mais gostei de fazer foi sem dúvida o ‘Ídolos’. Outro trabalho importante e marcante foi a novela ‘Jardins Proibidos’.

– E o mais embaraçoso?

– Quando ia mandando o Liedson para o estaleiro, no início da temporada, na apresentação das novas camisolas do Sporting. Sem querer ia-o empurrando para fora do palanque.

– Gosta de ser reconhecido na rua?

– Gosto de ser reconhecido pelo meu trabalho. Agora quando as pessoas vão na rua e dizem olha ele é da Televisão, confesso que não gosto.

– Uma referência na televisão?

– A primeira pessoa que me vem à cabeça é o Lecas (José Jorge Duarte).

– O que gosta de ver na TV?

– Prefiro ver séries, ‘Heroes’, ‘24’ e a minha série de culto é ‘Friends’.

PERFIL

Pedro Granger nasceu a 8 de Junho de 1979, em Lisboa. Tem um irmão mais novo e uma irmã mais velha. Proveniente de uma família numerosa, o actor viveu e cresceu na capital, excepto nos dois anos em que estudou em Nova Iorque.

Em 1999, quando frequentava o primeiro ano de Direito na Universidade Nova, surgiu o convite de Virgílio Castelo para integrar o elenco na novela da RTP, ‘Lenda da Garça’. Depois dessa primeira experiência seguiu--se a telenovela da TVI, ‘Jardins Proibidos’ (2000), para além de diversos trabalhos em cinema, teatro, dobragens e publicidade.

Protagonista na novela da TVI ‘Dei-te Quase Tudo’ (2005) – onde fez o par romântico com Vera Kolodzig – faz actualmente parte do elenco principal da nova produção do canal de Queluz, ‘Fascínios’. A música é outra das paixões do actor, que já compôs temas para alguns cantores portugueses.

Segunda-feira, 19 de Novembro de 2007

Empregada baril de quem todos gostam

Mãe de um aluno da Escola D. Sebastião, o ‘Luís’ (Ângelo Rodrigues), a personagem de Maria João Abreu em ‘Morangos com Açúcar V’, ‘Marília’, é ao mesmo tempo auxiliar educativa no mesmo local. Um papel que lhe permite “divertimento”, como realça ao Correio da Manhã.
Maria João Abreu

A ‘Marília’ é a empregada baril de quem todos gostam, à excepção dos rufias, em quem ela anda sempre de olho por saber as atrocidades que fazem aos outros”, diz.

“Eu e o Ângelo conhecemo-nos aqui no estúdio, quando viemos fazer o teste de imagem. Divertimo-nos imenso. Eu gosto de estar a gravar sempre bem-disposta e a dizer umas piadas e ele, como é mais novito, às vezes não se aguenta e desmancha-se a rir. No outro dia ralharam-nos porque tínhamos de gravar, mas olhávamos um para o outro e só ríamos”, confessa Maria João Abreu.

Habituada a lidar com crianças e em situações divertidas, como em ‘Médico de Família’ (TVI), a actriz sublinha: “Eu aprendo com as crianças e elas aprendem comigo. É preciso ter essa humildade”, diz.

Domingo, 28 de Outubro de 2007

Alexandra Lencastre parte comovida

Vestida de forma elegante, com um boné a dar o toque desportivo, Alexandra Lencastre não susteve as lágrimas ontem de manhã, no Aeroporto de Lisboa, quando chegou a hora de partir para a Índia, onde serão gravadas, por duas semanas, as primeiras cenas de época da telenovela ‘Imperium’, que substitui ‘Ilha dos Amores’, em Novembro, na TVI. O motivo das lágrimas foi, confessou, “a dificuldade de me separar das minhas filhas”.

Alexandra Lencastre no Aeroporto da Portela

Com Alexandra Lencastre partiram ainda João Perry, co-protagonista de ‘Imperium’, no papel de ‘Óscar Ventura’, seu marido, e Rita Pereira, que interpretará uma indiana. O realizador da novela, André Cerqueira, acompanhou os actores.

“Durante estes dias, vou ter muitas saudades das minhas filhas. Aliás, elas nem se tinham apercebido muito bem de que a mãe se ia embora”, confessou Alexandra Lencastre, que, aos 42 anos, volta a interpretar uma vilã nada branda, “uma mulher sem escrúpulos”, diz, acerca da personagem ‘Margarida Ventura’. Para tal, a actriz escureceu o cabelo e utilizou umas lentes de contacto verdes.

Rita Pereira, por sua vez, teve de aprender a falar hindi. “Estou muito satisfeita com este papel da indiana ‘Kali’”, disse a actriz, revelando que a irá ajudar “conhecer de perto famílias indianas”. Já João Perry, sorridente, ao lado de Rita Pereira, afirmou: “Como o ‘Óscar’ vai morrer, a minha participação na telenovela está quase a ficar concluída. Vou aproveitar para ler, se me deixarem.”

CHEGADA SÓ HOJE A BOMBAIM

Alexandra Lencastre, Rita Pereira, João Perry e André Cerqueira saíram ontem de manhã da Portela para uma longa viagem até Bombaim, onde chegarão hoje depois de escala em Londres.

A equipa fica hospedada dois ou três dias na maior cidade indiana, com 13 milhões de habitantes e considerada a capital comercial do país, onde se situa a meca da indústria local de cinema e televisão, ‘Bollywood’.

É em Bombaim que os actores portugueses vão gravar as primeiras cenas de época (1960) da novela. Depois disso, seguem para Goa, para prosseguirem as gravações, com outros actores que se lhes juntarão para a semana, como Diogo Amaral e Rogério Samora.

Correio  da manhã

É difícil estar sempre no limite

Bárbara Norton de Matos, a actriz que faz de Madalena na telenovela ‘Deixa-me Amar’, diz que se conseguir que as pessoas a odeiem é bom sinal e revela que se tornou uma pessoa mais organizada depois de ter sido mãe.

'Há momentos mágicos entre nós e os nossos filhos. Às vezes chego a casa estoirada e estar com ela é um bálsamo', revela a actriz

 Como foi saltar de uma novela (‘Tu e Eu’) para outra (‘Deixa-me Amar’) em tão pouco tempo?

- Acho que foi a primeira vez que tive um tempo de intervalo tão curto, mas não foi difícil porque a personagem é muito diferente da anterior.

- Está com um visual diferente. Essa mudança ajudou na composição da sua personagem?

- Muito. A roupa, o cabelo, a maquilhagem, ajudaram-me imenso a vestir a pele desta nova personagem. Foi a primeira vez que deixei de aparecer loira. Nunca tinha feito um papel sem ser loira. A maquilhagem é muito pesada, porque a minha personagem é muito sofisticada e é uma verdadeira ‘tia’. Tenho cabelo mais comprido, mais escuro, a franja desapareceu... Sou uma mulher sofisticada, insuportável, irritante... A forma como me visto, penteio e maquilho não tem nada a ver comigo... Eu e a Paula Lobo Antunes somos rivais. Ela é a boazinha e eu sou a vilã. Vou-lhe fazer a vida negra.

- É o seu primeiro papel de vilã?

- Não. Na novela ‘Nunca Digas Adeus’ era a Mónica, uma anoréctica insuportável e histérica ‘filha’ da Lídia Franco e do Tozé Martinho. Depois fiz sempre papéis de boazinha. Agora sou mesmo vilã, vilã. A Madalena começa por ser irritante mas com o passar da acção vai torna-se má.

- Está a gostar deste papel?

- Estou a adorar. Senti que estava a precisar de um papel diferente. Fiz ‘Amanhecer’, depois ‘Baía das Mulheres’ e ‘Tu e Eu’, com personagens muito dramáticas, pesadas e boas... Estava a precisar de um papel diferente!

- Qual a maior dificuldade deste papel?

- É uma personagem de extremos e é muito difícil estar sempre no limite: da postura, dos tiques, da maneira de falar, de andar, de me relacionar com os outros... porque se corre o risco de se ficar exagerado. Aliás, estão sempre a chamar-me à atenção: ‘Bárbara, estás a chegar ao limite!’

- Em quem se inspirou para fazer esta mulher irritante?

- Em muitas pessoas! A zona onde vivo, Cascais, é excelente para isso. Encontro lá muitas personagens onde me posso inspirar. Vou buscar uma coisa aqui, outra ali... O engraçado é que sou sempre muito influenciada pelas personagens que interpreto e o mais estranho é que ainda ontem estava no shopping a fazer compras e estava na pele da minha personagem. Parecia a Madalena a movimentar as mãos, a andar e até pela forma como transportava os sacos das compras... Que horror! A figura que eu andava a fazer! Vendo bem, são mais as horas em que eu estou como Madalena do que como Bárbara. Às vezes é difícil desligar.

- Tem a noção de como, na pele de vilã, pode fazer um papel muito marcante?

- Fica-se muito marcado. Não sei como o público está a acolher esta personagem. Se conseguir fazer com que as pessoas me odeiem é bom sinal, significa que a interpretação resultou. Certo é que estou a gostar muito de fazer este papel. Está a ser gratificante.

- Consegue ter tempo para a sua filha?

- Consigo. É tudo uma questão de organização. Depois de ter sido mãe tornei-me mais organizada e aprendi a não dramatizar, a não perder tempo com coisas desnecessárias.

PERFIL

Filha do treinador de futebol Norton de Matos, tem 28 anos e uma filha de um ano. Licenciada em Comunicação Empresarial, a actriz tem integrado os elencos de novelas e séries de ficção nacional da TVI. Estreou-se em 2001 com ‘Nunca Digas Adeus’. Fez depois ‘Amanhecer’, ‘Baía das Mulheres’ e ‘Inspector Max’, na qual era a Dr.ª Sílvia.

Correio da Manhã

Sexta-feira, 26 de Outubro de 2007

Rita Pereira já partiu para a Índia

 

A actriz Rita Pereira partiu esta manhã para a Índia, onde durante 15 dias vai gravar cenas na nova telenovela da TVI «Imperium», em que vai interpretar uma jovem indiana.

 

Visivelmente bem-disposta, Rita Pereira contou aos jornalistas estar «muito satisfeita» com este novo desafio e com uma personagem que é um «bombom» na sua carreira.

«Estou a adorar preparar a Kali. Tem sido magnífico fazer toda a pesquisa. Já tive aulas de dança indiana, de hindi (um dos dialectos indianos) e um workshop cultural e histórico», contou a actriz.

 

 

Rita revelou ainda que vai dois dias mais cedo para a Índia para conviver com uma família e jovens da sua idade. São momentos como este que a actriz considera serem «a melhor parte do trabalho».

 

 

Kali, disse, será a única personagem 100 por cento indiana na telenovela, que já começou a ser rodada em Portugal.

 

 

«A parte de Portugal já gravei, a minha participação termina com as gravações na Índia, um país que já queria muito visitar», contou Rita Pereira que nestes 15 dias vai dividir o trabalho entre Goa e Bombaim.

 

 

Em «Imperium» (nome provisório da telenovela) Rita trabalha directamente com Diogo Amaral, o seu par, Joana Bastos e Renato Godinho. «Somos o cartão de visita da novela», disse.

 

 

Esta manhã Rita Pereira embarcou em mais uma longa viagem depois de há pouco tempo ter chegado do Brasil, onde foi ultimar preparativos para o curso que vai começar a tirar em Novembro.

«Estes dias em Portugal deram para matar saudades. Tenho ficado em casa dos meus pais, para recuperar, comer a comidinha da mamã», contou.

 

Em Novembro Rita regressa ao Brasil, onde está também o namorado, Angélico Vieira.

O cantor dos DZRT está em São Paulo a gravar a telenovela «Dance Dance Dance».

TVI: Centro comercial de 800 m2 para novela

Nos estúdios Vale Verde em Bucelas, onde são gravadas as cenas interiores da nova novela da TVI, ‘Imperium’, que vai substituir ‘Ilha dos Amores’ nos finais de Novembro, foi edificado um centro comercial com 800 m2.
A Actriz vai gravar cenas da trama na Casa da Criação em Goa, Damão e Diu

A Actriz vai gravar cenas da trama na Casa da Criação em Goa, Damão e Diu

Na sede do império gerido por ‘Óscar Ventura’, personagem interpretado por João Perry, funcionarão, além de inúmeras lojas com as ‘grifes’ da moda, spas, cabeleireiros e vários espaços de restauração. O centro comercial foi construído com materiais luxuosos.

A telenovela ‘Imperium’, que tem cenas gravadas em Goa, Damão e Diu, na Índia – para onde partem hoje de manhã Alexandra Lencastre, a intérprete de ‘Margarida’, a megera da trama, e João Perry, que fará de seu marido na trama da Casa da Criação –, é um dos maiores investimentos feitos até agora no nosso país na área da ficção nacional.

A ideia de construir de raiz um grande espaço já não é novidade em Portugal. Em 2000, a NBP criou o ‘Bairro da Fonte’, uma série recentemente reposta nas madrugadas da SIC. No formato não faltaram as ruas alcatroadas, onde circulavam carros, oficinas de reparação de automóveis, uma padaria, um café, uma retrosaria, uma loja de decoração, um quiosque e, claro, casas de habitação, dando, assim, a imagem de um bairro de Lisboa.

Também a rua de ‘Conta-me como Foi’, série que passa na RTP 1, foi construída de propósito com o estilo arquitectónico dos anos 60.

A ideia do centro comercial de ‘Imperium’ poderá até parecer um déjà vu, porque na memória dos telespectadores ainda está gravado o esplendor de ‘Luxus’ da telenovela brasileira ‘Cobras & Lagartos’, exibida pela SIC, onde se desenrolaram muitas cenas da produção da Globo, protagonizada por Carolina Dieckman, Taís Araújo e Lázaro Ramos.

Outro centro comercial que ficou na história da ficção foi o de ‘Torre de Babel’, novela, também da Globo, que a SIC passou em 1998.

HISTÓRIA CONTA GUERRA E SAÍDA FORÇADA DA ÍNDIA

A trama de ‘Imperium’ vai levar-nos a locais e épocas que marcaram os portugueses que viviam em Goa, Damão e Diu, territórios situados na Índia, mas que faziam parte de Portugal até terem sido invadidos pelas tropas indianas em 1961. O trauma que a guerra e o abandono forçado provocou, directa ou indirectamente, será retratado nesta história que conta com um elenco de luxo e cenários grandiosos. Para ser fiel aos factos reais, a produtora NBP vai gravar em vários locais da Índia, nomeadamente nas antigas possessões portuguesas e também noutras cidades indianas, como, por exemplo, Bombaim. Alexandra Lencastre, João Perry, Rita Pereira e André Cerqueira são os primeiros actores a viajar para aquele país.

Correio da Manhã

Anónimos na mira dos caça-talentos

Mariana Monteiro, a Bia dos ‘Morangos com Açúcar’ e a Mafalda de ‘Doce Fugitiva’, tinha apenas 16 anos quando fez o seu primeiro casting depois de ser descoberta por uma agência numa das ruas da Baixa, quando fazia compras com a mãe.
Mariana Monteiro vai ser indiana de sari e trança preta em 'Imperius'

Mariana Monteiro vai ser indiana de sari e trança preta em 'Imperius'

“Tínhamos vindo a Lisboa passar uma semana. Andávamos a ver montras quando uma senhora da Unique Style nos abordou. Deu-nos o contacto e incentivou-me a fazer umas fotos na agência. Hesitei muito. Mas lá acabei por aparecer e fazer a inscrição.”

Um mês depois, no Porto, a jovem recebe um telefonema para a marcação de um casting.

Após algumas hesitações, Mariana meteu-se ao caminho, chegou a Lisboa, fez as provas e foi escolhida para interpretar a Bia de ‘Morangos com Açúcar’. Hoje com 18 anos, Mariana Monteiro recorda bem esse dia: “Estava muito nervosa. Tive de fazer uma contracena com um rapaz. Ele ‘fazia-se a mim’ e eu tinha de rejeitá-lo. O nervosismo passou quando comecei o casting. No final tinha a sensação de que tinha corrido bem”, conta.

Os pais de Mariana é que não viram com bons olhos o novo desafio da filha, que implicava ir viver para Lisboa, deixar a família e interromper os estudos. “Avisaram-me de que ao primeiro deslize regressava ao Porto. Mas arriscaram e deixaram-me vir. Foi um teste à minha confiança”, conta a jovem actriz, que prepara agora o terceiro trabalho em televisão na telenovela ‘Imperius’, que irá substituir ‘Ilha dos Amores’, na TVI. De trança preta e tez morena, o visual para o novo papel, Mariana Monteiro está irreconhecível.

PROVAR AOS PAIS

Provando aos pais que é uma jovem responsável, Mariana Monteiro concluiu o 12.º ano enquanto gravava ‘Doce Fugitiva’, em que interpretava o papel da rebelde Mafalda Noronha. “Acabava as gravações às 18 horas e ia a correr para as aulas. Foi muito difícil conciliar tudo. Mas consegui concluir o curso”, diz a actriz, que fará 19 anos dentro de dias.

Rafael Vilhena, director da Unique Style, a agência que descobriu Mafalda, faz questão de explicar que “não basta ter bom visual”. “É preciso espontaneidade, atitude. E conta também a forma como falam, como interagem. Só reunidas estas condições é que apostamos nos jovens”, frisa Rafael Vilhena, cuja agência procura novos talentos nas escolas secundárias, nas universidades, nas discotecas, numa rua de uma cidade ou no metropolitano.

“A Rita Fernandes, a Telma da última série de ‘Morangos de Verão’, foi descoberta numa discoteca de Leiria. Tem 19 anos e está agora na República Checa no concurso internacional Miss Europe Junior, em competição com representantes de 26 países.

O evento destina-se a jovens entre os 16 e os 20 anos”, revela à Correio TV o responsável pela Unique Style. Esta mesma agência descobriu ainda Martim Penedo, que começou por fazer publicidade e que aos dez anos foi seleccionado num casting para protagonizar a peça infantil de Filipe La Féria ‘O Principezinho’.

SEM MEMÓRIA DO PRIMEIRO CASTING

Fernando Fernandes, cantor e intérprete que se popularizou com a interpretação da personagem Tomé na série juvenil ‘Morangos com Açúcar’, era também um dos agenciados da Unique Style.

Patrícia Tavares não tem memória do seu primeiro casting. Porque fez muitos e começou muito cedo. Aos oito anos, Patrícia já fazia figuração em filmes estrangeiros. “Nessa altura saía barato vir rodar a Portugal. Mas a figuração era um meio muito restrito. Fiz muito trabalho. Ganhava-se bem e éramos muito bem tratados”, lembra a actriz. Aos 16 anos, Patrícia Tavares faria um casting para a sua primeira telenovela, ‘Roseira Brava’, exibida na RTP 1 em 1995. “Havia imensa gente e, depois de horas de espera, desisti e fui-me embora. Achei que nunca chegaria a minha vez. Como o casting foi atribulado, eles abriram inscrições para mais dias e, graças a uma marosca da minha mãe, lá consegui fazer as provas”. Tozé Martinho, Nicolau Breyner e Ivan Coletti conduziram o casting para ‘Roseira Brava’.

Reconheceram que Patrícia Tavares tinha talento e escolheram-na para fazer o papel de Anabela, a jovem que se apaixona por Manolo (Virgílio Castelo). “Uma semana depois, noutro casting, seria seleccionado o António Pedro Cerdeira, que era o meu herói na novela porque me arrancava das ‘garras’ do Manolo’ e da prostituição”, recorda a actriz.

Casada, com uma filha de cinco anos e cansada das lides domésticas, Maria Vieira, então com 24 anos, decidiu mudar de vida. “Como a minha filha já não estava tão dependente de mim, decidi ir trabalhar para um escritório”, conta. Mas três meses bastaram para que a actriz percebesse que não tinha vocação para passar o dia fechada num gabinete.

A publicação de um anúncio para audições no semanário ‘7ete’ e o incentivo dos amigos levaram Maria Vieira a uma audição no Teatro Adoque. “Pediram-me para cantar. E eu não desafinei. Pediram-me para dançar, e eu fiz a prova sem esforço. Quando me pediram para improvisar uma cena, eu, que não tinha nada preparado, interpretei uma anedota alentejana. Pus a plateia toda a rir”, recorda a intérprete, que faz questão de sublinhar que teve de “trabalhar muito para ser actriz”. “Fiz muitos cursos de voz e interpretação. E ainda hoje tenho aulas”, conta.

AJUDOU A SELECCIONAR MARIA VIEIRA

Quem ajudou a seleccionar Maria Vieira foi o actor e guionista Francisco Nicholson, que integra também o elenco de ‘Imperius’.

Em conversa com a Correio TV, o conhecido intérprete recorda como Virgílio Castelo se tornou actor: “Ele era modelo e tinha tarefas burocráticas no Teatro Adoque. Mas depressa revelou talento e passou para os palcos”.

Alguns anos mais tarde seria a vez de Virgílio Castelo descobrir Pedro Granger e convidá-lo para aparecer num casting.

Em 1998, Ana Brito e Cunha, Pedro Granger e outros jovens actores integravam o grupo de amadores Amigos do Palco e preparavam um espectáculo no Coliseu dos Recreios em prol da Acreditar. “O Virgílio Castelo ia apresentar o espectáculo e, depois de saber através da Ana que eu queria muito ser actor, convidou-me a aparecer num casting para a novela da RTP ‘A Lenda da Garça’”. Para assegurar que o amigo Pedro Granger não faltava ao casting, Ana Brito e Cunha foi levá-lo ao local. “Correu tudo bem”, conta o actor, que na altura estudava Direito na Universidade Nova de Lisboa. “O Virgílio foi o meu padrinho de profissão e a Patrícia Tavares a minha madrinha, porque foi com ela que fiz a minha primeira cena. Lembro-me de que estávamos em Guimarães e eram 09h00 da manhã.” E a brincar acrescenta que Ana Brito e Cunha foi “a fada-madrinha”.

Pedro Granger viaja dentro de semanas para a cidade de Goa, na Índia, onde vai gravar algumas cenas para a telenovela ‘Imperius’, cujo elenco integra.

ÊXITO POR MERO ACASO

O êxito do actor norte-americano James Gandolfini, o Tony da série ‘Os Sopranos’, prova que às vezes o encontro com uma profissão pode acontecer por mero acaso.

Um dia, em Nova Iorque, Gandolfini, que trabalhou como porteiro e depois empregado de bar, acompanhou um amigo às aulas de representação. Foi assim que se introduziu no meio e acabou por se formar na arte de representar. Já America Ferrera, a jovem protagonista da série ‘Betty Feia’, cuja segunda edição começou a ser exibida na SIC, passou no casting graças a um pequeno incidente com um copo. A sua atrapalhação revelou ao produtor que diante si estava uma jovem divertida, humana e “muito real”. As peripécias em redor dos castings são tantas que Dalila do Carmo fez uma peça intitulada ‘Nós depois telefonamos’. “O objectivo era parodiar um pouco com a situação, porque muitas vezes os actores vão aos castings e recebem sempre a mesma resposta: ‘Gostámos muito. Nós depois telefonamos.’ E nunca dizem mais nada...”

PASSOS DA CARREIRA

CAMALEÓNICA

Mariana Monteiro prepara o seu próximo desafio na TVI, a novela ‘Imperius’, que vai substituir ‘Ilha dos Amores’. Habituada a mudar de visual, tornou-se morena, com uma longa trança preta, e recebe aulas de postura e dança para dar credibilidade ao papel de indiana.

A VISÃO DA MÃE

“A mãe de Inês Castel-Branco teve muita visão para perceber as potencialidades da filha. Nem todos os pais têm esta sensibilidade”, conta Ana Borges. Hoje, explica a ex-manequim, já não é tão habitual surgirem nas agências pais a inscrever os filhos. São estes a contactar a agência e a candidatar-se. Os pais só tomam conhecimento da situação quando se confirma que, realmente, os filhos têm hipóteses.

FECHADO NA CASA DE BANHO

Quando fez a audição para o papel de ‘Dr House’, Hugh Laurie estava na Namíbia a filmar ‘Flight of the Phoenix’. Cansado das filmagens e do calor africano, o actor bebeu uma garrafa de uísque, fechou-se na casa de banho do hotel e filmou a sua interpretação do médico viciado.

Ao ver o vídeo de Laurie, o autor, Bryan Singer – que tinha decidido recusar actores britânicos –, ficou fascinado com o sotaque genuinamente americano de Hugh Laurie e escolheu-o de imediato. O que Singer não sabia é que Hugh Laurie é natural do Reino Unido e concorrera ao casting a pensar que House era uma personagem secundária. Mais tarde, com as filmagens, os produtores descobriram que a imagem de Laurie era também sedutora.

MARIA VIEIRA: AUDIÇÃO POR ANÚNCIO

Foi “por paixão” que entrou na profissão, num tempo em que os castings eram designados por ‘audições’ e reservados a quem fizesse parte do meio artístico. Um anúncio no semanário ‘7ete’ levou-a a uma audição no Teatro Adoque.

Maria Vieira tornou-se actriz por “amor à representação” num tempo em que a profissão parecia “inatingível”. Hoje, lamenta, “os jovens querem ser actores quase exclusivamente para serem famosos”.

DALILA DO CARMO: A IMPORTÂNCIA DO CASTING

Para Dalila Carmo todos os castings são “marcantes” porque eles são “a base” do seu trabalho. Em cada um deles é preciso “prestar provas”, “mostrar talento”. Há castings e castings. E pensa que alguns não passam de “exercício de autoridade”, “voyeurismo” ou “fachada”, porque quem se procura já está escolhido. “Há 15 anos pediram-me que dançasse com uma esfregona”, conta. “Mas há dias fiz uma audição de uma hora. Foi quase um ensaio.”

INÊS CASTEL-BRANCO E MARIA JOÃO BASTOS: 'PÉROLAS DE ANA BORGES'

Directora da Elite Portugal, Ana Borges recorda-se bem do dia em que Luísa Castel-Branco e a filha Inês lhe entraram pelo gabinete adentro. “Recebi uma mãe muito despachada que me queria apresentar a filha, uma rapariga tímida que se encolhia e se escondia atrás do cabelo. Assim que a vi percebi que tinha à minha frente um diamante em bruto. Nunca trabalhou muito como modelo, não era muito alta e não tinha ‘aquelas medidas’. Mas a relação com a câmara começou a afirmar-se e hoje ela brilha no palco e no ecrã.”

Quem bateu também à porta de Ana Borges foi uma miúda de cabelo curto e uns “incríveis olhos azuis”, a Maria João Bastos. “Não era muito alta e já tinha 18 anos. Dois factores que jogavam contra ela”, recorda a responsável da Elite Portugal. Mas, explica, “pela primeira vez quebrei as regras de ouro da Elite Internacional e aceitei-a na agência”. Para Ana Borges, a “maturidade” da actriz foi “um trunfo” na sua carreira. Hoje ela é uma das actrizes “mais reconhecidas do mercado nacional”.

Correio da manhã

Quinta-feira, 25 de Outubro de 2007

TVI vai construir cidade cenográfica

A criação de uma "cidade cenográfica", que centralize as estruturas de produção da NBP, responsável pelas telenovelas da TVI, e a pretensão de lançar dois novos canais por cabo em Setembro de 2008 foram ontem anunciadas por Manuel Polanco, administrador-delegado da Media Capital, que detém as duas empresas. Polanco adiantou que o grupo possui já cinco estúdios e que pretende também fazer "uma extensão para produção em locais exteriores", sublinhando que "a produção de conteúdos é onde se concentra o grande potencial de crescimento do grupo"."Estamos dispostos a focalizar a estrutura de produção de toda a Prisa sob a marca NBP"referiu, sendo que " o mais difícil é encontrar um lugar".

Essa escolha será "influenciada pela decisão sobre a localização do aeroporto de Lisboa" pelo que já se intentaram conversações com várias autarquias da região.

Quanto aos canais , prevê-se que um será generalista de entretenimento e outro de informação. A Media Capital passou, há cerca de duas semanas, a controlar a totalidade do capital das sociedades pertencentes à NBP com a compra da participação minoritária de Álvaro Parente. JN
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Alexandra e Perry a caminho de Goa

Alexandra Lencastre e João Perry partem sexta-feira para Goa, na Índia, para dar início às gravações de ‘Imperius’, nome provisório da novela da TVI que irá substituir a líder de audiências,‘Ilha dos Amores’.
Os dois actores são protagonistas da nova novela da TVI

Na novela da Casa da Criação, Alexandra Lencastre dá vida à vilã ‘Margarida Ventura’ , precisamente o oposto da sua mais recente personagem no pequeno ecrã: ‘Fátima’, de ‘Tempo de Viver’ (TVI).

A história de ‘Imperius’ centra-se em duas épocas: o presente, que retrata o Portugal dos nossos dias, e o passado, situado nos anos 60 em Goa, aquando da invasão do antigo território português pelas tropas indianas.

Agora a actriz assume o papel de uma mulher que não vai olhar a meios para atingir os fins. E, neste caso, o seu objectivo é a fortuna de ‘Óscar Ventura’, personagem interpretada por João Perry, com quem está casada.

Após a morte de ‘Óscar’, ‘Margarida’ descobre que não tem direito à herança e com a ajuda do amante, ‘Raul Carvalho’ (Rogério Samora), tenta apoderar-se dos negócios, agora dos enteados. ‘Margarida’ e ‘Raul’ engendram um plano para ficarem ricos. A viúva vai contar com a ajuda de ‘Vicente’ (Nuno Janeiro), um jovem que se vai apaixonar por ela.

O restante elenco, composto por Paula Neves, José Fidalgo, entre outros, já está a gravar nos estúdios da NBP.

Terça-feira, 23 de Outubro de 2007

Bárbara encanta na Gala

A apresentadora Bárbara Guimarães foi, juntamente com Ana Vasconcelos e Pedro Teles, uma das estrelas da primeira Gala ‘a sério’ de ‘Família Superstar’, que a SIC transmitiu anteontem.

Com um vestido de José António Tenente, como fez questão de referir na emissão, Bárbara dominou o espectáculo marcado pela emoção do reencontro entre os membros seniores e juniores das famílias concorrentes, uma semana depois da separação.

O espectáculo musical, por seu lado, mostrou aquilo que os directores musicais do concurso, Pedro e Henrique Feist, já tinham admitido: o inglês foi a língua dominante. Em doze actuações, dez foram no idioma de Shakespeare e Frank Sinatra o intérprete mais repetido. No entanto, numa Gala que tinha Las Vegas como tema, seria difícil escapar aos clássicos norte-americanos. Mesmo assim, ‘Vocês sabem Lá’, cantada pela primeira vez em 1950 por Maria de Fátima Bravo, e ‘Deixa-me Rir’, de Jorge Palma, mostraram que a música portuguesa também cabe num espectáculo ao estilo ‘music-hall’.

Notória foi a unanimidade do júri nos elogios aos concorrentes. Independentemente da qualidade da actuação, Tozé Brito, Clara de Sousa, Nélson e Sérgio Rosado (Os Anjos) repetiram as expressões “esteve muito bem” e “gostei muito” vezes sem conta.

A Gala conseguiu, mesmo assim, melhor resultado que na semana passada, garantindo o décimo lugar na tabela dos mais vistos. A começar à mesma hora, os ‘Gato Fedorento’ conquistavam o primeiro lugar, enquanto a aposta da TVI, ‘Casamento de Sonho’ não foi além do 12.º lugar. Contudo, a estação de Queluz de Baixo foi a mais vista ao longo do dia, batendo RTP 1 e SIC por pouco.

AS ESTRELAS DA NOITE

Ana Vasconcelos foi a vencedora da Gala de domingo, ao interpretar ‘Why don’t you do Right’, a música que a boneca animada ‘Jessica Rabbit’ cantava no filme ‘Quem Tramou Roger Rabbit’.

A presença de Herman José – interpretou ‘I’ve got you under my Skin’, de Frank Sinatra – também não passou despercebida, mas teve menos impacto que a de Pedro Teles, um concorrente que não passou da fase de casting, mas proporcionou momentos hilariantes com a sua interpretação peculiar de ‘Garçom’.

'CASAMENTO DE SONHO' SEM RITMO NEM BRILHO

Nem o reencontro dos noivos salvou a quarta gala de ‘Casamento de Sonho’, na TVI.

O programa, que começou depois da hora prevista, perdeu ritmo por conta de os intermináveis comentários sobre se os noivos mereceriam ou não ser castigados, mereciam ou não rever os respectivos pares...

Mais tarde, o tão prometido encontro dos pares no plateau teve pouco brilho e romantismo. Entre abraços, beijos, amassos, e desempenhos mais medianos, a quarta gala de ‘Casamento de Sonho’ foi o programa mais frouxo deste reality show.

Júlia Pinheiro, a apresentadora, foi quem conseguiu o momento mais divertido da noite ao imitar o encontro dos namorados.

O casal expulso, Hugo e Denise primaram pela tranquilidade e o bom-senso com que encararam a expulsão do reality show.

Segunda-feira, 22 de Outubro de 2007

Rita Pereira está de volta após as férias

Depois de vinte dias a matar saudades do seu mais que tudo, a actriz Rita Pereira regressou ontem de manhã a Lisboa sem a companhia de Angélico Vieira, que continua a gravar a novela ‘Dance, Dance, Dance’, em São Paulo, Brasil.
Actriz esteve vinte dias no Brasil

As férias da actriz – que esteve ainda no Brasil a ter aulas de representação – estão praticamente no fim e o regresso ao trabalho está marcado já para a próxima semana. Rita Pereira vai viajar até à Índia, onde irá gravar uma curta participação na próxima novela da TVI, cujo título provisório é ‘Imperius’.

O regresso da actriz ao Brasil deverá acontecer assim que terminar as gravações da novela, isto se Angélico Vieira não vier a Portugal para matar saudades da família e da sua Rita. Certo é que, em Dezembro, ambos têm trabalho em Portugal. Correio da manhã

O relógio biológico já está a trabalhar

A ‘Isabel’ da novela ‘Deixa-me Amar’ é já um nome incontornável da representação. Aos 33 anos, São José Correia esbanja sensualidade mas continua consciente de que o objectivo é tornar--se cada vez melhor na arte de representar.
São José Correia

 Vive talvez o momento de maior visibilidade pública. Foi algo que sempre quis?

– A minha carreira tem-se feito quase a ela própria. Não comecei com nenhuma estratégia para ser conhecida. Muitas pessoas fazem tudo para aparecer e depois é que surge o trabalho. Eu sou ao contrário, até porque a minha relação com a Imprensa não é íntima e, por vezes, não é a melhor.

– Lida bem com este aumento de exposição pública?

– Tenho lidado bem. Gosto que as pessoas falem comigo menos quando são mal-educadas. A maior parte é correcta mas o momento é que, às vezes, não é o certo. Mas isto é tudo consequência do trabalho.

– Que balanço faz da ‘Isabel’ da novela ‘Deixa-me Amar’?

– O ‘feed-back’ é muito bom. Não estava à espera de tanto porque a novela dá muito tarde. As pessoas que nos vêem adoram a ‘Isabel’. Tentei compor uma personagem que não fosse uma mulher ofensiva e vulgar. A ‘Isabel’ é atrevida, divertida e as pessoas estão curiosas com o que lhe vai acontecer.

– A imagem de mulher fatal começa a colar-se à sua figura. Incomoda-a esse facto?

– Não me incomoda ser conotada com uma mulher sensual. A consciência da sensualidade é dada de fora para dentro e não de dentro para fora. Nesse aspecto devia ter mais auto-estima. Há dias em que acordo e digo que estou gira e há outros em que preciso de um maquilhador. A minha procura não é a fama mas sim o prestígio.

– Ainda a perturba fazer cenas de sexo?

– Essas cenas são sempre complicadas. Há sempre um grande respeito no palco, mas é constrangedor. Pele com pele é uma coisa muito íntima, quer no trabalho como na vida pessoal. Mas não tenho pruridos.

– A nível profissional, os implantes de silicone abriram-lhe outras portas?

– Não senti diferença, porque quando fiz a ‘Leonor’ [da telenovela ‘Fala-me de amor’] ainda não tinha sido operada. Não gosto de falar disso mas veio ajudar-me na carreira em termos técnicos. Ao fazer a ‘Leonor’, para ter um belo busto precisava de um montão de efeitos. O objectivo não foi esse, mas uma coisa leva à outra. Aumenta a auto-estima, mas a minha atitude como actriz não mudou. Quero que o espectador esteja a olhar nos meus olhos e não para o meu decote.

– Sente-se mais feminina depois da operação?

– Uma actriz não se deve centrar na sua aparência, porque o próximo projecto pode ser o de uma corcunda. Mas fico feliz por esse reconhecimento porque é esse o objectivo da personagem. Fora das novelas tem de perguntar às pessoas que estão comigo (risos), mas sim, sinto-me mais sensual.

- Que cuidados tem com a sua imagem?

– Se calhar devia de ter mais. Devia fazer umas massagens para as gordurinhas na barriga, mas faço abdominais e exercícios de flexibilidade que me dão consciência do meu corpo.

– Aceitaria fazer uma produção fotográfica sensual e arrojada?

– Não recusaria, depende da proposta. As de nu gratuito é que não, porque tem a ver com a forma como lido com a minha intimidade, mas gosto muito do erotismo, de alguma pornografia em literatura. Analiso as propostas como outras quaisquer mas isso nunca aconteceu, tal como o boato de que iria posar para a ‘Playboy’. Não tenho nada contra esse tipo de revistas, mas eu não me considero um alvo.

– A nível sentimental também vive um bom momento? Tem namorado?

– Não é momento nenhum (risos). Não tenho namorado.

– Aos 33 anos, não está a pensar em casar?

– Não é algo que me preocupe. Só se pode começar a pensar nisso quando se encontra a pessoa certa.

– E filhos?

– Sim, sinto que cada vez mais o meu relógio biológico está a trabalhar. Apetece-me estar mais perto dos bebés e sinto-me mais carinhosa.

– O que gostava de estar a fazer daqui a 20 anos?

– Gostava de fazer mais cinema e de escrever para televisão.

– Tem algum vício?

– Sim, cigarros, cafeína, e rir muito.

– Como surgiu esta polémica do livro ‘Vírgula C’, assinado por Vera Galpe, um suposto pseudónimo seu?

– Não fui eu que escrevi. Sei quem foi e também é uma actriz, daí talvez a confusão, porque também escrevo sobre o erotismo e espero poder vir a escrever para uma série televisiva.

IMAGEM

Vidas TV – Gosta de se ver na televisão?

São José Correia – Às vezes, quando as cenas saem bem. Sou muito autocrítica. Tento controlar determinados aspectos como, por exemplo, nas cenas de grande emoção, para não exagerar.

– Reconhece ter algum tique?

– Acho que não tenho. Tento corrigir os gestos excessivos.

– Mudava alguma coisa?

– Penso que não.

– Qual foi o melhor momento da sua carreira?

– A série de época ‘Paixões Proibidas’ foi talvez o melhor momento, uma vez que a minha personagem era muito rica.

– O momento mais embaraçoso?

– Uma vez, numa peça, subi umas escadas, contei mal os degraus e bati com o nariz na parede. Entrei em cena a chorar e a rir ao mesmo tempo, com imensas dores. Quando terminei a cena deram-me os parabéns pela emoção que, de facto, transmiti.

– Gosta de ser reconhecida?

– Tem dias, mas gosto desde que não aconteçam faltas de respeito.

– Uma referência na televisão?

– A actriz Maria João Luís. [Recentemente fez o papel de ‘Natália’ na novela da TVI ‘Doce Fugitiva’]

– Conteúdo preferido em TV?

– Sou uma devoradora de séries. Adoro ‘Os Sopranos’.

– Hobbies?

– Gosto de escrever e de jogar snooker. Adoro ir à praia, de preferência ao Meco, porque faço nudismo.

PERFIL

Maria José Correia nasceu em Lisboa a 13 de Setembro de 1974 (33 anos). Apesar de não constar no BI, o nome de São foi-lhe dado pela mãe nas primeiras semanas de vida. A mais nova de quatro irmãos passou grande parte da infância na Madeira, de onde os pais são naturais. Iniciou a carreira no teatro aos 19 anos na Companhia de Teatro de Almada. As telenovelas da TVI ‘Ninguém como Tu’, ‘Fala-me de Amor’ e, recentemente, ‘Paixões Proibidas’ (RTP) trouxeram-lhe o reconhecimento do público. Actualmente pertence ao elenco da peça ‘Dentadas’, de Kay Adshead, que vai subir ao palco do Teatro da Comuna no início de Novembro.

Fonte: Correio da Manhã

Quarta-feira, 17 de Outubro de 2007

Jorge Corrula e Paula Lobo Antunes:Claro que é amor!

 

Embora sejam reservados em relação à vida privada, Paula Lobo Antunes e Jorge Corrula continuam apaixonadíssimos. Nem o facto da actriz ser a protagonista da novela da TVI “Deixa-me Amar” e Corrula interpretar o vilão de “Floribella”, na SIC, perturba o idílio amoroso.

A tvmais encontrou-os no lançamento do Singstar Pop Hits, jogo de canto para a consola PlayStation2, que contou com uma competição de canto entre figuras públicas.

Eles cantam!
Paula chegou primeiro, cantou e encantou. Quando Jorge apareceu, a actuação da namorada já tinha terminado, mas, mesmo assim, confessou: “Em casa, ela canta muito bem, mas é no chuveiro. Fazê-lo ao vivo é diferente”. Já o próprio canta para se divertir. “Prefiro músicas do Marco Paulo e da Ágata porque gosto de inventar coreografias”.

Oceana Basílico e Pedro Laginha já disseram o "SIM"

 

A relação começou há um ano e o amor foi selado no passado dia 28, numa cerimónia pelo Registo Civil. Oceana Basílio, 28 anos, e Pedro Laginha, 36, casaram-se em S. João de Caparica, no bar Kontiki, junto à praia.

O tempo não ajudou à festa e a chuva impediu que os noivos e os cerca de 120 convidados fossem festejar a ocasião para o areal. Mas, como diz o ditado popular, “boda molhada, boda abençoada” e o mau tempo não foi impeditivo para que a alegria reinasse. No espaço interior do bar, uma banda animou o ambiente e duas longas mesas com comida e bebida aconchegaram os convivas.

A imprensa não esteve presente, nem sequer os paparazzi, facto que agradou muito ao casal: “Correu tudo muito bem, até nesse aspecto. O casamento é uma coisa pessoal. Não somos nenhuns príncipes, por isso acho que não deve ser do domínio público”, disse Pedro Laginha à tvmais.

 

Oceana e Pedro já têm filhos de anteriores relações mas a convivência entre todos é óptima

Sempre o mar
O local escolhido para o enlace foi uma opção original mas previsível. Oceana é natural de Tavira, no Algarve. O seu nome e os dos irmãos são relacionados com o mar, por isso nada mais natural do que querer casar-se num cenário que a faz sentir-se em casa. Pedro apoiou a mulher nesta opção: “Foi uma decisão conjunta. Estou feliz”.

A festa contou com muitas caras conhecidas, entre as quais Diana Chaves, que conheceu a noiva quando ambas fizeram parte do elenco de “Morangos com Açúcar 4”. A lua-de-mel teve de ser adiada, uma vez que o actor faz parte do elenco da próxima novela da SIC, “Resistirei”, de Teresa Guilherme Produções, cujas gravações já começaram e irá substituir “Vingança”, em que Pedro interpretou Rui, o polícia da Euroforce, amigo de Santiago (Diogo Morgado). Oceana foi Ângela em “Doce Fugitiva”.

Quero casar vestida de branco

Três anos depois de ter dado os primeiros passos, tímidos, no mundo da representação, Marta Melro já se livrou do rótulo de ‘moranguita’. À espera de uma oportunidade na carreira, a actriz falou ao Correio Vidas sobre o desafio que foi gravar a novela ‘Tu e Eu’, o quão feliz se sente ao lado do namorado, Rodrigo Saraiva, e o desejo de ser mãe num futuro próximo. Talvez até antes de casar.
'Sinto-me actriz porque respiro isto, deixo de dormir e vivo isto de corpo e alma', confessa Marta Melro

Aos 22 anos, a ‘Céu’ da telenovela ‘Tu e Eu’ espera por uma oportunidade de brilhar na pele de uma assassina no cinema. Enquanto o dia não chega, a jovem actriz tem aproveitado para se dedicar à cozinha e ao namorado, Rodrigo Saraiva, com quem sonha casar, vestida de branco, e ter... muitos filhos.

- Correio Vidas – Depois de ter terminado a telenovela ‘Tu e Eu’, já tem algum projecto em vista?

- Marta Melro – Para já estou parada, mas há uma série de hipóteses no ar. Há uma pequena possibilidade de realizar a minha grande vontade, que é fazer cinema, mas vamos esperar para ver. Enquanto isso vou-me dedicando à cozinha...

- É isso que tem aproveitado para fazer nas férias?

- Sim (risos), porque, apesar de os meus amigos dizerem que sou uma fadinha do lar, paranóica com as arrumações e limpezas, tenho uma grande falha: a cozinha. Como fui muito mimada e os meus pais são óptimos cozinheiros, nunca senti necessidade de ir para os tachos. Depois fui morar sozinha, mas chegava a casa tão tarde que recorria sempre às pizas. Agora é que tenho aproveitado para ler uns livros de culinária.

- Começou a trabalhar aos 17 anos: como surgiu a oportunidade de entrar nos ‘Morangos’?

- Vivia no Porto e fazia uns trabalhos esporádicos como manequim, para ganhar umas coroas. Um dia estava em Lisboa e ligaram-me a perguntar se queria ir a um casting para os ‘Morangos’. Eu não estava muito interessada mas lá fui e correu bem. Acharam graça, porque estavam à procura de uma miúda rebelde e, na altura, eu tinha um sotaque cerradíssimo e estava cheia de pica. Depois ligaram-me só a dizer: ‘Marta, daqui a uma semana tens de estar em Lisboa’. Eu ainda disse que não tinha casa nem nada, pronto, mas a resposta foi: ‘Desenrasca-te...’

- Foi complicado morar sozinha aos 19 anos?

- Inicialmente, foi o grito do Ipiranga. Era muito protegida pelos meus pais e sentia necessidade de ter um bocadinho de liberdade, mas sempre pensei que fosse uma coisa temporária. O meu objectivo era parar a escola um ano e regressar ao Porto. Só quando percebi que era uma mudança definitiva é que comecei a sentir a falta dos mimos dos pais.

- Os seus pais aceitaram bem a decisão de ser actriz?

- No início achavam que era só uma fase, que eu ia fazer os ‘Morangos’ e voltava para casa. Mas agora gostam, admiram muito e são os meus fãs número um. Claro que em alturas como esta, em que estou parada, dizem: ‘Ai, filha, devias ter um trabalho normal’. Mas, acima de tudo, apoiam-me, porque sentem que estou feliz.

- Já fez três novelas mas passou a ser mais conhecida em ‘Tu e Eu’. Marcou-a muito?

- Marcou por tudo, foi um desafio. E, infelizmente, sinto que só me começaram a levar a sério depois desta novela. Só agora é que começaram a levantar a pontinha do rótulo de ‘moranguita’. E isso é a coisa que me deixa mais feliz, encontrar pessoas que não se lembram de que eu participei nos ‘Morangos’. Não é que tenha vergonha, é porque finalmente me encaram como actriz.

- E já se sente actriz?

- Demorei muito tempo a sequer pronunciar a palavra ‘actriz’, tinha quase vergonha de o dizer. Actualmente, sinto-me como tal porque respiro isto. Porque deixo de dormir para ir gravar, porque vivo isto de corpo e alma.

- Muitos actores sonham com o teatro, não é um desejo subir ao palco?

- Quando comecei, toda a gente dizia que tinha de fazer teatro. Acontece que eu tenho um medo terrível de público, tenho pânico, por isso o teatro nunca seria a minha primeira opção. Acho mais interessante o trabalho de pormenor do cinema.

- Mas no ‘Dança Comigo’ esteve perante uma plateia. Foi uma prova de fogo?

- Foi a minha prova de fogo mas foi terrível. Eu não conseguia dormir, não conseguia comer, nada. Eu já sou magrinha e emagreci mais cinco quilos por causa do programa. Mas foi especial, principalmente no dia em que dei o grande trambolhão. Se me perguntassem como é que eu reagiria eu teria dito que fugia, mas não foi o que aconteceu. Magoei-me antes de entrar, disseram-me para não ir, mas eu senti-me confiante. Tive pessoas a abraçarem-me a dizer para ir...

- O que gostava mesmo de fazer?

- Adorava fazer uma assassina no cinema, porque tenho a certeza de que vou ser muito melhor mazona do que boazinha. Eu passava a vida a dizer à (Daniela) Ruah: ‘Dava tudo para trocarmos de papéis’.

- A decisão de ser actriz mudou também a sua vida pessoal. Foi nos ‘Morangos’ que conheceu o seu namorado, Rodrigo Saraiva...

- Foi engraçado, porque tínhamos uma relação de amor/ódio. O Rodrigo é muito espirituoso e não fazia ideia se ele simpatizava comigo ou embirrava. E ele sentia a mesma coisa, porque eu era toda empertigada. Era “a miúda do Porto” e toda a gente achava que tinha de andar de ‘mão na anca e faca na liga’. A verdade é que houve uma empatia muito bonita entre nós. Os nossos relacionamentos anteriores terminaram, aconteceu, e estamos juntos até hoje. Não vejo de outra forma.

- Ele é o seu apoio?

- É, dá-me muita força, é o verdadeiro amigo e o primeiro a criticar-me. Foram raríssimas as vezes em que o Rodrigo estava sentado em frente à televisão e disse: ‘Amor, parabéns’. Mas foi muito importante, principalmente no meu arranque. Eu não conhecia o meio e podia ter aceite propostas menos boas para mim. Ele guiou-me para o caminho certo e estou-lhe muito agradecida por isso.

- Até tatuaram mesmo uma aliança no dedo...

- Não é uma aliança, é mais simbólico do que isso. Foi começada há três anos e está à espera de ser acabada, mas queremos fazê-lo ao mesmo tempo, olho no olho. É sinal de um momento bonito da nossa vida. O Rodrigo disse uma vez, e é verdade: “Mesmo que, infelizmente, surja uma outra mulher na minha vida, terá de viver com o facto de tu teres existido na minha, e isto é a prova de que isso aconteceu.”

- Casar faz parte dos seus planos?

- Gostava de casar vestida de branco, num espaço bonito, mas não é uma prioridade. Nós fazemos o mais difícil de um casamento, que é partilhar a mesma casa há três anos.

- E filhos?

- Penso mais vezes em filhos do que em casamento. O meu instinto maternal já deu a sapatada no meu organismo e gostava muito de ter filhos. Mas vou esperar, porque acho que não faz sentido na nossa vida termos um filho agora. Mas às tantas até tenho um filho antes de casar, nunca se sabe.

- O Rodrigo também quer ser pai?

- Acho que no dia em que disser ao Rodrigo que vai ser pai ele é o homem mais feliz do Mundo. Aliás, ele já me disse que esse será o dia mais marcante da vida dele.

REFLEXO

- Correio Vidas – O que vê quando se olha ao espelho?

- Marta Melro – Normalmente não gosto muito do que vejo. Sou bastante complexada porque desde pequenina que sou gozada pela magreza. Talvez por isso, desde miúda comecei a gostar de me maquilhar e mudar de visual.

- Gosta do que vê?

- Sou cada vez menos paranóica com o espelho mas gostava de ter uns quilinhos mais.

- Alguma vez lhe apeteceu partir o espelho?

- Eu já parti um espelho, quando era miúda, na escola. Já não me lembro muito bem porquê mas acho que foi por causa de uma nota com que não concordei.

- Quem gostaria de ver reflectido no seu espelho?

- Com mais ou menos olheiras, desgrenhada ou não, acho que eu sou a pessoa que quero ver reflectida no espelho e estar feliz com isso. Hoje, daqui a dez anos, 20 ou 30 anos.

- Uma pessoa de referência?

- Os meus pais. Sou muito ligada a eles.

- Momento marcante na vida?

- Tenho tantos, mas aquele que provocou uma mudança mais drástica na minha vida foi o dia em que recebi o telefonema a dizer ‘Marta, tens uma semana para estar em Lisboa’. Foi em 2004, quando comecei a fazer os ‘Morangos com Açúcar’. Não imaginava o quanto a minha vida iria mudar.

- Qualidade e defeito?

- Toda a gente tem o seu quê de teimosia mas eu sou mesmo muito casmurra. A qualidade, acho que é ser acessível para as pessoas com quem estou constantemente, o que fez com que tenha amizades bonitas e um relacionamento amoroso mesmo muito bonito.

PERFIL

Tem 22 anos e passou a adolescência no Porto, com os pais e os três irmãos, a quem se diz muito ligada. Talvez por isso lhe tenha custado tanto quando, aos 19 anos, veio sozinha para Lisboa investir numa carreira como actriz. Três anos depois da estreia em ‘Morangos com Açúcar’ e da passagem pelas novelas ‘Dei-te Quase Tudo’ e ‘Tu e Eu’, Marta sonha com uma carreira brilhante no mundo da representação, sempre sem esquecer a formação, que deixou por acabar.

A actriz não esconde que gostava de tirar o curso de Publicidade e Marketing mas que o sonho de vida é mesmo ser actriz e vingar na sétima arte. Enquanto o dia não chega, Marta vai vivendo um de cada vez ao lado do actual namorado, o actor Rodrigo Saraiva, que conheceu e de quem se apaixonou nas gravações dos ‘Morangos’.

CM

Bárbara emocionada com a filha Luz

A actriz é uma mãe babada, Bárbara Norton de Matos não pára de falar quando o assunto é Luz, de ano e meio. “A minha filha está óptima, muito crescida”, diz , revelando que, há cerca de duas semanas, emocionou-se. “A Luz disse mãe pela primeira vez. Fartei-me de chorar”, revelou, adiantando: “Esta não foi a sua primeira palavra. A Luz aprendeu a dizer ‘não’ porque estar sempre a ouvir isso”.

A viver um bom momento profissional, Bárbara está a adorar a novela ‘Deixa-me Amar’

A viver um bom momento pessoal, Bárbara Norton de Matos nega estar apaixonada, como foi referido na última semana. Ao surgir publicamente com o amigo Carlos Brito, rapidamente surgiram os rumores de que estaria comprometida. “O Carlos é meu amigo de infância e só isso. Já não é a primeira vez que dizem que namoramos, isso também aconteceu quando fui com ele a uma festa no Algarve, durante este Verão”, salienta a actriz, deixando claro que não se sente incomodada com os boatos. “Não tenho namorado, nem sequer um amigo especial. Estou mesmo sozinha e muito bem”, garante, acrescentando: “De momento, dedico todo o meu tempo à minha filha e ao meu trabalho”.

De volta às telenovelas, Bárbara Norton de Matos refere estar a adorar ‘Madalena Seabra’, a sua personagem em ‘Deixa-me Amar’, “Ela é a tiazona de serviço. A ‘Madalena’ não é a má da fita. Tem o seu q. de cómico, mas também é um pouco irritante e fútil”, frisa a actriz, visivelmente satisfeita, admitindo ainda ter sido fácil encontrar o rumo da personagem. “Inspirei-me em muitas mulheres de Cascais – onde vivo – e elas que me perdoem. Portanto, não foi difícil entrar nela. Acho que está a ser uma experiência muito engraçada e diferente”.

CM

Domingo, 7 de Outubro de 2007

...

Finalmente, Rita Pereira está no Brasil. Há várias semanas que se falava do reencontro da actriz com o namorado, Angélico Vieira, mas isso só aconteceu na passada terça-feira. A sua estadia deverá prolongar-se até Janeiro e até lá o casal tem tempo para namorar e, sobretudo, trabalhar.
Rita Pereira e Angélico

Esta viagem parece ter surgido no momento certo, deitando por terra os constantes rumores de que o relacionamento de Rita Pereira e Angélico estaria a passar por uma crise, agravada agora pela distância. No entanto, há outro motivo que parece ter apressado o reencontro: a actriz brasileira Juliana Baroni.

Ainda em Portugal, Rita Pereira terá sido confrontada com a aproximação do namorado a Juliana Baroni, facto que, obviamente, a incomodou. Apesar de garantir que tem plena confiança no D’ZRT, a verdade é que a actriz rapidamente quis estar junto dele, não só para perceber se os rumores não passavam disso mesmo como também para acabar com essas especulações.

Angélico e Juliana Baroni contracenam na telenovela musical ‘Dance, Dance, Dance’, da Rede Bandeirantes, e a empatia foi imediata.

Porém, Rita Pereira não gostou nada de saber da nova amizade do namorado e tratou de ir ter com ele o mais rápido possível, de forma a evitar que novamente o nome de Angélico fosse associado a uma brasileira. O curioso de toda esta história é que Juliana Baroni é uma das melhores amigas de Eliana, a apresentadora brasileira que a imprensa local garantiu, em Julho passsado, estar envolvida com o D’ZRT.

Quando se soube desta notícia, Angélico Vieira reagiu, negando o envolvimento com a brasileira. Também Rita Pereira veio a público garantir que entre ela e o namorado estava tudo bem e que o amor é tão forte que nada os afecta. “Fartamo-nos de rir com as histórias que passam a vida a inventar. Já nos habituámos aos constantes rumores”, salientou a actriz.

Mas a verdade é que os boatos de um relacionamento com Eliana não passaram disso mesmo. Pois, segundo a imprensa brasileira, a apresentadora apenas serviu de Cupido. Foi Eliana quem apresentou a melhor amiga a Angélico e, devido a andarem sempre os três juntos, os boatos começaram por ligar o português à apresentadora.

Desta vez Rita Pereira não quis que o namorado ficasse sozinho no Brasil. Decidiu deixar a vida que tem em Portugal para, até Dezembro, estar do outro lado do Atlântico mas perto de Angélico. Além de estar junto do namorado, Rita Pereira vai fazer um curso de representação em S. Paulo. Mas o mais importante é a nova aventura em terras de Vera Cruz.

“Estou muito feliz por ir estudar para o Brasil. Vai ser uma experiência única, e quero aproveitar para conhecer as belezas naturais do Brasil. Claro que não vou poder conhecer tudo mas vai ser muito bom”, adiantou a actriz.

Desde que está a trabalhar na telenovela ‘Dance, Dance, Dance’ – estreou na passada segunda-feira, com bons níveis de audiência, na Rede Bandeirantes – que Angélico Vieira se confessa bastante empenhado na carreira, estudando afincadamente o seu novo papel. Mas isso não o tem impedido de confraternizar e fazer amizades. Algumas mais intensas, como aconteceu com Juliana Baroni, onde a cumplicidade entre os dois foi quase imediata, segundo se fala nos corredores do canal.

No elenco de ‘Dance, Dance, Dance’, o actor foi bem recebido e ninguém ficou indiferente ao seu talento. Na telenovela, Angélico interpreta ‘Bruno’, um ‘personal trainer’ que valoriza todo o tipo de luxos, que são mantidos graças a encontros com mulheres mais velhas. O sonho de ‘Bruno’ é ser um cantor famoso e ter as fãs aos seus pés.

Angélico diz que esta é uma das grandes oportunidades da sua vida e por isso não podia deixá-la fugir, mesmo que tal o fizesse viver longe da namorada. Agora o problema está resolvido pelo menos até Dezembro, mês em que Rita Pereira poderá ter de deixar o Brasil.

NOVELA INTERROMPE ROMANCE

É certo que Rita Pereira ficará junto de Angélico no Brasil até Dezembro. No entanto, a actriz poderá ter de interromper a estadia por terras de Vera Cruz por motivos profissionais. É que José Eduardo Moniz não dispensa a ‘Estrelinha’ depois do sucesso de ‘Doce Fugitiva’ e quere-a na próxima telenovela da TVI. Assim sendo, Rita Pereira terá de viajar até Goa, onde já estão a ser gravados os primeiros episódios. Na Índia já se encontram alguns actores a trabalhar, como Alexandra Lencastre, João Perry e Pedro Granger. Se Rita Pereira julgava ter alguns meses de descanso estava enganada. O trabalho espera-a no final do ano e até lá a actriz já fez saber que quer estar com o namorado mas também tirar um curso de representação.

JULIANA É A PROTAGONISTA

Juliana Baroni tem 29 anos e começou a sua carreira, em 1986, como ‘paquita’ no programa da Xuxa. Nove anos depois, participa na telenovela ‘Cara e Coroa’. Seguem-se outras produções da Rede Globo: ‘Salsa e Merengue’, ‘Você Decide’, ‘Malhação’ – foi onde se tornou mais conhecida, no papel de ‘Cacau’ –, ‘Uga-Uga’, ‘Celebridade’, ‘A Lua Me Disse’, ‘A Grande Família’ e ‘O Profeta’. Em 2002, Juliana Baroni integrou o elenco da telenovela portuguesa ‘A Senhora das Águas’, na RTP 1, em que interpretou a personagem ‘Cláudia Cardoso Lobo’.

Na telenovela musical ‘Dance, Dance, Dance’, a actriz vive a sua primeira protagonista, ‘Sofia’, uma jovem bailarina que vai para a cidade estudar. Tem o sonho de ser actriz profissional, seguindo os passos da avó, que a criou. Além de representar na telenovela da Rede Bandeirantes, Juliana Baroni também canta, mostrando a sua versatilidade.

Correio da Manhã

Isaac Alfaiate

Sempre que tem um dia livre, Isaac Alfaiate dedica umas horas a cuidar do corpo. Levanta-se cedo, para ir ao ginásio, passa pela praia, para cortar umas ondas na sua prancha de surf e, depois de tanto exercício, ainda se sente capaz de palmilhar Lisboa numa longa caminhada a pé.
Isaac Alfaiate

“Gosto de andar a pé, de ir ao ginásio e passar umas horas na praia a fazer bodyboard ou surf. Mas nem sempre tenho tempo para fazer isso tudo”, contou o actor e manequim, que aceitou agora um novo desafio profissional: ser padrinho de um dos casais do novo reality show da TVI.

E a verdade é que o trabalho para o programa ‘Cantando e Dançando por um Casamento de Sonho’ tem-lhe ocupado grande parte do tempo. Isaac tem passado algumas horas entre ensaios de dança e canto. “Está a ser muito divertido, estou a aprender a dançar e cantar. Gosto mais de cantar, mas está a ser

muito bom aprender a dançar”, explicou o actor que, normalmente, encerra, com chave de ouro, o seu dia-a-dia, com um desfile de moda.

“Tenho três a quatro desfiles de moda por semana e tem sido bom porque é uma coisa que gosto muito de fazer e em que me sinto completamente à vontade. Apaixonei-me pela representação, mas a moda nunca vai deixar de fazer parte do meu mundo”.

ROTINA

9H30

O actor e manequim levanta-se cedo para ir ao ginásio mas, antes, não consegue deixar de passar os olhos pelas notícias em destaque na imprensa do dia.

11h00

Padrinho de um casal do novo reality show da TVI, o actor tem passado grande parte do tempo em ensaios, de canto e dança, para o programa.

13h30

Depois de um almoço reforçado, Isaac Alfaiate deixa o carro estacionado e aproveita para fazer uma das coisas de que mais gosta: andar a pé.

18h30

Quando está de folga, o actor não dispensa um café, ao final da tarde, na companhia dos amigos para lhes contar as novidades da semana.

21h00

Isaac Alfaiate adora fazer desfiles de moda e a verdade é que, nesse campo, trabalho não lhe tem faltado. Uma situação que deixa o manequim feliz.

CM

Sábado, 6 de Outubro de 2007

Actriz recusa ser apenas a sensual

São José Correia, a ‘Isabel’ de ‘Deixa--me Amar’ (TVI) considera a sua personagem “uma delicia. Ela é muito divertida, leve, meiga, sensual e sente-se muito bem com sua imagem”.

São José Correia

A actriz confessa que, a princípio, teve receio que a ‘Isabel’ se confundisse com a sua anterior personagem, a ‘Leonor’, de ’Ninguém Como Tu’. Mas acredita que as distanciou, “apesar de serem as duas muito para a frente e sensuais”.

Dotada de uma sensualidade natural, a intérprete de ‘Isabel’ não considera difícil fazer um papel de sedutora: “Para mim é tão fácil fazer um personagem sensual como uma com ausência de sensualidade, uma tímida ou uma freira. Sou uma actriz como outra qualquer e sou capaz de fazer muitas coisas”.

“Infelizmente, neste País não fazemos o que queremos. Não vale a pena andarmos aqui com conversa fiada porque as coisas não são como queremos. Não posso dizer que não faço isto porque já fiz três personagens sensuais”. Até porque não há mercado de trabalho suficiente para poder recusar, salienta.

São José lamenta que exista uma “tendência para rotular os actores “. “Não me sinto rotulada nem quero pensar dessa maneira. Um actor transforma-se e é isso que o define. Não quero acreditar que estou rotulada como a gaja sensual, não tem nada a ver”, desabafa.

Na novela ‘Deixa-me Amar’, ‘Isabel’ ainda vai surpreender. E tanto pressiona o amante ‘Carlos’ (interpretado por António Pedro Cerdeira) que este acaba por deixar a mulher e mudar-se para casa dela, no prédio em frente. Mas a paixão é sol de pouca dura.

No entanto, ‘Isabel’ não desanima. E sendo a personagem de São José Correia uma manequim, usa roupas inspiradas nas das grandes divas do cinema dos anos 50, que a fazem sonhar. “Ela é uma manequim sem trabalho e procura tudo o que a tire do bairro [Alfama] e que a faça sentir-se como as actrizes. Aquele cabelo armado, aquelas roupas, os saltos altos, os lábios pintados de vermelho servem para ela se distanciar da triste realidade em que vive”, salienta São José Correia. Pela parte que lhe toca, a actriz gostava que ‘Isabel’ acabasse nos braços de um homem rico e sensual, ao estilo de George Clooney. Correio da manhã

Domingo, 30 de Setembro de 2007

TVI quer concorrentes a dançar, cantar e ... a casar

Vai hoje para o ar o programa "Cantando e dançando por um casamento de sonho", a grande aposta da TVI, para as noites de domingo.

Trata-se de um novo "reality show", apresentado por Júlia Pinheiro,que juntará na "Casa do Amor (assim se denominará o local que acolherá os concorrentes, situada em Colares, Sintra) 14 casais que vão mostrar os seus dotes no canto e na dança e também nas lides domésticas. O casal vencedor terá direito a 100 mil euros e uma lua-de-mel especial totalmente paga.

Para alcançarem o tão apetitoso prémio, os casais concorrentes terão de mostrar o que valem e aos mais diversos níveis. Terão de suar as estopinhas, fazer as vontades às "sogras", interpretadas por três actrizes.

O desafio que têm pela frente centra-se, sobretudo, no confronto e nas provocações que as "sogras" e o júri lhes irão fazer ao longo das semanas, além de terem de frequentar aulas de canto e dança numa sala especificamente preparada para o efeito.

As designadas "sogras" serão interpretadas neste programa pelas actrizes Rosa Lobato de Faria, Rita Ribeiro e pela fadista Anita Guerreiro. O "trio das sogras" irá, tanto quanto se sabe, tentar contrariar a ideia tadicional que existe acerca deste grau parentesco. No entanto, também não serão propriamente nenhumas santas e não abdicarão, por certo, de pregar alguma partida ao improvisado genro ou nora.

Mas, quando se encontrarem com os concorrentes vão dar-lhes alguns conselhos que poderão ser úteis para prática diária dentro da "casa do amor". As "sogras" terão também a tarefa de apresentar as respectivas provas, que poderão passar pela aborrecida missão de limpar os cantos da casa, arear pratas ou simplesmente cozinhar.

Os maus da fita

O papel do mau, ou melhor, "dos maus da fita", caberá a duas mulheres e a dois homens. Margarida Pinto Correia, Luísa Castel-Branco, Manuel Luís Goucha e Olavo Bilac integrarão o júri que todos os domingos em noites de gala avaliarão o trabalho desempenhado ao longo da semana pelos casais.

Por estes vai passar até ao mais ínfimo pormenor toda a actividade desenvolvida na semana e até ao dia 31 de Dezembro. Nessa noite, um dos três casais finalistas será o vencedor, mas mesmo assim, para receber o prémio, terão de se casar obrigatoriamente no prazo de um ano. Se tal não acontecer o casal acabará por não receber nada.

O dia-a-dia dos concorrentes, tanto quanto apurámos, desenrolar-se-á mais ou menos nestes moldes os casais alternarão as actividades, sendo que metade dos noivos e noivas ocupar-se-ão das tarefas agendadas pelas "sogras" e a outra metade será colocada numa sala onde lhes serão ministradas aulas de canto e dança.

À noite, os casais que trabalharam nas lides domésticas vão dormir na "casa do amor", enquanto os outros, pernoitaram nas suas próprias residências.

Para auxiliar todas as provas de canto e dança estarão à disposição os padrinhos e as madrinhas que, ao que tudo indica, serão personalidades bem conhecidas dos portugueses.

A TVI mantém no "segredo dos deuses"informação detalhada sobre o programa, nomeadamente quem são os padrinhos e as madrinhas. Contudo, os nomes apontados e que já circulam na comunicação social são, para madrinhas, os de Rita Salema, Helena Laureano, Maria João Abreu, Carla Andrino e Marina Rodrigues. Entretanto, Gonçalo Diniz, Nuno Homem de Sá, Filipe Galdão, Pedro Giestas, João Cajuda e Isaac Alfaite são os mais falados para integrar o naipe dos padrinhos.
JN

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